Às lágrimas Militares revoltados gritam “Bolsonaro traidor” na Câmara; veja os vídeos

Ele nunca mais vai ter um voto meu, nem o filho dele”, disse chorando uma militar, depois que Bolsonaro mobilizou seus deputados para derrubar uma emenda do PSOL que garantiria reajuste para praças e militares de baixa patente

Militares e seus familiares estão aos gritos na Câmara dos Deputados chamando Jair Bolsonaro de “traidor” nesta terça-feira 29, indignados com a articulação do governo federal para derrubar uma emenda do PSOL que garantiria reajuste para praças e militares de baixa patente.

“Ele nunca mais vai ter um voto meu, nem o filho dele”, disse uma militar, chorando. “Bolsonaro, você e seus filhos nunca mais terão votos da família militar”, disse outra. “Bolsonaro traidor”, no entanto, foi o grito que mais ecoou nos corredores da Casa.

Segundo o relator deputado Vinicius Carvalho (Republicanos-SP), as alterações vieram para trazer aquilo que ele chamou de  “similaridade de sacrifício” aos PMs e bombeiros. Atualmente varia o tempo de serviço mínimo para a aposentadoria. A depender do estado este tempo pode ser de 30 ou 25 anos.

Segundo o texto apresentado, será exigido um mínimo de 25 anos de atividade militar. Já quem precisa cumprir 30 anos de serviço hoje em dia, o pedágio continuará em 17% do que faltar a partir de 2021. Já nos casos em que a regra atual é 25 anos de prestação de serviço, a contagem será no tempo de atividade militar, que subirá quatro meses a cada ano a partir de 2021, até chegar o limite de 30 anos.

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