Akira confirma não participar do grupo político de Maranhão.

Pré-candidato a prefeito em Rio Grande da Serra, o vereador Akira Auriani (PSB) pode ter sinalizado a sua carreira solo e independência com relação ao atual grupo prefeito de Ribeirão Pires.

Nos bastidores, é forte o comentário e especulação de que Akira ao votar favorável ao parecer do Tribunal de Contas do Estado que pedia a rejeição das contas do prefeito Gabriel Maranhão foi ato político e demonstração de alinhamento ao atual prefeito de Ribeirão Pires e ex-mandatário de Rio Grande, Kiko Teixeira.

Analistas fazem a leitura de que, “voto contrário seria o do Benedito do PT, mas Akira pressionado a demonstrar fidelidade ao projeto de 2020 deveria votar contra o prefeito”.

Segundo ainda corre nos bastidores “Akira tem missão de articular com o PT e com o Claudinho da Geladeira que dependendo da situação de Lula e do resultado das eleições deste ano pode migrar de partido e compor uma aliança de oposição na cidade”.

Outra missão de Akira em Rio Grande é buscar insatisfeitos a atual gestão. Cléson e Guerra são alvos.

Há ainda aqueles que afirmam que Akira deu um tiro no próprio pé. Ao votar contrário as contas de Maranhão, Akira pode ter deixado de observar que existia uma imensa crise política acontecendo, e que o prefeito de Rio Grande da Serra após ser expulso do PSDB pode vir a ser seu companheiro de sigla e com isso passar a ter forte influencia no PSB.

No polêmico voto, Akira disse que apesar de não ver dolo nas contas de 2014, votava favorável ao parecer do TCE por motivos pessoais e por credo intimido de as coisas deveriam ser mudadas.

O mesmo critério não foi praticado quando o edil Akira votou favoravelmente ao direito dos vereadores receberem décimo terceiro salário.

Quanto às eleições de 2020, a certeza é que Maranhão terá candidato, mas que ainda não se sabe o nome. Outra certeza é que Kiko (PSB), em condição de ficha suja não poderá disputar reeleição e tem Akira e Ricardo Orsini como seus ungidos em Rio Grande da Serra.

Com praticamente dois anos e sete meses para as próximas eleições municipais, a Rio Grande da Serra tem um cenário político confuso e incerto. Gabriel Maranhão, segundo enquete realizada recentemente tem boa avaliação no quesito infraestrutura urbana em função das diversas intervenções que estão em curso na comuna. Por outro lado se esforça para melhorar o seu sistema de saúde redirecionando atendimentos para as UBS’s dos bairros.

No seio de sua base, há ao menos seis nomes potenciais que disputam  seu apoio. Bem ao estilo ‘Correntes Internas’, Claurício, Jhol Jhol, Helenice, professora Marilza, João Mineiro e os irmãos Mendonça se esforçam em busca de espaço político e visibilidade.

As eleições para o comando do parlamento municipal no final do ano, logo após as eleições nacionais que serão realizadas em outubro trarão um novo desenho, uma nova conjuntura. Isso é certo!

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