Aplicativo possibilita denúncias anônimas de casos de agressão e abusos.

Através de uma iniciativa do UNICEF e da Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça e Cidadania, foi criado no ano de 2013 o aplicativo Proteja Brasil que reúne diversas organizações com foco na promoção dos direitos de crianças e adolescentes durante megaeventos. A criação do aplicativo foi uma iniciativa do UNICEF, da Ilhasoft, do Cedeca-BA e da ABMP, com a adesão do governo federal em seguida.

Em 2016, foi lançada nova versão, ampliando as funcionalidades e fazendo a integração com o Disque 100, principal canal de denúncia de violações de direitos humanos do País.

O Proteja Brasil é um aplicativo gratuito que permite a toda pessoa se engajar na proteção de Criança e adolescente, Idosos Pessoas com deficiência, Comunidade LGBT, População em situação de rua Igualdade Racial, Pessoas em restrição de Liberdade, dentre outras violações. É possível fazer denúncias direto pelo aplicativo, localizar os órgãos de proteção nas principais capitais e ainda se informar sobre as diferentes violações.

As denúncias são encaminhadas diretamente para o Disque 100, serviço de atendimento do governo federal. O aplicativo também recebe denúncias de locais sem acessibilidade, de crimes na internet e de violações relacionadas a outras populações em situação vulnerável.

Como Funciona

O aplicativo funciona em celulares e tablets, com tecnologia iOS ou Android. Está disponível em português, inglês e espanhol. Para usar faça o download do app compatível com o seu celular clicando aqui ou diretamente do Play Store do seu celular.

Números da violência

Em 2015, o Disque 100 recebeu mais de 80 mil denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes. Isso representa 59% das denúncias registradas pelo Disque 100.

A violência está em toda parte. Acontece em todos os países, e em toda a sociedade. Mas, muitas vezes, ainda permanece invisível porque acontece dentro das casas ou nas famílias das vítimas. Ou, mesmo nas ruas, em espaços públicos, muitas vezes, as pessoas preferem não olhar.

Mudar histórias de mulheres, idosos, crianças e adolescentes está em suas mãos. Fique atento. Denuncie!

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