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Biblioteca Monteiro Lobato de Rio Grande da Serra recebe novos projetos.

Em 2017, mais de 3.000 pessoas passaram pelo local e realizados mais de 2.200 empréstimos de livros

A Biblioteca Municipal Monteiro Lobato, fundada em 1987, ocupou diversos prédios, mas, atualmente, após sua reformulação, está localizada na região Central, junto ao CREB (Centro de Referência de Educação Básica). Em um espaço amplo, com mais de 200m² de área, ambientado para atender diversos públicos, a Biblioteca Municipal de Rio Grande da Serra possui um acervo diversificado, contando com, aproximadamente, 7.500 títulos, entre eles, clássicos da literatura brasileira e estrangeira, livros recém-lançados, literatura infantojuvenil, livros em braile, entre outros.

Possibilitando o acesso ao conhecimento, o espaço também disponibiliza grande número de enciclopédias, mapas, atlas, dicionários e muitos livros didáticos, além de oferecer o acesso à internet em seus computadores de forma gratuita.

Já aos usuários que buscam se manter informados, o local também recebe diariamente jornais da região, revistas semanais e gibis diversos. E caso queiram saber um pouco mais sobre Rio Grande da Serra e a região é possível ter acesso a livros que se dedicam a história e memória do lugar.

Estrutura

Além disso, o equipamento público possui um grande acervo de DVDs, contendo entrevistas, filmes, documentários, programas de TV, videoaulas que podem ser assistidos em uma cabine equipada e disponibilizada na própria biblioteca.

Com exceção dos periódicos que possuem assinatura regular, todo o acervo é composto basicamente por doações. No ano de 2017 mais de 3.000 pessoas passaram pela biblioteca e foram realizados mais de 2.200 empréstimos.

Novos projetos

Já para o ano de 2018 estão sendo planejadas ações de leitura mediada, contação de história, oficinas, entre outros projetos culturais e educacionais.

Além da possibilidade de fazer consulta local ao acervo é possível obter empréstimos dos exemplares. Para isso, os usuários necessitam fazer uma carteirinha que é confeccionada de forma gratuita. Caso você possua interesse, dirija-se a biblioteca levando cópia do RG, comprovante de residência e uma foto 3×4, basta somente isso para poder acessar tudo que a Biblioteca Municipal Monteiro Lobato pode lhe oferecer.

Serviço

A Biblioteca Municipal Monteiro Lobato está localizada a na Rua do Progresso, 251, de segunda a sexta das 8h15 às 16h30. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 4820-3214.

Prazo de inscrição do Fies termina nesta quarta-feira (28).

Termina na próxima quarta-feira (28), às 23h59, o prazo para estudantes se inscreverem no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Para fazer parte do programa, a pessoa precisa ter participado do Enem e tirado nota igual ou superior a 450 na média entre as provas, além de nota maior que zero na redação.
O financiamento é destinado a indivíduos com renda familiar mensal bruta de até 3 salários mínimos, por pessoa.
No início do ano, o Comitê Gestor do Fies definiu os limites do financiamento: o valor mínimo que será cobrado é de R$ 300, enquanto o valor máximo, R$ 30 mil por semestre.
É possível fazer a inscrição no site do MEC. O candidato deve fornecer o número do CPF, a data de nascimento e um e-mail. Os resultados de pré-seleção e as listas de espera serão divulgados até o dia 12 de março.

Mudanças no Passe Livre Estudantil de Ribeirão restringem o direito de jovens à cidade.

Desde o início do ano letivo de 2018, os estudantes beneficiários do Passe Livre não têm mais o direito de usar o transporte público gratuitamente nas 24 horas do dia. Segundo levantou o blog Caso de Política “os alunos só podem fazê-lo em dois períodos de até duas horas, podendo embarcar quatro vezes em cada um dos períodos”.

Segundo informaram usuários, “a empresa Rigras, -concessionária em Ribeirão Pires – alega que as novas regras mantêm a finalidade do Passe Livre de disponibilizar o acesso à educação”, mas os estudantes e seus responsáveis rebatem o argumento, enfatizando a falta de incentivos para o direito de ir e vir participando de equipamentos culturais e espaços públicos da cidade.

Em 2017, a empresa Rigras obteve substancial redução de seus custos operacionais ao repassar aos seus motoristas a responsabilidade pelo recebimento das passagens tendo no mesmo ano um aumento da tarifa de R$ 3,80 para R$ 4,00. Um novo aumento da passagem é aguardado para os próximos dias.

A vida do estudante não pode estar restrita ao espaço escolar. Ele é de fundamental importância, mas é apenas o espaço básico para a educação. Privar os estudantes de baixa renda do seu direito à mobilidade, é o mesmo que limitar as possibilidades de desenvolvimento cultural e social dessa população. Luís Carlos Nunes

Ribeirão Pires abre inscrições para Oficina de Dublagem.

A Prefeitura de Ribeirão Pires abre inscrições para a Oficina de Dublagem. As inscrições devem ser realizadas entre os dias 19 a 21 de fevereiro, no Centro Cultural (Rua Dr. Yutaka Ishihara, 220, Jardim Pastoril), em três horários de atendimento: das 9h às 12h; das 14h às 17h e das 18h às 20h.

As vagas são limitadas, processo seletivo e as datas de matrículas serão divulgadas no ato da inscrição. Os interessados devem ter idade a partir dos 12 anos e passarão por teste de aptidão.

O projeto de estudo e prática de dublagem gratuito é uma parceria entre as Secretarias de Educação, Inclusão, Cultura e Tecnologia e Turismo e Desenvolvimento Econômico. A oficina terá duração de 3 meses e serão divididas em três turmas: às terças-feiras (manhã e tarde), às quartas-feiras (noite) e quintas-feiras (tarde). Mais informações pelo telefone 4824-1781.

Bilhões em dinheiro público para as teles, e o povo sem banda larga.

Vinte anos após o lançamento comercial do serviço de conexão à internet em seu território, o Brasil tem pouco mais da metade de seus domicílios conectados. Cerca de 46% das residências brasileiras, de acordo com a última pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), não têm conexão com a rede. E, se depender do Congresso Nacional e da política adotada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), assim continuarão.

O alerta é da jornalista Iara Moura, integrante do conselho diretor do Intervozes, um dos principais coletivos da área de comunicação no Brasil.

Iara mostra os riscos para o país da eventual aprovação do projeto de lei (PLC 79/16) que modifica a Lei Geral de Telecomunicações e acaba com a figura das concessões na prestação de qualquer serviço da área. Seu objetivo principal, explica a jornalista, é autorizar a migração do serviço de telefonia fixa, hoje prestado em regime público – com obrigações de universalização, modicidade tarifária, metas de qualidade e continuidade – para o regime privado, via simples autorizações do Estado às operadoras. As mudanças favorecem um mercado bilionário e não contribui para levar a internet a todos os lares do país (veja a íntegra da coluna).

PF cumpre mandados de prisão por desvio de verbas na educação. Três cidade do oeste baianos estão na mira.

Uma operação da Polícia Federal foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (23), em cidades da Bahia e de Minas Gerais. São 13 mandados de prisão preventiva, 4 de prisão temporária e 41 de busca e apreensão. A operação Lateronis acontece em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Controladoria Geral da União (CGU) e conta com a participação de 160 policiais federais e 16 auditores da CGU, em 16 cidades baianas e na mineira Mata Verde.

Foram fraudados contratos na área de educação entre 2010 e 2016, e, segundo a PF, a organização criminosa investigada obteve cerca de R$ 140 milhões em contratos, dos quais teriam sido desviados pelo menos R$ 45 milhões por fraudes. O grupo é formado por políticos, empresários e servidores.

As cidades baianas onde ocorreu a operação são: Barra do Choça, Cândido Sales, Condeúba, Encruzilhada, Ribeirão do Largo, Gandu, Itambé, Jequié, Piripá, Vitória da Conquista, Tanhaçu, Ipirá, Salvador, Barreiras, Luís Eduardo Magalhães e Formosa do Rio Preto. Em Salvador e Vitória da Conquista foram realizadas apenas apreensões – não há envolvimento das prefeituras no esquema.

Operação apreendeu armas e drogas (Foto: Divulgação/PF)

As investigações da PF apontam que o dinheiro desviado era repassado para servidores, que usavam o valor para corromper outros servidores públicos que atuavam no setor de licitações na área de transporte. O grupo podia escolher quem seriam os candidatos e até os secretários nomeados nos municípios.

Segundo a PF, as investigações apontaram que três falsas cooperativas que pertenciam a um mesmo grupo, vencedoras de licitações recorrentes, desviavam recursos públicos obtidos através de contratos celebrados com diversos municípios, na área de transporte, sobretudo escolar. O grupo usava as empresas como fachada para fazer o esquema, já que não havia concorrência e a vencedora era decidida antes. O valor desviado também era usado para financiar campanhas políticas.

Ainda de acordo com as investigações, o grupo chegou a decidir os candidatos que concorreriam aos cargos eletivos nos municípios de sua atuação, a formação das coligações locais, o secretariado a ser nomeado pelos prefeitos e até mesmo se as Câmaras Municipais deveriam ou não aprovar as contas do município. “Uma espécie de atuação paralela que influenciava decisões públicas a favor de interesses ligados ao esquema criminoso”, diz a Polícia Federal.

Policiais federais estão nas ruas desde cedo (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

Os envolvidos responderão pelos crimes de peculato, organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva e fraude à licitação.

O nome da operação, Lateronis, é uma referência aos soldados da Roma antiga, que guardavam as laterais e as costas do imperador e que, de tanto estarem ao lado do poder, passaram a acreditar que eram o próprio poder e que podiam atuar de forma impune ao cometerem delitos contra os mais pobres. do Correio da Bahia

Prefeitura de Ribeirão Pires abre processo seletivo para estagiários. Vagas substituirão professores.

A prefeitura de Ribeirão Pires através do edital 01 de 17 de janeiro de 2018 em parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), abriu processo seletivo para contratar 80 estagiários da área de educação com remunerações (bolsa estágio) no valor de R$ 954,00 por uma carga horária de 30 horas semanais. É necessário estar cursando a partir do 4º semestre na data da convocação e ser maior de 18 anos.

O processo seletivo é composto por duas fases, sendo a primeira inscrição via portal CIEE com entrega de documentos na unidade CIEE de São Caetano do Sul e a segunda avaliação de currículo escolar.

Ainda do citado edital 01, é previsto a contração de três profissional de informática que receberá pela jornada de 30 horas semanais R$ 954,00. Para esta vaga é necessário estar cursando a partir do 4º semestre na data da convocação.

Consta também duas vagas na área de Nutrição que por 30 horas semanais receberá a título de bolsa estágio o valor mensal de R$ 954,00.

As inscrições se iniciaram no dia de 22 e se encerram em 02 de fevereiro.

Para acessar a página do CIEE clique aqui.

Para baixar o ANEXO I (Ficha Cadastral) clique aqui.

Clique aqui para baixar o Edital.

Clique aqui para baixar o Formulário de Interposição de Recursos.

Após anos seguidos de abertura de processo seletivo de professores profissionais, o governo de Kiko Teixeira (PSB) interrompe o ciclo e contrata estudantes. O Piso Nacional dos Professores em 2018 foi estipulado pelo MEC em R$ 2.455,35. Luís Carlos Nunes

O Brasil que não se olha!

A imagem capturada durante o réveillon em Copacabana fala por sí só!

Temer corta 90% das verbas para creches infantis em 2018.

O Brasil Carinhoso, programa do governo federal criado em 2012 para ajudar os municípios a manter crianças pobres de 0 a 48 meses em creches, foi esvaziado. Depois de anos de quedas consecutivas no valor dos repasses, que chegou a 90% entre 2015 e 2017, o orçamento aprovado para 2018 é de R$ 6,5 milhões. Isso equivale a apenas 1% do orçamento aprovado quatro anos atrás, de R$ 642 milhões.

Ao G1, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) confirmou a redução, mas afirmou que o programa tem ajudado no aumento no aumento das vagas em creches.

Na educação pública, a responsabilidade pela educação infantil, que inclui as creches (para crianças de 0 a 3 anos), e as pré-escolas (para crianças de 4 a 5 anos), é dos municípios. Porém, a Constituição Federal afirma que a União precisa dar apoio suplementar às prefeituras.
O Brasil Carinhoso é uma das iniciativas federais nesse sentido. Ele repassa aos municípios o equivalente a metade do valor anual mínimo por matrícula em creche, que varia de acordo com a carga horária do atendimento (tempo parcial ou integral) e se a creche é pública ou credenciada com o governo.

Em 2014, segundo dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), esse valor por criança variou entre R$ 914,23 e R$ 1.485,62. Em um repasse anunciado pelo FNDE em outubro daquele ano, R$ 765,6 milhões foram repassados para quase 5 mil municípios, beneficiando 580 mil crianças.

O Plano Nacional de Educação (PNE) estipula que, desde 2016, o Brasil deveria por lei ter todas as crianças de 4 a 5 anos matriculadas na pré-escola, mas os dados oficiais mostram que, até pelo menos 2014, 10% delas ainda estavam fora da escola. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) divulgada neste mês, que incluiu um levantamento com centenas de prefeituras, mostra que quase metade delas sequer sabe o número total de crianças dessa faixa etária no município.

Além disso, o PNE prevê que, até 2024, 50% das crianças de 0 a 3 anos estejam matriculadas em creche. Mas dados do TC Educa, uma plataforma criada pelos tribunais de contas estaduais que cruza os números do Censo Escola com estimativas populacionais do Datasus, mostram que nove em cada dez municípios ainda não chegaram nesse patamar. Para cumprir a meta, além do levantamento de quantas vagas novas são necessárias, os municípios precisam construir novas creches.

Os dados orçamentários mostram, no entanto, que o governo federal tem caminhado na direção oposta para ajudar os prefeitos a cumprirem essa meta.

Em dois anos, o valor repassado pelo governo federal caiu de R$ 405,7 milhões, em 2015, para R$ 40 milhões em 2017. Neste ano, os dados do Ministério do Planejamento mostram que os parlamentares aprovaram um orçamento de R$ 137 milhões. Isso quer dizer que só 29% do que estava previsto acabou efetivamente sendo gasto.

Durante o ano, quase metade da verba foi congelada, o que fez o valor previso cair para R$ 67,6 milhões. Mas, ao fim de 2017, nem esse valor foi atingido.

Alessio Costa Lima, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) afirmou, durante um seminário realizado neste mês na Câmara dos Deputados, que as prefeituras também sofrem para expandir as vagas por causa de cortes no programa Brasil Carinhoso.

“O Brasil Carinhoso praticamente deixou de existir”, afirmou ele.

A pedido do vereador Clauricio Bento, deputado Estevam Galvão libera ônibus escolar para Rio Grande da Serra.

Encerrando o ano com chave de ouro, o vereador Clauricio Bento (DEM) anunciou na quinta-feira (28), que através de parceria exitosa com o deputado estadual Estevam Fernandes (DEM) conseguiu a liberação de um ônibus escolar para o município de Rio Grande da Serra.

“Esta é mais uma importante conquista para Rio Grande da Serra que tem a marca de nosso valoroso deputado Estadual Estevam Galvão. Fomos comunicados na terça-feira (26) de que a prefeitura deveria solicitar no sistema do Ministério da Educação e formalizar o pedido do ônibus, o que foi feito com estrema rapidez. Quero agradecer o carinho e atenção que o deputado vem dispensando por nossa cidade sem me esquecer dos grandes companheiros, os vereadores Maciel da Padaria e Jhow Jhow que muito tem apoiado em projetos a cidade de Rio Grande da Serra”, falou Clauricio Bento.

O deputado Estevam Galvão destacou o belíssimo trabalho realizado pelo vereador Clauricio e pelos vereadores Maciel da Padaria e Jhow Jhow em Rio Grande da Serra. “Temos um contato de longo período com o vereador Clauricio Bento, e recebemos diversos pedidos com anseios da comunidade riograndense através dele, por isso trabalhamos insensatamente para atender essas reivindicações. Recentemente acompanhei de perto reunião com o secretário estadual da educação onde foi reivindicado a regularização do transporte escolar no município e também das escolas estaduais. Clauricio é um homem trabalhador e demonstra muito carinho pela cidade e este pleito era antigo”, frisou Estevam Galvão.

Clauricio Bento enfatizou a importância dessa conquista. “Temos que comemorar sim, nossa cidade vai receber um veículo para transporte de estudantes e com recursos federais. Esse é apenas mais um passo em prol do desenvolvimento de Rio Grande da Serra,” ressaltou o vereador.

Segundo esclareceu o deputado Estevam Galvão, “todos os procedimentos e tramites exigidos pelo Plano de Ações Articuladas (PAR) do MEC já estão em ordem, sendo que a entrega do ônibus escolar é prevista para a segunda metade de março de 2018”.

Clauricio Bento, Maciel da Padaria, deputado Estevam Galvão e Jhow Jhow

O Plano de Ações Articuladas (PAR), um programa estratégico do PDE, instituído pelo Decreto nº 6.094, de 24 de abril de 2007, é o conjunto de ações, apoiado técnica e financeiramente pelo Ministério da Educação, que visa ao cumprimento das metas do “Compromisso Todos pela Educação”, sendo base para o termo de convênio ou cooperação firmado entre o MEC e Secretarias Estaduais de Educação e Secretarias Municipais de Educação.

Funciona a partir da adesão ao Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, onde os estados e municípios elaboram seus respectivos Planos de Ações Articuladas em um diagnóstico minucioso da realidade educacional que está estruturado em quatro grandes dimensões, sendo: Gestão Educacional, Formação de Professores e dos Profissionais de Serviço e Apoio Escolar, Práticas Pedagógicas e Avaliação, Infraestrutura Física e Recursos Pedagógicos.

Rio Grande da Serra: Projeto Atleta do Futuro está com inscrições abertas para 2018.

O Projeto Atleta do Futuro – uma parceria do Sesi com a Prefeitura de Rio Grande da Serra – está com as inscrições abertas. Os interessados em participar de aulas, duas vezes por semana, de futebol de campo, futsal ou voleibol, devem procurar a Secretaria de Esporte e Lazer e garantir sua vaga.

O Projeto Atleta do Futuro é destinado para alunos de 06 a 17 anos e os interessados em se inscrever devem procurar a sede da Secretaria de Esporte e Lazer, que fica localizada na Avenida Jean Lieutaud, 545, no Jardim Santa Tereza. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 4820-3812, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Os benefícios da prática do esporte para as crianças

Felizmente, a prática do esporte está de moda entre as crianças. A atividade física regular já faz parte do dia a dia das crianças e de muitas famílias. O esporte é importante para a saúde e para o bem-estar de todos.

Para a criança pode ser um fator fundamental de desenvolvimento e de crescimento, desde que contribua de forma positiva para o seu físico e para a sua mente.

O esporte ajuda as crianças com problemas de relacionamento e a descobrir o corpo. É normal que a criança comece no esporte influenciado por amigos, pelos meios de comunicação, pelos pais, etc. Mas temos que levar em conta que a criança, sobretudo, divirta-se. O esporte deve ser introduzido na vida da criança de uma forma gradual, para que se dê por satisfeitas suas necessidades lúdicas.

Rio Grande da Serra: Prefeitura abre inscrições para curso de robóticas para crianças.

Através da Secretaria de Educação e Cultura de Rio Grande da Serra, a prefeitura municipal está abrindo inscrições para estudantes 2º ao 9º ano do Ensino Fundamental para o curso de Robótica.

O projeto Robótica tem por objetivo promover a interação com instrumentos tecnológicos, de maneira com que os estudantes sejam capazes de criar, experimentar e compreender os mecanismos de funcionamento dos vários tipos de tecnologias de forma racional, efetiva e significativa além de auxiliar na construção do aprendizado adquirido em sala de aula dos conceitos multidisciplinares como física, matemática, geografia, entre outros, incentivando a prática de pesquisar novos conhecimentos e sempre se atualizar.

A matrícula deve ser realizada no Centro de Referência da Educação Básica (CREB), que fica localizado na Rua do Progresso, 251 – Centro. Os documentos necessários são: declaração escolar, cópias do comprovante de residência, cópia do RG ou da certidão do aluno e uma foto 3×4. As inscrições são limitadas.

Em um mundo globalizado em que a informação é altamente valorizada, o conhecimento em diversas áreas é essencial para garantir o desenvolvimento de habilidades e promover importantes melhorias na vida pessoal e profissional. Qualquer aprendizado é ainda mais efetivo na infância e na adolescência, quando o aluno está em fase de desenvolvimento e adaptação e se envolve na descoberta de um novo mundo.

A importância do ensino de programação e robótica já pode ser comparada ao ensino de outras línguas, como o inglês e o espanhol. Também estão comprovados os diversos benefícios que o aprendizado da linguagem de programação pode trazer para os alunos. O aprendizado pode estimular o raciocínio lógico, ajudar na organização de modo geral, propiciar uma melhor escrita, incentivar o aprendizado de matemática, física e língua inglesa, auxiliar no desempenho pessoal e profissional, estimular a criatividade e desenvolver habilidades para solucionar situações adversas.

Base Comum Curricular é homologada.

Agência Brasil – O ministro da Educação, Mendonça Filho, assinou hoje (20) a portaria que homologa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que orientará os currículos da educação básica em escolas públicas e privadas em todo o país. A cerimônia contou com a presença do presidente Michel Temer.

Durante o evento, o ministro anunciou que o MEC alocará R$ 100 milhões no orçamento do ano que vem para apoio técnico e financeiro para o início das ações de implantação da base, em parcerias com estados e municípios. A Base foi aprovada na última sexta-feira (15) pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). As ações envolvem o apoio com consultores e técnicos especializados, workshops de formação continuada de professores e organização de materiais didáticos, principalmente guias de orientação para a implementação da base.

Segundo o ministro, a BNCC é plural, respeita as diferenças e os direitos humanos. “Ela é fruto de uma construção coletiva. É imperfeita, mas buscamos fazer com que ela pudesse ter a expressão de identidade de um Brasil que é amplo, diverso e que é vivo e que quer construir um novo caminho. O Brasil só será um país decente quanto tiver a educação como um fator de transformação social”.

O presidente Michel Temer disse que a Base promove a igualdade entre os alunos. “A base curricular é a bússola de nossas escolas. E por isso mesmo agora temos mais clareza quanto às competências que as crianças devem desenvolver ao longo da vida escolar. Com a base curricular hoje anunciada estamos também promovendo um tema caro à Constituição brasileira, que é a igualdade. Portanto, estamos promovendo a igualdade de todos os alunos, seja no sistema público seja no sistema privado, que passam a ter direitos iguais de aprendizado”.

O presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Aléssio Costa Lima, destacou que o grande desafio ainda está por vir, que é fazer a discussão chegar a cada uma das salas de aula do país. A vice-presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Maria Cecilia da Motta, ressaltou a necessidade do fortalecimento do regime de colaboração entre estados e municípios para a implementação da Base.

Implantação

A previsão é de que o processo de implantação da BNCC nas escolas esteja consolidado até 2020. Ao longo 2018, as escolas e redes de ensino deverão se adaptar e rever seus currículos para iniciarem a implementação da Base em 2019. Segundo o MEC, os professores receberão formação para conhecer em profundidade o documento e haverá a adequação necessária do material didático.

A implantação de uma Base Nacional Comum Curricular está prevista na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação. A primeira versão foi divulgada pelo MEC em 2015 e a versão aprovada está em debate desde abril desse ano.

O documento homologado hoje não estabelece as diretrizes para os currículos das escolas de ensino médio. Segundo Mendonça Filho, a base para o ensino médio deverá ser enviada pelo Ministério da Educação ao CNE até o fim do primeiro trimestre do ano que vem.

Referência

A BNCC servirá como referência para a formulação dos currículos dos sistemas e das redes escolares estaduais e municipais e das propostas pedagógicas das instituições escolares. Seu papel será o de orientar a revisão e a elaboração dos currículos nos estados e nos municípios.

O documento define o conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da educação infantil e do ensino fundamental. Também estabelece os conhecimentos, as competências e as habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da escolaridade básica.

Segundo o CNE, o objetivo da BNCC é elevar a qualidade do ensino no país, indicando com clareza o que se espera que os estudantes aprendam na educação básica, além de promover equidade nos sistemas de ensino.

Uma das mudanças trazidas pela BNCC é a antecipação da alfabetização das crianças até o 2º ano do ensino fundamental. Atualmente, as diretrizes curriculares determinam que o período da alfabetização deve ser organizado pelas escolas até o 3º ano do ensino fundamental.

A mudança foi defendida pelo ministro Mendonça Filho. “Quando você admite que uma criança pode ser alfabetizada até o 3º ano do ensino fundamental, você está impondo às crianças mais pobres uma defasagem logo no início de sua vida educacional, porque as famílias de classe média garantem a alfabetização no máximo até o segundo ano, na sua grande maioria no primeiro ano”, disse.

Rio Grande da Serra: Projeto Vida Saudável foca atenção à diabéticos e hipertensos.

Iniciado no mês de fevereiro deste ano, o Projeto Vida Saudável tem como principal objetivo garantir mais saúde e qualidade de vida a população de Rio Grande da Serra. Direcionado, especialmente a hipertensos e diabéticos, o projeto conta com caminhadas e exercícios físicos orientados por professores de Educação Física e da Saúde, que fazem o teste de glicemia e aferição da pressão.
Atualmente 50 pessoas participam semanalmente do projeto em duas unidades da rede pública. Na UBS Santa Tereza são 40 inscritos e as caminhadas são realizadas três vezes por semana; já na UBS do Parque América, as caminhadas acontecem as terças e quintas e contam com dez participantes. 
prefeito Gabriel Maranhão aferindo pressão arterial
Na manhã da sexta-feira (15), o prefeito Gabriel Maranhão, acompanhado da Secretaria de Saúde, Suzenete Carlis, do Secretário de Esporte e Lazer João Batista participou da entrega de camisetas para os participantes do Projeto “Vida Saudável”.
Na ocasião o prefeito assumiu o compromisso de entregar frutas e água aos participantes do projeto e incluir a disponibilização de transporte para passeios periódicos.
Interessados em participar do “Vida Saudável” devem entrar em contato com a UBS mais próxima de sua casa e fazer a inscrição.

Gabriel Maranhão e vereadores se reúnem com secretário estadual de Educação.

Na última sexta-feira (15), o prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão acompanhados pelo Presidente da Câmara João Mineiro e dos vereadores Agnaldo de Almeida, Bibinho, Claurício Bento, Claudinho Monteiro, Maciel da Padaria, Marcelo Cabeleireiro e Toninho Correa, estiveram na Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para reunião com o Secretário José Renato Nalini, onde foi pleiteado o restabelecimento do transporte das crianças e jovens das Escolas Estaduais de nosso município.

“Esse restabelecimento se faz necessário tendo em vista diversos fatores que acabam dificultando a frequência dos alunos nas aulas, entre eles que o município possui uma área de 31 km², que grande parte desta área é de intensa vegetação e que há uma grande distância dos bairros até as escolas. É importante ressaltar que o trajeto com o transporte garante que os alunos não estejam exaustos durante o período de aulas, o que proporciona melhores resultados nos estudos”, argumentou o prefeito Gabriel Maranhão.

Conforme publicou este blog, na quarta-feira (13), “os vereadores, Bibinho (PSDB), Maciel da Padaria (PMDB) e Clauricio Bento (DEM), se reunião com o presidente da Fundação do Desenvolvimento da Educação (FDE), João Curi, onde na pauta, os edis relataram as condições inadequadas das escolas estaduais instaladas no município e também na oportunidade cobraram solução breve no tocante ao transporte escolar onde há possibilidade de alunos ficarem sem o serviço. Para ler a íntegra da matéria clique aqui.

Base Nacional Comum Curricular foi aprovada hoje (15) pelo CNE. Saiba o que é.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada hoje (15) pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), servirá como referência para a formulação dos currículos dos sistemas e das redes escolares estaduais e municipais e das propostas pedagógicas das instituições escolares. Seu papel será o de orientar a revisão e a elaboração dos currículos nos estados e nos municípios.

A BNCC é um documento de caráter normativo, que define o conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da educação infantil e do ensino fundamental, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, como determina o Plano Nacional de Educação (PNE).

A base nacional estabelece conhecimentos, competências e habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da escolaridade básica. Segundo o CNE, o objetivo da base é elevar a qualidade do ensino no país, indicando com clareza o que se espera que os estudantes aprendam na educação básica, além de promover equidade nos sistemas de ensino.

O documento aprovado hoje não estabelece as diretrizes para os currículos das escolas de ensino médio. A base para o ensino médio deverá ser enviada pelo Ministério da Educação ao CNE só no início do ano que vem.

Alfabetização

Uma das mudanças trazidas pela BNCC é a antecipação da alfabetização das crianças até o 2º ano do ensino fundamental. Atualmente, as diretrizes curriculares determinam que o período da alfabetização deve ser organizado pelas escolas até o 3º ano do ensino fundamental.

“Nos dois primeiros anos do ensino fundamental, a ação pedagógica deve ter como foco a alfabetização, a fim de garantir amplas oportunidades para que os alunos se apropriem do sistema de escrita alfabética de modo articulado ao desenvolvimento de outras habilidades de leitura e de escrita e ao seu envolvimento em práticas diversificadas de letramentos”, diz o texto da base nacional.

Religião

O texto aprovado pelo CNE incluiu novamente orientações sobre o ensino religioso nas escolas. O assunto estava nas versões anteriores da base, mas tinha sido excluído da terceira verão enviada pelo MEC em abril, e foi recolocado antes da votação.

Segundo o texto previsto na base nacional, o ensino religioso deve ser oferecido nas instituições públicas e privadas, mas como já ocorre e está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), a matrícula poderá ser optativa aos alunos do ensino fundamental. Entre as competências para esse ensino estão a convivência com a diversidade de identidades, crenças, pensamentos, convicções, modos de ser e viver.

O CNE ainda deverá decidir se o ensino religioso terá tratamento como área do conhecimento ou como componente curricular da área de Ciências Humanas, no Ensino Fundamental.

Gênero

O CNE decidiu avaliar posteriormente a temática gênero, que foi objeto de muita polêmica durante as audiências públicas realizada para debater a BNCC. “O CNE deve, em resposta às demandas sociais, aprofundar os debates sobre esta temática, podendo emitir, posteriormente, orientações para o tratamento da questão, considerando as diretrizes curriculares nacionais vigentes”, diz a minuta de resolução divulgada pelo conselho.

Na versão encaminhada pelo MEC em abril, uma das competências gerais da BNCC era o exercício da empatia e o respeito aos indivíduos, “sem preconceitos de origem, etnia, gênero, idade, habilidade/necessidade, convicção religiosa ou de qualquer outra natureza”. Esse trecho foi modificado, e o texto aprovado hoje fala apenas “sem preconceitos de qualquer natureza”.

Competências

Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que resumem, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos.

Conheça as 10 competências gerais da Base Nacional Comum Curricular:

  1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

  2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.

  3. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.

  4. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

  5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

  6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.

  7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

  8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

  9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.

  10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários

Vereadores de Rio Grande participam de reunião em São Paulo em busca de soluções para o transporte escolar e escolas.

Os vereadores de Rio Grande da Serra, Bibinho (PSDB), Maciel da Padaria (PMDB) e Clauricio Bento (DEM), se reunião na tarde desta quarta-feira (13) com o presidente da Fundação do Desenvolvimento da Educação (FDE), João Curi.

Na pauta, os edis relataram as condições inadequadas das escolas estaduais instaladas no município e também na oportunidade cobraram solução breve no tocante ao transporte escolar onde há possibilidade de alunos ficarem sem o serviço.

Da esquerda para a direita: Clauricio Bento, João Curi presidente da FDE, Bibinho e Maciel da Padaria 

Para o vereador Clauricio Bento “ainda que as escolas e o transporte escolar não seja de responsabilidade do município, é de competência dos vereadores mediarem soluções em que afligem a população”.

Na visão do vereador Maciel da Padaria, “a questão precisa ser resolvida antes do início das aulas, uma vez que os estudantes em sua maioria são carentes e moram muitas vezes a longas distância precisando assim do transporte. Sobre a escola, o vereador ressaltou que uma reforma é importante para dar melhores condições de trabalho de servidores e aprendizado aos estudantes”.

Seguindo a mesma fala, o vereador Bibinho argumentou ao gestor do FDE “que priorizar a educação é preparar um futuro melhor com cidadãos mais preparados”.

Conforme ainda o parlamentar Bibinho, “os serviços ofertados pelo Estado em Rio Grande da Serra carecem de mais atenção”.

Os três vereadores informam ainda que na próxima sexta-feira (15) se reuniram com o secretário estadual de Educação, José Renato Nalini, onde deveram prosseguir com a cobrança de melhoria na educação e outros serviços ofertados pelo Estado.

Claurício Bento é o vereador mais atuante em Rio Grande da Serra no ano de 2017.

Levantamento aponta o vereador do DEM com mais de 252 iniciativas legislativas apresentadas somente em 2017

Consulta feita junto a Câmara Municipal de Rio Grande da Serra aponta o vereador Claurício Bento (DEM) como o mais atuante no ano de 2017, com 252 iniciativas legislativas apresentadas, que incluem indicações, requerimentos, moções e projetos de lei, dentre outras. A totalização o coloca como líder no ranking entre os 13 vereadores que compõem o Legislativo Municipal.

Clauricio Bento faz gestão e garante ampliação de repasses para a UPA

Claurício Bento, durante entrevista em seu gabinete: “garanto continuar lutando por melhorias”

No dia 12 de abril de 2017, através do requerimento nº 213/2017, o vereador encaminhou solicitação ao Ministério da Saúde solicitando o aumento do repasse que é destinado a saúde do município. No documento (conforme abaixo), Clauricio alega gasto mensal de R$ 600 mil na UPA e um repasse do Ministério da Saúde de apenas R$ 100 mil. R$ 300 mil somente com folha de pagamento. Como resposta, Rio Grande da Serra teve acréscimo no valor dos repasses em 70%, passando a receber R$ 170 mil mensal totalizando R$ 2 milhões por ano.

Claurício Bento ganhou expressiva notoriedade no estado de são Paulo quando entrou com um pedido no mês de maio, solicitando o rompimento do contrato, previsto até 2034, com a Sabesp alegando que a empresa de água prejudica demais a cidade com várias obras que são feitas e até mesmo a falta de melhorias.

Segundo Clauricio Bento “é inadmissível uma empresa que se instala na cidade não desrespeitar os poderes constituídos e a população fazendo o que bem entender. Quando solicitei a quebra do contrato, eu pedi mudança na postura da empresa para com a cidade e os cidadãos que aqui moram. Até mesmo porque Rio Grande da Serra não pode ser vista somente como uma grande caixa de água que abastece outras localidades. Não aceitei e nunca vou aceitar esse tipo de situação. Rio Grande da Serra na minha visão está sempre em primeiro lugar”, disse ao Caso de Política. Em 2014, o vereador Claurício Bento liderou uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) a qual um dos principais objetivos era saber onde a Sabesp e suas terceirizadas atuaram na cidade. Quais trabalhos foram executados e quais as contrapartidas.

Veja abaixo os números de 2017

No ano de 2017 (até 12/12) foram apresentados pelos 13 vereadores na Câmara Municipal um total de 654 requerimentos. Clauricio Bento, somente neste período apresentou individualmente 129 requerimentos, 20% do total.

252 Ofício foram registrados na Casa de Lei, sendo que 120 (47%),foram de autoria do vereador Clauricio bento. Já no item Projeto de Lei, o vereador apresentou 25%, sendo registrados na Câmara Legislativa um total de 12.

Segundo informado pela assessoria do parlamentar Clauricio “no ano de 2017, foram registrados 1.080 atendimentos no gabinete.

Fiscalizando

Em análise das matérias propostas, mostra que Claurício Bento não foi somente um vereador de gabinete, mas esteve sempre nas ruas ouvindo as reivindicações das pessoas, que foram traduzidas em reivindicações na defesa de obras, programas e serviços para inúmeros bairros da cidade. O vereador tem atuado pela melhoria de todas as áreas que integram a administração pública municipal sem se esquecer de também cumprir a função fiscalizadora que é própria do vereador, acompanhando a gestão e aplicação dos recursos públicos. “O mandato deve ser feito com o componente popular, Vereador, servidores e cidadãos juntos, resultam na soma de esforços pelo desenvolvimento e progresso constante da cidade”, considera Claurício Bento.

Comissões

Presidente da Comissão de Redação e Justiça e membro da Comissão de Finanças e Orçamento, Claurício Bento adotou como prioridade o desenvolvimento local, sempre enfatizando questões ligadas a infraestrutura, desenvolvimento social e econômico, geração de emprego e renda, o turismo, educação e segurança pública.

“Nosso propósito é a defesa de políticas que assegurem a sustentabilidade dos setores emergentes e produtivos da cidade sem se esquecer do cidadão comum que sofre seus efeitos diretamente na ponta”, garante o vereador.

Avaliação

Para o vereador Claurício Bento, o trabalho intenso desenvolvido neste primeiro ano de mandato representa aquilo que se propôs a fazer durante a campanha eleitoral. “Hoje o grande desafio do homem público não é apresentar os problemas, mas sim propor soluções que sejam possíveis de serem executadas”, diz. “Ninguém suporta mais demagogia e discurso mentiroso”, acrescenta.

“Nosso trabalho vai continuar com a mesma intensidade. Continuarei com minhas andanças nos gabinetes de deputados e órgão público das outras esferas de poder buscando recursos e soluções para Rio Grande da Serra. A cidade hoje tem um projeto arrojado e visionário sob o comando do prefeito Gabriel Maranhão na área da infraestrutura. Nesse sentido coloco o meu mandato a disposição para ajudar no que for possível. Sei das limitações que são impostas, mas quero fazer a minha parte colaborando com a segurança pública, a saúde, o esporte, a preservação do meio ambiente. O desafio é grande onde ruas precisam ser urbanizadas, de forma a garantir melhor fluidez ao trânsito e garantir segurança à população e visitantes”, afirmou Claurício Bento.

Reconhecimento e parceria com seus pares

“A saúde pública continua sendo nossa preocupação e precisa ser encarada sem demagogias e com a responsabilidade que a vida humana merece. Enfim, a segurança pública municipal precisa ser implantada com vigor. São inúmeras as demandas e os desafios que Rio Grande da Serra exige de nós homens públicos, reforçou o vereador que embora tenha sido o parlamentar que mais apresentou matérias em plenário, fez questão de reconhecer e exaltar também o trabalho e o empenho de cada um dos outros 12 vereadores de Rio Grande da Serra.

Temer quer cobrar mensalidade em universidades públicas.

Depois de congelar pelos próximos 20 anos os investimentos reais em educação e acabar com a CLT por meio da aprovação do projeto de terceirização geral e irrestrita no País, o governo Michel Temer quer, agora, cobrar mensalidades em Universidades e Institutos Federais.

A cobrança foi defendida com veemência pela secretária-executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, em reunião com dirigentes da Federação do Sindicato de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico Técnico e Tecnológico (Proifes-Federação). As informações estão na página da própria Federação.

“Eu sou de universidade, defendo a educação pública, mas acho que temos de olhar para a situação real. Não podemos criar situações incompatíveis com o mundo que estamos vivendo, de queda de receita, de mudança no paradigma da economia do país. Nós só aumentamos em folha de pagamento”, afirmou Maria Helena durante a reunião. Logo depois, a secretária citou as realidades do ensino superior em Portugal, Inglaterra, França e Alemanha. “Aliás, nem sei ainda que países têm universidades públicas plenamente gratuitas para todos, independente da situação socioeconômica. O Brasil não pode ficar fora do mundo real”, disse.

Para o ex-ministro da Educação do governo Dilma Rousseff Aloizio Mercadante, a proposta de cobrança de mensalidades nas Universidades e nos Institutos Federais é um retrocesso sem precedentes e vai aumentar a exclusão na educação superior. “Esse processo faz parte do golpe que realiza uma ofensiva contra todos os avanços sociais que tivemos na última década, que foram os maiores da história recente do Brasil”, afirmou.

Cadastro nacional de pedófilos é aprovado pela Câmara.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 629/15, do deputado Vitor Valim (PMDB-CE), que cria o Cadastro Nacional de Pedófilos, com o objetivo de reunir informações de condenados pelo crime de pedofilia.

A proposta segue diretamente para o Senado, a não ser que haja recurso para análise do texto pelo Plenário da Câmara.

Segundo o autor, o cadastro não gerará custos e vai ajudar no combate à prática da pedofilia no País. Pelo projeto, o cadastro será mantido pelo Poder Executivo e operado em convênio celebrado com as unidades da Federação, para acesso e alimentação pelos seus órgãos de segurança pública, Ministério Público e Poder Judiciário.

Vereadora Manuela faz avaliação de seu primeiro ano de mandato.

Vereadora apresentou os resultados do ano de 2017 e ressaltou conquistas importantes para Formosa do Rio Preto

Vereadora pelo Partido Verde (PV) e relatora da Comissão de Educação, Saúde e assistência social, Manuela Fernandes da Rocha, ou simplesmente Manuela da Saúde apresentou os resultados do seu primeiro ano parlamentar.

Dedicando uma atenção especial aos setores da Saúde, Educação e Assistência Social, a vereadora informou que tem atendido toda a cidade com a indicação de diversos requerimentos ao poder executivo e projetos de Leis, destacando-se alguns como segue abaixo:

Projetos de Lei

  • Projeto de Lei 003/2017 que dispõe sobre a proibição em Formosa do rio Preto da utilização de capacete, máscara, gorro ou qualquer forma que oculte a face, parcial ou total do cidadão quando do ingresso e permanência nos estabelecimentos públicos e privados e a obrigatoriedade de instalação de porta giratória com detector de metais nos estabelecimentos bancários.
  • Projeto de Lei 004/2017 que dispões sobre a obrigatoriedade de instalação de porta giratória com detector de metais nos estabelecimentos bancários do município de Formosa do Rio Preto.

Indicações

  • Indicação nº 004/2017 para a implantação da 01 Unidade de saúde da Família (PSF) na localidade do Coaceral, indicação de implantação de Centro de Atenção Psicossocial (CAPS I),
  • Indicação nº 005/2017 que solicita a aquisição de 01 aparelho de ultrassonografia para o Hospital Municipal Altino Lemos de Brito,
  • Indicação nº 016/2017 solicitando a implantação de Centro de Atenção Psicossocial (CAPS I)
  • Indicação nº 023/2017 que solicita a implantação do Programa Melhor em Casa que tem como objetivo de facilitar o tratamento de pacientes acamados e com dificuldades de locomoção aos serviços de saúde que necessitam de cuidados intensivos
  • Indicação nº 024/2017 ao poder executivo solicitando a implantação de energia elétrica no bairro Morada Nova beneficiando aproximadamente 100 famílias
  • Indicação nº 036/2017 que solicita a recuperação asfáltica do na rua Francisco Alencar, próximo à Igreja Menino Jesus no bairro Projeto
  • Indicação nº 038/2017 que propõe ao prefeito municipal a concessão de bolsas de estudo para graduação e nível técnico para alunos de baixo poder aquisitivo em formosa do rio Preto
  • Indicação nº 042/2017 que orienta o executivo a fazer pavimentação com paralelepípedos (tipo bloquete ou asfáltica) da rua Principal da localidade do arroz de Cima
  • Ofício 055/2017 dirigido ao prefeito municipal solicitando instalação de sistema de iluminação pública na avenida Joaquim Augusto nas proximidades do aeroporto

Vereadora Manuela com alunos da escola no bairro Santana

“Estou feliz com os resultados deste meu primeiro ano como vereadora. 2107 foi um ano de muito aprendizado, mas ser vereadora impõe muitas dificuldades uma vez que são grandes as demandas e carência. Procuramos neste ano manter bom diálogo com o prefeito Termosíres e com sua vice Verônica Lisboa, o que favoreceu em muito o cumprimento de diversas solicitações que as comunidades nos solicitava. Ainda que já estamos de recesso na Câmara e o final do ano se aproxima, continuo o meu trabalho conversando e colhendo demandas para o próximo ano. Quero trabalhar ainda mais. Uma ação que muito me emocionou foi a entrega de fardamentos a criança da escola do bairro Santana”, disse a parlamentar Manuela.

Veja abaixo, entrevista exclusiva que a vereadora Manuel da Saúde concedeu ao blog Caso de Política

Manuela da Saúde, vereadora de Formosa do Rio Preto desde 1º de janeiro de 2017 pelo partido Verde (PV), eleita com 416 votos (2,70% dos votos válidos), já foi secretária de Saúde em formosa do Rio Preto. É formada em enfermagem pela Universidade Estadual de Feira de Santana. No parlamento formosense tem se mostrado uma mulher séria e comprometida com os diversos temas da cidade.

Em entrevista exclusiva, Manuela falou sobre os trabalhos desenvolvidos neste primeiro ano de mandato, sobre suas expectativas e projetos futuros e pautou seu mandato com soluções e propostas eficazes. Como legisladora, afirmou que não abre mão da boa gestão dos recursos públicos.

Caso de Política – Como a senhora se sente na condição de vereadora em Formosa do Rio Preto?

Manuela – Me sinto muito honrada, porém existe um grande aumento nas responsabilidades. Hoje além de cumprir atividades típicas de vereador, tenho como toda mulher, uma dupla jornada. Tenho meus afazeres domésticos, minha vida em família, amigos. Mas ser vereadora me dá muito prazer.

CP – Vereadora, qual a avaliação que a senhora faz desse primeiro ano de mandato?

Manuela – Minha avaliação é bastante positiva. Com a eleição do Dr. Termosires Neto e de sua vice Verônica Lisboa, sinto que conseguimos elevar a autoestima da população. Dentro da Casa de Leis, percebo a população mais confiante nos procurando em nosso gabinete em busca de soluções para os seus problemas. Isso me estimula e fortalece para solucionar o quanto antes as reivindicações.

CP – Como é o relacionamento entre os vereadores?

Manuela – É bom, a Câmara é uma casa de debates, não é a Casa do sim senhor! Quando se vê vereadores debatendo e se posicionando contrariamente a ideias de outro, tenho certeza de que tudo não passa de divergência de ideias, não é nada pessoal. A ferramenta de trabalho do vereador é a palavra. É através da exposição de pensamentos e do debate que se constrói Leis e que se encaminha o município.

CP – Quais as principais demandas que mais chegam ao seu gabinete?

Manuela – As demandas são diversas! As pessoas têm muitas carências e sempre que as recebo procuro os órgãos competentes para resolver, e nesse sentido estamos recebendo atenção do executivo. Mas é importante deixar claro que a atividade principal de um vereador é legislar e fiscalizar o cumprimento das Leis pelo executivo. Como vereadora, eu posso orientar e sugerir ao executivo, para ele se preocupe mais com determinados setores. Podemos propor Leis desde que não gerem custos, podemos indicar serviços em comunidades, por exemplo.

CP – Na sua avaliação, qual a importância da mídia eletrônica e das redes sociais na fiscalização e na aproximação da câmara com a população?

Manuela – A importância é grande, claro que sem seus excessos, mas de uma forma geral é uma coisa boa. A imprensa seja ela digital ou impressa, aproxima a população do vereador. O que a gente não consegue ver, onde a gente não consegue chegar todos os dias, a imprensa nos ajuda mostrando. Hoje é grande o acesso a internet na cidade e quase todo mundo tem um celular ou computador conectado. A participação está cada vez maior! Mesmo que as pessoas não vejam as questões pela mídia social, elas ficam sabendo em conversas nas ruas, nos bares e nas escolas, isso é o chamado efeito dominó. A notícia chega longe repassada de celular em celular e de boca em boca. Hoje o político pensa mais para falar, porque tem sempre alguém analisando as suas falas e ações. É como dizem, quem tem medo de lobo-mau não passeia no bosque.

CP – Vereadora, quero agradecer a oportunidade da entrevista e solicitar para que faça as suas considerações finais.

Manuela – Agradeço a oportunidade da entrevista, e dizer que vamos cumprir nossa função social. Eu acredito que tudo nessa vida deve ter uma função social. A escola deve ter a função de educar, o religioso deve ensinar a palavra de Deus, o empresário deve gerar empregos. Como vereadora quero colaborar para o desenvolvimento de nossa cidade. Formosa do Rio Preto é uma cidade pujante, que cresce dia após dia. Por outro lado, o nosso povo tem muitas demandas e carências. Nosso objetivo é ver, um dia nossa cidade menos desigual, com nossa juventude progredindo, nossos servidores públicos satisfeitos e motivados podendo prestar bons serviços aos cidadãos.

Ribeirão Pires contrata empresa para fornecer uniformes escolares. Empresa já foi autuada por exploração irregular de mão de obra.

A Prefeitura de Ribeirão Pires assinou o contrato com a empresa Método Uniformes Eireli – Epp, escolhida através do processo PC 3459/2017 para fornecer uniformes escolares que serão distribuídos gratuitamente aos alunos da Rede Municipal de Ensino.

A empresa escolhida receberá pelo fornecimento de uniformes escolares as cifras no valor de R$ 9.805.520,00.

O contrato foi assinado no dia 11 de novembro e o extrato está publicado na edição que circulou na sexta-feira (08) do Diário Oficial do Município.

Empresa contratada foi autuada por exploração de trabalho análogo a escravidão

A empresa Método Uniformes Eireli – Epp, fundada em 25/6/2015 e sediada na cidade de Guapiaçu foi alvo de uma operação do Ministério do Trabalho e Emprego onde em 04 de julho de 2016 na ocasião, fiscais após receberem denúncias se deslocaram ao galpão de costura, constataram exploração de mão-de-obra, ambiente inadequado de trabalho, além de várias costureiras sem registro de trabalho na carteira profissional,

Na ocasião, dentro do galpão, havia 18 mulheres, sendo três bolivianas, trabalhando na confecção de uniformes escolares, que seriam encaminhados posteriormente a Votorantim e Barrinha, que fica região de Ribeirão Preto (SP), cidades em que a empresa ganhou licitação. Segundo informações dos fiscais do MTE, o local foi fiscalizado em junho passado, mas, na oportunidade não havia ninguém dentro da fábrica. A suspeita é que todos fugiram, já que algumas máquinas estavam ligadas e havia comida sendo esquentada no fogão.

Para ver a integra da reportagem feita pela Gazeta de Votorantim, clique aqui. e no portal G1 clique aqui

Veja abaixo vídeo exibido pela TV TEM, afiliada da TV Globo na região

MEC esvazia pseudo “Ideologia de Gênero” na base curricular e mistura tema com religião.

Documento que vai nortear currículo das escolas foi encaminhado ao Conselho Nacional de Educação para aprovação

O Ministério da Educação excluiu menções ao combate à discriminação de gênero na nova versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), encaminhada ao Conselho Nacional de Educação na semana passada. Segundo o ocorrido, o tema “gênero” aparece na parte de ensino religioso, para que se discuta nas escolas concepções de gênero e sexualidade seguindo as tradições religiosas.

A texto passa agora por uma análise do conselho, que deve votar na próxima quinta-feira (7) a versão final. A base define o que o estudante deve aprender a cada ano na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. A parte do Ensino Médio ainda não foi concluída pelo governo.

A proposta que vai nortear os currículos das escolas tem recebido sugestões de emendas dos conselheiros em todas as áreas. Caso seja aprovada amanhã, a base vai ser homologada pelo MEC e terá um prazo de um ano para implementação nas escolas públicas e privadas.

A Folha de S.Paulo que teve acesso ao documento nem sua íntegra, identificou pelo menos dez trechos sobre gênero e orientação sexual suprimidos pela equipe do MEC. Na introdução, por exemplo, o texto que elencava as dez competências da base apontava que as escolas deveriam valorizar a diversidade “sem preconceitos de origem, etnia, gênero, idade, habilidade/necessidade, convicção religiosa”. Na versão apresentada ao CNE na semana passada, só se fala em “preconceitos de qualquer natureza”.

Em nota, o ministério disse apenas que “aguarda o término das discussões para comentar”.

Entre outras coisas, um vereador deve zelar pelo respeito e a paz social, independentemente de suas convicções pessoais. Deve agir para o bem comum

Em Ribeirão Pires, uma senhora convidada pelo vereador Pastor Silvino de Castro (PRB), no uso da tribuna desferiu dura fala desproposita mostrando desconhecimento sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) atribuindo a ideologia de gênero ora suprimida do documento como questão sexual. O vereador Edson Banha rebatendo as argumentações chamou a referida senhora de irresponsável e intolerante recebendo apoio de maior parte dos edis da Casa bem como da plateia que se fazia presente. (Ver matéria aqui).

Ao final do evento, o vereador Pastor Silvino de Castro, indagado pelo blog Caso de Política, na tentativa de justificar o convite, visivelmente constrangido pelo ocorrido, tentava abrir texto da internet onde possivelmente justificava o posicionamento apresentado pela mulher.

O vereador ao defender tal pensamento que se quer consta no documento – conforme noticiamos em reportagem – deveria ter um comportamento mais cauteloso e respeitoso com a população. O referido edil pelo posto a qual ocupa feriu a Declaração Universal dos Direitos Humanos, onde é previsto que não deve haver discriminação por raça, cor, gênero, idioma, nacionalidade, opinião ou outro motivo.

A diversidade e as diferenças existem e é uma das maiores riquezas do ser humano no planeta e a existência de indivíduos diferentes numa cidade, num país, com suas diferentes culturas, etnias e gerações fazem com que o mundo se torne mais completo.

Mas essa convivência só se torna possível se as diferenças forem respeitadas. O artigo 2º da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, diz que não deve haver, em nenhum momento, discriminação por raça, cor, gênero, idioma, nacionalidade, opinião ou qualquer outro motivo.

Diferentemente de uma tese que é parte fundamental para a existência de um texto argumentativo, a ideologia (seja qual for) é tão somente uma ideia ou possibilidade, nunca uma afirmação palpável sobre determinado tema,

Papa afirma que falar mal dos outros é “terrorismo”

O papa Francisco afirmou neste sábado, durante um encontro com religiosos na Igreja do Santo Rosário, em Daca, no seu último dia de visita a Bangladesh, que promover intrigas e falar mal dos outros dentro das comunidades religiosas é como “fazer terrorismo”.

“Preparei oito páginas, mas, para não aborrecê-los, vou fazer o discurso dizendo o que me ocorrer (na cabeça)”, começou o papa, provocando riscos das centenas de sacerdotes, freiras, seminaristas e noviços que se reuniram para a passagem do pontífice.

Francisco repetiu hoje em Bangladesh o conceito que já expressou em alguns outros discursos: o do perigo das divisões dentro das comunidades católicas.

No discurso improvisado, o papa falou primeiro que os sacerdotes são brotos da semente que Deus plantou e pediu para que elas sejam cuidadas, para observarem como elas crescem e como é possível distinguir as boas das más plantas.

O pontífice ressaltou que não é fácil construir uma comunidade porque os defeitos e as limitações ameaçam a vida em grupo e a paz. No entanto, lembrou que a Igreja Católica de Bangladesh, um país de maioria islâmica, é muito ativa no diálogo inter-religioso e pediu que isso seja repetido dentro das comunidades católicas.

“Gosto de citar sempre um dos grandes defeitos, e alguns me criticarão porque sou repetitivo, mas o inimigo é o espírito das intrigas”, disse Francisco.

“A língua é o que destrói uma comunidade. Falar mal dos outros, ressaltar os defeitos de outros, mas não dizer a eles próprios, assim criando desconfiança, receios e um ambiente em que não há paz”, continuou o pontífice, afirmando que isso é “terrorismo”.

“O que vai falar mal do outro não o diz publicamente, como o terrorista. O que vai falar mal do outro o faz às escondidas. Joga fora a bomba, vai embora e se a bomba destrói tudo, ele vai tranquilo colocar outras”, concluiu o papa.

O papa então deu conselhos para evitar o problema. “Quando tiver vontade de falar mal de alguém, morda a língua. Talvez doa, mas vocês não farão mal a ninguém”, sugeriu.

E, quando houver críticas, para Francisco, é melhor dizer diretamente para a pessoa ou para quem pode resolver o problema.

“Já vi muitas comunidades católicas serem destruídas pelas intrigas. Mordam a língua a tempo”, afirmou.

No discurso, que foi interrompido por aplausos e risos dos presentes, Francisco se despediu com um conselho.

“Sejam como o vinho e amadureçam até o final, que seus olhos brilhem com a alegria e a plenitude do Espírito Santo”, disse o papa.

Mulher ocupa a Tribuna da Câmara de Ribeirão e diz que gay é pedófilo, necrófilo e faz sexo com animais.

Atendendo à solicitação do vereador pastor Silvino de Castro (PRB), foi autorizado pela Câmara de Ribeirão Pires a utilização da Tribuna pela senhora Bárbara Machado Souza para tratar do tema Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

O que foi visto foi um total despreparo por parte de Bárbara, que por sua vez focou no tema ideologia de gênero que segundo informações oficiais do Ministério da Educação (MEC) o assunto não consta como disciplina prevista.

Em fala equivocada e desconexa, Bárbara se aventurou a discorrer sem citar em quais países, disse que não se fala mais em meninos ou meninas.

“Em muitos países já não se falam em meninos e meninas! O termo utilizado é thing! Coisa! Algo! Se eu sou algo sou uma coisa, então significa que ao longo da minha vida socialmente, culturalmente como propõe a ideologia de gênero eu construo a minha sexualidade, então se eu quiser fazer sexo com um cachorro isso é natural. Ou cresço mais um pouquinho e decido na minha cabeça desconstruída cheia de imagem e informações conturbadas em relação ao que eu sou, se eu sou uma coisa e eu decidir fazer sexo com cadáveres, isso é natural! A ideologia de gênero ela propõe ir muito mais além do que defender quem opta por fazer sexo com pessoa do mesmo sexo. Ela propõe muito além do que isso. Então se eu sou um adolescente de 14 anos e aprendo que sou uma coisa e vou construir a minha sexualidade, então se eu quiser fazer sexo com um bebê, é normal. É muito forte essas palavras!”, disse Bárbara que declarou ser professora.

Segue abaixo a íntegra do vídeo

A senhora está levando ódio a população. A Senhora é intolerante e irresponsável”, diz vereador Banha.

Visivelmente indignado, o vereador Edson Banha Savieto subiu à Tribuna para rebater as afirmações feitas pela senhora Bárbara.

Para Banha a professora é intolerante e irresponsável uma vez que se utiliza do espaço legislativo para desferir ofensas e destilar ódio.

“Infelizmente eu achei um absurdo o que a senhora falou! Eu fiquei abismado quando a senhora chamou gay de pedófilo. Que negócio é esse de transar com uma cachorra na rua? A senhora falou isso aqui! A senhora está levando ódio para a população, a intolerância, é absurdo o que a senhora fez aqui. A senhora falou na Tribuna que pode transa com cachorro e cadáver. A senhora é intolerante e irresponsável!”

Veja abaixo a íntegra do pronunciamento

Mas o que é a Base Nacional Comum Curricular? (com informações do portal G1)

A terceira e última versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino infantil e fundamental foi apresentada no dia 06 de abril de 2017 pelo Ministério da Educação (MEC). O texto não aborda o ensino médio. O documento foi finalizado com atraso, já que estava previsto para junho de 2016. Clique aqui e confira o documento na página do MEC.

A BNCC é considerada fundamental para reduzir desigualdades na educação no Brasil e países desenvolvidos já organizam o ensino por meio de bases nacionais. O documento define a linhas gerais do que os alunos das 190 mil escolas do país devem aprender a cada ano.

A base ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e depois homologada pelo ministro da Educação. Mesmo após essas etapas, ela só terá efeito na sala de aula quando estados e municípios reelaborarem os seus currículos em um prazo de até dois anos após a homologação pelo MEC. Serão esses currículos que detalharão como será abordado cada uma das metas ou cada um dos eixos da BNCC em sala de aula.

Veja os destaques da BNCC do ensino infantil e fundamental

  • Ensino religioso foi excluído da terceira versão; MEC alega respeitar lei que determina que tema seja optativo e que é competência dos sistemas de ensino estadual e municipal definir regulamentação.
  • Conteúdo de história passa a ser organizado segundo a cronologia dos fatos.
  • Língua inglesa será o idioma a ser ensinado obrigatoriamente; versão anterior da BNCC deixava escolha da língua a cargo das redes de ensino.
  • Conceito de gênero não é trabalhado no conteúdo; MEC diz que texto defende “respeito à pluralidade”.
  • Texto aponta 10 competências que os alunos devem desenvolver ao longo desta fase da educação (veja lista abaixo). Uma delas é “utilizar tecnologias digitais de comunicação e informação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética”.
  • Toda criança deve estar plenamente alfabetizada até o fim do segundo ano; na versão anterior, o prazo era até a terceira série.
  • Educação infantil ganha parâmetros de quais são os “direitos de aprendizagem e desenvolvimento” para bebês e crianças com menos de seis anos.

O Brasil não tinha uma base comum, mas documentos como as Diretrizes e Parâmetros Curriculares e normas federais já garantiam a padronização na elaboração dos currículos. Agora, a BNCC será a referência nacional obrigatória para que as escolas desenvolvam seus projetos pedagógicos.

A proposta preliminar foi feita por uma comissão de 116 especialistas de 37 universidades de todas as partes do Brasil e gerou polêmica por causa das lacunas deixadas em áreas como história e literatura. O documento inicial tinha pouco mais de 300 páginas. Após contribuições online, a segunda versão foi apresentada com 676 páginas e passou por audiências públicas. Agora concluído e apresentado ao CNE, o documento final da BNCC tem 396 páginas.

A secretária executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, elogiou o trabalho e disse que a forma de implementação dependerá dos currículos adotados pelas escolas.

“Pela primeira vez, o Brasil terá uma base que define o conjunto de aprendizagens essenciais a que todos os estudantes têm direito na educação básica” – Maria Helena Castro

Ensino religioso

A versão final da BNCC do ensino infantil e médio exclui “ensino religioso” da lista de áreas. Antes, ele estava ao lado de linguagens, matemática, ciências humanas e ciências da natureza. Na versão anterior, o texto afirmava que ensino religioso era área cujo conteúdo tinha “oferta obrigatória”, porém com “matrícula facultativa”.

De acordo com o MEC, a área de ensino foi retirada para atender o que está disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). De acordo com a pasta, a LDB aponta que o ensino religioso seja oferecido aos alunos do ensino fundamental nas escolas públicas em caráter optativo.

Ainda segundo o MEC, cabe aos sistemas de ensino a sua regulamentação e definição de conteúdos. “Sendo esse tratamento de competência dos Estados e Municípios (…), não cabe à União estabelecer base comum para a área, sob pena de interferir indevidamente em assuntos da alçada de outras esferas de governo da Federação”, aponta a versão final da BNCC.

Língua inglesa

O inglês passa a ser o idioma obrigatório para ser ensinado nas salas de aula a partir do 6º ano do ensino fundamental. Na versão anterior da BNCC, os especialistas apontavam que era “importante que cada comunidade escolar (pudesse) escolher as línguas estrangeiras a serem ministradas, levando em conta as realidades locais específicas, a exemplo dos contatos com outras línguas em regiões de fronteira ou migração, em comunidades com história de migração, em comunidades indígenas, entre outras”.

A mudança segue a mesma linha defendida pela atual gestão do MEC, que fez a mesma exclusão durante a reforma do ensino médio.

Alfabetização

A segunda versão da BNCC defendia que os alunos deveriam ser alfabetizados até o terceiro ano da educação básica. Na proposta final, o processo de letramento deverá ser concluído no segundo ano. Alguns especialistas chegaram a alertar para o risco de que o capítulo dessa etapa de ensino acabe por favorecer a escolarização precoce.

“A principal mudança para mim é em relação à alfabetização. A versão 2 trabalhou o tempo todo com a garantia plena da alfabetização até o final do terceiro ano. Nós baixamos para até o final do segundo ano. Essa é a principal mudança”, disse Maria Helena.

O ministro Mendonça Filho defendeu o novo prazo como garantia de igualdade de direitos.

“A gente está assegurando o mesmo direito para as crianças que estudam nas melhores escolas também para as escolas públicas” – Mendonça Filho

Atualmente, segundo o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), o governo federal, os estados e os municípios devem garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do terceiro ano do ensino fundamental. A iniciativa, vigente desde 2012, é uma parceria do MEC com uma rede de universidades públicas federais e estaduais, redes de ensino estaduais e municipais e professores alfabetizadores.

História cronológica

Alvo de polêmicas nas primeiras duas versões, os principais questionamentos nesta disciplina tinham já sido resolvidos com a reorganização feita na segunda versão da base.

Além desses pontos, o MEC anunciou ter feito uma reorganização na forma como o conteúdo será apresentado ao longo dos nove anos do ensino fundamental. “Em história, você tem uma mudança importante. A parte de história obedece a cronologia dos fatos, coisa que não estava presente”, afirmou Maria Helena.

Questões de gênero

A secretária executiva do MEC, Maria Helena Castro, afirmou que o conceito de gênero não é trabalhado na versão final da BNCC para o ensino fundamental e infantil.

“Não trabalhamos com ele (conceito de gênero). Nós trabalhamos com o respeito à pluralidade, inclusive do ponto de vista do gênero, de raça, de sexo, tudo. (…) Inclusive fomos até procurados aqui (no MEC) por alguns que defendiam o uso de gênero e outros que eram contra. Nós não queremos nem ser contra nem a favor. Somos a favor da pluralidade, da abertura, da transparência e da lei”, disse Maria Helena.

Como eixo, a BNCC defende que o aluno desenvolva a competência de se relacionar “sem preconceitos de origem, etnia, gênero, orientação sexual, idade, habilidade/necessidade, convicção religiosa ou de qualquer outra natureza”.

10 competências

A base determina que, ao longo da educação básica, os estudantes devem desenvolver dez competências gerais, tanto cognitivas quanto socioemocionais, que incluem o exercício da curiosidade intelectual, o uso das tecnologias digitais de comunicação e a valorização da diversidade dos indivíduos.

  1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social e cultural para entender e explicar a realidade (fatos, informações, fenômenos e processos linguísticos, culturais, sociais, econômicos, científicos, tecnológicos e naturais), colaborando para a construção de uma sociedade solidária.
  2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e inventar soluções com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
  3. Desenvolver o senso estético para reconhecer, valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também para participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
  4. Utilizar conhecimentos das linguagens verbal (oral e escrita) e/ ou verbo-visual (como Libras), corporal, multimodal, artística, matemática, científica, tecnológica e digital para expressar-se e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e, com eles, produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
  5. Utilizar tecnologias digitais de comunicação e informação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas do cotidiano (incluindo as escolares) ao se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos e resolver problemas.
  6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao seu projeto de vida pessoal, profissional e social, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
  7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos e a consciência socioambiental em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
  8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas e com a pressão do grupo.
  9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de origem, etnia, gênero, orientação sexual, idade, habilidade/necessidade, convicção religiosa ou de qualquer outra natureza, reconhecendo-se como parte de uma coletividade com a qual deve se comprometer.

(Correção: o termo “orientação sexual” apareceu na versão embargada enviada à imprensa na quarta-feira (5), mas foi suprimido no documento oficial divulgada pelo Ministério da Educação.)

  1. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões, com base nos conhecimentos construídos na escola, segundo princípios éticos democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

“A Base tem o objetivo de entender que o país é diverso e que escola deve estar aberta para atender todos, que seja inclusiva e que aceite o diverso”, disse a secretária executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro.

Bebês e crianças pequenas

A BNCC também passou a adotar objetivos específicos para três categorias da educação infantil: crianças de zero a 1 ano e 6 meses; 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses; 4 anos a 5 anos e 11 meses.

A educação infantil, aliás, é a etapa que tem a estrutura defendida como mais inovadora pelos redatores da versão final da BNCC. Ela não obedece a divisões mais tradicionais por áreas de conhecimento e componentes curriculares. Faz o cruzamento das áreas com os chamados “campos de experiência”, que incorporam dimensões como o “brincar” e “explorar”, consideradas indispensáveis à formação das crianças.

Em reunião técnica para discutir a base com a imprensa, Maria Helena exemplificou competências específicas das áreas de conhecimento e de objetivos de aprendizagem do ensino fundamental. Em matemática, por exemplo, espera-se que o aluno possa estabelecer relações entre conceitos dos diferentes campos da ciência (aritmética, álgebra, geometria, estatística e probabilidade) durante todos os anos do ensino fundamental.

Próximos passos: dois anos de prazo

O documento final da BNCC, agora, será entregue ao Conselho Nacional de Educação (CNE). A comissão vai analisar o texto e preparar um parecer técnico que será submetido à votação do CNE.

De acordo com o ministro Mendonça Filho, o calendário de implementação da base vai dar o prazo de até dois anos após a homologação para que as redes elaborem seus currículos, que serão posteriormente referendados pelo MEC.

Segundo indicou a secretária executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, o CNE deve organizar audiências públicas em cada região do país, para ouvir opiniões de especialistas e de representantes de professores e sociedades científicas.

Para que a proposta se transforme em lei, a base ainda precisa ser homologada pelo ministro da Educação. A implementação da BNCC, no entanto, demandará um ciclo de trabalho, que envolverá formação e capacitação de professores, mudanças dos materiais didáticos e reformulação dos currículos das escolas estaduais, municipais e federais.

Maria Helena avalia que o “ideal seria a execução da BNCC ainda em 2019”. A secretária, no entanto, reconheceu que há um longo caminho para percorrer.

O MEC vai acompanhar a revisão dos livros didáticos. Em princípio, o acervo deveria permanecer em uso no triênio de 2018 a 2020, mas o governo quer reduzir esse prazo para dois anos. De acordo com Maria Helena, o ministério vai negociar com as editoras a possibilidade de contar com livros revistos segundo as prescrições da BNCC já a partir de 2019.

A BNCC vai exigir também a revisão do que é cobrado nas avaliações federais, estaduais e municipais. A matriz da Prova Brasil, que não passou por mudanças desde 2001, será modificada conforme garantiu Maria Helena. “Esse ano, com certeza, praticamente, provavelmente, teremos a Base nacional curricular aprovada pelo Conselho Nacional de Educação, uma vez aprovada ano que vem o Inep desenvolve uma nova matriz e aplica no ano de 2019”, disse.

Ensino médio

A Base Nacional Comum Curricular apresentada pelo MEC nesta quinta (6) trata apenas dos ensinos infantil e fundamental. A base do ensino médio será revisada por causa da aprovação do projeto de reforma dessa etapa da educação básica sancionada pelo Congresso em fevereiro deste ano. A previsão é de que ela seja encaminhada ao Conselho Nacional de Educação no segundo semestre.

Enquanto não houver mudanças na base do ensino médio, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá os mesmos conteúdos.

“O Enem vai mudar na medida em que a base do ensino médio for aprovada. O Enem deve seguir a nova base no futuro, não sei se é 2019 ou se é 2020. Vai depender da nova base”, disse Maria Helena.

A secretaria executiva do MEC lembrou que as mudanças de conteúdo do Enem, conforme aprovado na lei da reforma, só devem ocorrer dois anos após a aprovação da BNCC do ensino médio.

Veja o vídeo produzido pelo Ministério da Educação

Pais denunciam falta de merenda e uniformes em escolas estaduais de Ribeirão Pires.

Segundo denúncia de pais de alunos, o governo do Estado cortou o fornecimento de merenda escolar nas escolas estaduais de Ribeirão Pires.

Após receberem um bilhete lamentaram: “ É tão vergonhoso receber um bilhete desses… Chega dói no peito… Um direito tão básico das nossas crianças, o uniforme nunca chegou, a merenda agora foi cortada… Tenho pena das crianças, professores e funcionários… Essas crianças são o futuro da nação é assim que são tratadas por nossos “governantes afortunados”, disseram os pais.

O vereador Amigão Dórto (PTC), recebendo denúncia de munícipes, também recebeu denúncia em se gabinete, e analisa o caso como situação inaceitável. O mesmo dirigiu requerimento ao executivo municipal no sentido de solicitar providencias.

“Munícipes entraram em contato com o mandato para relatar problemas na distribuição de merenda na E.E. Francisco Prisco. Ingressei com um requerimento para cobrar providências por parte da Prefeitura junto ao Governo do Estado para que a situação seja normalizada”, disse D’orto.

No documento, Amigão de 16 de novembro questionou a prefeitura sobre quais medidas serão tomadas bem como solicitou manter gestões junto ao governo do Estado de São Paulo para que tal problema seja solucionado o mais breve possível.