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Defesa Civil de Ribeirão Pires realiza 15 atendimentos no fim de semana prolongado.

A Defesa Civil de Ribeirão Pires esteve empenhada ao longo do final de semana prolongado – entre os dias 18 (sábado) e 20 (domingo) de novembro.

Foram 15 atendimentos realizados em três dias, o que demandou toda a equipe da corporação nas ocorrências para minimizar as interferências das chuvas e do forte vento na cidade.

Quatro pontos de Ribeirão Pires registraram desbarrancamento e houve 11 quedas de árvores em diversos bairros. Não foram registradas vitimas em nenhuma das ocorrências. “Nosso principal foco são as ações preventivas, mas também atendemos aos diversos chamados que podem acontecer a todo o momento. Nossos agentes estão treinados para agir com precisão e minimizar os efeitos causados pelas tempestades”, declarou o Coordenador da Defesa Civil, Cesar Theodoro.

Atendimento – Para entrar em contato, a Defesa Civil está à disposição dos moradores de Ribeirão Pires pelo atendimento emergencial 199 ou pelo número de telefone 4825-1830. O atendimento via e-mail acontece pelo endereço eletrônico: defesacivl@ribeiraopires.sp.gov.br

Prevenção – A Defesa Civil de Ribeirão Pires participou, nos dias 7 e 8 de novembro, de capacitação voltada para a região metropolitana de São Paulo. O evento aconteceu no Instituto Mauá, localizado em São Caetano do Sul, organizado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil para 27 municípios.

Com informações atualizadas sobre a operação que será implementada durante o período chuvoso – entre 01 de dezembro de 2017 e 15 de março de 2018 – Ribeirão Pires colocará em prática a “Operação Verão Seguro” (OVS, regida pelo Decreto Municipal nº 6.584 de 2015).

Serão formados grupos de trabalho para a execução de atividades previstas, tais como: Grupo Intersecretarial de Coordenação (GIC), que responde por todas as atividades e demandas dos demais grupos que compõem a Operação; Grupo Técnico Executivo (GTE) que garante celeridade e eficiência; Grupo de Mobilização Social (GMS) para atendimento às pessoas atingidas; Grupo de Atendimento à Emergências (GAE) que proporciona assistência e atendimento de acordo com a necessidade; Grupo de Ações Recuperativas (GAR) para prestar serviços de reconstrução das áreas atingidas; Grupo de Remoção, Refúgios e Abrigos (GRRA) para acompanhamento das pessoas desalojadas ou desabrigadas; e Grupo Especial de Fiscalização Preventiva e Monitoramento (GEFIS) para acompanhamento e providências legais quanto áreas atingidas.

Lançamento – Em dezembro, a Defesa Civil realizará o lançamento da OVS. Todos os envolvidos no processo devem participar do evento que será aberto ao público. Integrantes dos Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil (Nupdecs) também devem participar. Integrantes do Jeep Clube de Ribeirão Pires, Rádio Pérola da Serra, Corpo de Bombeiro, Polícia Civil e Militar, Aciarp se juntam ao propósito de cuidar do município. A proposta é buscar o envolvimento de toda a cidade que deverá estar em alerta quanto aos perigos das chuvas intensas.

Ribeirão Pires: Rio Ribeirão começa a ser limpo nesta quinta-feira (09).

troncos caídos se misturam com galhos e lixo formando dique de contenção

“Um forte trabalho de limpeza no Rio Ribeirão se iniciará nesta quinta-feira”, é o que promete o secretário de Infraestrutura de Ribeirão Pires, Diogo Manera.

O vereador Edson Savieto, nas redes sociais agradeceu ao secretário Manera,  a acolhida de sua indicação de serviço.

O assoreamento é uma contante ao longo do rio Ribeirão. Esgoto doméstico é despejado

Ao longo da avenida Brasil, o Rio Ribeirão encontra-se em situação de grande assoreamento e muito mato. Em muito ponto é comum se ver troncos de arvores caídos que acumulam galhos e lixo tornando-se em verdadeiros diques de contenção impedindo a fluxo d’agua e favorecendo para enchentes.

Segundo levantamentos, os trabalhos vão ser executados em 3 etapas, sendo que a primeira compreende o trecho de terra da avenida Brasil que fica atrás do Atacadista Assaí e vai até as proximidades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Santa Luzia.

Encontra-se no Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) solicitação de licenciamento ao município a bom tempo. Em função da demora, o vereador Amigão D’orto protocolou um documento onde é requerido agilidade no pleito realizado por Ribeirão Pires.

vereador Amigão D’orto e a diretora Vera do DAEE: conversa olho no olho

“Estive na Diretoria da Bacia do Alto Tietê e Baixada Santista, onde me reuni com a diretora de recursos hídricos, senhora Vera para verificar a situação da liberação das outorgas já solicitadas pela Prefeitura para a limpeza e desassoreamento dos rios e córregos de Ribeirão Pires que, com a chegada do período de chuvas, traz grande preocupação. Ela se comprometeu a agilizar o processo para que as licenças sejam emitidas o quanto antes e possibilitem assim o início das obras. Agradeço a Vera pela atenção com nossa cidade”, disse o vereador Amigão D’orto.

O Departamento de Águas e Energia Elétrica- DAEE é o órgão gestor dos recursos hídricos do Estado de São Paulo onde os serviços prestados aos municípios são gratuitos.

Entre os mais diversos serviços disponíveis mantém um parque de máquinas pesadas e veículos de apoio com mais de 200 unidades, composto por drag-lines, escavadeiras hidráulicas, pás carregadeiras, tratores de lâmina, retroescavadeiras, motoniveladoras, comboios, carretas e caminhões basculantes.

Esses equipamentos são utilizados, por meio de parcerias entre as municipalidades e o DAEE, na execução de serviços e obras relacionados a recursos hídricos, tais como:

Limpeza, desassoreamento, retificação e canalização de rios e córregos;

Conservação e proteção de margens de cursos d’água;

Desassoreamento de lagos e reservatórios;

Construção de diques e barragens;

Controle de erosão em zonas urbanas e estradas vicinais;

Implantação de galerias de águas pluviais;

Construção de adutoras, redes de água e esgoto, emissários e lagoas de tratamento de esgoto.

Através de suas 13 (treze) Unidades de Serviços e Obras, as Diretorias de Bacias do DAEE estabelecem suas programações de atendimento aos municípios com máquinas pesadas e caminhões basculantes. Esse serviço tem viabilizado a execução de obras, com a redução dos custos e uma distribuição dos dispêndios ao longo da realização, mais flexível e favorável às Prefeituras.

Camping de Ribeirão Pires será reaberto somente em meados de 2.020.

O Camping de Ribeirão Pires, fechado a visitações desde o ano de 2015 em função de obras do Teleférico tem previsão de reabertura ao público somente para o meio de 2.020. A informação é feita pela prefeitura de Ribeirão Pires em resposta a questionamento feito vereador Amigão D’orto (PTC).

Segundo o Paço “O prazo para início da obra dependerá da data da aprovação do projeto no Estado. Após a aprovação do Estado, a prefeitura deverá levar aproximadamente 90 dias para realizar os procedimentos licitatórios. O prazo que estimamos para a conclusão da obra após a emissão da ordem de início é de 24 meses”.

Dado relevante é que em função de ausência de equipamentos e espaços que fomentem o turismo na cidade, Ribeirão Pires pode perder o título de Estância Turística. Título este, concedido ainda no ano de 1997. Outros pontos negativos na cidade, são irregularidades encontradas em sinalizações antigas, acessos difíceis, problemas na área de atendimento à saúde e pontos turísticos fechados, como é o caso do Camping Localizado dentro do Parque Milton Marinho de Moraes.

Recentemente, cumprindo exigência do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias (DADE), a prefeitura de Ribeirão Pires iniciou o desenvolvimento de um Plano Diretor de Desenvolvimento Turístico.

O projeto do Teleférico que ligaria o Mirante Santo Antônio, com escala no Complexo Airton Sena, foi alvo de grande polêmica durante a gestão do ex-prefeito Saulo Benevides, tinha financiamento e apoiamento de 100% dos governos Estadual e Federal sendo que o município não faria desembolso de recursos. O referido projeto foi abortado por questões de redirecionamento político.

Amigão d’orto em vistoria ao Camping: “Situação triste!”

O vereador amigão D’orto, que fez diversas visita ao parque, procurado por esta reportagem, disse lamentar a lentidão burocrática para se encontrar soluções ao parque e ao município.

“O Camping sempre foi um local de sociabilidade para todos nós que moramos aqui. Não posso deixar meu descontentamento com o que está acontecendo. Nossa cidade está carente de muitas coisas, dentre elas a falta de espaços públicos, de cultura e de lazer. Quando questionei a prefeitura sobre o Parque, atendi a grande número de solicitações de munícipes que ansiosamente aguardam a reabertura do local. Infelizmente as notícias não são as melhores e como fui oficialmente informado, se a burocracia não atrapalhar ainda mais em 03 anos a população poderá voltar a frequentar o Camping”, disse.

Rio Grande: Governo Federal aguarda entrega de documentação para liberar recursos para equipamentos esportivos.

Um contrato de nº 01037952-70 assinado entre a prefeitura de Ribeirão Pires e o governo Federal no dia 27 de setembro de 2017 aguarda documentação ser entregue para a liberação de recursos.

Segundo informações levantadas junto à Caixa Econômica Federal, serão liberados após exigências, R$ 97.500,00 para a aquisição de equipamento esportivo de uso permanente. Do valor a ser liberado a administração municipal em Rio Grande da Serra terá contrapartida de R$ 2.500,00.

A publicação foi feita no Diário Oficial da União em 02/10/2017 e a vigência do contrato vai até 30/09/2020.

Atualmente o governo de Rio Grande da Serra, administrado pelo prefeito Gabriel Maranhão está realizando uma ampla reforma no estádio municipal “Teixeirão”, onde estão sendo revitalizadas as arquibancadas e construídos novos espaços no local. Ainda na cidade, há a construção de amplo Parque Ecológico que além de proporcionar a moradores e turistas agradável espaço de convivência, também é propício a práticas esportivas.

Ribeirão Pires terá fornecimento de água interrompido nesta quarta-feira (25).

Na próxima quarta-feira (25), a Sabesp realizará uma grande manutenção no Sistema Rio Claro, no município de Salesópolis. Cerca de 300 funcionários estarão envolvidos na operação preventiva, que fará reparos e inspeções nas tubulações e na Estação de Tratamento de Água (ETA) do sistema, que completa 85 anos de funcionamento.

Para que os funcionários possam entrar nas tubulações, o fluxo de água terá de ser interrompido. Durante o dia, haverá alterações no abastecimento de clientes da Sabesp em parte da zona leste de São Paulo e de Ribeirão Pires.

Os serviços devem ser realizados até as 23h da própria quarta-feira e o funcionamento da ETA retomado plenamente na virada do dia 25 para o dia 26. No decorrer da manhã de quinta-feira (26) os reservatórios que atendem os bairros voltarão a receber água para distribuir à população gradativamente.

A Sabesp recomenda que os moradores economizem ao máximo o volume reservado em suas caixas-d’água. Os imóveis que seguem as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) não sentirão grandes alterações. A norma determina que todas as torneiras e chuveiros sejam conectados à caixa-d’água, que deve ter capacidade de reservação adequada ao perfil de consumo dos moradores pelo período mínimo de 24 horas.

Casos emergenciais podem ser informados pela Central de Atendimento Telefônico. A ligação para o número 195 é gratuita. Outra alternativa é o aplicativo Sabesp Mobile, disponível gratuitamente para download em celulares e tablets com sistema operacional Android ou iOS.

Veja a relação de bairros atendidos pela Sabesp que serão afetados:

Ribeirão Pires: Balneário Palmira, Bosque Santana, Centro, Chácara Aliança, Chácara Icatuaçu, Chácara Nossa Senhora do Pilar, Chácara Paraiso (parte), Chácara Rosalina, Chácara Santa Fé, Estância Alto da Serra, Estância das Rosas, Estância Hollywood, Estância Mineral Iramaia, Estância Noblesse, Estância Paulista, Estância Santista, Estância Santo Amaro, Estância São Jorge, Jardim Alvorada, Jardim Bandeirantes, Jardim Boa Sorte, Jardim Boa Vista, Jardim Caçula (parte), Jardim Campinas, Jardim da Paz, Jardim do Mirante, Jardim Dois Melros, Jardim dos Eucaliptos, Jardim Esperança (parte),  Jardim Guiomar, Jardim Itacolomy, Jardim Itapeva, Jardim Itaquera, Jardim Lisboa, Jardim Luso, Jardim Pastoril, Jardim Petrópolis, Jardim Pilar Velho, Jardim Planteucal, Jardim Raquel, Jardim Ribeirão Pires, Jardim Santa Elisa (parte), Jardim Santa Inês, Jardim Santa Luzia, Jardim Santa Rosa, Jardim São Francisco, Jardim Serrano, Jardim Sol Nascente, Jardim União, Jardim Valentina, Jardim Verão, Jardim Vista Linda, Jardim Zilda, Ouro Fino, Parque Aliança, Parque do Governador, Parque Pouso Alegre, Parque Santa Luzia, Planalto Bela Vista, Rancho Alegre, Recanto Irani, Recanto Natalino Bertoldo, Recanto Suíço, Recanto Vista Alegre, Recanto Weekend, Sítio Casa Vermelha, Sítio do Francês, Sítio Maria Joana, Sítio Santa Helena, Vila Albertina, Vila Aparecida, Vila Aurora, Vila Bonita, Vila Caiçara, Vila Colônia, Vila Emma, Vila Erica Yara, Vila Fiorentino, Vila Gomes, Vila Industrial, Vila Lopes, Vila Luzitânia, Vila Mara, Vila Maria, Vila Maristela, Vila Meri, Vila Moderna, Vila Mortari, Vila Nossa Senhora dos Santos, Vila Nova Suissa, Vila Nova, Vila Oásis, Vila Ouro Fino, Vila Pereira Barreto, Vila Prisco, Vila Rica, Vila Rosal, Vila Rosana, Vila Santa Isabel, Vila Santa Rosa (parte), Vila Santista, Vila São João, Vila São José, Vila Siqueira, Vila Sobrinho, Vila Sônia e Vila Zampol.

Rio Grande da Serra obtém recursos para o esporte e conclusão do Parque Ecológico na cidade.

Comitiva de vereadores e secretários municipais, liderada pelo prefeito Gabriel Maranhão rumou na tarde desta segunda-feira (23) para o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista para assinar contrato para obras no Estádio Municipal Edmundo Luiz Nóbrega Teixeira, o popular Teixeirão e também para o parque Ecológico na cidade. Nessa segunda etapa, os contratos juntos somam R$ 1.257.000,00.

As verbas serão utilizadas para a realização da segunda etapa do Parque Ecológico que consiste na instalação de alambrado na lateral esquerda do Parque na confrontação com a Avenida Edmundo Nóbrega Teixeira. O Parque Ecológico será um grande complexo de lazer, construído em uma área de 89.927,98 mil metros quadrados ao lado do Teixeirão, que também será reformado. A obra está sendo construída em duas etapas.

“Este novo Complexo de lazer atenderá toda população de nossa cidade. Essa área trará com certeza, mais qualidade de vida aos moradores e, também, atrairá visitantes ao nosso município”, afirmou o prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão.

Já no Estádio Municipal Teixeirão os recursos destinam-se implantação de gramado sintético. Ainda neste equipamento público, serão construídas portarias na avenida citada e na rua Flávio Humberto Rebizzi, além de uma entrada de pedestres na Avenida Jean Lieutand, possibilitando acessos ao parque.

Participaram do ato de assinatura o governador Geraldo Alckmin, o prefeito Gabriel Maranhão, Claudinho Monteiro, Marcelo Alves, Claurício Bento, Bibinho Israel Mendonça, Agnaldo de Almeida, Zé Carlos, Arley Alves, Elizângela Reis, Sandra Malvese, João Batista, Zezinho da Lavínia, João Batista da Paixão e Maciel da Padaria.

Segundo o prefeito Maranhão, “é uma alegria muito grande ver um importante espaço público do município sendo recuperado. A reforma era necessária e isso nos traz motivação de trabalhar cada vez mais pelo Esporte da cidade, O Teixeirão foi construído há mais de 30 anos e, durante todo este período, recebeu apenas uma reforma em 2005”, disse Maranhão em vídeo postado nas redes sociais.

Cidades brasileiras apagam as luzes hoje (25) em ação contra o aquecimento global.

Mais de 100 cidades brasileiras aderiram este ano à mobilização da Hora do Planeta para incentivar a reflexão sobre como enfrentar o aquecimento global e preservar o meio ambiente. O projeto convoca pessoas, empresas e entidades públicas a apagarem as luzes durante uma hora hoje (25), das 20h30 às 21h30. Criado em 2007 na capital australiana, Sydney, pela organização não governamental WWF, a iniciativa está presente em mais de 7 mil cidades. No Brasil, a ação ocorre desde 2009. Alguns eventos pontuais vão marcar a data, como um passeio ciclístico em Brasília pouco antes do apagar das luzes de monumentos como o Congresso Nacional, o Museu da República e a Catedral Metropolitana.

Segundo o diretor executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic, as ações deste ano priorizaram o engajamento digital. “Fizemos vídeos que foram divulgados nas redes sociais, com pessoas comuns sobre o que ainda não conseguiram fazer para melhorar o planeta e o que o podem fazer para contribuir. É um convite à reflexão” disse.

Além da conscientização individual, a campanha também busca despertar a população para o problema do consumismo. “O atual padrão de consumo também é uma questão abordada nas nossas ações. O consumismo é um tremendo problema para a sociedade e para o planeta, gerando desperdício”, alertou Voivodic. “Nestes dez anos, o balanço é muito positivo, tem tocado as pessoas e hoje é a maior campanha ambiental do mundo, é um momento para parar e pensar como podemos cuidar melhor do nosso planeta”, completou.

No site da Hora do Planeta é possível acessar material com dicas do que cada um pode fazer para participar da campanha.

O WWF-Brasil desenvolve projetos em todo o país desde 1996 e integra a Rede WWF, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.

Mutirão de limpeza

Voluntários participam neste sábado do 1º Mutirão de Limpeza (Clean Up), na Praia de Copacabana, como parte das atividades da Hora do Planeta.

O projeto Clean Up é realizado pelo WWF-Brasil, em parceria com o Instituto Mar Adentro,. A coordenadora dos Programas Mata Atlântica e Marinho da ONG, Anna Carolina Lobo, disse à Agência Brasil que o objetivo da ação é despertar a atenção das pessoas para o impacto do que é consumido no dia a dia, nesse momento importante em que o planeta enfrenta mudanças climáticas. “A situação dos oceanos e, especificamente, o lixo plástico nos oceanos, é gravíssima. É muito mais do que a gente imagina”.

Segundo Anna Carolina, 95% dos resíduos plásticos são descartados no seu primeiro uso. “Só que 80% do lixo plástico que chegam aos oceanos vão por meio dos rios. Em muitos processos de tratamento de reciclagem, o microplástico está presente em tudo: na calça jeans, em cosméticos, além de sacolas biodegradáveis. Esses processos de tratamento não conseguem acabar com o microplástico”, disse. Ela destacou que esses resíduos acabam chegando aos oceanos e sendo comidos por aves, peixes e cetáceos.

A coordenadora ressaltou que a isso se soma o impacto das mudanças climáticas nos oceanos. Ela citou estudo que mostra que, até 2030, 90% dos corais do mundo perderão a cor. “Isso é gravíssimo, porque os corais do mundo são a base, o sustento da vida marinha. Está tudo relacionado. Na natureza, tudo tem uma grande relação e os oceanos, no final, estão sofrendo muitíssimo com a nossa ação humana de consumo, como descartamos, o impacto das mudanças climáticas.”

De acordo com Anna Carolina, o mutirão de limpeza da Praia de Copacabana quer chamar a atenção para toda essa problemática e conscientizar as pessoas do quanto elas também são responsáveis por trazer a solução. Os voluntários vão recolher lixo da praia e conversarão também com o público, contribuindo para a educação ambiental.

Lei estadual proíbe ‘eutanásia’ em animais saudáveis.

O governo de São Paulo, sancionou a lei nº 12.916, de 16 de abril de 2008 que proíbe a eutanásia em animais saudáveis nos 645 municípios do Estado. A medida já está em vigor e cabe aos municípios realizar ações de castração e de adoção para bichos em boas condições de saúde. Segundo a lei, nem animais ferozes, como pit bulls, poderão ser sacrificados. Antes, eles deverão ser socializados e colocados para adoção. Antes da Lei, os animais eram levados para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e sacrificados em até três dias.

Saiba mais clicando aqui. Abaixo a íntegra da legislação estadual

Dispõe sobre o controle da reprodução de cães e gatos e dá providências correlatas

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:

Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:

Artigo 1º – O Poder Executivo incentivará a viabilização e o desenvolvimento de programas que visem ao controle reprodutivo de cães e de gatos e à promoção de medidas protetivas, por meio de identificação, registro, esterilização cirúrgica, adoção, e de campanhas educacionais para a conscientização pública da relevância de tais atividades, cujas regras básicas seguem descritas nesta lei.

Artigo 2º – Fica vedada a eliminação da vida de cães e de gatos pelos órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres, exceção feita à eutanásia, permitida nos casos de males, doenças graves ou enfermidades infecto-contagiosas incuráveis que coloquem em risco a saúde de pessoas ou de outros animais.

  • – A eutanásia será justificada por laudo do responsável técnico pelos órgãos e estabelecimentos referidos no caput deste artigo, precedido, quando for o caso, de exame laboratorial, facultado o acesso aos documentos por entidades de proteção dos animais.
  • – Ressalvada a hipótese de doença infectocontagiosa incurável, que ofereça risco à saúde pública, o animal que se encontre na situação prevista no “caput” poderá ser disponibilizado para resgate por entidade de proteção dos animais, mediante assinatura de termo de integral responsabilidade.

Artigo 3º – O animal com histórico de mordedura, injustificada e comprovada por laudo médico, será inserido em programa especial de adoção, de critérios diferenciados, prevendo assinatura de termo de compromisso pelo qual o adotante se obrigará a cumprir o estabelecido em legislação específica para cães bravios, a manter o animal em local seguro e em condições favoráveis ao seu processo de ressocialização.

Parágrafo único – Caso não seja adotado em 90 dias, o animal poderá ser eutanasiado.

Artigo 4° – O recolhimento de animais observará procedimentos protetivos de manejo, de transporte e de averiguação da existência de proprietário, de responsável ou de cuidador em sua comunidade.

  • – O animal reconhecido como comunitário será recolhido para fins de esterilização, registro e devolução à comunidade de origem, após identificação e assinatura de termo de compromisso de seu cuidador principal.
  • – Para efeitos desta lei considera-se “cão comunitário” aquele que estabelece com a comunidade em que vive laços de dependência e de manutenção, embora não possua responsável único e definido.

Artigo 5º – Não se encontrando nas hipóteses de eutanásia, autorizadas pelo artigo 2°, os animais permanecerão por 72 (setenta e duas) horas à disposição de seus responsáveis, oportunidade em que serão esterilizados.

Parágrafo único – Vencido o prazo previsto no caput deste artigo, os animais não resgatados, serão disponibilizados para adoção e registro, após identificação.

Artigo 6° – Para efetivação deste programa o Poder Público poderá viabilizar as seguintes medidas:

I – a destinação, por órgão público, de local para a manutenção e exposição dos animais disponibilizados para adoção, que será aberto à visitação pública, onde os animais serão separados conforme critério de compleição física, de idade e de temperamento;

II – campanhas que conscientizem o público da necessidade de esterilização, de vacinação periódica e de que o abandono, pelo padecimento infligido ao animal, configura, em tese, prática de crime ambiental;

III – orientação técnica aos adotantes e ao público em geral para os princípios da tutela responsável de animais, visando atender às suas necessidades físicas, psicológicas e ambientais.

Artigo 7° – Fica o Poder Público autorizado a celebrar convênio e parcerias com municípios, entidades de proteção animal e outras organizações não-governamentais, universidades, estabelecimentos veterinários, empresas públicas ou privadas e entidades de classe, para a consecução dos objetivos desta Lei.

Artigo 8º – A infração aos dispositivos desta lei acarretará a aplicação de multa pecuniária no valor correspondente a 500 (quinhentas) Unidades Fiscais do Estado de São Paulo – UFESP, aplicadas em dobro na hipótese de reincidência.

Parágrafo único – Vetado.

Artigo 9° – Vetado.

Artigo 10º – As despesas decorrentes da execução desta lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.

Artigo 11º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Estudo prevê extinção de um terço de espécies nativas do Cerrado em 30 anos.

Estudo internacional, coordenado por pesquisadores brasileiros e publicado hoje (23) na revista Nature Ecology and Evolution, aponta perda significativa de espécies nativas do Cerrado nos próximos 30 anos se o ritmo atual de desmatamento do bioma continuar. A razão para isso é que há 4.600 espécies de plantas endêmicas no bioma, que não existem em nenhum outro lugar do planeta. Os pesquisadores projetam um quadro de extinções de espécies de grande magnitude se nada for feito.

Eles estimam que até 1.140 espécies podem desaparecer pelo desmatamento acumulado. “Esse é um número oito vezes maior do que todas as espécies registradas como extintas no mundo até hoje”, disse o coordenador da pesquisa, Bernardo Strassburg. Desde o ano de 1.500, quando foram feitos os primeiros registros das espécies de plantas no planeta, 139 foram declaradas oficialmente extintas.

Segundo Strassburg, o Cerrado já perdeu metade da área original. “Se tudo continuar no cenário que a gente chama de tendencial, vai perder um terço do que sobrou nas próximas três décadas”. O Cerrado já perdeu 88 milhões de hectares, o equivalente a 46% da cobertura nativa.

Isso gera problemas ambientais de diversas naturezas. A crise hídrica que a Região Centro-Oeste, onde se situa o Distrito Federal, enfrenta no momento seria agravada pela falta do bioma e também haveria a emissão de gases de efeito estufa de 8,5 bilhões de toneladas de gás carbônico. “Isso tudo seria consequência direta do desmatamento projetado para os próximos 30 anos”, disse Strassburg.

Secretário executivo do Instituto Internacional para a Sustentabilidade e coordenador do Centro de Ciências para a Conservação e Sustentabilidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Strassburg destacou que o Cerrado é um hotspot mundial de biodiversidade (região biogeográfica que é simultaneamente uma reserva de biodiversidade e pode estar ameaçada de destruição).

Segundo a pesquisa, esse cenário pode ser evitado sem comprometer o aumento da produção agrícola programado, que projeta em torno de 15 milhões de hectares de expansão de soja e cana-de-açúcar nos próximos 30 anos no Cerrado.

“Isso tudo pode ocorrer, desde que dentro de áreas já desmatadas, que hoje são usadas como pastagens de baixa produtividade. Você melhora a produtividade de pastagens em outros locais, libera algumas pastagens para soja e cana, faz toda essa expansão. Esses 15 milhões de hectares cabem na metade do Cerrado que já foi desmatada sem necessidade de desmatamento adicional”, ressalta.

De acordo com Strassburg, o Código Florestal Brasileiro estima que os fazendeiros terão que restaurar 6 milhões de hectares, o equivalente a 6 milhões de campos de futebol, caso queiram ficar em conformidade com a lei. O artigo da revista mostra, ainda, que restaurar esse volume de vegetação nativa é bom, mas que, se isso for feito nas áreas otimizadas para proteção das espécies, será possível evitar 83% desse quadro projetado.

“Ou seja, se você expande a agricultura para áreas já desmatadas e restaura o Cerrado nas áreas mais importantes para as espécies, você consegue evitar 83% do quadro projetado”, disse o pesquisador.

O estudo cita um conjunto de oito políticas públicas e privadas existentes, algumas em aplicação no Cerrado e outras na Amazônia, mas sugere que algumas delas, como o caso da Moratória da Soja, por exemplo, deveriam ser estendidas para o Cerrado. Strassburg ressaltou, porém, que esse mix de políticas precisa ser coordenado entre si e financiado de forma apropriada.

Além da Moratória da Soja, implantada na Amazônia, que praticamente eliminou a conversão direta de áreas de floresta para o cultivo da soja na região, as políticas em vigor incluem a expansão da rede de áreas protegidas, uma vez que o Cerrado tem hoje menos de 10% de sua área protegida em unidades de conservação. Para Strassburg, também é importante aumentar o financiamento para conservação, inclusive com verbas oriundas de projetos de combate às mudanças climáticas.

Ele acrescentou que, além disso, políticas nacionais, estaduais e municipais diretamente focadas na preservação de espécies ameaçadas precisam ser fortalecidas. Strassburg citou o Plano de Agricultura de Baixo Carbono, do Ministério da Agricultura, que poderia ser implementado em maior escala, com a preocupação de orientar a expansão da soja e da cana para áreas já desmatadas e melhorar a pecuária em outras áreas.

Para tudo isso funcionar, Strassburg considera essencial um planejamento espacial estratégico para identificar as áreas prioritárias para a conservação e restauração da vegetação nativa e aquelas em que a expansão da agricultura teria menor impacto no meio ambiente, além de serem boas para a atividade agrícola.

O estudo conta com a parceria dos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

O diretor do Departamento de Conservação de Ecossistemas do MMA, Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, é um dos autores do artigo e, segundo Strassburg, espera que o trabalho seja útil para a formulação de políticas públicas ambientais no país e também para mobilizar o apoio necessário para a preservação do Cerrado. da EBC

Justiça mineira suspende ações contra a Samarco sobre qualidade da água.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) atendeu a um pedido da Samarco e concedeu liminar suspendendo a tramitação de diversas ações que envolvem a qualidade da águas afetada pela tragédia de Mariana, em novembro de 2015. A suspensão vale até que seja definida a competência para o julgamento desses processos. Hoje as ações estão na alçada de juizados especiais de Governador Valadares (MG) e de outras comarcas que enfrentaram problemas e questionamentos sobre o abastecimento de água.

As ações foram movidas por diversos moradores que se sentiram prejudicados e buscam indenização por danos morais e outras providências. A mineradora alegou que a aferição da qualidade da água requer prova pericial complexa, o que seria incompatível com os procedimentos previstos na Lei 9.099/1995, que trata das atribuições dos juizados especiais.

A liminar foi publicada ontem (20). O juiz Amauri Pinto Ferreira observou que já foram emitidas decisões diametralmente opostas sobre assuntos semelhantes. Em algumas sentenças, os magistrados extinguiram o processo por reconhecer que os juizados especiais não seriam competentes para tal julgamento e, em outras, a Samarco foi condenada ao pagamento de R$ 10 mil de indenização ao morador atingido. “Essa situação ofende o princípio da isonomia e gera grande insegurança jurídica”, escreveu Ferreira.

A Samarco pediu também a instauração de um Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDR). Trata-se de uma novidade do Código do Processo Civil, que entrou em vigor no ano passado. Por meio do mecanismo, um entendimento é fixado e deve servir de parâmetro para que juízes analisem ações repetitivas sobre determinada matéria. Além de dar celeridade à Justiça, o IRDR evita sentenças contraditórias em processos sobre o mesmo assunto. O pedido da mineradora é para que a Justiça mineira fixe um entendimento único quanto à competência dos juizados especiais para julgar casos que envolvem a qualidade da água.

Na semana passada, o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) valeu-se exatamente do IRDR para uniformizar sentenças de todos os processos envolvendo pedidos de indenização pela interrupção do abastecimento de água após a tragédia de Mariana. Nos municípios capixabas, cada pessoa prejudicada terá direito a receber R$ 1 mil  por danos morais.

A tragédia de Mariana ocorreu em 5 de novembro de 2015, quando o rompimento da Barragem de Fundão, pertencente à mineradora Samarco, levou devastação à vegetação nativa e poluição à bacia do Rio Doce. Dezenove pessoas morreram e comunidades foram destruídas. O episódio é considerado a maior tragédia ambiental do país. com Agência Brasil

Ribeirão Pires terá carnaval chuvoso.

Jibóia mais rara do mundo é encontrada na Mata Atlântica.

Cobra da espécie Corallus cropanii é redescoberta, 60 anos após o seu último registro vivo, no Vale do Ribeira por pesquisadores do Instituto Butantan e do Museu de Zoologia da USP

Pesquisadores do Instituto Butantan e do Museu de Zoologia da USP anunciam a redescoberta da cobra da espécie Corallus cropanii, conhecida popularmente como jiboia-do-Ribeira ou jiboia-de-Cropan, na região do Vale do Ribeira, em São Paulo. Ela é considerada uma das mais raras do mundo e após mais de meio século o animal foi encontrado vivo e na natureza.

Esta é a segunda serpente da espécie encontrada viva em seu habitat natural. A primeira vez que a jiboia-do-Ribeira foi encontrada viva na natureza foi em 1953, quando foi descrita pelo herpetólogo do Instituto Butantan Alphonse Richard Hoge, a partir de um macho de cerca de 1 metro de comprimento encontrado na cidade de Miracatu, SP.

A segunda jiboia foi capturada em Pedro Toledo em 1969 e trazida já morta para o Instituto Butantan, enquanto o terceiro chegou até o Instituto vindo da Estação de Trem do município de Santos em 1978. Como seus dados de localidade são incertos é possível que tenha sido capturado no Vale do Ribeira e enviado ao Butantan por Santos. com informações de O Vale do Ribeira

Sistema Cantareira atinge maior nível de água para o período desde 2012.

Sistema Cantareira

O Sistema Cantareira passou por um a crise hídrica recente que provocou racionamento em diversas cidades da Grande São PauloDivulgação Sabesp

O Sistema Cantareira, um dos responsáveis pelo abastecimento da Grande São Paulo, tem hoje (30) quase quatro vezes mais água no seu volume útil do que há um ano. O índice é o melhor para o período desde 2012. A elevação dos níveis dos reservatórios foi possível graças a grande ocorrência de chuvas na região, que acumulou desde o início do mês 377,5 milímetros de precipitação, enquanto a média histórica para janeiro é de 262,6 milímetros.

Segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), o sistema tem atualmente 59,7% do volume útil (586,4 bilhões de litros). Em 30 de janeiro de 2016, o nível era de apenas 15,9% (156,5 bilhões de litros), refletindo a crise hídrica recente que provocou racionamento de água em diversas cidades abastecidas pelo Cantareira.

Em 2014, com a falta de chuvas, os reservatórios do sistema começaram a operar em níveis críticos, sendo necessário o uso das reservas técnicas, o chamado “volume morto”. Associada a medidas de racionamento, a captação dessa água extra, com instalação de equipamentos adicionais, impediu o colapso completo do abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo.

O problema foi declarado como superado pelo governador Geraldo Alckmin em março de 2016. À época, no entanto, ainda havia reclamações de falta d´água em cidades como Mauá e Santo André.Sistema Cantareira

Ibama anuncia lista dos animais em extinção no Brasil.

O Brasil possui três listas que informam oficialmente quantas e quais são as espécies ameaçadas de extinção. Uma para a fauna, uma para a flora e outra exclusiva para peixes e invertebrados aquáticos.  São chamadas de “listas vermelhas”, pois trazem um alerta geral sobre qual a situação em que os seres vivos se encontram no meio ambiente.

Essas listas são feitas minuciosamente, em um longo e complexo processo de consulta e validação dos dados junto a cientistas e estudiosos em universidades e centros de pesquisa espalhados por todo o território nacional e mesmo fora daqui.

De tempos em tempos, o governo reúne esses pesquisadores e atualiza os dados, pois o meio ambiente sofre mudanças constantes, cada vez mais velozes.

Às vezes, a situação melhora do ponto de vista da proteção das espécies. Outras vezes, não. A ciência também avança e aporta cada vez mais conhecimento para compor as tais listas. Trata-se de um processo dinâmico.

Os critérios usados na formulação das listas são definidos internacionalmente pelos cientistas que colaboram com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). São critérios aceitos, inclusive, no âmbito da Convenção da Biodiversidade das Nações Unidas, da qual o Brasil é signatário. Com isso, o país assumiu internacionalmente que vai seguir a política de formulação e manutenção das listas vermelhas.

De modo geral, tais listas organizam os seres vivos em doze diferentes graus de ameaça, que vão desde a extinção completa da espécie – o que é uma perda irreparável do ponto de vista da biodiversidade – até as que estão vulneráveis, têm baixo risco de ameaças ou aquelas cuja situação não se conhece, por falta de dados científicos disponíveis.

Macaco em extinção,  Cuxiú-preto

Alguns números

Só para se ter uma ideia, o Brasil tem 3.286 espécies ameaçadas de fauna e flora, sendo: 698 espécies ameaçadas de animais terrestres (165 estão na categoria mais grave: “criticamente em perigo”, com altíssimo risco de extinção). Isso representa cerca de 27% de todas as espécies analisadas.

São 475 espécies ameaçadas de animais aquáticos e marinhos (153 delas “criticamente em perigo”) e 2.113 espécies ameaçadas de plantas (467 delas “criticamente em perigo”).

Mas o nem só de más notícias vivem as listas de espécies ameaçadas.

Cerca de 300 espécies que estavam nas listas anteriores deixaram de constar nas listas atualmente em vigor. Ente elas, 88 animais terrestres, 82 aquáticos e 89 plantas. Entre essas espécies, algumas emblemáticas como arara-azul-grande e a baleia Jubarte. Outras espécies mudaram de posição nas listas, graças a medidas de conservação tomadas justamente com base em listas anteriores.

Eis uma das boas coisas das listas: elas orientam as políticas de governos para o meio ambiente, indicam caminhos para novas pesquisas e chegam a orientar importantes decisões econômicas, como no caso da lista dos peixes e invertebrados aquáticos, muitos deles usados para a alimentação humana. Neste caso, entrar para a lista pode significar ganhar proteção.

Uso comercial e impacto social

Das três listas vermelhas do Brasil, duas relacionam espécies usadas comercialmente ou que têm importância social e econômica para comunidades locais: a de plantas, e a de peixes e invertebrados aquáticos.

A lista de peixes e invertebrados inclui desde moluscos até tubarões. Para ter algum tipo de uso em larga escala, as espécies precisam figurar, pelo menos, na categoria de “vulneráveis” – o que significa que há certa disponibilidade desse recurso na natureza e que o manejo bem feito poderia assegurar sua sobrevivência.

No caso da lista dos peixes e invertebrados aquáticos, há forte pressão do setor pesqueiro para rever a publicação do governo seja revista. É que ela inclui espécies como como badejos, chernes, garoupas, cações e tubarões.

Elacatinus figaro - Risco de extinção

Mas esta lista de peixes está temporariamente suspensa por decisão liminar do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), a pedido da indústria pesqueira.

Enquanto isso, a coleta de algumas espécies continua preocupando a sociedade.

Além disso, as listas vermelhas do Brasil enfrentam outras ameaças.

Projetos de lei e iniciativas de parlamentares no Congresso Nacional querem acabar de vez com as listas, ou diminuir muito o poder que elas têm de influir sobre o destino da biodiversidade nacional.

Conheça aqui as listas de fauna e flora ameaçadas no Brasil.

Paranapiacaba vai receber corrida Lobo Run Adventure.

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A Lobo Adventure Run 45K Revezamento consiste em uma prova de trail running em que os atletas passarão por trilhas e estradas de terra da região de PARANAPIACABA/SANTO ANDRÉ, podendo ser disputada nas categorias solo (46 KM), duplas (23KM cada) ou quarteto (11 a 12KM aproximadamente para cada corredor).

O projeto Lobo Adventure visa oferecer aos alunos da assessoria e aos adeptos do Trail Run, treinamento específico (técnico, teórico e prático) para o aperfeiçoamento destes atletas. Para tanto, mensalmente se realizam os treinos de corrida pelas estradas de terra, trilhas e montanhas da região.

A missão do projeto do Lobo Adventure é possibilitar a prática esportiva da corrida em contato aproximado com a natureza, não visando apenas o desenvolvimento esportivo físico e técnico, mas principalmente para despertar a consciência de preservação ambiental, através deste contato.

A Lobo Run Adventure trata-se de parte deste projeto, um evento corporativo oferecido aos alunos, colaboradores, e praticantes da modalidade ligados à Lobo Assessoria Esportiva.

A prova entra em sua terceira edição buscando se fixar no calendário da modalidade com a participação de atletas de referência e também amadores, amantes do trail running.

Descrição técnica:

Data: 03 de Dezembro de 2016,

Horários:

– Largada às 08:00 horas

– Premiação a partir das 13:00

Local da largada:

Bar do Flávio – Estrada do Rio Claro, 1 – Campo Grande/Paranapiacaba – Santo André/SP

Taxa de inscrição:

R$ 95 (primeiro lote)

Percurso: 46,5 KM (solo ou revezamento em duplas ou quarteto) com passagens por estradas de terra, trilhas e single tracks, conforme descrição nas imagens dos trechos.

Distâncias do revezamento:

Trecho 1 – 12 KM

Trecho 2 -11 KM

Trecho 3 – 12 KM

Trecho 4 – 11 KM

Categorias: Solo, duplas e quarteto;

Premiação: Serão premiados os TRÊS primeiros colocados nas categorias SOLO (Masculino e feminino), DUPLAS (Masculino, Feminino e Misto) e QUARTETO (Masculino, Feminino e Misto)

Postos de Controle: No ponto de largada e no final de cada trecho haverão postos de controle de passagem dos atletas e trocas do revezamento, além de hidratação e primeiros socorros.

Postos de Hidratação: Somente nos postos de controle.

25% de 143 cidades paulistas ainda acumulam resíduos em lixões, diz TCE.

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Dos 143 municípios paulistas fiscalizados pelo TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo), quase 25% ainda acumula resíduos sólidos orgânicos e inorgânicos a céu aberto nos chamados lixões, que estão proibidos desde 1981.

Das cidades avaliadas, 36% delas ainda não há qualquer tipo de coleta seletiva, e o restante atende somente a uma parte do serviço de recolhimento de lixo. De acordo com a fiscalização, apenas 3% das prefeituras conseguem selecionar entre 75% e 100% do material.

Entre os municípios flagrados em situações mais graves estão: Osvaldo Cruz, Birigui, Adamantina e Jaú, onde os fiscais encontram de seringas usadas descartadas irregularmente no lixo comum a lixões a céu aberto. Segundo o TCE, somente 62,6% dos municípios gerenciam o material descartado pelos serviços de saúde e 71% não dispõe de área específica para armazená-lo.

A fiscalização, realizada em setembro, observou 43 itens relacionados à Lei 12.305 de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e demais regras do setor. De acordo com o tribunal, as administrações municipais descumprem a legislação ao manter lixões a céu aberto e ao ignorar normas específicas para gestão dos rejeitos dos setores da construção civil, da saúde e agropecuária.

Dos municípios que levam os resíduos para aterros, poucos fazem algum tipo de tratamento no material antes de descartá-lo, como reciclagem (11,73%), reutilização (1,23%) ou compostagem (2,47%).

Levantamento do tribunal aponta que 13,6% dos aterros não possuem licença de operação da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). Além disso, segundo TCE, somente 51,5% dos municípios avaliados já implantaram um plano de gestão integrada dos resíduos sólidos e 19,5% nem sequer iniciaram sua elaboração.

Sobre o descarte de material da construção civil, que contém substâncias perigosas à saúde, como amianto, o tribunal constatou que apenas 58,3% dos municípios avaliados não possuem plano para coleta, transporte e destinação final. Em relação aos empreendimentos do setor agropecuário e de florestas plantadas, 89% das prefeituras não fiscalizam sua execução e 86% não preveem qualquer punição para aqueles que o descumprem. Clique para acessar o relatório final

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Recicladores da Cooperpires reclamam do atraso de pagamento da prefeitura de Ribeirão.

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A vice-presidente da Cooperpires, Joana Dark Pereira Costa, ocupou a tribuna popular da Câmara de vereadores nesta última terça-feira (20) para protestar contra atrasos nos repasses da prefeitura para o pagamento dos salários dos cooperados.

Segundo Joana Dark, o contrato foi assinado no mês de março e os atrasos são constantes.

“Assinamos um contrato onde foi acordado o pagamento de R$ 505,00 (quinhentos e cinco) reais a tonelada de material reciclado coletado em residências, mas infelizmente os atrasos nos pagamentos são constantes”.

A recicladora disse ainda que os atrasos estão trazendo grandes prejuízos a Cooperpires que vê a cada dia a redução do número de trabalhadores.

“Hoje somos 18 catadores, mas já fomos 28. Muitos estão procurando outros trabalhos porque os atrasos nos pagamentos dificultam a vida”, argumentou.

Reivindicando respeito e igualdade de tratamento, Joana comparou a Cooperpires com a Empresa Lara.

“Será que se atrasarem o pagamento da Lara ela vai continuar a fazer coleta de Lixo? Nós temos a mesma lógica que ela! O nosso contrato só prevê manutenção de nossos equipamentos no galpão, mas combustível e outros custos são todos de nossa responsabilidade. Em reunião na prefeitura, um homem que nos atendeu disse que vai fazer o pagamento, mas que está priorizando pagamentos e que o negócio era aguardar. Precisamos receber esse dinheiro pra poder comprar alimento, tocar a nossa vida e também para investir e aumentar a nossa renda com a coleta. Esse contrato de certa forma nos ajudou muito porque antes tirávamos uns R$ 400,00 e hoje estamos chegando a quase R$ 900,00. Pedimos ajuda a todos os que puderem nos ajudar”, disse.

Questionada sobre a importância do trabalho desenvolvido pela Cooperpires, Joana Dark disse:

“Nós não olhamos só a renda, ela é importante, mas não é tudo! Vejo que o nosso trabalho é muito importante porque quando tiramos reciclado da rua economizamos em recursos naturais, evitamos entupimentos de rio e ajudamos o meio ambiente com a economia de água. Infelizmente somos muito desvalorizados e isso não é exclusividade só de Ribeirão Pires, isso é em todo lugar.”

O caminhão que a Cooperpires se utiliza foi conquistado através de parceria com o Governo Federal no ano de 2012.

Evandra Boscolo defende cuidado animal como ferramenta de saúde pública.

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Nas redes sociais, a bandeira animal é hasteada e defendida por muitos moradores e apaixonados. Evandra Boscolo, dedicada a mais de 20 anos a de proteção animal como ativista e liderança importante da Ong “Espaço Amigo Bicho” (EAB), decidiu ser candidata nas próximas eleições de 02 de outubro como vereadora pelo PRB.

“Ao longo desses 20 anos, já fiz muitos resgates em diferentes locais de Ribeirão Pires e vi de perto a realidade cruel de animais abandonados à própria sorte”, disse a protetora e candidata a vereadora.

Segundo Evandra Boscolo a luta proteção é muito mais ampla do que dar dignidade aos animais. “O tema também passa por questão de saúde pública e sanidade ambiental uma vez que animais abandonados pelas ruas estão expostos a uma infinidade de doenças podendo contaminar a outros e também ao homem. Cuidar dos animais que vivem em meio a sociedade é também cuidar da saúde.

Além do tema saúde animal que não se restringe somente a gatos e cachorro, mas é estendido para cavalos, aves e outro, Evandra pretende defender na Câmara municipal a ampliação do número de creches na cidade, atenção e o efetivo cumprimento do estatuto do Idoso e o meio ambiente.

Falta de cultura ambiental prejudica o ABC, dizem especialistas.

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Grande parte das áreas das cidades do ABC é de mananciais. Há diversas ocupações ilegais e falta de conscientização de como preservar o meio ambiente ao redor de rios e represas. Em Santo André e São Bernardo, por exemplo, mais de 50% dos territórios são de proteção aos mananciais. Segundo a agente ambiental do Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André (Semasa), Rafaela de França, falta mais conscientização sobre a importância desses espaços para fortalecer a cultura ambiental na região.

“É muito importante termos em mente que as áreas de mananciais precisam ser preservadas. Que a ocupação e construção nesses locais são complicadas”, explica a agente ambiental, que fará palestra sobre o assunto na Semana Senac de Sustentabilidade. O evento acontecerá nas dependências das unidades do Senac de Santo André e São Bernardo, nos dias 22 a 27 de agosto.

De acordo com Rafaela de França, eventos como esse são oportunidades de disseminar informações sobre a preservação desses espaços e a importância do cidadão ter uma postura mais responsável com relação à sustentabilidade. “Queremos que as pessoas sejam agentes multiplicadores, que passem adiante a ideia de um mundo sustentável e uma sociedade comprometida”, diz.

Outra profissional, que também participará do evento, será a bióloga Caroline De Bianchi Tocchet, docente do Senac. Ela é responsável pela oficina “Reutilizando Materiais Improváveis”. Os presentes serão convidados a criar objetos utilizando cápsulas de café usadas. “Temos que fazer de tudo para que as pessoas passem a ter novo olhar diante dos materiais, aquilo que é considerado lixo por muitos pode ser reutilizado”, explica.

Segundo a bióloga, o ABC precisa ter mais políticas públicas que visem a preservação ambiental e incentivem a sustentabilidade. “Há necessidade de um consumo mais consciente; a pessoa tem que pensar: ‘Preciso disso?’, ‘De onde vem isso?’”, afirma.

O tema do evento promovido pelo Senac é “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”. Para participar o interessado deve se inscrever gratuitamente no Portal Senac (www.sp.senac.br/semanadesustentabilidade) ou diretamente na unidade escolhida.

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16º Festival de Inverno de Paranapiacaba será nos dias 30 e 31/07, e 6 e 7/8 de agosto.

82644d3aca4f75c859b178d381b099c3_LO tradicional Festival de Inverno de Paranapiacaba chega à 16ª edição. Neste ano a ocupação cultural da vila será realizada nos dias 30 e 31 de julho, e 6 e 7 de agosto. A programação contará com atrações musicais da região como Flávio Bala, Gó do Trombone, além de apresentações de Edvaldo Santana e da Orquestra Sinfônica de Santo André, entre outros. Estão previstas ainda exibição de filmes, exposições e a feira de artes e antiguidades. O público terá a oportunidade de conferir também alguns dos espaços locais restaurados. Confira abaixo a programação.

Como nas últimas edições, neste ano uma das preocupações do evento será destacar o patrimônio local. A vila ferroviária de Santo André é considerada patrimônio histórico em nível federal, estadual e municipal. Por conta disso, foi selecionada como uma dos locais para receber recursos do PAC Cidades Históricas para restauros.

O secretário de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba, Ricardo Di Giorgio, lembra que, por conta dos restauros, alguns espaços não serão utilizados, como a área próxima à Garagem das Locomotivas e o Galpão das oficinas.

Estrutura – Neste ano os shows acontecerão no Clube União Lyra-Serrano e no palco do Mercado. A programação, nos sábados, será das 11h às 20h, e aos domingos das 11h às 19h. O estacionamento funcionará numa área da rodovia próxima à Vila. De lá, haverá transporte regular de ônibus de ida e volta. Quem preferir poderá ir de ônibus, que sai do Terminal Tersa, ou da estação de Rio Grande da Serra da CPTM. O serviço de alimentação funcionará nos estabelecimentos da vila e com prestadores de serviço. Haverá reforço no esquema de segurança e de atendimento de saúde.

Vanessa Damo recebe cargo de comando no Governo Federal.

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A ex-deputada estadual Vanessa Damo (PMDB) foi escolhida pelo presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), para ser a nova superintendente do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis) em São Paulo.

Vanessa substituirá Murilo Reple Penteado Rocha, que estava no cargo desde 2013. De acordo com o Portal da Transparência do governo federal, a remuneração para este cargo é de R$ 17,5 mil. O salário que Vanessa recebia como deputada estadual era de R$ 25,3 mil.

O nome de Vanessa já aparece no site oficial do Ibama como nova superintendente do órgão no estado de São Paulo. O Ibama é subordinado ao Ministério do Meio Ambiente, que é comandado por Sarney Filho (PV).

Procurada pelo RD, a ex-parlamentar se pronunciou através de nota: “Fico muito honrada pelo convite do Presidente Michel Temer para assumir um cargo de grande relevância no Governo Federal. Tenho especialização técnica na área, pois possuo MBA Internacional em Gestão Ambiental e atuei como parlamentar com projetos de grande relevância na área do meio-ambiente. Pela primeira vez na minha vida pública, vou poder exercer um cargo executivo. Me sinto muito preparada e motivada para este novo desafio. Sei que vou dar o melhor de mim para desenvolver um grande trabalho frente ao IBAMA e honrar a escolha do presidente  Michel Temer, que mais uma vez, valoriza a região do Grande ABC com sua sensibilidade, respeito e espírito público”.

Nome de Vanessa já aparece como nova superintendente do Ibama no site do órgão

Sem mandato

Vanessa perdeu a cadeira de deputada estadual em maio deste ano, depois de ter sido cassada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Eleita em 2014 para o terceiro mandato na Assembleia Legislativa, foi declarada inelegível, ficando impedida de se candidatar a qualquer cargo público até 2020.

A condenação tem como origem a distribuição de um jornal apócrifo (sem autor identificado) durante a campanha de 2012. O material acusava Donisete Braga (PT), que foi adversário de Vanessa no segundo turno, de participação na morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel.

Em março, portanto antes mesmo de ser cassada, a ex-deputada desistiu de ser candidata a prefeita de Mauá e declarou apoio ao pré-candidato Átila Jacomussi (PSB). O marido de Vanessa e presidente do PMDB de Mauá, Júnior Orosco, será o vice de Jacomussi.

Ribeirão Pires debateu plano regional de resíduos sólidos.

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Em audiência pública organizada pelo Consórcio Intermunicipal Grande ABC, Ribeirão Pires debateu nesta quarta-feira (27) o Plano Regional de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Grande ABC (PGIRS ABC). O Plano tem como foco o planejamento de soluções integradas para enfrentar temas importantes como a ampliação da coleta seletiva, a destinação dos resíduos domiciliares e da construção civil e ações de educação ambiental. Durante toda a semana aconteceram nos sete municípios que compõem a região do ABCDMRR as demandas de cada município, onde os cidadãos puderam contribuir com os trabalhos através de sugestões.

O Programa é debatido desde 2014 pelo Comitê de Programa Resíduos Sólidos do Consórcio que é constituído por representantes das áreas técnicas e gestores das prefeituras da região e está entre as ações prioritárias apontadas pelo Plano Plurianual (PPA) Regional Participativo do Grande ABC 2014 – 2017, elaborado pelo Consórcio, inserido no Programa Resíduos Sólidos, dentro do Desafio “Desenvolvimento Urbano e Gestão Ambiental”, consolidando a posição de vanguarda da entidade regional, cuja origem está ligada às discussões sobre a destinação do lixo, em 1990.

Os desafios do ABC dentro da temática correspondem à indisponibilidade de áreas para implantação de novos aterros sanitários e o esgotamento dos aterros públicos, a exportação de resíduos entre municípios, os custos elevados de transporte e disposição, entre outros.

Vereadora Diva do Posto defende Ribeirão Pires em Brasília como municípios “Produtor de Água”.

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Vereadora Diva quer apoio para Ribeirão Pires

Em plena data em que se comemora do “Dia Mundial da Água” (30/03), a vereadora Diva do Posto acompanhada pelo presidente do Partido da República (PR), Nonô Nardeli, da empresária Coquinha Zampol e comitiva do partido, participaram na capital Federal de evento de oficial de lançamento da Frente Parlamentar Mista dos Municípios Produtores de Água.

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A comissão que será presidida pelo deputado Federal Márcio Alvino (PR), além de ter a preocupação com economia da água fornecida ao consumidor e com o nível dos reservatórios, terá a missão propor incentivos e compensações financeiras para os municípios que a fornece. De acordo com o Código Florestal (Lei Federal nº 4.771/65), margens de rios, cursos d’água, olhos d’água e nascentes são áreas de preservação permanentes e, no estado de São Paulo, a Lei Estadual 9.866/97 dá as diretrizes e normas para a proteção e recuperação das bacias hidrográficas destes mananciais, para garantir o abastecimento de água das populações atuais e futuras.

“Parabenizo o deputado Márcio Alvino, meu colega de partido pela idealização de dessa Frente tão importantes. Vejo que Ribeirão Pires poderá ser beneficiado. Coloco meu mandato para fazer gestão para que isso ocorra”, disse Diva do Posto.

Segundo informou a vereadora de Ribeirão Pires, Diva do Posto (PR), a Frente Parlamentar dos Municípios Produtores de Água contou com a adesão 211 deputados federais e 14 senadores da república.

“A criação desta Frente é uma importante iniciativa, onde visa apoiar os municípios perante as dificuldades enfrentadas, em razão das áreas de proteção de mananciais, tendo como principais objetivos desta frente são o diagnóstico das necessidades, restrições e dificuldades; proposição de matérias para compensação pela produção da água; criação de mecanismos de incentivo para os municípios “protegerem” a água e apoio na elaboração de projetos de captação de recursos para ampliar a vocação ambiental”, explicou.

Diva do Posto, articula agenda para que o deputado Federal Márcio Alvino venha para Ribeirão Pires para a realização de audiência pública que trate do tema de incentivo financeiro para municípios produtores de água. (Assessoria de Comunicação da vereadora Diva do Posto)

A Unopar Polo Formosa realizada cerimônia de colação de grau

A Universidade do Norte do Paraná – Unopar realizou neste sábado, 25 de agosto, a cerimônia de colação de grau de alunos que concluíram o curso de Gestão de Recursos Humanos e Gestão Ambiental, modalidade a distância. A cerimônia foi realizada na pousada Casarão e teve cobertura fotográfica sob responsabilidade de João Xavier de Souza (JX).
Na solenidade, estiveram presente Maria Elíria de Castro Batista, coordenadora do Pólo, Rayra Regis Barbosa, coordenadora pedagógica, Gerson Bonfantti (GB), vice prefeito municipal, Gillian Rocha, presidente da Câmara de Vereadores e da senhorita Helga Rafaela Guedes Rocha Lima representando Mário Mignot, secretario de meio ambiente do município.


Pelos formandos de Gestão Ambiental, Mário Mignot foi o Patrono, Francisco Ângelo Nogueira, Paraninfo, Fabrício Sales de Oliveira, Padrinho e Catarina Almeida de Brito, tutora homenageada.

Pela turma de Gestão em Recursos Humanos o vice-prefeito e empresário Gerson Bonfantti foi o Patrono e Roberta Lima de Azevedo foi a Paraninfa.



Em uma época que não estamos mudando apenas na era, mas estamos mudando de era, a era do conhecimento, a era do servir. Como profissionais, vocês nunca devem esquecer que formar-se em Recursos Humanos é transformar-se em guardiões de pessoas, das instituições e do maior ser chamado humano… Sabemos que todo o investimento pessoal, de superação e dificuldades no trabalho, na família, nas finanças, no tempo, não param por aqui. Mas juntos a Deus, aos familiares e a perseverança, sabemos que sempre chegaremos e atingiremos nossos objetivos”. Gerson Bonfantti – Patrono da Turma de RH

Ao final da cerimônia os graduação nos cursos ofereceram a seus convidados e familiares muitos comes e bebes e ao som de uma competente dupla musical ouve muita dança e animação.

Uma pequena pausa foi feita para agradecimentos ao médico Termosíres Neto e aos vereadores Zé de Zuza, Meletinha, Netinho e Pilosão pelo apoio oferecido para a realização do memorável evento.
Vejam alguns momentos em imagens, as demais fotos poderão ser adquiridas com João Xavier pelo telefone (77) 9961-5353

Estou muito feliz e cheia de projetos para o futuro. Esse foi somente mais um passo na minha vida“. Maria Aparecida