Deputados querem garantir mamata e pretendem criar sistema eleitoral de lista fechada.

Em Brasília, políticos de caráter duvidoso, planejam introduzir nas próximas eleições de 2018 a lista fechada, aquela em que o eleitor é avisado que não votará em candidatos, mas em partidos.

A opção que os velhacos estão espigaitados para aprovar é o sistema eleitoral com voto em lista fechada, no qual o eleitor não vota em um candidato, não vai para a sessão eleitoral após examinar e escolher um candidato para votar no número dele. Nesse sistema de lista fechada, o eleitor vai votar no partido que aquele candidato está. Neste sistema o partido é quem escolhe uma lista de nomes dos candidatos que, conforme a vontade das direções partidárias, receberão uma ordem na lista.

O sistema eleitoral vigente é o sistema proporcional, onde em tese, o eleitor vota no candidato de sua simpatia, examinando a vida pregressa, a atuação e as ideias do candidato.

O que não falta para os nossos digníssimos, é criatividade para não largar as tetas estatais e manter privilégios a exemplo dessa execrável imunidade parlamentar. Caso aprovada esta aberração, o nosso sistema eleitoral se tornará num verdadeiro mercado Persa em meio a um lupanar. Analisando a ficha corrida de nossos políticos, não é de se duvidar que uma tabela com preços modestos será projetada.

Vereador de Capital é mais caro! Se for de interior (dependendo do orçamento) damos desconto especial! Pra ser malandro Federal tem que ter bala na agulha, Senador é um pouco mais caro, mas parcelamos e aceitamos contratos e licitações futuras.

Agora imaginemos uma lista fechada no Rio de Janeiro:

Eduardo Cunha, Rodrigo Maia, Moreira Franco, Garotinho…

O que mais esperar dessa classe política, dessa Câmara Federal? Se gritar pega ladrão… Parece piada querer instituir um sistema desses num pais com quase 4 dezenas de partidos e mais uma centena à espera de autorização. Uma reforma decente seria aquela que primeiramente e antes de mais nada, enxugasse essas siglas de aluguel que nada mais são que balcão de negócios, a partir daí seria possível a edificação de partidos fortes, programáticos, ideológicos que defendam e representem suas bases, sejam elas econômicas ou sociais. O que pretendem é uma afronta à democracia e ao combate à corrupção. Luís Carlos Nunes

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