Derrota de Kiko por 17×0 expõe fragilidade e indício de que Gabriel não é bibelot! por Luís Carlos Nunes

A derrota sofrida pelo prefeito Kiko (PSB) durante sessão extraordinária realizada na última segunda-feira (04), na qual os 17 vereadores atuaram como um ávido rolo compressor ao rejeitar proposta da Taxa de Lixo e propor alterar teor de Projeto Legislativo, além de emblemática deixa um recado claro: “o vice-prefeito Gabriel é peça chave e não serve como mero bibelot ou objeto decorativo”.

Numa análise fria dos fatos, é fácil de constatar pelo que vem acontecendo desde o início de seu governo. Kiko encontra dificuldades políticas para articular com os “camaristas” e outras forças políticas locais. Em sessão recente, em prenúncio, viu-se parlamentares inflados bradando da Tribuna a falta de atenção a qual vêem recebendo por parte do poder Executivo (leia-se Kiko Teixeira).

Nas falas, endossadas por seus sucessores (e assim sucessivamente) resume-se: “Há falta de diálogo por parte do executivo” (leia-se Kiko). Kiko tem uma liderança de seu governo, um vereador fraco de debate, precária oratória, incapaz de formular, articular e defender os seus projetos.

Neste cenário, eis que surge a figura discreta do vice de Kiko: “Gabriel Roncon!”

Gabriel Eid Roncon, na condição de maior patrocinador político de Kiko (fiador), e um dos principais articulares e responsáveis pela vinda do ex-prefeito de Rio Grande da Serra para disputar e vencer as eleições de 2016, desponta como vital e necessário. Do contrário, tudo pode descambar?!.

O ocorrido deixa claro que Kiko, apesar de todo marketing despejado em torno do seu nome, não tem força e capacidade política para persuadir os parlamentares da Pérola.

A Câmara entrou em recesso e talvez possa a vir atuar uma ultima vez para votar a polêmica proposta do “Kit de Natal” encoberta de grande rejeição por pretender repassar recursos públicos a uma entidade sindical ao invés de depositar os valores no “Cartão Servidor”.

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