E aí, o vereador Amaury Dias é mesmo o pior entre todos?

Uma enquete realizada no último dia 24 pelo portal regional “Bastidor Político” com consequente divulgação do resultado no dia 25 agitou Ribeirão Pires gerando imensa polêmica.

Na sondagem espontânea, internautas apontaram Amaury Dias (PV) como o pior vereador de Ribeirão Pires.

Ainda que o questionário que relacionou todos os edis da comuna não tenha poder de pesquisa e não siga os rígidos critérios de um levantamento, o resultado não pode pura e simplesmente ser desprezado. É salutar porém, algumas ponderações para que injustiças não sejam cometidas.

É fato que o advogado Amaury Dias, eleito para o seu primeiro mandato vem denotando significativa desenvoltura em seu exercício parlamentar apresentando projetos legislativos, organizado reuniões com a população, formulado inúmeros requerimentos como forma de legitimação de suas atribuições.

Dado relevante e que deve ser destacado para uma possível rejeição a seu nome, pode residir em atitude deliberadamente por Amaury durante sessão ordinária da Casa de Leis na quinta-feira 19 de outubro quando o edil fazendo as vezes de líder do governo fez defesa de causa politicamente correta, mas carregada de injustiça e desumanidade.

Amaury fez defesa apaixonada de proposta do governo Kiko que excluía reajuste salarial para parte dos professores do município. A pauta empurrou goela abaixo da categoria um nivelamento salarial, sem levar em consideração o Plano de Cargos e Salários, qualificação profissional e diplomas.

Uma análise possível sobre o resultado que indigna Amaury Dias e também os seus apoiadores é a de que Amaury tem hoje um segmento organizado, formador de opinião e que ao tomar conhecimento da enquete se mobilizou e através de seu voto na referida enquete, mostrou a sua indignação com a atitude do parlamentar que pode ter defendido assunto indigesto e que poderia ter uma outra condução e saída por parte do ilustre camarista. Ou se esperava outra atitude por parte dos docentes excluídos e seus familiares?

Como tutelar a postura do edil diante as generosas gratificações concedidas pelo executivo diante da negativa em brindar os profissionais da educação com o minguado e irrisório  acréscimo. Algo próximo R$ 70.000,00 ao mês.

Amaury por sua vez, fez defesa em post no facebook o qual reproduzimos a íntegra através de print.

Em tempo, como veículo de comunicação de significativa audiência, especializado em política, frisamos que em momento algum ao longo desta análise dos fatos afluídos afirmamos que o citado “edil jurisconsulto” seja sucedido te tal negativa popular. Apenas apresentamos aqui, possível consequência de um levantamento que pode por algum tempo incomodar o atingido. Na política, o político deve sempre ter a serenidade para acolher o constante julgo popular uma vez que a imagem pública é pública e as escolhas são sempre particulares.

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