IBGE faz radiografia dos municípios

Dos retratos produzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), poucos são tão interessantes quanto o que emerge da pesquisa que calcula o Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios, esquadrinhando tudo o que se produz de bens e serviços nas 5.564 cidades do país. Desse mosaico de grande diversidade fazem parte municípios ricos, pujantes, poderosos, mas também cidades pobres e frágeis.

Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, São Desidério, Correntina e Formosa do Rio Preto, grandes produtores de soja, algodão, milho, são destaques no oeste Bahia e no cenário nacional.

No outro extremo, reafirmando a desigualdade que marca a realidade brasileira em qualquer ângulo sob o qual ela seja analisada, estão municípios muito pequenos e pobres que mostra uma realidade preocupante. Municípios que tem praticamente toda sua economia dependente da administração pública e da previdência social. Isso significa que nessas cidades, que se mantêm basicamente com recursos do Fundo de Participação dos Municípios, não existe atividade produtiva suficiente para as demanda. Praticamente tudo o que circula na economia vem dos salários de funcionários públicos, do que ganham trabalhadores que prestam serviços a órgãos do governo, aposentadorias e benefícios sociais como a “Bolsa Família” por exemplo. Muquém do São Francisco (314°), Brejolândia (328°), Mansidão (347°), Feira da Mata (369°) e Catolândia (413°), são cidades mínimas (Catolândia tem 2.612 habitantes – Censo 2010), e tão frágeis economicamente, são localidades que só têm indústria porque, na classificação do IBGE padaria é indústria. (Da Redação, fonte IBGE)

Veja a seguir o Ranking do oeste baiano

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