Oeste: Menos paternidade, mais desenvolvimento!

Após o anuncio feito sobre investimentos e ampliação do sistema elétrico no oeste da Bahia, como não poderia deixar de ser, oportunistas reivindicam a paternidade pelo feito. Para o bem da verdade, as ações tem como base o Plano Nacional de Energia que permite estimar a demanda e a oferta de energia por um período de 25 anos.
 
No dia 25 de outubro de 2012, o Conselho Monetário Nacional (CMN) adotou medidas para estimular investimento no Brasil. Cortou juros de financiamento com dinheiro dos fundos constitucionais para empresários das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e liberou créditos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para as empresas estaduais de energia das cidades que serão sede da Copa do Mundo poder investir em empreendimentos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. Em função disso a Coelba conquistou financiamento de R$ 850 milhões.
 
O assunto vem sendo tratado a bom tempo, tanto que a Fundação Getúlio Vargas (FGV), fez no segundo semestre de 2009, estudo para mapear as principais cadeias produtivas da região e reuniu-se com representantes da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores da Algodão (Abapa), Fundação Bahia, Fundeagro e representantes do governo do estado para compartilhar informações iniciais sobre o trabalho.
O projeto, chamado de “Estudo Analítico das Cadeias Produtivas do Algodão, Soja e Milho do Oeste da Bahia e Alternativas para a Verticalização da Produção”, levou aproximadamente cinco meses para ser concluído e apontou caminhos para dar subsídios para o Governo estadual implantar políticas públicas para o desenvolvimento de uma agroindústria baiana.
 
Independentemente da paternidade da criança, é preciso um único entendimento: a criança é linda! O tema não pode ser encarado como coisa de compadre, onde se a solução é resolvida de forma simplista, bastando para isso um mero sim, vou te fazer esse favor sim! De toda sorte, que venham de forma sustentável os investimentos, e consigo tragam o tão sonhado desenvolvimento para essa região tão esquecida, gerando empregos e qualidade de vida a todos os seus habitantes. O resto é fuá! (Por: Luís Carlos – fontes: SEAGRI, BNDES, AIBA, Governo Federal)

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