Professores de Ribeirão Pires cruzam os braços por reposição inflacionária.

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Profissionais da Educação em greve por reposição inflacionária em frente ao Sineduc

Conforme decisão em assembleia realizada na última quinta-feira (16), os professores de Ribeirão Pires paralisaram suas atividades hoje (22) como forma de protesto contra a negativa do prefeito Saulo Benevides em cumprir legislação que determina anualmente reposição de perdas inflacionárias. O Paço alega indisponibilidade de caixa por perda de arrecadação. Os trabalhadores apontam falta de planejamento do governo e farra com concessão de gratificações injustificadas e contratações desnecessárias de comissionados.

Segundo informou a presidente do Sindicato dos Professores das Escolas Públicas Municipais (SINEDUC), Perla de Freitas o movimento está sendo um sucesso.

“Os profissionais da Educação entenderam a importância da paralisação e cruzaram os braços. Temos no momento mais de 700 presentes que são aqueles que trabalham no período da manhã. Esperamos aumento dos trabalhadores com a chegada dos que trabalham no período da tarde”, disse Perla.

Os grevista cobram 11,08% de reajuste salarial referentes as perdas inflacionarias com os últimos 12 meses.

“Ribeirão Pires possui 33 escolas municipais, estamos fazendo levantamento o que confirma que nas escolas que poucos servidores não aderiram, em sua imensa maioria são cargos de nomeação do prefeito”, falou a presidente.

Assembleia está marcada para hoje, no Ribeirão Pires Futebol Clube para as 16 horas onde a categoria poderá decidir pela continuidade da greve ou não.

“Estamos no aguardo de uma possível decisão judicial que obrigue o prefeito Saulo Benevides a cumprir a legislação do dissídio e até mesmo que Saulo Benevides se sensibilize e chame o sindicato para uma negociação que confirme o pagamento dos 11,08% devidos aos trabalhadores”, concluiu Perla.

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