Quando um fala o outro ouve atentamente!

por: Luís Carlos Nunes

O vereador Silvino de Castro (PRB) foi centro de uma polêmica na última sessão da Câmara Municipal de Ribeirão Pires, na terça-feira (21).

Através de seu “mineirês” arraigado e fluente, citou um ditado popular: “Quando um burro fala o outro abaixa as orelhas*”.

Muito longe de apresentar neste texto uma defesa ao vereador é preciso que se entenda que as pessoas são o que são. As pessoas são a sua cultura que foi repassada por seus ancestrais (de geração em geração), na maioria das vezes de maneira simples e objetiva.

Não votei no vereador, mas “dai a César o que de César*”.

Onde foi que o edil agrediu?

A Câmara é constituída por 17 eleitos e “cada cabeça, cada sentença. É preciso saber conviver com as diferenças ideológicas e posicionamentos uma vez que “não há rosas sem espinhos.

O cidadão tem todo o direito de se manifestar, mas; “quem usa cuida. As eleições foram realizadas, e neste caso “águas passadas não movem moinhos.

Em um País tão rico em sua linguagem onde cada região, estado, cidade e até mesmo em um bairro é muito comum depararmos com jargões próprios do local.

Silvino como um senhor de meia idade, sabe bem que “gato escaldado tem medo de água fria e que “macaco velho não pula em galho seco.

Na verdade o que está acontecendo é que com toda essa polêmica, o mineirinho Silvino Castro sabe bem que “não se faz uma omelete sem quebrar os ovose que “joio não é trigo. Desde a fatídica terça-feira, Silvino “criou fama e deitou na cama*”. Foi assim quando declarou seu voto contrário a política de gênero no curriculum escolar. O Silvino tem seu público e eleitorado fiel e que o conhece de maneira mais próxima. O vereador foi destaque nas mídias recebendo matéria de capa com seu nome impresso em “letras garrafais”, blogs e sites repercutiram sua foto com olhar ao longe e as redes sociais se transformaram por instantes em “Silvinobook” e ainda “Silvinozap”.

Ele em sua fanpage pediu desculpas, também se desculpou no plenário. “Errar é humano*”, se é que houve erro.

“Cada macaco no seu galho*”.

Ditos populares não mais são que provérbios, (frases e expressões) que transmitem conhecimentos comuns sobre a vida. Muitos deles foram criados na antiguidade, porém estão relacionados a aspectos universais da vida, por isso são utilizados até os dias atuais. É muito comum ouvirmos provérbios em situações do cotidiano. Quem nunca ouviu, ao fazer algo rapidamente, que “a pressa é a inimiga da perfeição*”. Os provérbios fazem sucesso, pois possuem um sentido lógico.

Fáceis de decorar e transmitir em função de seu formato simples, curto e direto, os ditos populares falam sobre diversos assuntos e fazem parte da cultura popular da humanidade. Encontramos provérbios para praticamente todas as situações de vida.

Um ditado que me vem a cabeça neste momento é: “para bom entendedor, meia palavra basta*”

Ainda que interpretado da maneira indesejada, onde o nobre edil agrediu?

Espero que você, nobre leitor do Caso de Política, caso esteja lendo este texto para outros, que estes prestem atenção!

“Nunca digas que desta água não bebereis*”, ou mesmo que deste provérbio nunca escutei!

Aproveitando a ocasião, como muitos já fazem “falem bem ou falem mal, falem do Blog caso de Política”

*Todos são Ditos Populares

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