Saulo afronta professores e faz “acordão” com Sindserv.

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Com a argumentação de que o Sindserv se utilizou de flexibilidade em assunto legislado, a prefeitura fez um “acordão” e quebra os termos negociados em diálogo feito com o Sindicato dos Professores de Ribeirão Pires (Sineduc).

Segundo nota oficial emitida pela prefeitura, a mesma informa que “na manhã desta quinta-feira foi firmado acordo entre Prefeitura e Sindserv, o Sindicato dos Servidores Públicos de Ribeirão Pires, para pagamento de dissídio a todas as categorias de servidores municipais com 4,5% divididos em 3 parcelas iguais de 1,5% a contar do mês de agosto”.

Ainda na nota afirma-se que o prefeito que fechou as portas aos legítimos representantes dos professores “negociou diretamente com a presidente do Sindserv, Simone Beatriz“.

Durante a reunião com o Sindicato dos Professores (Sineduc), o representante designado pelo executivo foi categórico ao afirmar a comissão constituída para a negociação que o critério adotado pelo executivo foi à flexibilidade deixando claro a afinidade política de Saulo com Beatriz.

Os professores de Ribeirão Pires reivindicam 11,08% de perdas inflacionárias, pleito que foi reconhecido pelo executivo como legítimo.

Segundo a presidente do Sineduc, Perla de Freitas, o acordo é um verdadeiro desrespeito com os profissionais de educação.

Uma verdadeira aberração esse ‘acordão’. Nem ao menos assembleia foi feita com os trabalhadores para avalizar a proposta que a meu ver foi empurrada goela abaixo. Não vamos admitir essa manobra ilegal, estamos de pé e vamos dar resposta no momento exato. Lamento pois trabalhadores estão com remunerações corroídas pela inflação e o já sofrido comércio local continuará desaquecido”, disse Perla.

Conforme relatou ainda, ‘outros pontos’ da pauta de reivindicação não foram tratados.

Esse governo falta com respeito aos professores e não fala verdades. Não honra o debatido na mesa e tão pouco teve a hombridade para tratar de questões sérias como o assédio moral tão comum nessa administração, plano de carreira, dentre outros pontos”.

Êta Brasilzão onde quase tudo pode! Mas Peraê! Esse tal Sindserv não é aquele mesmo que administrava as cestas básicas com produtos de qualidade duvidosa? Opa, esse não é o mesmo que o Saulo apontou para administra a conta de significativa cifra do convênio médico de cerca de 4.000 servidores da municipalidade e ainda ameaçou dar a conta do Cartão Servidor? Perguntar não ofende! Ou ofende? Mas que é no mínimo exótico, isso é! Num passado não tão distante, essa relação promiscua era chamada de peleguismo. Luís Carlos Nunes

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