Sineduc cobra respeito para com os servidores.

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Com 12 anos de existência, o Sineduc tem se pautado pelo debate sério sempre na defesa dos interesses dos profissionais da educação. Nesse período foram conquistados ampliação da licença maternidade de 4 para 6 meses para os Servidores contratados, transformação de educadores infanto-juvenis em professores, com a devida adequação salarial, implantação e garantia do reajuste do Piso Nacional Docente, a conquista de 6 faltas abonadas para todos os trabalhadores da prefeitura, extensão do recesso escolar para os agentes escolares, secretários e segurança escolar, Licença Prêmio, Lei de Combate ao Assédio Moral, redução da jornada das educadores infanto-juvenis de 8 para 6 horas diárias, formação acadêmica custeada pelo governo do Estado, entre inúmeras outras questões.

Em uma entrevista concedida, a presidente da entidade, Perla de Freitas, queixou-se de dificuldades em estabelecer um diálogo claro e direto com a Administração e acusou o prefeito de negligenciar demandas consideradas prioritárias pela categoria.

“O Sindicato tentou um bom convívio, mas já estamos no final do mês de julho e o entendimento entre o Sindicato e a Administração tem se tornado cada dia mais difícil. Em todos os casos, ou a Administração não atendeu às solicitações, ou deu uma resposta que realmente não explica seus atos. Cobramos o cumprimento de Legislação que garante a reposição das perdas inflacionárias e o prefeito se negou a conceder ao mesmo tempo em que comete uma verdadeira farra com o dinheiro público beneficiando comissionados com gordos salários e gratificações a servidores protegidos. O nosso 13º salário foi pago com atraso e isso é inaceitável”, afirmou.

Em outro momento, a sindicalista apontou perseguição e insensibilidade por parte deste governo.

“Esta gestão tem se dedicado em abrir sindicâncias e processos Administrativos contra servidores, praticando assim flagrante Assédio Moral, como mostram os números do Departamento Jurídico do Sineduc. Só entre os anos de 2014, 2015 e 2016 atuamos em mais de 200 defesas. Se a prefeitura se dedicasse tanto em dar melhores condições de trabalho e qualificação profissional quanto se esforça em abrir processos administrativos por supostas violações, teríamos um ambiente de trabalho menos insalubre. O atual momento político porque passa Ribeirão Pires requer muita reflexão. Chega de tanto descaso com a saúde, a educação e com a coisa pública”, disse Perla de Freitas.

Ainda em sua fala, Perla de Freitas ressaltou que o Sineduc mantém permanente luta pela valorização profissional dos agentes escolares, secretários e agentes de segurança escolar, pela conquista do dissídio de 2016, por uma política de reajuste com aumento real (acima da inflação), pela efetiva aplicação da Lei de Combate ao Assédio Moral, pelo de Plano de Carreira e Estatuto diferenciado para os trabalhadores da educação.

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