Sineduc convoca assembleia e professores podem deflagrar greve.

A diretoria do Sindicato dos Professores das Escolas Públicas Municipais (SINEDUC), está convocando para a próxima quinta-feira (16), às 17:30 horas, uma assembleia com local de encontro no Paço Municipal com os profissionais da Educação de Ribeirão Pires para deliberação ou não de greve da categoria.

Segundo informa a presidente da entidade, Perla de Freitas, foram feitas diversas tentativas de diálogo com o executivo que se omitiu em atender o pleito justo dos trabalhadores.

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“Procuramos por diversas vezes abrir um canal de diálogo com o prefeito sem sucesso. O Sindicato não fugirá de seu compromisso e seu papel de organizar e representar os trabalhadores. Quero deixar muito claro que medidas cabíveis estão sendo tomadas e tudo que for feito fora da lei, só nos prejudicará. Não estamos de braços cruzados. Apenas seguindo as leis”, declarou Perla.

A líder sindical solicita aos profissionais que “Este ano nada foi enviado à Câmara Municipal, e os órgãos competentes para tratar do tema não respondem aos inúmeros questionamentos e ofícios enviados pelo Sindicato cobrando que seja dada transparência à questão. A única informação que temos é que a prefeitura está revendo os valores e estudando os impactos de modo a garantir o benefício e que estudo será concluído em breve. Estamos em estado de atenção e se for o caso vamos fazer paralisação até que a reposição inflacionária seja repassada aos trabalhadores”, argumentou.

Em outra fala, Perla afirma que ‘a entidade sindical já acionou o seu departamento jurídico para ingressar junto ao poder judiciário com ação que obrigue o município de Ribeirão Pires implemente e pague a revisão com as perdas inflacionárias acumulada nos últimos 12 meses em 11,7%’.

“Este é o momento de nossa categoria afirmar sua dignidade e mostrar que cidadãos honestos reagem a desmandos e injustiças. Divulguem o desmando do Prefeito o máximo que puderem, esclareçam a população , peçam apoio porque se o bom senso do Prefeito não retornar, os trabalhadores na Educação pararão a cidade. Temos certeza de que contaremos com o apoio de todos os outros setores, afinal o dissídio é direito de todos e estamos ‘no mesmo barco’. Preparem se!” concluiu Perla de Freitas.

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