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Prefeitura de Rio Grande da Serra debate violência contra idosos na quinta-feira (14)

A atividade refere-se ao ‘Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa’

O dia 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, que foi instituído em 2006 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa. Para marcar a data, a Prefeitura de Rio Grande da Serra vai realizar na quinta-feira (15), a partir das 8:00 horas, palestra sobre o assunto.

A atividade será desenvolvida no Centro Social de Solidariedade, que fica na rua do Progresso, 700 e para participar, não é necessário se inscrever com antecedência e a participação é gratuita.

Segundo a presidente do Fundo social de Solidariedade do município de Rio Grande da Serra, Helenice Arruda, “o objetivo do encontro é falar sobre as mais diferentes formas de violência sofrida pelos idosos, a fim de coibi-la e mostrar os serviços de atendimento às vítimas e suas famílias, realizados na cidade”, disse.

Professores de Ribeirão Pires recebem 44% a menos que o salário ‘mínimo necessário’.

Criada em 2008, lei institui salário mínimo para professor de escola pública e 1/3 da jornada de trabalho para planejamento

O Ministério da Educação anunciou no início de janeiro deste ano, o aumento de 7,64% sobre o piso nacional do professor o que o elevou para R$ 2.298,80.

Em Ribeirão Pires os professores ainda não receberam o reajuste e o valor pago para professores que trabalham 40 horas semanais e são formados no ensino médio é de R$ 2.135,00, ou seja; 44,% menor que o salário mínimo necessário para julho, equivalente a R$ 3.810,36, segundo estudos do Dieese. A falta de estímulo e valorização tem levado diversos professores na cidade a simplesmente abandonarem a profissão ou mesmo migrarem para lecionar em outros municípios onde são melhores reconhecidos.

Segundo o Instituto econômico, “o salário mínimo deve atender as necessidades do trabalhador é estipulado pelo Dieese levando-se em consideração o preço de itens básicos de alimentação, como arroz, feijão, carne, farinha e leite, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social. Os valores levam em conta as necessidades de uma família de dois adultos e duas crianças.

Apesar da valorização do mínimo nos últimos anos, o salário médio do professor ainda é muito menor do que o de profissionais de mesma formação. Dados da Pnad 2012, presentes no Relatório de Observação sobre as Desigualdades na Escolarização do Brasil, apontam que em média o docente de educação básica ganha o equivalente a 51% dos salários de outros profissionais.

Uma das metas previstas no Plano Nacional de Educação, assinado em 2014, estabelece prazo de seis anos para equiparação do salário dos professores ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente. Mas estima-se retrocessos uma vez que o governo Temer congelou gastos por 20 anos o que pode inviabilizar futuros aumentos na remuneração do servidor público.

Tempo para planejar aula

Além do valor ser considerado baixo, a prefeitura de Ribeirão Pires ainda não cumpre a integralidade da lei, que indica o vencimento mínimo sem benefícios e um terço da jornada fora de sala de aula para trabalho para planejamento.

De acordo com levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) feito em maio de 2014, em ao menos oito das 27 redes estaduais os professores não tinham um terço do seu tempo dedicado apenas a planejamento.

Barbárie: Professora agredida por aluno está internada em Santo André.

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Um aluno agrediu uma professora na Escola Estadual República da Nicaraguá, localizada na divisa de Santo André com São Paulo, no período de aula da manhã, nesta última quarta-feira, 23 de novembro.

De acordo com informações da secretaria de Educação do Estado de São Paulo, a briga entre aluno e professor começou em razão de uma nota baixa dada ao aluno.

O aluno estava sentado em uma cadeira e colocou a perna no caminho da professora, que passava ao seu lado. Ela tropeçou, caiu e bateu a cabeça.

Segundo funcionários da escola, a professora teve tontura, sentiu enjoo e chegou a ter convulsões por conta da pancada. Ela ficou internada em observação no Hospital e Maternidade Brasil, em Santo André. A Ronda Escolar e a mãe do estudante foram chamados ao local.

A Secretaria de Educação também informou que o aluno mora sozinho e que o Conselho Tutelar já havia sido acionado em outra ocasião para verificar a situação do estudante. A direção da escola vai reunir, nos próximos dias, o Conselho Escolar para definir as medidas que serão tomadas em relação ao aluno.

Ciúmes motiva agressões contra mulheres.

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Na delegacia de Ribeirão Pires duas mulheres registram Boletins de Ocorrências (B.O.) contra seus companheiros. No primeiro caso, uma jovem mulher de 28 anos, que alega conviver com o esposo há 12, disse que ambos estavam em um bar no Centro da cidade, quando ela encontrou uma amiga. Por razões de ciúmes, o valentão do marido passou a agredi-la com socos na cabeça e uma série de ofensas morais. Apesar das agressões, a vítima diz que não sofreu lesões mais graves. Em outro caso uma mulher foi agredida pelo marido após realizar uma visita a sua mãe em um bar de propriedade da família. A vítima foi socorrida por vizinhos que seguraram o agressor enquanto ele, bêbado, ameaçava matar sua esposa. Ambas as vítimas foram encaminhadas à delegacia e orientadas quanto ao processo de proteção pela Lei Maria da Penha.

Ribeirão Pires: Em ato, Mulheres cobram efetivação da Lei Maria da Penha.

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Sob o frio comum nesse inverno, aconteceu na manhã deste domingo (7), na Praça da Matriz, centro Alto, ato público que marcou o 10º aniversario da Lei Maria da Penha. O evento, organizado por mulheres de Ribeirão Pires, foi aberto ao público e contou também com homens contra a violência. A proposta foi de mobilizar e sugerir reflexões sobre as conquistas das mulheres, principalmente às vítimas de violência, durante esta primeira década de vigência da lei.

A violência contra as mulheres, também conhecida como violência de gênero, é um problema que atinge mulheres, crianças, famílias e toda a comunidade. É um problema que decorre de relações desiguais de poder entre mulheres e homens e se volta principalmente contra as mulheres simplesmente porque são mulheres.

Até recentemente, a violência contra as mulheres foi considerada corriqueira e natural, o que legitimava ainda mais o poder dos homens sobre as mulheres.

No Brasil, com a conquista da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), a Lei de enfrentamento da violência doméstica e familiar contra as mulheres era de se esperar que nenhuma mulher fosse assassinada ou mantida em situação de violência depois de denunciar o seu caso na polícia ou em outros serviços de atendimento e orientação. Hoje, que a lei completa seu 10º aniversário, com tristeza assistimos a falta de empenho das autoridades e do poder público para que haja a implementação de políticas públicas e serviços que acolham e atendam de forma integral e digna às mulheres.

As mulheres de Ribeirão Pires, presentes ao ato, são solidárias a todas aquelas que sofrem os mais diversos tipos de abusos, sejam morais ou físicos e  cobram implantação de Delegacia da Mulher 24 horas por dia bem como atendimento especializado as vítimas e aplicação rigorosa de Leis protetivas.

Em Ribeirão Pires, há visto crescimento no número de vítimas sendo inclusive fatais como caso de uma mulher recentemente executada com cinco tiros na porta de sua residência e também de um estudante de enfermagem morta por seu marido em conluio com sua amante.

Cultura do estupro deve ser combatida, diz bispo Dom Pedro.

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O quinto bispo da Diocese de Santo André, Dom Pedro Carlos Cipollini, completa neste mês de julho um ano à frente da sede episcopal da região e afirma que ficou impressionado com a fé dos católicos do ABC, e que está sendo um desafio gerir as 100 paróquias da diocese. O líder religioso também afirma que a cultura do estupro está enraizada na sociedade e deve ser combatida. “Essa questão é antiga no Brasil. Então isso é uma cultura que ficou dos 400 anos de escravidão. E precisa ser mudado isso, o machismo latino-americano é muito grande”, diz.

Dom Pedro acredita que a cultura do estupro é uma chaga na sociedade e que a Pastoral da Mulher vem ao encontro das mulheres que estão marginalizadas. “Nesse sentido a Diocese de Santo André é muito atuante. Eu fiquei muito admirado e estamos levando à frente”. Ele afirma que as pastorais vêm ao encontro de diversos problemas sociais, sendo que a Pastoral da Saúde colocou o Brasil em uma avaliação positiva no sentido de diminuir drasticamente a mortalidade infantil. “E o que isso tem a ver com o estupro? Tem muito a ver com a questão da mãe, da mulher, da promoção da mulher, promovendo a criança. Uma mãe que vê filhos morrendo de fome, ela se sente promovida?”, questionou o bispo.

Outro tema tratado pelo Bispo foi a questão do menor no Brasil. Há casos recentes de crianças que foram vítimas fatais em confrontos com a polícia. Sobre o tema, Dom Pedro defende que a questão do menor infrator não deve ser vista como pontual ou caso isolado, mas sim como uma junção de fatores. “Sem resolver o problema da Educação, por exemplo, como vamos resolver o problema destas crianças na rua e no crime? Troca-se de ministro da Educação constantemente, ao mesmo tempo em que se troca de planos, planejamento; e o gasto é enorme, a perda de recursos é enorme e as crianças continuam nas ruas”.

Ainda segundo o bispo, muitos dos problemas enfrentados pela sociedade brasileira são frutos de uma política que precisa de “renovação da mentalidade”, “conversão” e “mudança de enfoque”. Ele é enfático ao dizer que precisa existir na política uma cultura que priorize a pessoa humana “É o dinheiro, a economia, não a pessoa. Então se quiser tirar criança da rua, acabar com a miséria, tem que priorizar a pessoa humana, e não os cofres abarrotados. Porque não está tendo crise para os bancos. A crise é para os pobres que estão morrendo, com fome”, concluiu.

Violência contra mulheres, isso precisa acabar! Por Diva do Posto.

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Desde os primórdios da vida humana na face da Terra sabemos do tratamento diferenciado dado à mulher em detrimento ao homem (quem não se lembra das ilustrações do livro de História mostrando o homem da caverna puxando os cabelos de sua mulher, como se ela fosse propriedade sua? Para quem não sabe, esta visão machista ainda existe em grande parte do mundo.

Hoje em dia torna-se comum presenciar nas manchetes e notícias de violência contra a mulher. A agressão e maus-tratos estão se transformando em uma situação muito séria contra a mulher. Os tipos de violência mais frequentes são: violência doméstica e familiar, onde seus próprios parceiros são os agressores desse tipo de tragédia, seja ela verbal, física, psicomoral e sexual, todas essas formas podem levar à morte.

A Lei Maria da Penha poderá acabar com o costumeiro e insuportável argumento de que “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher”,

A mulher tem direito ao respeito e a dignidade em nossa sociedade não pode mais calar diante de qualquer tipo de violência de qualquer natureza. No Brasil, apesar da nossa Constituição garantir direitos iguais entre homens e mulheres, a discriminação ainda existe. Em alguns casos, chega a ser vergonhoso o tratamento dado a mulher – parte da mídia teima em chamar “mulheres de sexo frágil ”.

Em Ribeirão Pires, já começou a baixaria!

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É um tal de acusa daqui , aponta da li. Um frenético troca-troca e acusa-acusa que tenta desmoralizar adversários e varrer podres de polidos senhores para debaixo do tapete.

Ahhh… as eleições!!! Não se assustem! Esse é o maior espetáculo dessa terra serrana que apenas se inicia.

Eleitores sentem-se e acomodem-se, porque no picadeiro tem palhaço? Tem sim senhor! Sob essa lona tem ilibado? Não, não senhor!

Vejam: Fulano aponta, Cicrano rebate para logo após atacar Beltrano que não deixará por menos.

Enquanto isso, o respeitável público (que não é bobo), de boca aberta acompanha analiticamente a ausência produtiva em meio ao caos da saúde, ensino deficiente, obras inacabadas, promessas de ”new enchanted city” fitando as crateras do asfalto!

Não menos sério que o grafado acima, é a constatação de que o adversário de ontem, pode ser o aliado de hoje. Por isso é preciso muita prudência com o que se profere no calor de uma disputa eleitoral. Lamentavelmente, “pelo andar das Antas” não se pode esperar nada além, pela falta de repertório. O ideal seria um debate sério ao invés dessa luta cultural que pouco deixa a desejar aos combates de MMA. A população cansada desse joguete do “leva a cadeira quem esmurrar mais”, eleição a eleição, vem cada vez mais se ausentando das urnas por não suportar falta de boas propostas executáveis. Mais do que boas proposta, exige-se respeito. Diga “NÃO” a baixaria nas eleições! Luís Carlos Nunes