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Alaíde Damo terá Neycar como candidato ao Paço em 2020

Fonte ligadas ao Paço de Mauá afirmam que Alaíde Damo (MDB) não deverá disputar reeleição em 2020. Segundo as informações, a prefeita está declinada a apoiar o vereador e presidente da Casa de Leis Neycar (SD).

O indicativo está causando frustrações no núcleo duro do governo, uma vez que o acordo político selava que acaso Alaíde não estivesse disposta a concorrer nas próximas eleições o nome a ser apoiado deveria ser o Coronel Paulo Baltazar (PSL), ex-secretário de Segurança Pública da cidade.

Na visão dos “Damistas”, Neycar é visto com desconfiança por ser “centralizador e indiciar que não cumpriria acordos e deixaria de fazer a distribuição de cargos de forma a contemplar atuais nomes no poder. O nome mais seguro é o do Coronel Baltazar”, disse uma das fontes ao Caso de Política.

Alaíde Damo foi alçada ao comando de Mauá no mês de abril após processo de impeachment apresentado por integrantes do PSL que culminou com a retirada de Atila Jacomussi do cargo de prefeito. Desde então, a decisão é questionada judicialmente e Mauá passa por aguda crise política, administrativa e moral. Na cidade, 22 dos 23 vereadores são investigados pela Polícia Federal que aponta práticas criminosas praticadas pelos parlamentares.

Nas redes sociais, Neycar demonstra estar em franca campanha antecipada divulgando ações de sua gestão a frente da Câmara municipal onde o seu nome é sempre destacado.

Vereador Professor Betinho inaugura clínica popular, terceiriza atendimento e pede doações para pagar a conta

O vereador de Mauá Roberto Rivelino, também conhecido por Professor Betinho (PSDC) inaugurou no último dia 20 de junho a “Clínica Veterinária Popular UP Animal”, em parceria com a ONG SOS Cidadania Animal.

Indicando que o local atenderia de braços abertos animais de famílias carentes e de resgates, a clínica, no entanto, tem servido apenas como fachada para que o parlamentar obtenha ganho político com a Causa Animal, pois os atendimentos são terceirizados com outra clínica e a conta é paga por meio de doações e de vaquinhas organizadas por protetoras.

Eventos, resgates de animais e ações relacionadas à “Clínica Veterinária Popular UP Animal” são todas destacadas em nome do vereador Professor Betinho.

Em documento oficial da Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP) conta como proprietária da entidade a esposa do vereador Betinho, a senhora Rosângela Ferraz.

Conforme consta no documento da JUCESP a Clínica Veterinária Popular UP Animal, tem capital social de R$ 100 mil e fica localizada no Jardim Zaíra, Rua Agenor Freire de Moraes, 233, conforme segue o documento abaixo.

Caso muito explorado e evidente pela entidade, é o do cachorro Wizard, resgatado recentemente por protetores em situação de saúde precária e que foi encaminhado à clínica ligada ao vereador, mas logo o cão foi transferido para outra clínica de nome Animale Hovet. Clique aqui ou na imagem abaixo para acompanhar o vídeo.

Para pagar as custas com o tratamento dos animais, o vereador Professor Betinho fez campanha aberta nas redes sociais pedindo doações para salvar o cachorro Wizard, conforme comprovante de depósito a seguir.

A quantia deveria ser depositada em conta bancária particular de sua ex-assessora de gabinete, Cristina Soto Espinosa, hoje funcionária comissionada da prefeita de Mauá, Alaíde Damo (MDB).

A denúncia é das mais graves e requer apuraram das autoridades judiciais. Segundo denuncias que seguem nas redes sociais que o vereador Professor Betinho, sua esposa Rosângela Ferraz em aliança com a servidora comissionada da prefeitura de Mauá, Cristina Soto Espinosa, estariam desviando animais que deveriam ser tratados gratuitamente pelo Departamento de Bem Estar Animal da cidade.

Atualização

Momentos após esta publicação, a senhora Cristina Soto Espinosa – servidora comissionada da prefeitura de Mauá -fez a seguinte postagem em sua página pessoal do facebook conforme a seguir:

Tribunal de Contas encontra irregularidades na merenda servida em escolas de Mauá

A fiscalização foi realizada na terça-feira (28/5), entre as 7:00h e às 15:00h

Alimentos em condições inadequadas de estocagem, fora do prazo de validade e armazenados em locais impróprios. Estas foram algumas irregularidades detectadas pelas equipes de fiscalização do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) que, durante ação concomitante que vistoriou as condições da merenda oferecida aos alunos duas escolas de Mauá: Escola Municipal Cora Coralina e Escola Municipal Paulo Freire.

A fiscalização da Corte paulista foi realizada na terça-feira (28/5), no período compreendido entre as 7h00 e às 15h00 e aconteceu simultaneamente em 219 municípios e vistoriou unidades dos Ensinos Básico e Fundamental em 275 escolas municipais.

Entre as irregularidades mais graves, segundo o constatado pela fiscalização, em 82% dos casos, há ausência de alvará emitido pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, em 92% das ocorrências, os locais não possuíam Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) dentro do prazo de validade.

Em 33% dos locais vistoriados, a área de preparo dos alimentos apresentou problemas de integridade e conservação, com rachaduras, trincas, goteiras, vazamentos, infiltrações, bolores, descascamentos, entre outros problemas. Mais da metade dos locais, 56%, não possuía telas milimetradas nas portas e janelas.

Dentro da amostra pesquisada, 10,5% dos gêneros alimentícios se encontrava fora do prazo de validade. Em 35% das escolas municipais não há controle dos itens estocados ao passo que, em 20% a desinsetização não havia sido feita há menos de 6 (seis) meses.

Dos espaços destinados ao consumo da merenda, 49% não atendem a todos os alunos.  Em 70,5% dos estabelecimentos vistoriados foi constatado que a merenda fornecida no dia é a mesma prevista no cardápio.

Alaíde Damo exonera esposa de autor de pedido de impeachment. Atila diz que vai anular cassação na justiça

Conforme noticiou o Repórter ABC na noite desta quarta-feira (29), – ver matéria aqui – a prefeita Alaíde Damo publicou a portaria nº 57.616 data de 15 de maio de 2019 nomeando como Secretária-Adjunta Jenifer Freire Souza, esposa de Davidson Rodrigues de Souza (PSL), autor do pedido de impeachment que cassou o então prefeito Atila Jacomussi.

Na solicitação apresentada a Câmara e que fora aprovada por 16 votos a favor, 5 contra, uma abstenção e uma ausência, Davidson acusou Atila Jacomussi (PSB) de ter cometido crime de responsabilidade ao deixa vago o cargo por permanecer afastado da cadeira por mais de duas semanas sem pedir autorização ao Legislativo Mauaense.

O ex-prefeito Atila Jacomussi (PSB), vem mesmo antes da conclusão do Processo na Câmara de Mauá questionando a veracidade de tais afirmação.

Em sua defesa ele vem alegando que a acusação de ter aberto vacância na administração municipal é improcedente e que apresentou a Casa de Leis uma “Solicitação de Licença” do cargo de prefeito por até 30 dias a contar da data de 27 de dezembro de 2018. Jacomussi tenta na justiça o cancelamento de seu impeachment.

Em contato com o ex-prefeito, o Repórter ABC recebeu cópia do citado documento ao qual afirma ter protocolado na Câmara Municipal de Mauá, conforme segue abaixo.

O advogado Leandro Petrin, que defende Jacomussi, disse momentos após a fatíca sessão processante que “lamenta a decisão da câmara porque o relatório que foi votado contém inverdades, em especial quando afirma que o prefeito não comunicou o seu afastamento para a câmara quando foi preso preventivamente. Vamos tomar as medidas judiciais cabíveis.”

Segundo Atila, o documento é a prova de que houve pela Comissão do Impeachment, “ocultação de documento” e consequente “prevaricação” que é crime cometido por funcionário público quando, indevidamente, este retarda ou deixa de praticar ato de ofício, ou pratica-o contra disposição legal expressa, visando satisfazer interesse pessoal.

Alguns fatos chamam a atenção sobre a celeuma instalada na cidade. Conforme foi relatado anteriormente nesta matéria, a atual prefeita, alaíde Damo nomeou como Secretária-Adjunta Jenifer Freire Souza, esposa de Davidson Rodrigues de Souza (PSL), autor do pedido de impeachment.

Segundo informações recebidas de bastidores da política local, Jenifer teria sido indicada ( a pedido de Cincinato Freire – pelo atual secretário de Segurança Alimentar, Matheus de Oliveira Batista Ferreira, este filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) desde 30 de julho de 2011 – com informações do Filiaweb, clique aqui – tendo ocupado cargo na Comitiva Municipal. Matheus Ferreira tem relações muito próximas com o vereador Cincinato Freire (PDT) que presidiu a comissão processante que cassou Atila.

Vereador Samuel Enfermeiro (PSB), vereador Fernando Rubinelli (PDT), Sérgio Galvano, vereador Cincinato Freire (PDT) e Matheus Ferreira, atual Secretário de Segurança Alimentar de Mauá

Na imagem acima, “printada” da página pessoal do Facebook de Matheus Ferreira datada de 23 de novembro de 2017,mostra três vereadores da cidade e o secretário em estado de descontração. Momentos após tentar acessar novamente a página, a imagem havia estranhamente sido deletada, conforme segue o link: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1135801973230851&set=pob.100004031776251&type=3&theater

A nomeação de Jenifer Freire Souza, esposa de Davidson Souza, autor do pedido de impeachment está sob suspeita de favorecimento político

O ABCD Jornal publicou nesta quinta-feira (30), nota – ver aqui – onde a prefeita de Mauá, Alaíde Damo expressa sobre a nomeação. Segundo a prefeita, Jenifer Freire Souza foi exonerada.

“A Sra. Jenifer Souza é formada e pós-graduada em Nutrição, sendo indicação técnica do secretário para auxiliar nos trabalhos da Segurança Alimentar. Ainda assim, diante das afirmações de favorecimento, foi determinada a exoneração da secretária adjunta para evitar especulações que seriam prejudiciais à Prefeitura e ao Município de Mauá”.

Alaíde Damo nomeia como secretária adjunta a esposa de autor de pedido de impeachment de Atila

A prefeita de Mauá, Alaíde Damo (MDB) assinou a portaria nº 57.616 data de 15 de maio de 2019 nomeando como Secretária-Adjunta Jenifer Freire Souza, esposa de Davidson Rodrigues de Souza, autor do pedido de impeachment que cassou o então prefeito Atila Jacomussi. (Ver documento ao final da matéria).

Na solicitação apresentada a Câmara e que fora aprovada por 21 votos favoráveis e dois contrários, Davidson acusou Atila Jacomussi (PSB) de ter cometido crime de responsabilidade ao deixa vago o cargo por permanecer afastado da cadeira por mais de duas semanas sem pedir autorização ao Legislativo Mauaense. Os três integrantes da comissão processante que prosperou tinha como presidente Cincinato Lourenço (PDT), o relator Samuel Ferreira, o Samuel Enfermeiro (PSB) e o membro Helenildo Alves, o Tchacabum (PRP).

O impeachment aconteceu com o placar final de 16 votos pela cassação, 5 contra, uma abstenção e uma ausência. A decisão suspendeu os direitos políticos do prefeito pelo período de cinco anos, ficando impedido de participar de qualquer processo eleitoral e ter cargo público até 2024.

Minutos após a decisão da Câmara Municipal de Mauá, a então vice-prefeita, Alaíde Damo ((MDB), tomou posse do cargo de prefeita, cujo mandato vai até 2020.

Matéria publicada pelo DGABC em 31 de janeiro de 2019

“Prometo exercer com dedicação e lealdade o meu mandato de prefeita, respeitando a lei e promovendo o bem estar geral do município de Mauá,” disse a alcaidessa na oportunidade de sua investidura.

28 dias após, Alaíde nomeia  Jenifer Freire Souza, esposa de Davidson Rodrigues de Souza, autor do pedido de impeachment que cassou o prefeito Atila Jacomussi, conforme documento oficial do Paço Municipal de Mauá. Janifer Freire Souza no cargo de Secretária-Adjunta receberá mensalmente R$ 9.800,00 reais tendo somatória anual de aproximadamente R$ 100 mil.

Nos meios políticos de Mauá, entre as rodas políticas comenta-se que dezenas de aliados de vereadores que votaram a favor da cassação foram agraciados por Alaíde, tendo entre os nomes pessoas ligadas ao então proponente do Processo de cassação, Davidson Rodrigues de Souza.

Alegando ilegalidades no processo de impeachment aprovado pela Câmara, Atila Jacomussi através de seu advogado, Leandro Petrin tenta reverter na justiça a decisão da Câmara.

Secretário de Administração de Mauá agride servidora municipal

O secretário de Administração de Mauá é acusado de ter agredido moralmente e fisicamente a servidora no interior do Paço Municipal.

O fato aconteceu na quinta-feira, 8 de maio, quando a servidora M.V.V. de 36 anos, como faz diariamente, se dirigiu ao refeitório, e chegando – conforme conta em Boletim de Ocorrência – foi cientificada por atendente da empresa contratada para o preparo da alimentação de que o “arroz e a mistura” haviam acabado.

Após M.V.V. questionar a atendente e argumentando que entendia que o problema não era ela e que os serviços eram péssimos e uma patifaria com o servidor. A atendente se comprometeu em resolver a falta da alimentação.

Enquanto a vítima ainda conversava com a atendente, notou que o autor, Paulo Cordeiro abordou-a de maneira agressiva, onde passou a gritar com ela na presença de todos os presentes, injuriando-a com os dizeres:

“Quem você pensa que é para ofender e tratar mal as pessoas aqui?! Eu não admito que tratem mal funcionário aqui na minha gestão não! A prefeitura está passando por muitos problemas, não vou admitir reclamações neste sentido…(referente a alimentação)”, consta no Boletim de Ocorrência.

Segundo a vítima, a mesma não teve outra reação, a não ser chorar e que os próprios funcionários da empresa Real Food tentaram explicar ao autor que não estava acontecendo nenhum problema, mas que ainda assim Paulo Cordeiro não parou de gritar e que a vítima passou mal e diante o abalo emocional chegou a vomitar logo após ter saído.

Segundo o registro policial, Paulo Cordeiro seguiu a servidora municipal e do lado de fora do prédio a abordou novamente e a segurando pelo braço a assediou.

“Tá vendo como você é durona menina!”

Na Delegacia de Defesa da Mulher, a vítima foi orientada sobre o prazo de 6 meses  para interposição de representação criminal e que o registro de Ocorrência será encaminhado para a 1ª Delegacia de Polícia da cidade de Mauá que ficará responsável pela apuração e investigação do caso.

Se comprovadas as denúncias o lobo perderá a pele e pode sofrer sanções judiciais. Cabe agora saber o que será feito pelo governo de Alaíde Damo que contém entre as suas pastas, uma que tem como missão a defesa da mulher. A Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres! Luís Carlos Nunes

Atila busca correção na Justiça e afirma que Mauá sofreu golpe com sua cassação

O prefeito cassado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), usou as suas redes sociais para dizer que seu impeachment, aprovado na última quinta-feira (18), foi um golpe contra a população de Mauá que o elegeu democraticamente nas urnas em 2016. Atila foi cassado por 16 votos a 5. Acompanhe o vídeo ao final da matéria.

“Na última quinta-feira, a cidade de Mauá levou um grande golpe, a cidade de Mauá sofreu e agora está sofrendo. O povo de Mauá elegeu um prefeito através do voto, através do seu voto eu me tornei prefeito”, disse o ex-chefe do Executivo ao acrescentar que recebeu diversas mensagens de apoio.

De acordo com o prefeito, haverá questionamentos na Justiça contra o impeachment. Atila acredita que dessa maneira poderá “corrigir os erros e as inverdades que estavam declaradas no relatório final” da Comissão Processante que apontou vacância do cargo porque ficou preso durante 64 dias após deflagração da Operação Trato Feito, pela PF (Polícia Federal), em dezembro do ano passado. A PF o acusou de pagar mensalinho para 21 dos 23 vereadores, além de um suplente. Os envolvidos na denúncia negam.

“Todos nós, o prefeito e os vereadores foram eleitos pelo seu voto e foi tirado da sua mão quem você escolheu, mas a Justiça e Deus vão fazer com que essa injustiça seja corrigida. Confio em você e confio em Deus que tudo isso há de mudar”, disse Atila.

Leandro Petrin, advogado de Atila, disse que prepara o processo para tentar reverter o impeachment. A intenção é protocolar ainda esta semana.

A cidade, agora é governada por Alaíde Damo (MDB), que era vice-prefeita de Mauá.

Atila obtém liminar no STF e já pode reassumir a prefeitura de Mauá.

O prefeito Atila Jacomussi obteve importante vitória no Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira, 11 de setembro.

O Ministro Gilmar Mendes concedeu liminar favorável ao alcaide que já pode retornar ao comando do Paço Municipal de Mauá.

Acompanhe abaixo, trecho do despacho da liminar deferida

“(…) Ante o exposto, defiro o pedido liminar para suspender o afastamento da sua função de Prefeito e a proibição de adentrar nas dependências da Prefeitura Municipal de Mauá/SP em desfavor do paciente Átila César Monteiro Jacomussi pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (Processo 0000051-86.2017.4.05.8003), sem prejuízo das outras medidas cautelares que foram aplicadas e que foram e vem sendo cumpridas. Comunique-se, com urgência, ao Ministro Rogério Schietti Cruz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), relator do HC 464.096/SP e ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, (Auto de Prisão em Flagrante 0000258-58.2018.4.03.0000/SP). Publique-se. Int..”

Prefeita Alaíde Damo amplia vagas gratuitas da Univesp

A prefeita interina de Mauá, Alaíde Damo, garantiu a ampliação de vagas para o Polo Mauá da Univesp. Agora mais de 1.600 mauaenses poderão cursar ensino superior de qualidade e de forma gratuita.

O Polo de Mauá da Univesp oferece os cursos de Engenharia da Computação, Engenharia de Produção, Licenciatura em Matemática, Pedagogia, e Tecnologia em Gestão Pública. O vestibular aconteceu no dia 8 de julho no Polo de Mauá.

A Univesp é a maior universidade pública do Estado. O ensino oferecido é no modelo EAD (Ensino a Distância) e tem oferecido ensino superior a diversas pessoas em quase 300 municípios de São Paulo.

“Trabalhamos firme na ampliação das vagas da Univesp para garantir que o cidadão de Mauá tenha oportunidades, tenha acesso ao ensino superior de qualidade e gratuito”, pontuou Alaíde Damo.

Parceria com o Estado

Alaíde também assinou mais dois convênios com o governo do Estado de São Paulo. A ação favorece o setor de infraestrutura urbana e de geração de renda.

Mauá vai receber total de R$ 4 milhões para recuperação de vias. O recurso será entregue ao município em três parcelas. A primeira é de R$ 800 e as outras duas de R$ 1,6 milhão. A Prefeitura, inclusive, já preparou plano de trabalho estratégico para atender as principais vias da cidade.

O segundo convênio é uma parceria de cooperação institucional e foi realizado por meio da SUTACO (Subsecretaria de Trabalho Artesanal nas Comunidades). O acordo prevê ao cadastramento de artesões que moram em Mauá para garantir a inserção deles em feiras artesanais, exposições entre outras. Além disso, o convênio prevê a formação de agentes de cooperação, que serão facilitadores da relação do município com a SUTACO.

Alaíde Damo vai à Brasília em busca de recursos para Mauá

Alaíde Damo cumpre agenda em Brasília e conversa reservadamente com o presidente Michel Temer

A prefeita em exercício de Mauá, Alaíde Damo (MDB), esteve durante esta quarta-feira (4), em Brasília para pleitear recursos a serem investidos no município. Alaíde, ao longo do dia participou de reuniões e cumpriu agenda com Ministros e Deputados. A alcaidessa, na oportunidade, teve encontro reservado com o presidente Michel Temer (MDB).

No Ministério dos Esportes, a prefeita foi recebida pelo titular da pasta, Leandro Cruz onde solicitou apoio para diversos projetos trazer ações do Ministério para o município.

Segundo informou a nossa fonte, “a prefeita tem como objetivo nesta viagem, o de estreitar relações e laços institucionais e políticas com o governo Federal e entre as ações que estão sendo articuladas, está principalmente obter recursos financeiros para a compra de remédios, equipamentos e materiais hospitalares para Mauá”, disse.

Outra informação repassada, é de que ofícios foram entregues aos deputados federais, Baleia Rossi (MDB), Beto Mansur (MDB), Roberto de Lucena (Podemos), Missionário José Olímpio (DEM), Celso Russomano (PRB) e Eli Correa Filho (DEM) para que liberem emendas parlamentares para diversas áreas da administração pública municipal de Mauá.

Fogo cruzado

Alaíde Damo ao retornar de viagem nesta quinta-feira (5), dará de cara com a uma verdadeira deflagração de guerra política. O presidente do PSB municipal e ex-presidente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), Israel Aleixo declarou que o seu partido está assumindo postura de oposição à emedebista alegando que a família Damo traiu seus aliados. A declaração ocorreu momentos após a sua exoneração.

Outro crítico a Alaíde Damo, é o presidente da Câmara de Mauá e pai do prefeito afastado Atila Jacomussi (PSB), Admir Jacomussi (PRP). Admir afirma que Alaíde Damo rompeu acordo de que a cidade seria administrada por uma comissão composta por seis pessoas sendo três indicadas pelo Grupo de Atila e a outra metade por Alaíde. Sobre as exonerações, Admir Jacomussi disse que ela (Alaíde) está agindo com precipitação e de que poderia aguardar um pouco mais.

A defesa do prefeito afastado Atila Jacomussi entrou com recurso no TRF-3 (Tribunal Regional Federal) na tentativa que que o mesmo retorne ao comando da prefeitura. O relator do recurso será o desembargador Maurício Kato, o mesmo que decretou a prisão preventiva do prefeito.

Prefeita Alaíde Damo assina convênios com o governo do Estado

Mauá recebe R$ 4 milhões que foram liberados pelo governador Márcio França para recuperação de ruas, além de valorização de artistas da cidade

A prefeita interina de Mauá, Alaíde Damo, assinou mais dois convênios com o governo do Estado de São Paulo, nesta quinta-feira (28/6). A ação favorece o setor de infraestrutura urbana e de geração de renda.

Mauá vai receber total de R$ 4 milhões para recuperação de vias. O recurso será entregue ao município em três parcelas. A primeira é de R$ 800 e as outras duas de R$ 1,6 milhão. A Prefeitura, inclusive, já preparou plano de trabalho estratégico para atender as principais vias da cidade.

“O recurso chega em boa hora, pois já traçamos um plano de recuperação de vias que foi pensado na rotina do cidadão mauaense. Vamos investir nas vias que fazem ligações entre bairros e entradas e saídas da cidade”, explicou Alaíde.

O segundo convênio é uma parceria de cooperação institucional e foi realizado por meio da SUTACO (Subsecretaria de Trabalho Artesanal nas Comunidades). O acordo prevê ao cadastramento de artesões que moram em Mauá para garantir a inserção deles em feiras artesanais, exposições entre outras. Além disso, o convênio prevê a formação de agentes de cooperação, que serão facilitadores da relação do município com a SUTACO.

“Mauá precisa firmar cada vez mais parcerias como esta, pois nos permite fomentar o desenvolvimento econômico por meio da capacitação, formação e valorização do morador de Mauá”, comentou a prefeita Alaíde.

Márcio França, governador de São Paulo ainda fez questão de receber Alaíde para encaminhar outros assuntos referente a parcerias e ampliação de investimentos estaduais na cidade.

Alaíde Damo exonera braço forte de Atila Jacomussi

A prefeita em exercício de Mauá, Alaíde Damo (MDB) demitiu nesta sexta-feira (29), um dos homens da mais alta confiança do prefeito afastado Atila Jacomussi (PSB).

Foi exonerado o chefe de Gabinete Márcio de Souza (PSB). Alaíde, desde que assumiu o comando de Mauá já fez sete trocas em cargos de primeiro escalão demonstrando disposição em emplacar estilo próprio de governar nomeando pessoas mais próximas. O nome que irá substituir Márcio Souza ainda não é sabido, o que deve acontecer ainda no início da próxima semana.

Em post feito em sua página pessoal no mês de maio, Márcio declara:

“A Fé move esse homem! Nossa amizade, cumplicidade e companheirismo fez o sonho ser possível. Tenho orgulho de acompanhar cada passo dessa trajetória. Atila saiba que tens minha lealdade e gratidão para o resto da vida!!! Vamos pra cima!”

Prefeitura de Mauá e Servidores retomam negociação por reajuste salarial

Após 35 dias de letargia, a Prefeitura de Mauá entrou em contato com o Sindicato dos Servidores Públicos (Sindserv), nesta quarta-feira (27), por telefone, para agendar reunião e retomar as negociações da campanha salarial. O encontro, agendado para a próxima terça-feira (3/7), será a primeira conversa com o novo secretário de Administração, Paulo Roberto Cordeiro.

Os trabalhadores cobram celeridade para concluir a negociação, que se arrasta desde março. A data-base da categoria é abril.

Desde o início de maio, a Prefeitura não tinha segurança jurídica para concluir as negociações com o Sindicato, que chegou a enviar três ofícios para tentar retomar e concluir essa etapa da campanha salarial. A situação só normalizou após vencer o prazo estabelecido pela Lei Orgânica para definir a chefia do Poder Executivo.

A reunião do Sindserv com a Administração, agendada para a próxima terça-feira (3/7), será o primeiro encontro com o novo secretário Paulo Roberto Cordeiro, que substituiu André Sicco de Souza.

Negociações

Prefeitura e servidores estão muito próximos de fechar uma alternativa razoável para ambas as partes. As negociações superaram os limites técnicos possíveis para a Secretaria de Finanças. A Administração apresentou contraproposta que majora em cerca de R$ 10 milhões a folha de pagamento. A conclusão depende de um acréscimo de cerca de R$ 2 milhões à contraproposta que só a prefeita em exercício Alaíde Damo pode autorizar.

Contraproposta

Após diversas rodadas de negociação, o Sindserv arrancou da Prefeitura a seguinte contraproposta:

R$ 120,00 de abono mensal e R$ 370,00 de auxílio alimentação para quem recebe até R$ 4.624,47 (valor referente a três pisos da categoria após a incorporação da segunda metade do atual abono);

3% de reajuste e R$ 150,00 de auxílio alimentação para quem recebe acima de R$ 4.624,47;

3% de reajuste, R$ 370,00 de auxílio alimentação para quadros do magistério que recebem até R$ 4.624,47 ou R$ 150,00 de auxílio alimentação para quadros do magistério que recebem acima de R$ 4.624,47;

R$ 120,00 de abono mensal, R$ 370,00 de auxílio alimentação para comissionados que recebem até R$ 4.624,47 ou R$ 150,00 de auxílio alimentação para comissionados que recebem acima de R$ 4.624,47;

Expectativa

O Sindserv reconhece que a proposta melhorou em relação às primeiras conversas, mas avalia que os valores ainda não representam uma alternativa razoável para os trabalhadores e espera que a Prefeitura possa melhorar a contraproposta.

Alaíde Damo faz novas mudanças no governo de Mauá

A prefeita Alaíde Damo (MDB) (em exercício de Mauá), fez três novas nomeações em seu governo. Na última quarta-feira (20) foi nomeado secretário de Obras, Agostinho Anselmo Martins, e os adjuntos para chefia de Gabinete, Mauro Sérgio Moreira, e para Secretaria de Governo, Arnaldo Jesuíno da Silva.

Desde que assumiu o comando da cidade de Mauá, Alaíde já fez movimentação em seis cargos do administrativo municipal.

No dia quatro deste mês, a prefeita fez uma primeira reunião de secretariado, onde na oportunidade afirmou que o governo será de união, sem rupturas políticas com os aliados diretos de Atila.

Porém o clima de apreensão se acentuou no Paço quando Alaíde demitiu comissionados ligados a Atila na Secretaria de Educação. Até então, as exonerações estavam restritas aos indicados de José Carlos Orosco Júnior (PDT), ex-marido de Vanessa Damo. Aliado do pedetista, Fernando Coppola, o Xuxa (MDB), foi retirado do comando da secretária de Educação. Gilberto João de Oliveira, outra nomeação bancada por Júnior Orosco, foi retirado da Pasta de Obras que agora foi ocupada.

Atila é solto, mas é impedido de voltar ao cargo

Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes revogou ontem, em pedido de liminar, a prisão preventiva decretada contra o prefeito afastado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), mas ele ficará afastado do cargo.

No despacho de análise de habeas corpus impetrada pela defesa do socialista, Gilmar determinou que o TRF (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região estipulasse medidas cautelares contra o político e, na noite de ontem, foram impostos o afastamento de Atila e pagamento de R$ 85 mil em fiança, em caráter provisório. A decisão foi do desembargador Maurício Kato, do TRF-3.

Atila foi preso no dia 9 de maio (há 37 dias), no âmbito da Operação Prato Feito, conduzida pela PF (Polícia Federal), para desmantelar esquema de fraudes em contratos da merenda escolar e uniformes fornecidos às redes públicas. Inicialmente não havia ordem de detenção de Atila, que é um dos investigados, mas policiais decidiram prender o político quando encontraram R$ 87 mil, em espécie, na casa dele.

A prisão preventiva (sem prazo para terminar) foi decretada ainda porque autoridades encontraram quase R$ 600 mil, também em dinheiro vivo, na casa de João Gaspar (PCdoB), ex-secretário de Governo e braço direito de Atila desde o mandato de deputado estadual (entre 2015 e 2016).

No pedido de liminar no habeas corpus, a defesa de Atila juntou série de argumentos que, na visão dele, injustificariam a prisão, entre eles domicílio fixo e bons antecedentes;declaração de IR (Imposto de Renda) que apontam ganhos compatíveis com os valores encontrados em sua residência; e que não possui relação estreita com Gaspar.

“Em síntese, o artigo 319º (do Código do Processo Penal) estabelece que o juiz deverá, se for o caso, impor medidas cautelares alternativas à prisão. Ocorre que esse dispositivo tem sido reiteradamente olvidado no curso da persecução criminal no Brasil. Em outros termos, a prisão provisória continua a ser encarada como única medida eficaz de resguardar o processo penal”, alegou Gilmar, em sua decisão. “Não vejo, no caso, razões a justificar a restrição da liberdade de locomoção do paciente.”

A liminar concedida por Gilmar vem dois dias depois de o MPF (Ministério Público Federal) apresentar denúncia formal contra Atila por lavagem de dinheiro justamente pela quantia encontrada na casa dele naquele dia 9 de maio. Segundo o MPF, os R$ 87 mil foram achados na cozinha, dentro de panelas.

Atila deixou na noite de ontem o presídio em Tremembé, para onde foi levado após semanas na carceragem da PF em São Paulo.

Para Daniel Bialski, advogado que defende Atila, “a decisão da Suprema Corte reconhece a arbitrariedade e excesso da prisão preventiva, decretada sem motivação válida e baseada em sofismas inverídicos”. “Felizmente, a Suprema Corte vem mantendo sua jurisprudência que a prisão é a exceção e não a regra. Nestes moldes, a liberdade agora concedida, reforça os argumentos da defesa e nos dá maior força para provar a inocência no curso do processo.”

Gaspar segue detido na penitenciária em Tremembé. A defesa dele entrou também com pedido de habeas corpus, mas ainda no TRF-3. O processo está na mão do desembargador federal Fausto de Sanctis.

Decisão causa euforia entre aliados do socialista; Admir chora com notícia

Aliados do prefeito afastado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), fizeram festa quando, no começo da tarde de ontem, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes decidiu revogar a prisão do socialista. Por outro lado, os apoiadores da prefeita em exercício, Alaíde Damo (MDB), demonstraram preocupação.

Ao saber da notícia, no estacionamento do Paço, o pai de Atila e presidente da Câmara, Admir Jacomussi (PRP), chorou. Atendeu telefonemas de diversas pessoas e relatou alívio com o desfecho favorável. Ele já tinha dito ao Diário que, por conta de um marcapasso, não conseguiu ver o filho desde a prisão.

Resta saber agora como será o tratamento dado ao núcleo que Alaíde montou como prefeita interina. Desde que ela assumiu o Paço, mudanças consideráveis foram efetuadas, como troca de secretários de Obras, de Governo e de Educação. Ela trouxe sua filha, a ex-deputada estadual Vanessa Damo (MDB), para ser conselheira e seu sobrinho, Antônio Carlos de Lima (PRTB), para chefiar a Pasta de Governo.

Dias depois de tomar posse, Alaíde reuniu vereadores e aliados diretos de Atila para garantir que não haveria mudança de curso da gestão e que o governo ainda era de Atila. As mudanças feitas apenas serviram para eliminar o espaço de seu ex-genro José Carlos Orosco Júnior (PDT) na Prefeitura. Entretanto, a cada dia que se passava, esse núcleo Damo se acostumava em retornar ao poder.

A expectativa desse grupo ligado a Atila é que o prefeito volte ao cargo no Paço na segunda-feira. DGABC

Alaíde Damo nomeia aliados e pede paz em Mauá

Alaíde Damo, prefeita em exercício de Mauá, nomeou nesta segunda-feira (04), a nomeação de três novos secretários. Para a Secretaria de Governo, foi nomeado o seu sobrinho, Antônio Carlos de Lima, na Educação, assume Denise Debartolo. No lugar da ex-secretaria de Relações Institucionais, foi nomeada Cássia Cogueto.

Alaíde fez a primeira reunião de secretariado ontem desde que assumiu a gestão de forma interina por causa da prisão de Atila. Ela apresentou os novos nomes e garantiu que será um governo de união, sem rupturas políticas com aliados diretos de Atila.

O clima de apreensão se acentuou na semana passada, quando Alaíde demitiu comissionados ligados a Atila na Secretaria de Educação. Até então, as exonerações estavam restritas aos indicados de José Carlos Orosco Júnior (PDT), ex-marido de Vanessa. Aliado do pedetista, Fernando Coppola, o Xuxa (MDB), foi retirado do comando da secretário de Educação. Gilberto João de Oliveira, outra nomeação bancada por Júnior Orosco, foi retirado da Pasta de Obras – esse setor segue sem comandante definitivo -, assim como a Secretaria de Saúde.

No Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de Habeas Corpus movido pela defesa do prefeito Atila Jacomussi está concluso para a decisão do Ministro relator Gilmar Mendes que pode ou não o alcaide em liberdade.