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Rato Teixeira redige Moção de Repúdio contra a ENEL pelos constantes desabastecimentos de energia na cidade

O presidente da Câmara de vereadores, Rato Teixeira (PTB) apresentou durante sessão desta quinta-feira (28), manifestou repúdio contra a ENEL – empresa prestadora de energia elétrica – pelas frequentes interrupções no fornecimento de energia elétrica em Ribeirão Pires.

“São vários e constantes problemas e queixas de desabastecimento e demora na solução por parte da ENEL. Infelizmente o sistema se demonstra frágil uma vez que ao menor sinal de chuva há desabastecimento e isso não pode mais continuar a acontecer”, disse o vereador.

Segundo ainda Rato Teixeira, os maus serviços estão causando prejuízos a população, ao comércio local e as empresas.
“As queixas de perda de alimentos  viraram rotina na cidade bem como também os cortes nos fornecimento de energia dificultam inclusive a marcação de consultas médicas por falta de sistema tanto nas residências como na própria clínica médica”, ressaltou.

O documento apresentado pelo vereador Rato Teixeira foi aprovado por todos os vereadores presentes na sessão da Câmara e agora segue como denúncia para a Assembleia Legislativa de São Paulo, para o Governo do Estado de São Paulo e também para a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) – órgão este que fiscaliza as concessionárias de energia elétrica no país – para que providencias cabíveis sejam tomadas.

Na manhã desta quinta-feira, populares revoltados com os maus serviços oferecidos pela ENEL realizaram protesto com interrupção de trecho da avenida Francisco Monteiro, na região do bairro Santa Luzia.

Vem aí mais aumento na conta de luz.

A bandeira tarifária para a conta de luz no mês de junho será vermelha (patamar 2) com custo de R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. A informação foi divulgada na tarde da última sexta-feira (25) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). De acordo com a agência, com o fim do período úmido, os reservatórios do Sul apresentaram redução de volume provocando o aumento do risco hidrológico e o preço da energia no mercado de curto prazo.

Além disso, segundo a Aneel, a previsão de chuvas é baixa quando comparada à média histórica. O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Será a primeira vez neste ano que a bandeira vermelha 2, a mais cara desse sistema, é aplicada. Neste mês de maio está vigorando a bandeira tarifária amarela na conta de energia.

Novo reajuste da energia pode chegar à 43% a partir de novembro.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (24) uma proposta de reajuste de quase 43% sobre o atual valor da bandeira tarifária vermelha patamar 2, a mais cara do sistema, cobrada sempre que as usinas térmicas mais onerosas precisam ser mantidas ativas para suprir a alta demanda de consumo de energia.

A proposta será submetida à consulta pública, podendo sofrer mudanças. Se o reajuste for aprovado, quando a bandeira vermelha patamar 2 for acionada, os consumidores deixarão de pagar os atuais R$ 3,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) e passarão a pagar R$ 5 de taxa extra, já a partir de novembro.

A agência também sugeriu alteração da bandeira tarifária amarela, que poderá ficar 50% mais barata, passando de R$ 2 para R$ 1 de cobrança extra a cada 100 kWh. A bandeira amarela é a primeira da escala de cobrança adicional na conta de luz.

Segundo a Aneel, o objetivo da medida é reajustar os valores que as distribuidoras cobram dos consumidores para custear a compra de energia elétrica – custos que aumentam sempre que as usinas térmicas precisam ser acionadas para suprir o mercado consumidor, devido ao baixo nível de água nos reservatórios das hidrelétricas, que são a principal fonte de abastecimento no setor elétrico brasileiro.

Conta de luz (Arquivo/Agência Brasil)
Conta de luz com indicão de bandeira vermelhaArquivo/Agência Brasil
A bandeira vermelha patamar 2, a mais cara do sistema, foi acionada no início deste mês pela primeira vez desde que a bandeira vermelha foi desmembrada em duas, em janeiro de 2016. No mês passado, estava em vigor a bandeira amarela.

O acionamento da bandeira vermelha 2 foi adotado devido à baixa vazão das usinas hidrelétricas, já que as chuvas em setembro ficaram abaixo da média. Nesta sexta-feira (27), a Aneel divulgará a bandeira tarifária que estará em vigor em novembro.

Vem aí novo reajuste nas contas de energia elétrica.

Foi autorizado nesta segunda-feira (16) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um novo reajuste nas contas de luz para consumidores do estado de São Paulo. Terão aumento de 24,37% na conta de luz os clientes da Bandeirante Energia S.A., que atende a 1,8 milhão de unidades consumidoras.

Também terão aumento na energia as cerca de 1,6 milhão de unidades consumidoras da Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL) – Piratininga, cujo reajuste médio será de 17,28%. Os novos valores passarão a ser cobrados no dia 23 de outubro.

Para o cálculo desse reajuste, a Aneel considera a variação de custos associados à prestação do serviço. O cálculo leva em conta a aquisição e a transmissão de energia elétrica, bem como os encargos setoriais e atualização dos custos típicos da atividade de distribuição.

Conta de luz fica mais barata a partir de abril.

Lampadas legal

Começa hoje (1º) o desligamento das 21 usinas termelétricas com preço de geração de energia superior a R$ 250 por megawatt-hora (MWh). Com isso, as contas de luz passarão a adotar a cor amarela, reduzindo o custo extra para R$1,50 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido. Essa taxa deixará de ser cobrada a partir de abril, quando será adotada a bandeira verde.

O sistema de bandeiras foi criado com o objetivo de informar mensalmente ao consumidor se a energia consumida por ele está mais cara ou mais barata. Com a melhora da situação dos reservatórios das hidrelétricas e a entrada de energia nova no sistema – caso, por exemplo, da fornecida pelas usinas de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio – foi possível iniciar os desligamentos das termelétricas com custo mais caro de geração.

A decisão levou em conta também o comportamento de carga, influenciado pela redução de consumo. Apesar do cenário mais favorável, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mantém o alerta para que os consumidores façam uso eficiente de energia, de forma a combater os desperdícios e a evitar um futuro retorno às bandeiras vermelha ou amarela – o que implicaria a volta da taxa extra.

Ao fazer, em 25 de abril, o anúncio do desligamento, previsto para abril, das termelétricas com custo acima de R$ 211 por MWh, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que a adoção da bandeira verde deverá resultar em redução média entre 6% e 7% na conta de luz.

Até o final de abril, 5 mil MW gerados pelas térmicas terão sido desligados do sistema, o que representará economia total de R$ 10 bilhões ao ano. Segundo Braga, mantida a previsão positiva da situação hidrológica, mais 2 mil MW gerados em usinas térmicas poderão ser desligados nos próximos meses.

Também entram hoje em vigor as novas regras da resolução que estabelece o Sistema de Compensação de Energia Elétrica. Por meio desse sistema, é possível que o consumidor instale pequenos geradores (painéis solares fotovoltaicos, microturbinas eólicas, entre outras fontes renováveis) em sua unidade consumidora e troque energia com a distribuidora local, de forma a reduzir os gastos com energia elétrica.

Ao simplificar a norma, a Aneel estima que até 2024 mais 1,2 milhão de consumidores passem a produzir sua própria energia – o que equivaleria a uma potência instalada de 4,5 gigawatts.