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Governo Maranhão lança pedra fundamental da sede do Corpo de Bombeiros.

Em mais uma ação positiva, o prefeito Gabriel Maranhão (sem partido), lançou na manhã deste sábado (19), a pedra fundamental que marca oficialmente o início da obra da futura sede do Corpo de Bombeiros em Rio Grande da Serra.

Por volta das 11:00 horas, o prefeito Gabriel Maranhão, acompanhado do deputado federal Alex Manente (PPS), de sua vice, Professora Marilza, do Presidente Executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), Fernando Figueiredo, da Diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade, Marina Rocchi Martins Mattar, representantes do deputado Estevam Galvão (DEM), vereadores e secretários municipais se dirigiram até a avenida Jean Lieutaud, bairro Santa Tereza (ao lado do Teixeirão) para oficializar o início das obras da futura sede do Corpo de Bombeiros na cidade.

As tratativas com as indústrias tiveram a iniciativa do deputado federal Alex Manente (PPS), a pedido do prefeito Gabriel Maranhão. O deputado Federal Alex Manente é membro da Frente Parlamentar da Cadeia Produtiva do Setor Químico.

“hoje estamos dando o primeiro passo para a construção da base dos bombeiros na cidade que ajudará em diversos aspectos. Desde o acidente do dia a dia da cidade e termos aqui os resgates com maior rapidez, uma vez que a unidade mais próxima dos bombeiros fica a pelo menos 15 minutos. Outro ponto importante é o barateamento do seguro das empresas o que possibilitará a vinda de novas empresas com a consequente geração de novos empregos. Temos na região do ABC, um déficit muito grande de postos de trabalho”, disse o deputado.

O prefeito Gabriel Maranhão, visivelmente emocionado, fez um agradecimento especial ao presidente da ABIQUIM, Fernando Figueiredo, a Diretora Marina Rocchi Martins Mattar e ao deputado Alex Manente.

“Nossa cidade é a única da região do ABC que não possuía um posto do Corpo de Bombeiros, e é uma reivindicação antiga da população. Após a sua implantação, irá contribuir de forma decisiva na segurança da nossa cidade. Quero agradecer a todas as empresas envolvidas no projeto e principalmente ao deputado federal Alex Manente que foi quem intermediou a construção da sede dos Bombeiros para Rio Grande da Serra”, concluiu o prefeito.

Estiveram também presentes no ato, o prefeito de São Caetano do Sul, José Auricchio Júnior, o ex-prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi, o ex-vice-prefeito Edinaldo de Menezes (Dedé da Folha), presidente do PPS de Ribeirão Pires e Wagner Lima, presidente do PPS de Rio Grande da Serra, dentre outras autoridades e lideranças políticas.

Thiago Auricchio almoça com lideranças políticas em Ribeirão Pires.

O pré-candidato a deputado estadual, Thiago Auricchio (PR), almoçou nesta quinta-feira (03) com lideranças políticas de Ribeirão Pires no restaurante Esquina do Jabá.

Estiveram presentes, o coordenador estadual da campanha de Thiago, o ex-prefeito da Estância, Clóvis Volpi, o presidente do PR municipal, Nonô Nardeli, o vereador Anselmo Martins e a empresária Coquinha Zampol.

Em conversa com a equipe do Caso de Política, Thiago Auricchio falou sobre a sua pré-candidatura, a sua experiência como assessor parlamentar do deputado Federal Alex Manente (PPS), seus projetos legislativos, dentre outros assuntos.

Thiago Auricchio em almoço nesta quinta-feira com lideranças de Ribeirão Pires

“Estou desde janeiro de 2017 integrando a assessoria política do deputado Alex Manente. Estou tendo momentos de grandes aprendizados”, disse.

Questionado sobre como é ser filho do político  José Auricchi, prefeito de São Caetano do Sul.

“Para mim é uma grande honra! Meu pai é prefeito eleito por três mandatos e ao longo desse tempo tenho acompanhado o dia-a-dia da política na cidade. São Caetano do Sul tem o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. Saúde, educação e segurança pública são exemplos e devem ser estendidos a todo estado. Tenho diversos projetos legislativos e espero ter a oportunidade de poder futuramente na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo”, argumentou.

Outro ponto ressaltado por Thiago Auricchio, diz respeito a segurança pública. “Temos um sistema de segurança pública complexo em São Caetano do Sul. Um eficaz sistema de monitoramento está ativo, os guardas municipais são bem preparados e equipados, o que proporciona a população um sentimento de segurança. Entendo, porém; que a segurança pública só é eficaz a partir do momento em que ela trabalha articulada com os setores da administração. A partir do momento em que temos uma educação de qualidade, um sistema de saúde que atende as necessidades da população, artes e cultura disponível a todos, aí sim tem um sistema de segurança completo”, concluiu.

Thiago Auricchio tem 25 anos, é advogado e morador da cidade de São Caetano do Sul no ABC Paulista. Em sua pré-campanha, está percorrendo os mais diversos municípios do estado e dialogando com lideranças locais e com a população.

Sessão de julgamento das contas de Clóvis Volpi pode ter sido desmarcada.

Após o anúncio por parte do presidente da Câmara de Ribeirão Pires, vereador Rubão que de  a sessão ordinária desta próxima quinta-feira (03) seria adiada para a sexta-feira (04) em função das contas do ano de 2012 do ex-prefeito Clóvis Volpi serem apresentadas para votação, na tarde desta quarta feira (02) um comunicado interno foi distribuído na Casa de Leis confirmando que a sessão será realizada como rotineiramente, ou seja, quinta-feira (03 de abril) as 14:00 horas. Na ocasião foi esclarecido de que a sessão a ser realizada na sexta-feira, ocorreria por mudança da sessão ordinária e que a mesma não seria uma sessão extraordinária.

Segundo nossa fonte: “Recebemos o comunicado informando de que a sessão ordinária será na quinta-feira e que na ordem do dia consta apenas um item para discussão e votação”.

Conforme noticiou o Caso de Política, Volpi através de entendimento jurídico garantiu o direito de que o parlamento ribeirãopirense faça nova votação de suas contas.

Em 24 de maio de 2017, o ex-mandatário da Estância, em entrevista a este veículo de comunicação e após um resultado em seu desfavor, argumentou irregularidades na condução do julgamento realizado pela Câmara.

“Fui impedido de exercer meu amplo direito de defesa. No dia 24 de fevereiro iniciou a contagem de 90 dias para a votação. Sendo assim a data se expiraria no dia 29”.

Em outro trecho da entrevista concedida a este veículo de informação, Volpi disse que: “Foi uma aberração uma aberração jurídica, uma calamidade que teve motivações políticas”, argumentou na ocasião.

O ex-prefeito disse ainda que não foi convocado para a sua defesa oral e que a antecipação da sessão sempre realizada às quinta-feira para a terça-feira não se justifica.

“O que justifica esta antecipação? As contas deveriam ter sido analisadas pelas comissões de Finanças e Justiça, o ex-prefeito deveria ser convocado a se defender em sessão e só então a votação poderia ocorrer. Além disso o Regimento Interno da Câmara não prevê datas, e sendo assim, com essa omissão jurídica, o artigo 15 do Código de Processo Civil deveria ter sido evocado onde se prevê 15 dias úteis para a defesa o que levaria a sessão de votação a ocorrer no dia 30 de maio”, disse.

Tentamos contato com o presidente Rubão Fernandes mas não obtivemos sucesso. Em contato com Clóvis Volpi por telefone, o mesmo disse que não foi comunicado de alteração de data ou mesmo de cancelamento.

Segundo o regimento interno da Casa, sessões extraordinárias podem ser convocadas até 24 horas antes da sua realização, fato que pode acontecer durante a sessão desta quinta-feira.

Clóvis Volpi assume a coordenação de campanha de Thiago Auricchio.

O ex-prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi (Patriotas), assumiu a coordenação estadual de Thiago Auricchio para deputado estadual. O convite partiu de do prefeito de São Caetano do Sul, José Auricchio em reunião no final da tarde desta quinta-feira (26).

Em contato telefônico, Volpi comunicou que decidiu aceitar o desafio de encabeçar a campanha por acreditar na renovação na política e por desenhar em não ser mais protagonista político.

“Recentemente completei 70 anos, e já tive diversas experiências na política. Já fui vereador, deputado estadual onde ocupei a presidência da Assembléia Legislativa de São Paulo, fui deputado Federal, prefeito por duas ocasiões em Ribeirão Pires e também ocupei alguns cargos na administração pública. Hoje não tenho mais a mesma disposição do passado e quero alçar novos vôos, mas agora sem disputar cargo. Quero colaborar repassando a minha experiência a quem estiver disposto a receber. O Thiago Auricchio é um jovem de 25 anos formado em direito e cheio de boas ideias e sonhos, isso muito me motiva,” disse Volpi.

Ainda na conversa telefônica, questionado sobre as contas de seu último ano enquanto prefeito de Ribeirão Pires, ele disse: “Desde que as minhas contas foram julgadas a cerca de um ano atrás que eu fala de que o processo continha irregularidades uma vez que eu não tive o meu prazo máximo respeitado para minha defesa oral. Eu naquela época organizei documentação para entrar na justiça para garantir o meu direito de defesa conforme é previsto na Lei. Sempre acreditei na justiça e felizmente agora o vereadores poderão de forma prevista analisar e votar conforme os seus julgamentos”, concluiu.

 

Clóvis Volpi consegue o direito de novo julgamento de suas contas pela Câmara de Ribeirão.

Após quase um ano da rejeição de suas contas de 2012 – último ano de sua gestão -, o ex-prefeito de Ribeirão Pires, Clóvis Volpi obteve o direito de suas contas sejam novamente julgadas pela Casa de Leis ribeirãopirense.

Conforme noticiou o blog Caso de Política em 24 de maio de 2017, o ex-mandatário da Estância, após o resultado em seu desfavor argumentou irregularidades na condução do julgamento realizado pela Câmara.

“Fui impedido de exercer meu amplo direito de defesa. No dia 24 de fevereiro iniciou a contagem de 90 dias para a votação. Sendo assim a data se expiraria no dia 29”.

Em outro trecho da entrevista concedida a este veículo de informação, Volpi disse que: “Foi uma aberração uma aberração jurídica, uma calamidade que teve motivações políticas”, argumentou na ocasião.

O ex-prefeito disse ainda que não foi convocado para a sua defesa oral e que a antecipação da sessão sempre realizada às quinta-feira para a terça-feira não se justifica.

“O que justifica esta antecipação? As contas deveriam ter sido analisadas pelas comissões de Finanças e Justiça, o ex-prefeito deveria ser convocado a se defender em sessão e só então a votação poderia ocorrer. Além disso o Regimento Interno da Câmara não prevê datas, e sendo assim, com essa omissão jurídica, o artigo 15 do Código de Processo Civil deveria ter sido evocado onde se prevê 15 dias úteis para a defesa o que levaria a sessão de votação a ocorrer no dia 30 de maio”, disse.

A sessão que julgará as contas de Clóvis Volpi ocorrerá na sexta-feira, 04 de maio de 2018, onde a sessão ordinária prevista para a quinta-feira, 03 de maio será remanejada para o dia seguinte.

Ribeirão Pires: Prefeitura remove Cavalo de Ferro e o leva para o Pilar Velho.

Uma operação da prefeitura de Ribeirão Pires na manhã desta sexta-feira está causando intensos debates na cidade. A administração municipal removeu o famoso Cavalo de Ferro, exposto na Praça Manuel Velilla Suarez (próximo a ponte da Vila Suely) a pouco mais de 6 anos e o fixou no Bairro Pilar.

A obra foi encomendada ao artista plástico Rodrigo Bittencourt, pesa aproximadamente 6 toneladas, fazia parte do acervo do projeto Museu à Céu Aberto de Ribeirão Pires e tinha como objetivo a memória de tropeiros que no início do século XIX reuniam para assegurar mudança de tropas e continuar suas viagens ao planalto paulista com cargas de tropas e outros itens indispensáveis à época.

O artista plástico Rodrigo Bittencourt posando para foto sob o Cavalo de Ferro

O cavalo de Ferro era um grande ponto de referência para aqueles que chegavam ou passavam pela cidade.

Segundo o prefeito em exercício, Gabriel Roncon presente a remoção do “ginete”, “o Cavalo não consta do acervo municipal e a mudança de local atende a pedido do Clube de Cavaleiros de Ribeirão Pires que anualmente realizam uma festa na localidade e tem a autorização do Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Ribeirão Pires. Entendo que uma obra de arte não serve para ser apenas um ponto de referência. Ela deve ser observada e analisada não apenas uma referência”. Em um vídeo postagem nas redes sociais Roncon disse, “Essa obra de arte não combinava com a entrada da cidade, não ornava!”

Recentemente, conforme publicação oficial do Paço, o referido Conselho tinha a sua “1ª reunião do ano marcada para 20 de janeiro de 2018, por falta de quórum, e convoca a todos os membros titulares e suplentes nomeados pelo Decreto Municipal n.º 6.768, de 05 de outubro de 2017, para a 1ª Reunião Ordinária, a ser realizada no dia 29 de janeiro de 2018, às 16h00, em sua sede, localizada no Centro de Exposições e História Ricardo Nardelli, 2ª andar, sala I da Torre do Relógio, à Rua Miguel Prisco, 286, Centro, neste Município”.

Nota Oficial da Prefeitura

A obra “Cavalo” foi feita pelo artista plástico Lúcio Bittencourt, em homenagem ao Clube dos Cavaleiros de Ribeirão Pires, grupo responsável pela realização das cavalgadas, principalmente durante os eventos religiosos que acontecessem na Estância, como a tradicional Festa de Nossa Senhora do Pilar. Por isso, estamos deslocando esta importante obra de arte contemporânea para a Igreja do Pilar. A obra faz parte do acervo do Museu Aberto de Arte Contemporânea do município, sob o Patrimônio n° 43699, e promove a integração entre o patrimônio cultural material, por meio do contato com a arte e estética, e o patrimônio natural e paisagístico do município. Quem visita a Igreja do Pilar (importante ponto turístico de Ribeirão Pires) poderá, a partir de hoje, contemplar esta obra de perto. Administramos a cidade com carinho e muito respeito pela história, sempre buscando crescimento e fortalecimento do nosso potencial turístico.

Reações brotaram!

O ex-prefeito Clóvis Volpi demonstrou a sua desaprovação onde em texto fala do simbolismo da obra. Leia abaixo

“O CAVALO E A BANDEIRA

Que ironia!!!!!

Enquanto se tem a preocupação em remover o cavalo de ferro, escultura que fora fixada a entrada da cidade para relembrar que no início do século 19 era por ali que os cavaleiros se reuniam para assegurar mudança de tropas e continuar suas viagens ao planalto paulista, a bandeira brasileira no morro Sto. Antônio tremula esfarrapada como se não houvesse nenhum código de conduta de como se deve apresentar a bandeira brasileira. O Cavalo onde estava, servia ainda, para direcionar caminhos a seguir. Era um ponto de referência na cidade. A Bandeira, coitada, toda esfarrapada pede socorro. Quantas incoerências e ações desnecessárias. O que nos parece e que as esculturas serão o teleférico da administração Kiko/Gabriel.”

O ex-prefeito da cidade, Edinaldo de Menezes também se posicionou

“Juro que tentei não me manifestar!! Mas não dá!!!

O que esperar de uma Administração (Kiko/Gabriel Roncon) que na falta de apresentar melhorias para Ribeirão Pires, retiram da entrada da cidade a estátua do Cavalo (na foto sendo transportada). Meus filhos adoravam!!! E ainda usam como argumento o fato da obra de arte não “ornar” com o local. Ao invés de se preocuparem em melhorar a infraestrutura da cidade, se preocupam em mudar de local uma obra de arte que servia como referência para nossa Estância Turística. E agora, qual o próximo passo? Mudar o São José de local?! Falta do que mostrar!!!! Vamos trabalhar gente!!! Ribeirão Pires está andando para trás em passos largos, como galope de um cavalo!!”

Uma moradora do Pilar Velho analisou o benefício da mudança

“Já que o assunto é cavalo kkk Uma coisa nós moradores do Pilar Velho ficamos felizes … Pelo menos a prefeitura cortou o mato da escadaria do pilar por causa desse bendito cavalo. Estava com tanto mato que era impossível subir na missa aos domingos pela escadaria … Independentemente de onde o cavalo estiver, acho que isso não tem muita importância… Um bairro que só é lembrado no fim de abril na época da “festa” do pilar, pelo menos esse ano de 2018 será lembrado duas vezes rs”

Clóvis Volpi diz em vídeo que Taxa de Lixo em Mauá é despreparo de Atila.

Em vídeo distribuído nas redes sociais, o ex-candidato a prefeito de Mauá nas eleições de 2016, Clóvis Volpi fala sobre questões das quais já havia previsto sob a administração de Atila Jacomussi.

Segundo Volpi, “durante a campanha em Mauá, fiz reuniões e debates onde falei sobre as dificuldades que seria governar a cidade. Que o novo gestor teria que entender muito de gestão pública. Deveria muito de saber de como consertar a economia de uma cidade e preparar essa cidade para o crescimento e desenvolvimento. Eu dizia pra governar Mauá diante desta situação somente com muita experiência. Sinto-me orgulhoso de não ter mentido para ninguém”, disse Volpi.

A votação

Por 14 votos a oito, o projeto que autoriza a cobrança de taxa de lixo na cidade foi aprovado na última quarta-feira (20). De autoria do prefeito Atila Jacomussi (PSB), a proposta foi votada em duas sessões extraordinárias e deverá ser sancionada esta semana.

Votaram pela aprovação da medida, nas duas sessões: Ivan e Chiquinho do Zaíra (ambos do Avante); Fernando Rubinelli e Cincinato Freire (PDT); Sinvaldo Carteiro e Professor Betinho (PSDC); Pastor José e Jotão (PSDB). Completam o bloco Melão (PPS), Jair da Farmácia (PMDB), Manoel Lopes (DEM), Gil Miranda (PRB), Severino do MSTU (Pros) e Ricardinho da Enfermagem (PTB). Os vereadores que se manifestaram contra a proposta foram: Bodinho (PRP), Adelto Cachorrão (Avante), Betinho Dragões (PR), Samuel Enfermeiro (PSB), Irmão Ozelito (SD), Neycar (SD), Tchacabum (PRP) e Marcelo Oliveira (PT).

Sob protestos, o presidente da Casa, Admir Jacomussi (PRP), pai de Atila, conduziu a apreciação da matéria. Pela ocupação do cargo, o parlamentar é vetado de votar os requerimentos da Casa. Atila Jacomussi já havia declarado que a criação da taxa de lixo na cidade seria a única medida que permitiria à Prefeitura negociar a dívida no valor de R$ 13,2 bilhões que tem com a Lara Central de Tratamento de Resíduos Ltda., empresa responsável pela coleta e destinação do lixo da cidade.

Segundo o Portal da Transparência, a Prefeitura de Mauá já soma mais de R$ 14 milhões em débitos atrasados com a empresa, que por sua vez notificou o Paço sob ameaça de paralisar os serviços. A estimativa da gestão Atila é que, a partir do próximo ano, Mauá gere R$ 1,8 milhão por mês com a taxa, valor que serviria para compensar parte dos R$ 2,6 milhões mensais de serviços prestados pela Lara.

O governo acredita que os proprietários de residências devam pagar em média R$ 8 mensais pela taxa do lixo. Segundo a redação, a Prefeitura de Mauá oferecerá subsídio de 20% para quem consumir até 20m³ (metros cúbicos) de resíduos sólidos. A proposta estabelece faixas e diferentes valores para casas, estabelecimentos comerciais e áreas industriais.

Clóvis Volpi embarca no Patriotas em apoio a Jair Bolsonaro.

O ex-prefeito de Ribeirão Pires assinou na última terça-feira (05) a sua filiação no partido “Patriotas”, sigla esta que tem como foco o lançamento da candidatura do deputado estadual Jair Bolsonaro a presidência da república.

Segundo nos disse Volpi em contato telefônico, “o seu objetivo não é ser candidato nas próximas eleições, mas sim organizar o partido em São Paulo e ser um dos coordenadores nacionais da campanha de Bolsonaro”.

Em sua biografia política, é cunhado que Clóvis Volpi exerceu cargo de vereador de Mauá de 1983 a 1988 e de 1993 a 1994. Nesse último ano elegeu-se deputado estadual pelo PSDB (02/1995 à 10/1998) onde foi presidente da Assembleia Legislativa. Concorreu a deputado federal por São Paulo na legenda do PSDB onde obteve uma suplência. Deixou a Assembleia Legislativa de São Paulo em janeiro de 1999 e em agosto assumiu a vaga na Câmara dos Deputados. Em 2001, filiou-se ao Partido Verde (PV). Permaneceu na Câmara até janeiro de 2002, quando retornou o titular da vaga. No pleito de 2004, elegeu-se prefeito de Ribeirão Pires (SP) pelo PV. Reelegeu-se em 2008. Em maio de 2009, assumiu a presidência do PV de Ribeirão Pires. Foi secretário adjunto de Esporte, Lazer e Juventude e presidente do Inmetro, ambos no governo de Geraldo Alckmin (PSDB).

Sua última eleitoral no ano de 2016, foi surpresa obtendo 37.065 votos galgando a terceira colocação. No segundo turno, apoiou o candidato do PT, Donisete Braga.

Volpi avalia Bolsonaro como um candidato preparado. “ Ele (Bolsonaro) tem cinco mandatos como deputado federal, não é um ignorante. Essas polêmicas não representam quem seja ele de fato. Tem bons projetos para Saúde, Educação e Cultura. Está estigmatizado pelos seus exageros e evidentemente que essa postura (de extrema direita) é dele, porque leva o princípio da rigidez. Ele tem o melhor discurso dentre os candidatos colocados atualmente”, disse.

Porque Bolsonaro nunca será eleito Presidente do Brasil, segundo o teorema do Eleitor Mediano 

Bolsonaro terá que parar de falar besteiras para conquistar o Eleitor Mediano. Mas, quando parar, irá falar sobre o que?”

Imagine uma praia com 2 quilômetros de extensão. Em cada ponta da praia, há um sorveteiro. Cada um deles vende para os seus consumidores, que gostam do fato de não ter que andar muito para comprar sorvetes. Além disso, os produtos vendidos pelos sorveteiros são personalizados, pois conhecem muito bem cada uma das preferências de seus fiéis consumidores.

Contudo, um deles, que fica à esquerda da praia, percebeu que se ele fosse em direção ao centro, ele poderia aumentar o número de clientes, mesmo que os que ficavam na ponta esquerda tenham que abdicar do seu conforto e andar um pouco mais para adquirir um gelado! O que fica na direita, sabendo da estratégia deliberada do seu concorrente, também começou a caminhar em direção ao centro, abocanhando mais amantes de picolé! No final, os dois se encontraram no centro da praia, disputando cliente a cliente e buscando ganhá-los prometendo a melhor paleta mexicana da praia! No final, o sorvete dois era muito parecido e pouco importava de qual comprar!

A semelhança com a realidade política, mas sem sorvetes

A história acima normalmente é contada para ilustrar um teorema famoso no estudo da ciência política: o caso do eleitor mediano. Misturando o ensino de Teoria dos Jogos e Probabilidade Estatística, o teorema do Eleitor Mediano, ideia criada pelo economista político Anthony Downs, diz que em um eleitorado distribuído de forma normal ao longo de uma dada escala de preferências (por exemplo, o eixo esquerda­direita), tende a vencer a eleição quem conquistar o voto de um hipotético “eleitor mediano”.

Esse “eleitor mediano” tem metade dos votantes à sua direta, outra metade à sua esquerda. Na disputa entre um concorrente de esquerda e outro de direita, resumidamente, cada um já teria garantidos os eleitores do seu lado do espectro ideológico e, portanto, faltaria a ele conquistar apenas mais um voto para ter a maioria. O voto decisivo seria o do eleitor mediano. Quem cativasse esse votante hipotético, ganharia a eleição. Por essa razão, há uma tendência dos partidos à esquerda e à direita de rumar para o centro.

Nessa lógica, nenhum candidato ficaria nas posições 1-4, tampouco na 7-10; estas são ditas estratégias dominadas. Ver a fonte clicando aqui.

É claro que esse é um modelo apenas introdutório dentro das ciências políticas, pois não leva em consideração outros aspectos como: caráter do candidato; histórico de um partido; a capacidade de gerar confiança no eleitor; possibilidade de não votar ou guinadas e radicalismos ideológicos momentâneos na sociedade votante.

Como dito, o modelo apresentado é apenas teórico, uma abstração da realidade. Mas a semelhança com os políticos brasileiros não é mera coincidência… Lembrou de alguém?

E o Bolsonaro? Onde entra nessa história?

Com o aprofundamento da crise política e consequentemente da crise econômica, e ainda com um vácuo aparente de lideranças no ambiente político, surgem políticos nos extremos ideológicos, tanto os de esquerda como os de direita. Neste último espectro, lembra-se quase que automaticamente de Jair Bolsonaro, deputado federal pelo PSC-RJ, defensor ferrenho da liberdade de defesa do cidadão e do combate à impunidade e crítico dos governos do PT e das ideias de cunho social.

Em seu voto no processo de Impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, Bolsonaro parabenizou o (agora afastado) presidente da Câmara Eduardo Cunha e dedicou seu voto ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, chefe do DOI-Codi em São Paulo, órgão de repressão política que foi palco de torturas e violentas mortes durante o regime militar.

Colecionando opiniões controversas e discursos inflamados, Jair Bolsonaro foi alçado a presidenciável para 2018. Na última pesquisa eleitoral, feita pelo IBOPE em outubro/2017, Bolsonaro conta com 13% dos votos no melhor cenário. Em levantamento anterior realizado em setembro pelo Datafolha, Bolsonaro tinha 16%. Assim, ele certamente tem abocanhado os votos dos eleitores do campo 10 e alguns do 9 da imagem acima, mas tem dificuldade de se aproximar dos outros eleitores, quem dirá do eleitor mediano! Sua mobilidade e transito é limitada. Para aumentar a quantidade de votos, Bolsonaro terá que amainar o discurso totalitário, contra mulheres, LGBT’s, e negros, por exemplo, e caminhar alguns passos para o centro do espectro político. Um “intensivão” sobre economia, oratória, meio ambiente é claro, se quiser algum dia ganhar disputa eleitoral para cargo executivo. Nos debates, as pressões serão grandes!

Se você, estimado leitor, ainda continua apreensivo com os que clamam por Bolsonaro na presidência, fique tranquilo. O eleitor mediano é quem decide a eleição, e ele, hoje, não suporta o discurso do deputado de ultra-direita.

Assim, Bolsonaro nunca será eleito para o cargo máximo da República Brasileira. Pelo menos, não com esse discurso.

Governos de aparências – por Clóvis Volpi

É impressionante como os prefeitos descobriram que não importa o quanto se gasta em publicidade e, em alguns casos, de obras e serviços que sequer foram iniciados.

Páginas de jornais e revistas transformam maus gestores em heróis e líderes políticos.

O custo disso tudo não é barato. Conversando com um ex-prefeito de cidade do interior ele especificou a artimanha que, inclusive, o transformou em líder regional.

Ele disse: “não se deve ter preocupação com o que pensa aqueles que não se utilizarão o serviço ou obra a ser feita e amplamente divulgadas pela mídia paga ou não. O que vale, são os que não se utilizarão dos serviços e dessas obras, mas passam a ter a impressão que você trabalha muito e está fazendo uma boa gestão”.

Disse ele ainda: “O reflexo publicitário ilude moradores de cidades vizinhas que o qualificará como um líder regional. Daí ao sucesso para chegar a deputado será somente um passo. Bem, essa é a verdade”.

Cada vez mais essa figura de gestores de aparências vem obtendo sucesso eleitoral. São promessas fantasiosas e pouco conceito de gestão segura que as cidades precisam.

Enfim, a mudança desse perfil só será possível se o eleitor buscar conhecimento sobre os pretendentes a um cargo público.

Saúde de Ribeirão Pires será investigada. CEI é instalada.

Foi autorizado na tarde desta quinta-feira (14), pela Câmara de Vereadores de Ribeirão Pires, a abertura da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que tem como objetivo apurar possíveis irregularidades no sistema de saúde nas gestões Clóvis Volpi (sem partido), Saulo Benevides (PMDB) e Kiko Teixeira (PSB).

A CEI será dividida em dois grupos de trabalho e contará com suporte técnico de uma empresa de auditoria com missão de orientar os integrantes na elaboração de relatórios num prazo de 180 dias para os levantamentos que compreende 2011 à 2017.

A presidência da CEI ficou a cardo do vereador Paixão (PPS) que tem como vice, o vereador Rogério do Açougue (PSB) e Amaury Dias como relator. Integram ainda o grupo mais seis vereadores, sendo: Anselmo Martins (PR), Edmar da Aerocar (PV), Humberto D’orto (PTC) Paulo Cesar (PMDB), Rato Teixeira (PTB) e Silvino de Castro (PRB).

Serão objetos de análise e estudo os contratos e convênios celebrados com a Fundação ABC, Santa Casa de Ribeirão Pires, CEMED e São Cristovão. Outro foco na mira dos parlamentares será a compra e aquisição de medicamentos, contratação de pessoal para as diversas unidades de saúde do município.

O presidente da Câmara de vereadores, Rubão Fernandes (PSD), defensor da criação da CEI e autor da proposta no ano de 2015 argumenta que: “Fui o autor da proposta de investigação na legislatura passada, e como atual presidente desta Casa de Leis eu não poderia recuar. Agora em que há autorização para investigar, espero que se faça um bom trabalho. Essa investigação é muito importante para que se possa esclarecer pontos ainda obscuros no setor da saúde”, disse.

Em ato irregular Câmara de Ribeirão rejeita contas de Volpi.

Segundo Volpi, o presidente da Câmara, Rubens Fernandes, o Rubão, foi incompetente na tramitação. “Rubão foi incompetente, há vícios e erros gravíssimos, não tive o direito de ampla defesa e não fui convocado para fazer minha defesa oral e escrita aos vereadores”

Seguindo o parecer técnico do Tribunal de Contas do Estado (TCE), a Câmara de vereadores de Ribeirão Pires em sessão nesta terça-feira (23), rejeitou as contas do último ano da gestão do ex-prefeito Clóvis Volpi.

Segundo o ex-prefeito, a sessão convocada com antecedência de 02 dias a data da sessão ordinária, foi marcada por vícios e irregularidades.

Volpi aponta inúmeras irregularidades: “Fui impedido pelo Rubão de exercer meu amplo direito de defesa. No dia 24 de fevereiro iniciou a contagem de 90 dias para a votação. Sendo assim a data se expiraria no dia 29”, alegou.

Outra questão apontada por Volpi, é de que o presidente Rubão praticou má fé.

“Tudo não passou de má-fé, além de uma aberração jurídica, uma calamidade que teve motivações políticas”, afirmou.

O ex-prefeito disse ainda que não foi convocado para a sua defesa oral e que a antecipação da sessão sempre realizada às quinta-feira para a terça-feira não se justifica.

“O que justifica esta antecipação? As contas deveriam ter sido analisadas pelas comissões de Finanças e Justiça, o ex-prefeito deveria ser convocado a se defender em sessão e só então a votação poderia ocorrer. Além disso o Regimento Interno da Câmara não prevê datas, e sendo assim, com essa omissão jurídica, o artigo 15 do Código de Processo Civil deveria ter sido evocado onde se prevê 15 dias úteis para a defesa o que levaria a sessão de votação a ocorrer no dia 30 de maio.

Questionado por esta reportagem na manhã de hoje (24), o vereador Rubão negou as acusações feitas por Clóvis Volpi afirmando que todo o rito foi legal, justificando que se o artigo 15 do Código de Processo Civil – que determina 15 dias úteis – fosse a sua orientação “aí sim os prazos seriam expirados”.

Com a decisão, o ex-prefeito fica inelegível por 8 anos. Volpi afirma que irá requer a justiça para obter anulação da referida sessão para garantir os seus direitos políticos e concorrer nas próximas eleições ao cargo de deputado estadual.

Veja abaixo, a relação de quem votou a favor e contra o parecer do TCE

A favor

Amaury Dias

Rato Teixeira

Danilo da Sopa

Edmar da Aerocar

Flávio Gomes

Amigão D’orto

Paixão

Rogério do Açougue

Rubão Fernandes

Contra

Anselmo Martins

Arnaldo Sapateiro

Edson Banha

João Lessa

José Nelson

Gê da Aliança

Paulo César

Silvino Castro

O PIB negativo e o reflexo nas prefeituras. por Clóvis Volpi

O PIB negativo anunciado pelo governo Federal e uma das piores notícias para os prefeitos que iniciaram seus mandatos a 70 dias.

Todos tínhamos a esperança que a recuperação da economia poderia iniciar seu crescimento no segundo semestre de 2017 e os prefeitos ganhariam fôlego para fazer investimentos a partir dali e ter, pelo menos, 18 meses para cumprir seus compromissos de campanha e seus planos de governo. Não, isso não é mais possível.

A economia vai demorar pelo menos 3 longos anos para iniciar o processo de recuperação consolidada.

Os recursos para investimentos com origem nos Estados e na União serão congelados, contingenciados, o que significa dizer que o contrato assinado em 2017 somente será repassado aos municípios, na sua plenitude, em 2019/2020, já no fim dos mandatos.

Essa situação exigirá dos prefeitos cada vez mais a racionalização de seus orçamentos e com isso cortes não desejáveis de serem feitos.

Quem viver verá as dificuldades que terão os atuais prefeitos de recompor seus orçamentos para adequar à realidade.

Os reflexos de um PIB negativo arrebenta com o tesouro nacional mas a ponta mais frágil são os municípios, principalmente os que dependem rigorosamente de recursos repassados pelos Estados e União.

A queda do PIB tem reflexos nos tributos municipais (IPTU, ISS, IPVA) pois economia negativa não há emprego na indústria, comércio e o setor de serviços não produz como deveria.

Esse não é um texto que gostaria de estar escrevendo mas essa é a realidade.

Cada um de nós pode, ainda, imaginar outros reflexos que surgirão causados pelo caos que passaremos.

Esse cenário real é o reflexo da política implementada pelo PT em seus 13 anos de governo com a conivência inescrupulosa da câmara federal e do senado.

Ditadura econômica – por Clóvis Volpi

As ditaduras oprimem e sacrificam a massa populacional de um país ou região

Ao instalarem -se descumprem o sentido de seus propósitos e tornam-se perversos destruindo, também pela força, seus opositores normalmente fragilizados e com líderes aprisionados ou mortos.

O sistema capitalista reformulou essa proposta para impor-se à sociedade e subjuga-la: A dependência econômica.

Estatísticas mostram que a riqueza mundial está nas mãos de apenas – e no máximo – 5% da população o que significa que os outros 95 são pobres.

Os megas conglomerados econômicos (bancos e empresas diversificadas mas principalmente da alimentação e tecnologia) unem-se para aumentar seus lucros sem competirem entre si.

Por indução ao consumo o povo torna-se consumista a níveis excessivos e fragiliza-se como reféns de suas dívidas submetem-se a empregos e subempregos elevando ainda mais sua dependência econômica.

Vejam os lucros dos bancos publicados em seus balanços.

Com certeza o lucro excessivo está no crédito facilitado e seus instrumentos operacionais como cartão e cheques especiais.

Assim, por trás das cortinas, essas instituições comandam o novo sistema ditatorial do mundo moderno.

Quem proporá um novo sistema político para essa democracia mascarada?

Choque de gestão, por Clóvis Volpi.

De expressão forte e impactante “choque de gestão” virou sinônimo de capacidade de gestores em transformar o negativo em positivo num piscar de olhos.

Esse sentimento tem validade na empresa privada onde o objetivo final é o lucro e seus gestores são escolhidos por capacidade de análise e efetivação das ações necessárias para obtenção desse feito “lucro”.

Na pública, seja ela administração direta ou de seus agregados (empresas públicas), o sentimento pode ser o mesmo até o quesito análise, mas para chegar à efetivação dependerá muito de fatores políticos que nem sempre são lógicos e de mesmo princípio, até porque não há o lucro, mas sim o resultado das próximas urnas. O lucro é o voto futuro.

O choque de gestão na administração pública passa primeiro pelo princípio do vencedor na eleição e do executivo. Ele deverá se perguntar porque disputou a eleição e após vencer o que poderá fazer agora e de bom para ser um bom governante (é nele que começa o choque de gestão).

De atitudes e princípios de bom gestor à execução dependerá muito, mas muito mesmo de, quais foram seus apoiadores políticos e qual a formação intelectual dos secretários e seus princípios. Fica claro que choque de gestão não se fará sem um corpo diretivo competente e dos mesmos princípios e fundamentos do gestor-mor.

Acordos pré-eleição e composições futuras não darão ao gestor nenhuma garantia de sucesso, até porque na área pública os que vem para dentro do governo com indicação partidária ou de grupos tendem a governar para fora e para seus padrinhos e não para dentro onde está o princípio de governança central.

O choque de gestão na vida pública exige mais que análise, conhecimento, técnica, etc.  Exige coragem para impor o princípio de gestão sadia aos municípios e esse será o legado final. O choque de gestão no público não pode ser genérico e de uma só vez. É preciso escalonar prioridades e atuar diretamente nelas e diante da crise atual o ideal é iniciar por Finanças, saúde e educação.

Nesse momento, uma controladoria com poderes para dizer sim e não sobre propostas que possam quebrar o objetivo do gestor será de extrema importância.

Medo do futuro. por Clóvis Volpi

O cidadão brasileiro, esteja onde estiver, tem hoje como seu maior drama o “medo do futuro “.

Sem a cultura poupadora, sente por ações e legislações divulgadas pelos governantes e legisladores que sua velhice, seu futuro será incerto e aterrorizador.

Olha pra dentro de casa e vê filhos e netos sem perspectivas de futuro. Não há geração de empregos para suprir essa demanda e a ele, cuja geração ainda respirou prosperidade, envelhece sem poder sonhar manter-se na ativa e vê seus direitos com vida longa para serem incorporados.

Claro que há soluções mas não abrangerão a grande maioria da população e a ela sobrará o que?

O medo do futuro e a incerteza dele, formam os vetores para a violência que cresce assustadoramente gerando desperdícios financeiros que vão do aumento do número de varas criminais, manutenção e custeio além de investimentos em infraestrutura prisionais cada vez mais sofisticadas.

O medo do futuro levou essa massa populacional a iniciar o processo de revisão de seus conceitos para suprir a “síndrome que o infectou “.

Já não há sonhos maiores que poder comer, vestir, saúde e educação.

Cresce nas famílias que tiveram Ascenção social no período fértil da economia o descrédito por objetivos materiais.

Os cidadãos tem agora medo do futuro e descer novamente o degrau da classificação social não será nenhum pesadelo. Ele já viveu isso. …tem experiência. O que assusta a classe governante é como reagirá aquele que não conheceu o degrau debaixo.

O MEDO DO FUTURO FARÁ A TRANSFORMAÇÃO POLITICA FUTURA.

Os que sorrirem com essa esperança serão os vencedores.

Guto Volpi confirma pré-candidatura em Ribeirão Pires.

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Luiz Gustavo Pinheiro Volpi, mais conhecido como Guto Volpi (PR), decide seguir os passos do pai, o ex-prefeito da Estância, Clóvis Volpi (PSDB) e confirma seu nome como pré-candidato à vereador em Ribeirão Pires.

Graduado e pós-graduado em Administração, pelo IMES, Guto Volpi (PR) colocou em prática suas habilidades político-administrativas quando foi secretário da SEJEL – Secretaria de Juventude, Esporte, Lazer, Cultura e Turismo de Ribeirão Pires, durante a última gestão de Clóvis Volpi (PSDB), que atualmente concorrerá ao Executivo de Mauá.

Na época, Guto Volpi transformou a SEJEL em uma marca na cidade. “Os funcionários tinham orgulho em vestir os uniformes da secretaria pois o trabalho era elogiado pela população”, afirma. “Fomos uma grande equipe, com foco e determinação, trabalhando pela cidade”, define.

Guto Volpi

Quanto à seguir os passos do pai, Guto Volpi define Clóvis como um “grande transformador” da cidade. “Eu consigo enxergar todos os acertos e todas as falhas do meu pai, faço as correções necessárias e vou dar continuidade a projetos que não foram finalizados, afinal tem muita coisa boa. Pretendo seguir o legado dele sim, acho isso importante”, afirma o pré-candidato.

Para Guto, uma mudança na Câmara de Vereadores é totalmente necessária nos dias de hoje, os protestos realizados pela população ribeirãopirense nos últimos tempos mostra a insatisfação que existe entre os eleitores. “A impressão que eu tenho hoje é que há falta de fiscalização”.

Um dos fatores que levaram a isso pode ser um pacto de governabilidade: os vereadores fazem bancada governista e permitem que a cidade seja administrada desse jeito. Eu vejo rejeição ao Legislativo por conta disso, porque todo progresso da cidade passa pelos vereadores, explica.

Guto Volpi deixou o PTB no fim de 2015 com mais outros 20 integrantes, hoje o pré-candidato integra a coligação (PR, PSDB e PHS) em que está à pré-candidata à prefeita Rosí de Marco (PSDB), ex-secretária de Educação na gestão Clóvis.