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Portugal e Estados Unidos oferecem oportunidades para brasileiros estudarem nos países.

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O governo português quer dar acesso a direitos sociais, vistos de residência e trabalho automaticamente para pessoas que falem português.

A proposta foi apresentada durante reunião em Brasília, no Itamaraty no início do mês e foi acolhida pelos integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). O acordo tem previsão de entrar em vigor em até dois anos.

Motivos

A economia ainda sente os efeitos da última crise e o salário mínimo em Portugal é um dos menores da União Européia, em torno de €530 – pouco mais de R$ 1.900.

Por isso, boa parte da população economicamente ativa está deixando Portugal e indo morar em outros países da União Europeia, em busca de melhores condições financeiras.

Outro fator é o amadurecimento da população portuguesa. Começa a faltar mão de obra jovem, saudável, instruída e produtiva.

O governo de Portugal vê com bons olhos a renovação de sua população, e incentiva a entrada de pessoas falantes da língua portuguesa.

O Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, confirmou que com a nova lei de acesso aos países lusófonos, se tornará possível para um maior número de profissionais estrangeiros concorrerem a vagas de trabalho, levando-se em conta a equivalência de títulos profissionais e acadêmicos entre essas nações.

Ele disse que um trabalhador brasileiro, por exemplo, que tenha vivido e trabalhado em Portugal, poderá agregar isso a sua aposentadoria amparado pela legislação, a partir deste acordo. Isso inclui direitos sociais, como previdência social e moradia.

A próxima reunião para concretização do projeto deve ocorrer em Cabo Verde, daqui dois anos.

Além do Brasil e Portugal também formam a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa as nações de Moçambique, Angola, Guiné Equatorial, Timor Leste, São Tomé e Príncipe, bem como o própria sede do próximo encontro, Cabo Verde.

Estados Unidos – oportunidade

A conceituada Harvard Medical School está com inscrições abertas para a 6ª edição do curso de pesquisa clínica “PPCR – Principles and Practice of Clinical Research” (Princípios e Prática da Pesquisa Clínica), cujas aulas ocorrem em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisas de Hematologia e Oncologia da Faculdade de Medicina do ABC (CEPHO-FMABC). O objetivo é capacitar profissionais ao desenvolvimento de pesquisa clínica, tendo como bases a metodologia e a expertise de uma das mais conceituadas instituições de ensino e pesquisa do mundo.

O curso de pesquisa clínica da Harvard tem duração de 9 meses, com encontros semanais no anfiteatro do CEPHO, no próprio campus da FMABC em Santo André (SP). As aulas estarão a cargo de professores norte-americanos e serão ao vivo via videoconferência. A equipe do CEPHO coordenará dinâmicas de grupo e demais atividades que necessitem de interação entre os alunos, inclusive com participação de grupos de outras partes do mundo.

Podem se inscrever professores, pesquisadores e demais interessados em realizar pesquisa clínica. As aulas serão sempre às quintas-feiras, das 17h às 20h. Toda a seleção, análises de currículo e dos requisitos mínimos necessários serão feitas diretamente por equipe da Harvard Medical School. O certificado de conclusão do curso também é  emitido pela própria Harvard.

Interessados podem obter mais informações pelos sites www.pesquisaoncologia.com.br e www.ppcr.org ou diretamente no CEPHO, com Karen Sayuri Kusano de Paiva: (11) 4993-5491 (ramal 542) ekaren.paiva@cepho.org.br. As inscrições vão até janeiro de 2017.

Após muitos setembros, o ódio e a estupidez continuam a matar inocentes.

Crianças mortas por gás na Síria.

Crianças mortas por gás na Síria.

Quinze setembros depois, o ódio e a vingança continuam abatendo inocentes. Depois que tombaram as torres gêmeas do Word Trade Center, centenas de milhares de inocentes morreram na guerra santa, no terrorismo de estado, promovido pelos Estados Unidos e Aliados.

Na Líbia, gente desarmada, dormindo em suas casas, foram abatidas pelos ataques aéreos; no Iraque, uma guerra para acabar com “armas de destruição em massa” abateu uma grande parte da população civil; na Somália, norte-americanos armaram uma facção para destruir seus conterrâneos, como no Afeganistão; nos territórios palestinos, os sionistas internacionais sustentam a extinção dos primos-irmãos; na Síria, unidos com Rússia, Inglaterra e Alemanha, os norte-americanos sustentam um ditador, contra seus opositores e contra um bando de loucos que se autodenominaram ISIS.

A data de 11 de setembro serve apenas para incensar o ódio e a estupidez humana.