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Gás de cozinha tem reajuste de 4,4% nesta quinta-feira (5)

Segundo dados do IBGE divulgados em abril, mais de 1,2 milhão de brasileiros deixaram de utilizar o gás de cozinha apenas no ano passado

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira alta de 4,4 por cento no preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, embalado em botijões de até 13 kg, o chamado gás de cozinha, a partir de quinta-feira.

O preço às distribuidoras passará para 23,10 reais o botijão, ante 22,13 reais a partir de 5 de abril, informou a petroleira estatal em seu site. Os ajustes da estatal do gás de cozinha são trimestrais desde janeiro.

A média nacional informada, anterior à incidência de tributos, considera os preços praticados nos diversos pontos de venda, que variam ao longo do território nacional, para mais ou para menos em relação à média, em até 5 por cento.

A petroleira destacou que a desvalorização do real frente ao dólar, que entre março e junho chegou a 16 por cento, e elevações de 22,9 por cento nas cotações internacionais do GLP no mesmo período poderiam levar a um reajuste superior ao divulgado hoje.

“Esse impacto foi diluído pela combinação entre o período de nove meses usado como base para o cálculo do preço… Além do mecanismo de compensação que permitirá que eventuais diferenças entre os preços praticados ao longo do ano e o preço internacional sejam ajustadas ao longo do ano seguinte”, disse a Petrobras.

A atual metodologia da Petrobras para reajustar o gás de cozinha busca conciliar a redução da volatilidade dos preços com os resultados da Petrobras. Segundo a empresa, características específicas do mercado de GLP possibilitaram a adoção de reajustes trimestrais baseados nas cotações internacionais do produto e variações no câmbio.

“Associado a mecanismo de compensação à Petrobras, a metodologia vem permitindo cumprir um dos objetivos da política atual de reduzir a volatilidade dos preços, preservando a saúde financeira da companhia”, disse a Petrobras.

A empresa ressalta em seu site que as revisões feitas podem ou não se refletir no preço final, que incorpora impostos e repasses dos demais agentes do setor de comercialização, como distribuidores e revendedores.

Preço do gás é reajustado em 43,7% nos últimos seis meses.

O botijão de gás é o combustível mais utilizado nas casas de todo o Brasil. Uma pesquisa Datafolha, publicada em 8 de dezembro, mostra que dois terços dos brasileiros consideram que a alta do gás de cozinha compromete muito o orçamento familiar. O mesmo levantamento mostra que 86% dos entrevistados avalia que os sucessivos aumentos deste final de 2017 foram “muito grandes”. A percepção do brasileiro é comprovada pelos dados. O gás, que tem o preço recalculado mensalmente pela Petrobras, vem tendo aumentos consecutivos desde julho.

Segundo dados constantes na página da Petrobras (ver aqui), o botijão de gás de cozinha acumula de julho de 2017 a dezembro do mesmo ano, aumento de 43,7% contra 1,63% de inflação acumulada no período.

Gás de cozinha será reajustado em 8,9% a partir desta terça-feira (05). É o sexto aumento no ano.

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (4/12) que elevará os preços do gás de cozinha, em 8,9% a partir já de terça-feira (5). O reajuste foi motivado principalmente devido à alta das cotações do produto nos mercados internacionais, segundo nota enviada pela estatal. De acordo com a empresa, o aumento não se aplica ao preço do gás destinado a uso industrial e comercial. Este é o sexto reajuste desde junho. O último aconteceu a cerca de um mês.

Gás de cozinha será reajustado em 12,9% a partir de zero hora do dia 11.

A Petrobras aumentou em 12,9% o gás de cozinha (GLP) vendido em botijões de até 13 Kg. O aumento entra em vigor a partir da zero hora da quarta-feira, 11 de outubro.”O porcentual de reajuste foi calculado de acordo com a política de preços divulgada em 07/06/2017 e reflete, principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional”, informou a estatal, em comunicado.

A empresa informa ainda que o aumento ao consumidor dependerá do repasse das distribuidoras e revendedores, mas, se for integralmente, a estimativa é de que o preço do botijão de GLP P-13 possa ser reajustado, em média, em 5,1% ou cerca de R$ 3,09 cada. “Isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”, explicou a companhia.

Gás de cozinha tem aumento de 12,2% a partir desta quarta-feira (06)

A Petrobras anunciou ontem (5), um reajuste de 12,2% para o gás de cozinha, vendido em botijões de até 13 quilos. O aumento foi decidido pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) da empresa e começa a vigorar nesta quarta-feira, 06 de setembro.

A estatal afirmou, entretanto, que o reajuste aplicado “não repassa integralmente a variação de preços do mercado internacional”. O Gemp fará nova avaliação do comportamento do mercado no próximo dia 21, o que poderá culminar em novo reajuste.

A Petrobras destacou que o reajuste previsto foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a empresa indicou que “o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 4,2% ou cerca de R$ 2,44 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”.

A Petrobras reajustou também os preços de venda às distribuidoras do GLP destinado aos usos industrial e comercial. O aumento médio de 2,5% entra em vigor amanhã (6).

Sindigás 

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) estimou que o reajuste para o gás residencial ficará entre 11,3% e 13,2%, de acordo com o polo de suprimento.

Como o aumento não repassa de forma integral a variação de preços do mercado internacional, a entidade calculou que o preço do produto destinado a embalagens até 13 quilos ficará 16,56% abaixo da paridade de importação. Segundo o Sindigás, isso inibe investimentos privados em infraestrutura no setor de abastecimento.

Em relação ao reajuste nos preços do gás industrial, para embalagens acima de 13 quilos, o Sindigás indicou que a variação será entre 2,4% a 2,6%, dependendo do polo de suprimento.

O sindicato externou preocupação com o reajuste para o gás industrial, porque “afasta ainda mais o preço interno dos valores praticados no mercado internacional, impactando justamente setores que precisam reduzir custos”.

De acordo com o Sindigás, esse aumento levará o valor do produto destinado a embalagens maiores que 13 quilos a ficar 39,94% acima da paridade de importação.

Gás de cozinha chegará a R$ 100 até dezembro.

O preço do botijão de gás de cozinha de 13 quilos, poderá chegar a R$ 100 até o final do ano, é o que prevê o Sergás (sindicato dos revendedores de gás do Estado de São Paulo).

O valor estimado para o ano de 2017 é reflexo da política de preços adotada pela Petrobras em junho, que reajusta mensalmente o preço do gás nas distribuidoras. Neste mês de agosto, por exemplo, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) autorizou alta de 6,9%.

Segundo informou a Sergás “setembro contribuirá ainda mais para esse aumento, já que o reajuste mensal coincidirá justamente com o dissídio dos trabalhadores do setor, entre 7% e 8%”.