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Em debate do SBT, Cabo Daciolo enquadra Ciro e Meirelles e Alckmin se enrola com escândalo da merenda

Cabo Daciolo

O candidato do PT à presidência da República, Fernando Haddad, disse que o seu adversário do PDT, Ciro Gomes, queria uma chapa “dream team” (equipe dos sonhos, em tradução livre) que incluísse o petista como candidato a vice. Disse ainda que Ciro o convidou para o posto. A revelação foi feita em debate no SBT realizado nesta quarta-feira (26), em parceria com o jornal Folha de S.Paulo e o portal UOL.

O assunto veio à tona quando Ciro Gomes, dirigindo-se a Marina, disse que o PT não teria vez em uma eventual gestão pedetista (“Neste momento, o PT representa uma coisa muito grave para o país”, disse). Em seguida, no trecho do debate em que profissionais de imprensa fizeram perguntas aos candidatos, o jornalista Fernando Canzian (Folha) quis saber se Haddad, um dos advogados inscritos para visitar Lula na cadeia em Curitiba (PR), onde o ex-presidente cumpre pena desde 7 de abril, continuaria a fazê-lo depois de eleito – o jornalista perguntou se Haddad não seria um “candidato teleguiado” que, uma vez no poder, manteria “uma ponte-aérea entre Brasília e Curitiba”.

“Ele está injustamente preso. A sentença que o condenou não para em pé. Não apresentaram uma única prova contra ele e eu não vou descansar enquanto ele não tiver um julgamento justo. Inclusive no exterior, porque na Organização das Nações Unidas [ONU] já se prevê um julgamento de mérito, no primeiro semestre do ano que vem, pela perseguição que ele vem sofrendo”, reclamou Haddad, afastando em seguida a insinuação de que governaria com Lula.

Fernando Haddad disse que recebeu convite de Ciro para ser o seu vice de chapa

“Não é assim que funciona um governo. Um governo é composto por várias forças políticas que assinam um compromisso com o programa aprovado nas urnas. Acabo de ver o Ciro Gomes dizer que não pretende governar com o PT, mas poucos meses atrás me convidava para vice-presidente na sua chapa, e chamava essa chapa de ‘dream team’, o time dos sonhos. Não é assim que se faz política, demonizando quem está com junto você circunstancialmente”, reclamou Haddad.

Assista à íntegra do debate:

Antes dessa discussão, Ciro já havia questionado os planos do petista para obras de infraestrutura e de desenvolvimento regional, acrescentando que a tarefa requer experiência. “O Brasil precisa de fato de um presidente que entenda a democracia de seu país”, disse Ciro Gomes, que citou obras paradas como herança dos governos petistas e, depois do impeachment de Dilma Rousseff (PT), de Michel Temer (MDB).

Haddad rebateu a declaração e disse que todas as obras estão paradas em razão das restrições impostas pela Emenda Constitucional 95, uma das primeiras medidas do governo Temer, que congelou teto de gastos para investimentos por 20 anos.

Oito presidenciáveis participaram do debate – além de Haddad e Ciro, foram ao estúdio do SBT Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (Psol), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede). O único candidato ausente foi o líder nas pesquisas de intenção de voto, Jair Bolsonaro (PSL), que está desde 6 de outubro, quando foi esfaqueado, internado no Hospital Albert Einstein, fora de risco de morte.

Daciolo de volta

“O senhor ficou doente e correu para o Sírio-Libanês. E o povo? O povo corre pra onde? Por que o senhor não foi para um hospital público?”

O debate no SBT, mediado pelo âncora Carlos Nascimento, marcou a volta do candidato Cabo Daciolo aos debates televisivos e à própria corrida presidencial – ele se retirou em jejum de 21 dias, iniciado em 5 de setembro, em um já folclórico morro no Rio de Janeiro. Deputado federal, o soldado do Corpo de Bombeiros evangélico voltou a roubar a cena com suas constantes citações religiosas e o “glória a Deus” que já virou bordão de campanha.

Daciolo inclusive tomou para si a frase com que Ciro Gomes, no debate da TV Bandeirantes em 10 de agosto, devolveu-lhe uma acusação sobre a fictícia “Ursal”, que seria a “União das Repúblicas Socialistas Latinoamericanas”, e a respeito da suposta paternidade do Foro de São Paulo (“A democracia é uma delícia, uma beleza. Eu dei a vida inteira por ela, e continuarei dando, mas ela tem certos custos”, disse Ciro na ocasião).

Daciolo usou a frase por duas vezes, uma delas para rebater o próprio Ciro e outra para questionar Meirelles. Primeiro dirigiu a Ciro uma pergunta sobre propostas do pedetista para o setor da saúde. Encerrada a resposta, o deputado provocou. “A democracia é uma delícia… O senhor ficou doente e correu para o Sírio-Libanês. E o povo? O povo corre pra onde? Por que o senhor não foi para um hospital público?”, indagou, referindo-se ao procedimento a que Ciro foi submetido ontem (terça, 25) no hospital paulista.

Ao contrário do debate na Band, Ciro não ironizou a colocação de Daciolo e se limitou a responder que foi convidado a ser tratado por um colega médico. Em seguida, admitiu dispor de plano de saúde. “Tenho plano de saúde e não sou demagogo para dizer o oposto”, disparou o pedetista, encerrando a discussão.

“Democracia é muito boa mesmo… A democracia é uma delícia. Estamos diante da pergunta de um banqueiro para um cabo do Corpo de Bombeiros”

Depois sobrou para Meirelles, ex-ministro da Fazenda de Temer frequentemente associado a banqueiros e ao mercado financeiro. Ao responder a uma pergunta do ex-ministro sobre propostas de redução da pobreza, Daciolo fustigou. “Democracia é muito boa mesmo… A democracia é uma delícia. Estamos diante da pergunta de um banqueiro para um cabo do Corpo de Bombeiros”, ironizou o deputado.

“Se você quiser continuar se candidatando à presidência da República, você vai ter que estudar um pouco mais. Nunca fui banqueiro”, devolveu Meirelles, que mais uma vez defendeu no debate suas realizações como homem das finanças e com experiência em gestões de ministérios, Banco Central (no governo Lula) e grandes corporações multinacionais.

Acusações

Haddad foi um dos mais acionados no debate. Mas – agora que se posiciona em segundo lugar em pesquisas de intenção de voto, com chance de disputar o segundo turno – sem voltar à condição de alvo de todos os adversários, como aconteceu no encontro anterior, promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na TV Aparecida, em 20 de setembro.

Na sua vez de interrogar Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente de Lula que apoiou Aécio Neves (PSDB-MG) no segundo turno, nas eleições de 2014, o petista lembrou que ela se posicionou a favor da terceirização e da reforma trabalhista, duas das pautas mais impopulares da gestão Temer. “Você participou desse movimento pelo impeachment e ajudou a colocar Temer lá, para consequências conhecidas”, atacou o ex-prefeito de São Paulo.

“É muito engraçado, Haddad, você vir falar de impeachment, quando você foi pedir apoio a Renan Calheiros [MDB-AL], que também apoiou o impeachment”, rebateu a ex-ministra, referindo-se à aliança do ex-presidente do Senado e de seu grupo político com o PT em Alagoas.

Mais do mesmo

“Você é o Sérgio Cabral que não está preso! Cadê o dinheiro da merenda?”

No mais, o que se viu foi Geraldo Alckmin, em decadência em pesquisas de intenção de voto, com seu discurso de experiência e como representante anti-PT; Alvaro Dias com sua fala sobre moralidade e em defesa da “refundação da República”; e Guilherme Boulos, líder máximo do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), fiel à sua estratégia de enquadrar os “representantes do sistema” e fazer da melhor defesa o ataque. Logo na primeira pergunta, Boulos escolheu Alckmin e sapecou:

“Cadê o dinheiro da merenda?”, vociferou o candidato do Psol, referindo-se ao caso que ficou conhecido como “máfia da merenda escolar”, escândalo de desvio de dinheiro público que abalou o PSDB paulistano entre 2015 e 2016. Em resumo, trata-se de esquema de corrupção em que a Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf) forjava a compra de alimentos de pequenos agricultores para alimentação escolar, mas na verdade os produtos eram adquiridos junto a grandes fornecedores.

Alckmin até tentou se manter no âmbito da pergunta de Boulos sobre a gestão do setor de saúde em São Paulo durante o governo tucano. “São Paulo tem a melhor rede de ensino técnico da America Latina, tem as melhores universidades do país. Não fechamos nenhuma escola”, respondeu. Mas, diante da insistência do adversários na réplica (“O sentimento do povo nas ruas, Alckmin, é o de que você é o Sérgio Cabral que não está preso!”), o tucano acusou o golpe.

“Esse é o nível do candidato à presidência da República. Tenho quarenta anos de vida pública e sempre trabalhei, nunca fui desocupado, nunca invadi propriedade. Não tenho nenhuma condenação em 40 anos de vida pública”, rebateu o tucano, acrescentando que foi seu governo que descobriu o escândalo da merenda escolar – na verdade, as investigações foram feitas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo e culminaram na acusação de membros do PSDB e de sua base aliada na Assembleia Legislativa do estado (Alesp).

Foram convidados ao debate os candidatos que integram partidos ou coligações com pelo menos cinco representantes no Congresso Nacional. O encontro durou cerca de uma hora e 45 minutos e foi dividido em três blocos. A dez dias das eleições, ainda restam debates nas emissoras Record e Globo.

Gabriel Maranhão recorre de expulsão junto ao PSDB Nacional e pede afastamento de Pedro Tobias.

Em documento datado de 25 de abril de 2018, o prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão interpôs ao Diretório Nacional do PSDB um pedido de medida de urgência, visando combater ato do Presidente do Diretório Estadual de São Paulo do PSDB, Pedro Tobias que sumariamente o expulsou dos quadros de filiados ao partido.

“Trata-se de recurso interposto ao Diretório Nacional do PSDB, com pedido de medida de urgência, visando combater ato do Presidente do Diretório Estadual de São Paulo do PSDB que, sem observar e cumprir as formalidades estatutárias e praticando ato de Abuso de Poder determinou ilegalmente a expulsão do recorrente dos quadros de filiados da Agremiação”.

Segundo ainda, a defesa formulada por advogados de defesa de Maranhão:

“Pedro Tobias, presidente estadual do PSDB/SP, agindo de forma ilícita violou os mandamentos do Estatuto do PSDB ao determinar a expulsão sumária do recorrente, sem concessão do imprescindível direito de defesa.  A conduta arbitrária do Presidente Estadual do PSDB deve ser anulada imediatamente/in limine pela Presidência Nacional do Partido determinando, inclusive, o seu afastamento da Direção Estadual da Sigla. Isso porque sua conduta, ao determinar a expulsão de diversos filiados sem conceder sequer o constitucional direito a ampla defesa e usurpando poderes da comissão de ética e de diretórios municipais, assim como do próprio Diretório Regional, demonstra o perigo a democracia interna em nosso Partido”.

Ainda na defesa de Gabriel e acusando Pedro Tobias de arbitrário, os advogados de Maranhão em trecho argumentam: “Isso porque João Dória não é candidato do PSDB a cargo algum. É sabido que os filiados, segundo o Estatuto do PSDB, devem respeitar as deliberações dos órgãos partidários competentes. Sendo assim, o órgão competente para escolher quem será alçado a qualidade de candidato do Partido é a Convenção Partidária. Reunião deliberativa que ainda não ocorreu”.

“É direito do filiado expressar seu posicionamento, até porque em sede de convenção partidária o recorrente teria o direito de defender outra candidatura que não a de João Dória, ainda que não fosse própria (com a opção de coligação). Da mesma forma, poderia o recorrente não só repudiar a possível candidatura de João Dória, mas também votar e influenciar seus colegas de partidos. Apenas após definição em convenção partidária é que surgiria o dever de apoiar o candidato escolhido pelo órgão competente, razão pela qual o Presidente do PSDB/SP cerceou a verdadeira organização e mobilização partidária. “Prévia” não garante o direito legal ou estatutário de qualquer filiado ser candidato. Prévia não é Convenção, não obtendo a mesma extensão legal por não ter a mesma natureza jurídica”.

O documento foi protocolado na tarde deste sábado (28) na sede nacional do PSDB em Brasília e direcionada ao seu presidente, Geraldo Alckmin.

Acompanhe abaixo a íntegra do documento que contém oito páginas

Governo de SP corta transporte de 2 mil alunos de escolas de Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires e Santo André.

Estudantes precisam passar por vias sem calçada e estradas de terra onde serviço não é mais oferecido. Secretaria diz que resultado da licitação do transporte escolar em Santo André foi contestado na Justiça.

A Secretaria Estadual de Educação suspendeu o transporte escolar para quem mora a menos de 2 km da escola – e não enfrenta barreiras pelo caminho – em Santo André e outras duas cidades próximas. Até o ano anterior, os mesmos alunos tinham direito ao serviço.

Em Santo André, são 1.265 alunos que perderam o transporte. Em uma escola do bairro de Cidade Recreio da Borda do Campo, a reportagem constatou que os alunos precisam passar por vias sem calçada para chegar à escola. Na volta, muitos estudantes dependem de ônibus – o ponto também não é pavimentado.

Na cidade de Rio Grande da Serra, perto da região do ABC, mais alunos também não podem mais contar com o transporte. Sem ter com quem deixar os filhos, mães e pais precisam levá-los até a porta da escola.

“Por duas vezes nós montamos uma comissão de pais e fomos até a Diretoria de Ensino. Faz mais de 15 dias e não temos nenhuma resposta”, diz o aposentado Romildo Aparecido de Souza, em frente à Escola Estadual Giuseppe Pisoni. Na frente do local, crianças seguravam cartazes pedindo a volta do serviço.

Na Escola Estadual Marli Raia Reis, no município vizinho de Ribeirão Pires, os pais contam que todos os alunos da unidade estão sem transporte. A reportagem constatou que muitos alunos voltam de ônibus sozinhos.

“Eu acho que eles não querem ver as crianças na escola”, diz a dona de casa Katia Lemos da Costa, que leva os seus filhos e os de alguns vizinhos para a escola na cidade, numa caminhada cuja ida dura 25 minutos.

Outro lado

A Secretaria de Educação do Estado diz que a Diretoria de Ensino de Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires pode retomar o transporte escolar dependendo da situação de cada aluno.

Em Santo André, o resultado da licitação do transporte escolar foi contestado na Justiça, mas a previsão é que o problema seja resolvido no curto prazo. Do G1

FHC questiona viabilidade de Alckmin e pode apoiar nome fora do PSDB.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso indicou, pela primeira vez, que poderá apoiar um nome de fora do PSDB na sucessão presidencial. “Se houver alguém com mais capacidade de juntar, que prove essa capacidade e que tenha princípios próximos aos nossos, temos que apoiar essa pessoa”, disse ele, aos jornalistas Alberto Bombig e Pedro Venceslau, em entrevista publicada no Estado de S. Paulo.

Esse é um marcante capítulo que demonstra crise interna no PSDB, na entrevista desta terça-feira (02), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sinaliza que o candidato oficial da sigla, Geraldo Alckmin, não tem muitas chances de vencer. Segundo FHC, Alckmin ainda precisa provar ser capaz de aglutinar o centro do espectro político e de “transmitir uma mensagem” aos brasileiros.

FHC também reconheceu a capacidade do ex-presidente Lula de se comunicar bem com a população. “É muito importante em uma sociedade de massa que o líder fale. A sociedade nem sempre quer ouvir, mas agora está aberta porque está perplexa. É preciso que alguém toque nas cordas sensíveis à população. O Lula toca de ouvido. O candidato sem capacidade de expressão tem dificuldade de se firmar, ainda que esteja certo”, disse ele.

Sobre Bolsonaro, FHC afirmou que ele tem baixa capacidade de comunicação, ainda que expresse um sentimento de ódio. “Eu não conheço o Bolsonaro. Ele era deputado no meu tempo e não tinha uma expressão maior. Queria me fuzilar, mas nunca dei atenção. Não sei o que ele pensa sobre qualquer tema. Não sei se ele é capaz de expressar o que pensa sobre qualquer tema. Às vezes a pessoa, mesmo sem ter a capacidade de expressar, simboliza.”

Alckmin assume presidência do PSDB. Com ataques a Lula e discurso pró-reformas, diz que vai derrotar o PT.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi aclamado presidente do PSDB na convenção nacional do partido, que ocorreu neste sábado (9/12), em Brasília. Em seu primeiro discurso como comandante da sigla, o paulista mirou o ex-presidente Lula (PT), seu possível adversário nas eleições presidenciais do próximo ano.

“Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder. Ou seja, quer voltar à cena do crime. Será que os petistas merecem uma nova oportunidade? Fiquem certos de uma coisa, meus amigos: nós os derrotaremos nas urnas”, disse Alckmin.

Além disso, ele voltou a afirmar o compromisso dos tucanos com as reformas. “Temos compromisso com as reformas e princípios que vão dar condições para o Brasil voltar a crescer […] Já passou a hora de tirar o peso desse Estado ineficiente das costas dos trabalhadores e dos empreendedores brasileiros. Defendemos reformas que quebrem privilégios e beneficiem a grande maioria das pessoas”, afirmou em discurso.

Alckmin foi escolhido para comandar o PSDB após acordo interno que o escolheu como único candidato. Ele foi eleito com 470 votos a favor e três contra. O governador de Goiás, Marconi Perillo, ficou com a primeira vice-presidência e o deputado Ricardo Tripoli (SP) ficou com a segunda vice-presidência.

Rio Grande da Serra obtém recursos para o esporte e conclusão do Parque Ecológico na cidade.

Comitiva de vereadores e secretários municipais, liderada pelo prefeito Gabriel Maranhão rumou na tarde desta segunda-feira (23) para o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista para assinar contrato para obras no Estádio Municipal Edmundo Luiz Nóbrega Teixeira, o popular Teixeirão e também para o parque Ecológico na cidade. Nessa segunda etapa, os contratos juntos somam R$ 1.257.000,00.

As verbas serão utilizadas para a realização da segunda etapa do Parque Ecológico que consiste na instalação de alambrado na lateral esquerda do Parque na confrontação com a Avenida Edmundo Nóbrega Teixeira. O Parque Ecológico será um grande complexo de lazer, construído em uma área de 89.927,98 mil metros quadrados ao lado do Teixeirão, que também será reformado. A obra está sendo construída em duas etapas.

“Este novo Complexo de lazer atenderá toda população de nossa cidade. Essa área trará com certeza, mais qualidade de vida aos moradores e, também, atrairá visitantes ao nosso município”, afirmou o prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão.

Já no Estádio Municipal Teixeirão os recursos destinam-se implantação de gramado sintético. Ainda neste equipamento público, serão construídas portarias na avenida citada e na rua Flávio Humberto Rebizzi, além de uma entrada de pedestres na Avenida Jean Lieutand, possibilitando acessos ao parque.

Participaram do ato de assinatura o governador Geraldo Alckmin, o prefeito Gabriel Maranhão, Claudinho Monteiro, Marcelo Alves, Claurício Bento, Bibinho Israel Mendonça, Agnaldo de Almeida, Zé Carlos, Arley Alves, Elizângela Reis, Sandra Malvese, João Batista, Zezinho da Lavínia, João Batista da Paixão e Maciel da Padaria.

Segundo o prefeito Maranhão, “é uma alegria muito grande ver um importante espaço público do município sendo recuperado. A reforma era necessária e isso nos traz motivação de trabalhar cada vez mais pelo Esporte da cidade, O Teixeirão foi construído há mais de 30 anos e, durante todo este período, recebeu apenas uma reforma em 2005”, disse Maranhão em vídeo postado nas redes sociais.

FHC: Lula não pode ser desprezado e Alckmin é o tucano mais forte.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou seu sucessor, Lula, provável candidato ao Planalto em 2018, não pode ser desprezado, mas acredita que seria “difícil” repetir o que fez em sua gestão caso se eleja novamente. FHC concedeu entrevistas aos jornais Folha de S.Paulo, Estado de S.Paulo e O Globo sobre seu novo volume do conjunto de livros Diários da Presidência, publicadas neste sábado 25.

Questionado como vê a candidatura Lula, ele diz à Folha: “Acho que, em geral, as pessoas, depois que fizeram, devem inventar outras coisas. No caso do Lula, nem sei se ele realmente quer. Talvez até queira, porque não sei se ele tem na alma outras distrações, outras coisas. Ao ser candidato, ele salva o partido e acusa todo mundo ao dizer que está sendo perseguido. Então, ele não tem muita opção”.

“O Lula, quando ganhou, conseguiu penetrar em setores da classe média e, sobretudo, nos que têm recursos, nos empresários. Hoje é difícil [repetir isso]. Não se pode dizer que não acontecerá, mas é pouco provável. O Lula não é para ser nunca desprezado. Mas é mais fácil criticar hoje”, acrescentou.

Na entrevista ao Estado de S.Paulo, FHC destacou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), como o nome mais forte do partido para disputar a presidência em 2018. Ele criticou o modo de gestor do prefeito João Doria, que também vem tendo o nome considerado para uma eventual candidatura.

“O momento é para o não político, mas é político”, afirmou. “O que é político com ‘p’ maiúsculo? Alguém que inspira, que pode conduzir. Se você for um gestor, você não vai inspirar nada. Tem de ser líder, e líder é alguém que inspira o caminho. No caso, quem ganha eleição inspira de alguma maneira. Vai inspirar o Brasil? Não é simples”, disse FHC.

Polícia apreende foto de suspeito da máfia da merenda exibindo maços de dinheiro.

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A Polícia Civil de São Paulo apreendeu uma foto em que um suspeito de integrar a “máfia da merenda” aparece exibindo maços de dinheiro.

A imagem foi coletada na primeira etapa da operação Alba Branca, que investiga um esquema de fraude em licitações para o fornecimento de merendas no governo do tucano Geraldo Alckmin e em outras 22 cidades.

O homem que aparece na foto é Carlos Luciano Lopes e trabalhava como vendedor na Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf). Ele foi preso no dia 19 janeiro e liberado após prestar depoimento. Os investigadores ainda não sabem se o dinheiro que aparece nas imagens é resultado de propina.

De acordo com informações do jornal “Folha de S. Paulo”, Lopes acusou o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Fernando Capez, de ser um dos beneficiários do esquema. O deputado nega as acusações e afirma que as denúncias têm “cunho político”.

“Nós confiamos em Aécio Neves”, diz governador Alckmin.

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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defendeu nesta quarta-feira, 16, o presidente do seu partido, senador Aécio Neves, que foi acusado pelo senador Delcídio do Amaral de ser beneficiário de um “grande esquema de corrupção” na estatal Furnas, cujo produto da propina seria guardado em uma conta secreta no principado de Liechtenstein (leia mais).

“Ele já refutou essas alegações. Nós confiamos no Aécio Neves. Para todas as pessoas vale a Justiça. Ela que vai investigar e decidir”, disse o governador Geraldo Alckmin, durante solenidade relacionada a moradias populares.

Apesar do discurso contemporizador de Alckmin, dentro do PSDB a avaliação é que a delação do senador Delcídio do Amaral atinge o partido “como um todo” (leia mais).

Alckmin também minimizou o fato de ter sido vaiado junto com Aécio e outros políticos de oposição, durante participação nas manifestações de domingo, 13. “É absolutamente natural num evento tão grande ter alguém que não concorde. Mas cumpri o meu dever. Quero enaltecer que foi uma manifestação pacífica”, disse.

Dilma pede respeito à liberdade de expressão.

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O governo da presidente Dilma Rousseff, alvo principal dos protestos que ocorreram neste domingo 13 em todo o País, emitiu uma nota em que defende que “a liberdade de manifestação é própria das democracias e por todos deve ser respeitada”.

Dilma já havia se manifestado na sexta-feira 11 sobre os protestos, em uma coletiva à imprensa. Na ocasião, ela fez um discurso parecido, em defesa da liberdade de se manifestar, independente do propósito do ato.

Leia a íntegra da nota:

Nota à imprensa

“A liberdade de manifestação é própria das democracias e por todos deve ser respeitada.

O caráter pacífico das manifestações ocorridas neste domingo demonstra a maturidade de um país que sabe conviver com opiniões divergentes e sabe garantir o respeito às suas leis e às instituições.”

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Aécio e Alckmin são vaiados e chamados de ladrão em ato contra o governo na Avenida Paulista

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Dois presidenciáveis tucanos, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador Geraldo Alckmin, que esperavam ser aclamados pela população neste domingo, foram surpreendidos com a reação hostil dos manifestantes.

Ambos foram recebidos com vaias, sendo chamados de corruptos e ladrões de merenda escolar, em referência ao escândalo do desvio de recursos da merenda escolar na gestão de Alckmin.

Mais cedo, Alckmin recebeu, na ala residencial do Palácio dos Bandeirantes, uma comitiva formada por senadores e deputados da oposição. Em entrevista coletiva ele disse que “é preciso virar a página”.

“Precisamos virar essa página. Precisamos de uma solução rápida para retomar o crescimento”.

A deputada federal Jandira Feghali, do PC do B, avaliou que a recepção aos tucanos serve como lição. “É para esses políticos da oposição verem que tipo de manifestação apoiam e financiam. A criminalização da política atinge todos. Assim é que surgem os apolíticos e viram heróis”, disse a comunista.

Assista ao vídeo do momento da agressão e leia mais na reportagem da Agência Brasil clicando aqui:

Braço direito de Alckmin é investigado por enriquecimento ilícito.

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O Ministério Público de São Paulo instaurou nessa segunda-feira, 29, inquérito para investigar suspeita de enriquecimento ilícito contra o secretário-chefe da Casa Civil de São Paulo, Edson Aparecido dos Santos, o nº 1 do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Aparecido é suspeito de ter comprado um apartamento de luxo por um valor até 70% inferior ao de mercado, de uma construtora que tem contratos com o governo estadual (leia mais).

Promotor de Justiça Marcelo Camargo Milani, que irá investigar o caso, afirmou que há “notícia de possível atentado aos princípios da administração pública e de possível enriquecimento indevido, a configurar, em tese, a prática de atos de improbidade administrativa, sendo necessária a coleta de outras informações para orientar a eventual tomada de providências legais e pertinentes”. Milani estipulou prazo de dez dias para que o secretário da Casa Civil, após ser comunicado, preste “eventuais esclarecimentos”.