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Assassino de Júlia Beatriz é preso pela Polícia.

Foi preso no último dia 24 de maio, Paulo Cesar Alves de Oliveira, vulgo Novo, acusado de em 28 de janeiro de 2018 ter assassinado com diversos golpes de faca, a estudante Júlia Beatriz, com apenas 17 anos.

Desde o trágico assassinato, nas ruas de Ribeirão Pires, uma grande operação foi montada entre as polícias Civil, Militar e a Guarda Civil Municipal (GCM) da Estância para prender o suspeito de ter assassinado covardemente a estudante.

No momento de sua prisão, após ser abordado por Policias Militares na avenida Brigadeiro Luiz Antônio, Bela Vista – São Paulo, o acusado pelo homicídio não portava documentos pessoais de identificação e tentou enganar os policiais passando informações divergentes sobre a sua real identidade. Conduzido ao distrito policial e após pesquisa, verificou-se que o mesmo era procurado da justiça, constando um mandato de prisão datado de 29 de janeiro de 2018 expedido pela 1ª Vara da Ribeirão Pires. O acusado se encontra preso no CDP de Pinheiros a disposição da Justiça.

Relembrando o caso

A estudante foi covardemente assassinada, ela completaria 18 anos em 16 de junho

Sua última aparição que se tinha conhecimento foi em 27 de janeiro, no centro de Ribeirão Pires, portando uma mochila nas costas, encarava Júlia Beatriz, seu namorado e uma outra adolescente. O trio de jovens seguiu para o Terminal Rodoviário para pegar um ônibus com destino a Vila Suíssa, onde mora o namorado de Júlia Beatriz. Ao se aproximarem da residência, Paulo Cesar já os aguardava com uma faca nas mãos e com atitude ameaçadora. Os três correram, sendo Júlia Beatriz alcançada enquanto descia por um escadão onde levou a primeira facada na região da nuca, logo em seguida foram desferidos golpes que perfuraram o seu tórax e costas. Os outros dois jovens conseguiram se salvar e o assassino empreendeu fuga a pé.

Ainda que gravemente ferida, Júlia Beatriz, em seus últimos suspiros de vida, conseguiu chegar e adentrar a casa de sua sogra, onde foi acionado o socorro pela vizinhança, onde equipe dos bombeiros e Samu a encontraram desacordada, realizaram procedimentos de reanimação. Júlia Beatriz não resistiu e veio a óbito.

Júlia Beatriz Nascimento Souza completaria 18 anos em 16 de junho próximo e foi sepultada na manhã do dia 29 de janeiro, as 9h no Cemitério Municipal da Estância Turística de Ribeirão Pires.

Bancada da bala quer reduzir limite de idade para compra de armas.

Em nova investida contra o Estatuto do Desarmamento, a bancada da bala tentará relaxar as regras para compra, registro e porte e armas de fogo. Desta vez, os deputados querem liberar a compra de armas por qualquer pessoa com 21 anos de idade, desde que não tenha antecedentes criminais e não seja reprovado em teste de sanidade mental.

Principal defensor da proposta, o deputado Alberto Fraga (DEM-DF) afirmou em sua página no Facebook que “não faz sentindo vermos famílias sendo assassinadas, trabalhador assaltado e o bandido com a certeza que ninguém tem uma arma para se defender”. Segundo o parlamentar, a proposta tem apoio popular. O estatuto de desarmamento prevê, atualmente, a compra de armas a partir dos 25 anos de idade.

O deputado já conseguiu assinatura dos líderes para que a proposta seja votada em regime de urgência. Agora, cabe ao presidente da Câmara Rodrigo maia (DEM-RJ), decidir quando o projeto entrará na pauta. Segundo informações do repórter Jailton de Carvalho, do jornal O Globo, a votação da proposta faz parte de um acordo para reeleição de Maia ter o apoio da bancada da bala. O presidente da Casa, porém, nega que haja este combinado.

Atualmente o porte de armas de fogo é limitado a categorias e pessoas que comprovem a necessidade de andar armado como medida de autoproteção. O projeto 3.722, do deputado Rogério Peninha (PMDB-SC), também dispensa a renovação do registro, que deverá ser feito apenas no momento da compra da arma. Atualmente, o dono da arma precisa renovar sua concessão a cada três anos para o Estado garantir a atualização de armas perdidas e roubadas.

Leia a íntegra da matéria do Globo

Corpos encontrados em matagal em Mogi das Cruzes são de jovens desaparecidos.

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Os cinco corpos encontrados na zona rural de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, são dos jovens desaparecidos há mais de duas semanas, na zona leste da capital, segundo apontam as investigações. De acordo com o ouvidor da Policia de São Paulo, Julio Cesar das Neves, dois corpos foram reconhecidos pelos familiares por causa de uma prótese na tíbia e de uma cirurgia na coluna.

SÃO PAULO, SP, 07.11.2016: VIOLÊNCIA-SP - Familiares chegam ao IML central para reconhecimento dos cinco corpos que foram encontrados, neste domingo (6) na região de Mogi das Cruzes (SP). Cinco jovens estão desaparecidos desde 21 de outubro. (Foto: Marcelo Goncalves/Sigmapress/Folhapress)

A mãe de um dos jovens confirmou que o filho tinha essa prótese. A outra evidência, na coluna, aponta que se trata do corpo de outro rapaz, que era cadeirante.

Neves confirmou ainda que os cinco jovens foram executados, por causa das marcas de bala na cabeça e porque uma das vítimas estava com os braços para trás, amarrados com lacre plástico. Ainda não é possível saber a autoria dos crimes.

Tortura

Segundo Luiz Carlos dos Santos, vice-presidente do Condepe (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana), as mãos de Robson estavam presas por “enforca gato”, uma espécie de lacre de plástico. “O cadeirante tinha sinais de execução, com a mão amarrada com o enforca gato e sinais de tortura. A cabeça não foi encontrada”, declarou.

O reconhecimento também foi possível no corpo de Caique Henrique Machado Silva, de 18 anos. A mãe do jovem disse que ele tem prótese na tíbia, osso da perna, o que confere com o corpo encontrado. O condutor do veículo, Jonas Ferreira Januário, de 30 anos, foi identificado por familiares por meio de cirurgias e tatuagens.

Luiz Carlos disse que os outros dois corpos, que podem ser Jonathan Moreira Ferreira, 18 anos, e César Augusto Gomes Silva, 20 anos, estão irreconhecíveis. “Os familiares estão indo ao hospital fazer a coleta de saliva e cabelo para fazer o exame de DNA. Amanhã, a polícia vai colher mais depoimentos, tem uma série de depoimentos”, disse ele.

O caso

No dia 21 de outubro, Jonathan Moreira Ferreira, Caique Machado Silva, Cesar Augusto Gomes, Jonas Ferreira Januario e Robson Donato de Paula, com idades entre 18 e 30 anos, desapareceram quando a caminho de uma chácara para participar de um churrasco.

O último contato com uma das vítimas aconteceu na tarde do dia 21, pelo aplicativo WhatsApp. Segundo testemunhas, Jonathan teria enviado uma mensagem de voz para uma amiga afirmando que tinham sido parados em uma blitz policial.

Secretaria de Segurança Pública

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa, afirmou que não há indícios da participação de policiais no desaparecimento dos cinco jovens.

O caso é acompanhado pela Corregedoria da PM e pela Ouvidoria das Polícias devido às suspeitas do envolvimento de policiais no desaparecimento. Robson ficou paraplégico ao ser baleado em confronto com a polícia, o que poderia ter motivado vingança dos policiais.

A investigação segue pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

O carro que era usado pelo grupo foi localizado dois dias após o sumiço, abandonado no Rodoanel. De acordo com parentes, o ultimo contato dos jovens foi feito justamente do local.

Rosângela Silva morre 11 dias após ser vitimada por 5 tiros.

rosangela Silva

Após 11 dias internada no Hospital Mário Covas, faleceu na manhã desta quinta-feira (28), Rosângela Pereira da Silva, de 38 anos. Rosângela foi vitima de 5 disparos de arma de fogo em frente a sua residência no Jardim Alvorada enquanto estacionava seu carro por desconhecidos.

Testemunhas informam que o bárbaro crime que ocorreu no dia 17 deste mês teve a autoria de três indivíduos que rondavam pelas proximidades – na mesma data – a bordo de um Fiat Uno de cor prata.