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Preço do gás é reajustado em 43,7% nos últimos seis meses.

O botijão de gás é o combustível mais utilizado nas casas de todo o Brasil. Uma pesquisa Datafolha, publicada em 8 de dezembro, mostra que dois terços dos brasileiros consideram que a alta do gás de cozinha compromete muito o orçamento familiar. O mesmo levantamento mostra que 86% dos entrevistados avalia que os sucessivos aumentos deste final de 2017 foram “muito grandes”. A percepção do brasileiro é comprovada pelos dados. O gás, que tem o preço recalculado mensalmente pela Petrobras, vem tendo aumentos consecutivos desde julho.

Segundo dados constantes na página da Petrobras (ver aqui), o botijão de gás de cozinha acumula de julho de 2017 a dezembro do mesmo ano, aumento de 43,7% contra 1,63% de inflação acumulada no período.

Gasolina sobe 1,90% e diesel 2,30% a partir desta sexta-feira (26).

A Petrobras anunciou um novo reajuste para os combustíveis, com aumento de 1,90% no preço da gasolina nas refinarias e alta de 2,30% no preço do diesel. Os novos valores valem a partir da sexta-feira, dia 26.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho de 2017, desde então sucessivos reajustes vem sendo aplicados. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Para acessar as informações no Portal da Petrobras clique aqui.

Gás de cozinha será reajustado em 8,9% a partir desta terça-feira (05). É o sexto aumento no ano.

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (4/12) que elevará os preços do gás de cozinha, em 8,9% a partir já de terça-feira (5). O reajuste foi motivado principalmente devido à alta das cotações do produto nos mercados internacionais, segundo nota enviada pela estatal. De acordo com a empresa, o aumento não se aplica ao preço do gás destinado a uso industrial e comercial. Este é o sexto reajuste desde junho. O último aconteceu a cerca de um mês.

Gás de cozinha será reajustado em 12,9% a partir de zero hora do dia 11.

A Petrobras aumentou em 12,9% o gás de cozinha (GLP) vendido em botijões de até 13 Kg. O aumento entra em vigor a partir da zero hora da quarta-feira, 11 de outubro.”O porcentual de reajuste foi calculado de acordo com a política de preços divulgada em 07/06/2017 e reflete, principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional”, informou a estatal, em comunicado.

A empresa informa ainda que o aumento ao consumidor dependerá do repasse das distribuidoras e revendedores, mas, se for integralmente, a estimativa é de que o preço do botijão de GLP P-13 possa ser reajustado, em média, em 5,1% ou cerca de R$ 3,09 cada. “Isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”, explicou a companhia.

Vem aí um novo aumento dos combustíveis, a contar desta terça-feira (29).

A partir de amanhã (29), o preço da gasolina nas refinarias sofrerá um aumento de 1,1% e o do diesel de 0,4%. O anúncio foi feito hoje (28) pela Petrobras e segue a nova política de ajuste de preço, que tem como base o preço de paridade de importação.

O ajuste anterior havia sido anunciado no sábado (26), com aumento de 1,2% na gasolina e diminuição de 0,7% no diesel. A nova política foi adotada no começo de julho e, desde então, os reajustes são feitos quase que diariamente. Os percentuais podem ser acompanhados no site da Petrobras.

Gás de cozinha chegará a R$ 100 até dezembro.

O preço do botijão de gás de cozinha de 13 quilos, poderá chegar a R$ 100 até o final do ano, é o que prevê o Sergás (sindicato dos revendedores de gás do Estado de São Paulo).

O valor estimado para o ano de 2017 é reflexo da política de preços adotada pela Petrobras em junho, que reajusta mensalmente o preço do gás nas distribuidoras. Neste mês de agosto, por exemplo, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) autorizou alta de 6,9%.

Segundo informou a Sergás “setembro contribuirá ainda mais para esse aumento, já que o reajuste mensal coincidirá justamente com o dissídio dos trabalhadores do setor, entre 7% e 8%”.

Ribeirão Pires tem a gasolina, álcool e diesel mais caros do ABC.

A cidade de Ribeirão Pires tem o litro de gasolina mais caro entre as sete cidades do Grande ABC.

Levantamento feito pela Agência Nacional de Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis (ANP), aponta que o combustível está custando R$ 3,63.

São Bernardo do Campo R$ 3,58, Mauá R$ 3,55 o litro, Santo André (R$ 3,53 o litro) e Diadema (R$ 3,41 por litro).

São Caetano do Sul foi a única cidade na região onde houve recuo nos valores. Nesta cidade passou de R$ 3,33 para R$ 3,29 o litro.

Rio Grande da Serra não tem preços coletados – que não apresentou pesquisa entre 30 de julho e 5 de agosto.

Na média, a gasolina subiu 6,18% na região, ao passar de R$ 3,29 para R$ 3,50 após a alta dos impostos. O etanol teve aumento de 6,10%, de R$ 2,27 para R$ 2,41. E o diesel, de 4,5%, de R$ 2,85 a R$ 2,98.

Em relação ao etanol (álcool), o cenário é o mesmo: Ribeirão Pires liderado com preço mais caro R$ 2,57 por litro. São Bernardo do Campo R$ 2,47, Mauá e Santo André vêm logo em seguida (R$ 2,41), enquanto Diadema (R$ 2,34) e São Caetano (R$ 2,26) detêm os menores valores.

Quanto ao diesel, o cenário se mostra mais equilibrado, com Ribeirão Pires novamente encabeçando a lista, com o litro a R$ 3,13, seguido de Santo André e São Bernardo (R$ 3,09). Em Mauá, o preço gira em torno de R$ 3,08. Diadema e São Caetano encerram a lista com o combustível custando R$ 2,88 e R$ 2,62, respectivamente.

No dia 20 de julho, o governo, por meio de decreto, anunciou o aumento das alíquotas de PIS/Cofins, que incidiu em aumento de R$ 0,41 na gasolina e R$ 0,21 no diesel nas refinarias. Quanto ao etanol, após elevar o combustível em R$ 0,20, o governo recuou para R$ 0,11 nas usinas.

Temer autoriza novo aumento de energia a partir de agosto.

As contas de luz terão bandeira vermelha no mês de agosto. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira, 28, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Com a bandeira vermelha, a tarifa de energia terá cobrança adicional no mês que vem, de R$ 3,00 a cada 100 kWh consumidos.

De acordo com a Aneel, houve necessidade de aumento dos gastos de geração de energia previstos para agosto. No mês de julho, vigorou a bandeira amarela, que adiciona R$ 2,00 a cada 100 kWh de consumidos. Em junho, foi acionada a bandeira verde, que não traz custo adicional ao consumidor.

Nos meses maio e abril, vigorou a bandeira vermelha em seu primeiro patamar. Em março, foi acionada a bandeira amarela. Em janeiro e fevereiro deste ano, vigorou a bandeira verde.

Lá vai o Brasil, descendo a ladeira!

O Banco Central divulgou nesta sexta-feira (14), o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) para o mês de maio, com queda de -0,51%. Para o período de 12 meses, a queda foi de -2,22%. O resultado é o pior para maio desde 2015, quando deu início ao golpe parlamentar de estado que depôs Dilma Roussef. Naquele ano, o país teve forte retração.

Se o desempenho de maio se repetir nos meses seguintes, descontando o fim do ano, quando sazonalmente a economia melhora, o crescimento poderá fechar o ano com resultado abaixo de -2%.

Municípios estão proibidos de conceder aumento real a servidores.

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A partir de hoje (5), os municípios não podem conceder aumento real (acima da inflação) ao funcionalismo público. A proibição, prevista na Lei 9.504 de 1997, que regula as eleições no país, começa a vigorar seis meses antes do pleito e vale até a posse dos eleitos. O advogado João Fernando Lopes de Carvalho, especialista em direito eleitoral, diz que a intenção é que o reajuste não seja usado como instrumento nas eleições.

“A ideia é impedir promessas ou algum incentivo a favor de candidatos que estejam disputando a reeleição ou tenham apoio do outro [que está exercendo o mandato]”, afirma Carvalho.  Segundo ele, a medida este ano só atinge os servidores municipais. “A lei prevê que a proibição é na circunscrição do pleito”.

Em julho, quando faltarão três meses para a eleição, as regras ficarão mais restritas: não será permitido nomear, contratar, demitir, exonerar ou transferir servidor público, exceto em alguns casos. O advogado diz que as exceções abrangem casos emergenciais, ou concurso público feito anteriormente. “Poderão ser contratados servidores para serviços urgentes, inadiáveis, devidamente justificados. Ou então, aqueles já aprovados em concurso público antes da eleição”.

Nesses casos, de acordo com o calendário eleitoral de 2016 divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o resultado do concurso deve ter sido homologado até 2 de julho. Também é permitido, nesses três meses, nomear ou exonerar ocupantes de cargos em comissão, bem como transferir ou remover militares, policiais civis e agentes penitenciários.

A lei prevê ainda que nos três meses que antecedem as eleições têm de ser suspensas as transferências voluntárias de recursos da União e dos estados aos municípios. As transferências só serão permitidas se destinadas a cumprir obrigação preexistente para execução de obra ou serviço, ou a atender situações de emergência e calamidade pública.