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Ribeirão Pires: Servidores podem ficar sem Kit de Natal. Vereadores cobram posição de Kiko.

14 dias após a retirada do projeto nº 079/17 da pauta de votação da Câmara de Vereadores, Governo Kiko se cala e cria expectativa entre os servidores.

Segundo a proposta, o governo pretendia através de termo de colaboração entre o executivo municipal e o Sindserv o repasse de R$ 474.005,10 para a entidade sindical para que a mesma adquirisse e repassasse os Kit’s de Natal aos trabalhadores ao custo individual de R$ 129,90. No total seriam 3.649 Kit’s.

Resistentes a proposta, os edis de forma articulada, se anteciparam e elaboraram emenda legislativa ao projeto defendendo para que os valores de R$ 129,90 fossem creditados no Cartão Servidor o que possibilitaria aos trabalhadores a escolha dos itens a serem comprados bem como um aquecimento na economia local.

O vereador Amigão D’orto no dia de de dezembro encaminhou ao Paço um ofício cobrando definição sobre o pagamento do Kit de Natal.

“O projeto foi retirado pelo Executivo sob alegação de falta de recursos após a apresentação de uma emenda que atendia a vontade dos funcionários públicos de que o valor de R$ 129 fosse depositado diretamente no Cartão Servidor ao invés de ser destinado ao sindicato para compra de um Kit. Desde então, nenhuma palavra foi dita. Aguardo uma resposta o mais rápido possível”, disse o edil em sua página nas redes sociais.

Já os vereadores, Danilo da Sopa, Rubão Fernandes e Edmar Oldani, produziram vídeo onde esclarecem a sisposição em atender a solicitação dos trabalhadores em receber o benefício ao mesmo tempo em que questionam a falta de resposta por parte do prefeito Kiko. ver vídeo abaixo.

Kiko se cala diante de Kit de Natal.

O vereador Amigão D’orto através do ofício n° 013/2017 dirigido ao prefeito Kiko Teixeira nesta quarta-feira (13) questiona sobre o Kit de Natal ora proposto pelo executivo.

No documento, o edil justifica a solicitação em função da retirada do Projeto de Lei n° 079/2017 da pauta de votação de sessão extraordinária realizada no dia 04 de dezembro, nenhuma informação foi repassada até o presente momento.

“Protocolei hoje junto ao Prefeito Kiko um ofício cobrando uma definição sobre o pagamento do Kit de Natal. O projeto foi retirado pelo Executivo sob alegação de falta de recursos após a apresentação de uma emenda que atendia a vontade dos funcionários públicos de que o valor de R$ 129 fosse depositado diretamente no Cartão Servidor ao invés de ser destinado ao sindicato para compra de um Kit. Desde então, nenhuma palavra foi dita”, disse Amigão.

A informação sobre o requerimento ao executivo já tomou proporções juntos aos servidores, tanto que o Sindicato dos Professores municipais já divulga o documento em apoio.

Segundo este blog tem acompanhando, a retirada do projeto de Lei, se deu após o sentir rejeição por parte dos vereadores. Segundo a proposta apresentada pelo executivo, era pretendido repassar quase R$ 500 mil reais para o Sindserv comprar os Kit’s de natal. Para saber mais, clique aqui.

Servidores contestam e pedem que os valores sejam creditados no Cartão Servidor. Uma enquete foi realizada na página pessoal do vereador Amigão D’orto, onde maciçamente os participantes opinaram pelo beneficio em espécie uma vez que possibilitaria os mesmos a escolherem os seus itens.

Kit de Natal: Vereadores agiram certo em solicitar crédito no Cartão Servidor. Saibam porque.

Após a retirada da pauta de votação a pedido do prefeito Kiko Teixeira (PSB), onde os vereadores do município discordavam em autorizar celebração de convênio entre a prefeitura e o Sindserv onde seria repassado R$ R$ 474.005,10 para a entidade sindical, o blog Caso de Política de posse da íntegra do documento enviado ao parlamento municipal, pode-se constatar ao final do “debuxo” (anexo I), verifica-se uma relação com quantidade e descrição dos produtos que constariam em cada um dos 3.649 Kit’s de Natal a serem entregues aos servidores municipais de Ribeirão Pires. Para saber mais sobre o ocorrido na sessão, clique aqui.

Ainda na mesma página consta o nome da empresa “Casas Máxima”, localizada na cidade de Mairinque e especializada no segmento de cestas básicas e cestas de natal.

Na relação de itens do Projeto de Lei nº 079/17 consta (imagem abaixo):

A surpresa veio após consulta na página oficial da empresa “Casas Máxima”, uma série de opções de cesta montadas com significativo sortimento e qualidade nos produtos ofertados.

Constatamos cestas nos mesmos padrões da que seria ofertada pela parceria da prefeitura com o Sindserv com valores muito inferiores aos R$ 129,90.

Diante do exposto, não resta nenhuma sombra de dúvidas de que todos os 17 vereadores agiram com grande responsabilidade ao proporem ao prefeito Kiko Teixeira para que os R$ 129,90 deveriam ser creditados no Cartão Servidor. As razões são justas, sendo que os 3.649 servidores municipais que seriam agraciados com o benefício poderiam aquecer o comercio local consumindo produtos. Afinal são R$ R$ 474.005,10.

Segundo informou o presidente Rubão Fernandes ao ser comunicado do projeto da votação, o executivo deve agendar reunião para os próximos dias para tratar do assunto e que o benefício não foi cancelado e que espera que o prefeito Kiko acate a vontade dos trabalhadores que solicitam os R$ 129,90 creditados no Cartão Servidor uma vez que já havia destinação da verba.

Para o leitor que quiser conferir a tabela da premiada e conceituada “Casas Máxima” basta clicar aqui. Abaixo seguem as imagens das cestas com os seus respectivos valores.

Antes de concluiu vale ressaltar aqui que um item nos chamou a atenção. O item 16, é iguaria das mais finas e raras! Talvez o “pirulito Bimbolito” explique as discrepâncias!

Governo Kiko retira projeto do Kit Natal. Vereadores rejeitam íntegra da proposta.

Prevendo uma segunda derrota no mesmo dia, o governo Kiko retirou o projeto nº 079/17 que previa autorização para termo de colaboração entre o executivo municipal e o Sindserv.

Sem se colocarem contra o Kit de Natal, o questionamento por parte dos edis se embasava com duras críticas ao repasse previsto na proposta de R$ 474.005,10 para a entidade sindical.

Segundo a proposta seria repassado a entidades o valor para a compra de 3.649 Kit de natal ao valor individual de R$ 129,90.

Resistentes a proposta, os edis de forma articulada, se anteciparam e elaboraram emenda legislativa ao projeto defendendo para que os valores de R$ 129,90 fossem creditados no Cartão Servidor o que possibilitaria aos trabalhadores a escolha dos itens a serem comprados bem como um aquecimento na economia local.

Uma das razões pela negativa dos vereadores reside no histórico do Sindserv que em convênios anteriores celebrados com a prefeitura não cumpriu com suas obrigações supostamente causando prejuízos aos servidores e ao erário público, conforme já noticiamos aqui no blog Caso de Política. Ver aqui

O Sindserv traz consigo uma série de antecedentes negativos no tocante aos convênios assinados com o executivo municipal. A entidade em 20 de junho de 2017 foi condenada pela 3ª vara do Foro de Ribeirão Pires  e decretou penhora de um veículo para o pagamento de uma dívida no valor de R$ 18.617,18 em favor da Comercial João Afonso Ltda, empresa esta que fornecia cestas básicas. (ver aqui)

Pesa ainda sobre o Sindserv, onde através de convênio assinado com a prefeitura, o fornecimento de cesta básica com produtos de baixa qualidade e mais recentemente repasses feitos pela prefeitura para pagamento dos convênios com farmácias e assistência odontológica foram desviados o que levou a expulsão de Simone Beatriz, aliada de primeira hora da atual presidente Dalva Aparecida. (ver aqui)

Em entrevista ao Caso de Política, o presidente da Câmara de Ribeirão Pires se posicional sobre o entendimento da Casa de Leis, enfatizando que todos os vereadores são favoráveis ao Kit de Natal mas de maneira que os trabalhadores sejam prestigiados com o crédito no Cartão Servidor o que possibilitaria o aquecimento da economia local. Abaixo o depoimento.