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Marcelo Oliveira propõe Comissão Especial para acompanhamento e fiscalização pela falta de água em Mauá.

Preocupado com a constante falta de água na cidade, o vereador Marcelo Oliveira (PT), apresentou requerimento sugerindo a criação de uma “Comissão Especial” para acompanhamento e fiscalização no sentido de encontrar soluções para o problema. No documento, Marcelo Oliveira sugere a possibilidade de repactuação no contrato de concessão entre as partes (SABESP e SAMA).

“A população não aguenta mais a falta de água nas torneiras. Essa comissão é para encontrar um caminho junto com o governo entender o que está acontecendo”, ressalta Marcelo Oliveira.

A propositura apresentada por Oliveira na sessão da Câmara Municipal do dia 20 de março tem por objetivo inserir o poder legislativo nas discussões acerca da busca de  soluções para essa “crise hídrica municipal”, uma vez que os vereadores são os agentes públicos com atribuição de fiscalizar e representar o povo.

“Vou continuar dialogando com os demais vereadores sobre a importância da criação dessa comissão, já que a votação será na próxima sessão (27/03). Esse requerimento não é da situação nem da oposição, é da cidade”, conclui Marcelo Oliveira.

Mauá: Ex-funcionários da Fundação ABC ocupam Câmara e exigem salários dos demitidos.

Um grupo de manifestantes ocupou a Câmara Municipal de Mauá no final da tarde desta terça-feira (05) para pressionar abertura de diálogo com prefeito Átila Jacomussi (PSB). O objetivo dos manifestantes é cobrar salário e direitos trabalhistas dos funcionários demitidos da Fundação ABC.

Segundo informações levantadas, os Servidores eram terceirizados e foram dispensados sem justa causa e que ainda não receberam as indenizações por conta disso não conseguem dar entrada no seguro-desemprego porque não me pagaram a rescisão.

A estimativa é de que aproximadamente 700 trabalhadores (segundo os manifestantes) estejam nessa mesma situação.

Neste momento enquanto concluíamos essa reportagem, formos informados de que o secretário de saúde para negociar com os manifestantes uma vez que o prefeito Atila Jacomussi não se encontra na cidade.

Em vídeo postado pela manifestante Taty Nunes, os ocupantes lutam por seus direitos e pela qualidade da saúde no município de Mauá e estão dispostos a passarem dias na Casa de Lei caso não tenham as suas reivindicações atendidas.

A polêmica que envolve a Fundação ABC

Reportagem feita pelo blog Caso de Política em 18 de setembro de 2017 (ver aqui), onde o vereador Marcelo Oliveira (PT), se utilizando da Tribuna denunciou o prefeito Átila Jacomussi (PSB) de estar realizando contratações irregulares para o Hospital Nardini utilizando-se da Fundação ABC, localizada na vizinha Santo André.

“Entre janeiro e maio desse ano, Átila contratou quase 200 funcionários na Fundação, gerando gastos de cerca de R$ 1 milhão por mês, em alguns casos para acomodar amigos e parentes. Muitas destas contratações estão em desvio de função. Os funcionários não trabalham no hospital, mas sim, acompanham o prefeito, diretamente”, denunciou o vereador.

Ainda na ocasião, o vereador Marcelo Oliveira entregou ao presidente da Casa de Leis, Admir Jacomussi (pai do prefeito) uma lista (ver aqui) com os nomes dos contratados, função, departamento e salários.

Segundo Marcelo, “o prefeito feriu os artigos 10, 11, e 12 da Lei de Improbidade Administrativa, o que pode gerar sanções ao gestor municipal, com perda do mandato e inelegibilidade por 8 anos”.

Constam na lista de admitidos pela Fundação do ABC o assessor direto do prefeito, o jornalista Gustavo Pinchiaro, com salário de R$ 7.284,69 – sem contar a remuneração que já recebe pelo trabalho no gabinete. Os assessores da Secretaria de Comunicação, Nilton Batista dos Santos e Luiz Roberto Fernandes Mourão recebem da fundação R$ 4.432,72 cada – também acumulados com a remuneração da prefeitura. Outro que figura na lista, é Thiago Rolim Rios, cunhado do prefeito e que recebe remuneração mensal de R$ 9.479,83 exercendo a função de gerente administrativo na Fundação do ABC.

Átila é suspeito de causar prejuízo milionário aos cofres de Mauá. Vereador requer informações junto a Fundação ABC.

Marcelo Oliveira (PT), protocola requerimento e cobra esclarecimentos

O vereador por Mauá, Marcelo Oliveira (PT), utilizando-se da Lei de acesso a informação, protocolou na manhã desta segunda-feira (18), um requerimento questionando a Fundação ABC sobre as contratações realizadas desde o início do ano na entidade.

“Estive hoje pela manhã na Fundação ABC em Santo André protocolando um ofício requerendo informações relacionadas aos funcionários contratados pela fundação para trabalhar na área da saúde em Mauá”, disse o parlamentar mauaense.

Os questionamentos do vereador, dão continuidade a denúncia apresentada durante sessão do último dia 12 de setembro, quando da Tribuna, Marcelo Oliveira denunciou o prefeito Átila Jacomussi (PSB) de estar realizando contratações irregulares para o Hospital Nardini utilizando-se da Fundação ABC, localizada na vizinha Santo André.

“Entre janeiro e maio desse ano, Átila contratou quase 200 funcionários na Fundação, gerando gastos de cerca de R$ 1 milhão por mês, em alguns casos para acomodar amigos e parentes. Muitas destas contratações estão em desvio de função. Os funcionários não trabalham no hospital, mas sim, acompanham o prefeito, diretamente”, denunciou o vereador.

Na ocasião, o vereador Marcelo Oliveira entregou ao presidente da Casa de Leis, Admir Jacomussi (pai do prefeito) uma lista (ver aqui) com os nomes dos contratados, função, departamento e salários.

Segundo Marcelo, “o prefeito feriu os artigos 10, 11, e 12 da Lei de Improbidade Administrativa, o que pode gerar sanções ao gestor municipal, com perda do mandato e inelegibilidade por 8 anos”.

Constam na lista de admitidos pela Fundação do ABC o assessor direto do prefeito, o jornalista Gustavo Pinchiaro, com salário de R$ 7.284,69 – sem contar a remuneração que já recebe pelo trabalho no gabinete. Os assessores da Secretaria de Comunicação, Nilton Batista dos Santos e Luiz Roberto Fernandes Mourão recebem da fundação R$ 4.432,72 cada – também acumulados com a remuneração da prefeitura. Outro que figura na lista, é Thiago Rolim Rios, cunhado do prefeito e que recebe remuneração mensal de R$ 9.479,83 exercendo a função de gerente administrativo na Fundação do ABC.

Vereador denuncia prefeito de Mauá por graves irregularidades na saúde.

Na última terça-feira, 12, na sessão da Câmara Municipal de Mauá, o vereador Marcelo Oliveira (PT) denunciou aos colegas as contratações irregulares que Atila Jacomussi (PSB) estaria fazendo para o Hospital Nardini, através da OS (Organização Social) Fundação do ABC.

“Entre janeiro e maio desse ano, Atila contratou quase 200 funcionários na fundação, gerando gastos de cerca de R$ 1 milhão por mês para acomodar amigos e parentes. Muitas destas contratações estão em desvio de função. Os funcionários não trabalham no hospital, mas sim, acompanham o prefeito, diretamente”, denunciou o vereador na tribuna.

Ele entregou ao presidente da Câmara, Admir Jacomussi (pai do prefeito) uma lista com os nomes dos contratados , função, departamento e salários. De acordo com o petista, o prefeito feriu os artigos 10, 11, e 12 da Lei de Improbidade Administrativa, podendo ser condenado a oito anos de inelegibilidade e perda de mandato.

Estão na lista de admitidos pela Fundação do ABC o assessor direto do prefeito, o jornalista Gustavo Pinchiaro, com salário de R$ 7.284,69 – sem contar a remuneração que já recebe pelo trabalho no gabinete. Os assessores da Secretaria de Comunicação, Nilton Batista dos Santos e Luiz Roberto Fernandes Mourão recebem da fundação R$ 4.432,72 cada – também acumulados com a remuneração da prefeitura.

Além desses servidores citados, o cunhado do prefeito, Thiago Rolim Rios também foi contratado pela fundação, para receber R$ 9.479,83 como gerente administrativo na Fundação do ABC.

Atila Jacomussi apresenta a nova logomarca de Mauá.

Nova logomarca foi criada para resgatar a autoestima dos moradores de Mauá

 Um novo tempo! Este é o slogan que integra a nova marca da Prefeitura de Mauá, lançada na tarde desta quinta-feira (19/1), na Prefeitura. O ato, conduzido pelo prefeito Atila Jacomussi, foi prestigiado por vereadores e secretários.

Segundo o prefeito a “nova marca tem o objetivo de resgatar a autoestima dos moradores de Mauá e estabelecer um novo padrão de identidade visual dos próprios, equipamentos e materiais públicos, mais moderno, alegre e dinâmico. Um grande banner, medindo 7.30 de largura por 3.70 de altura, foi instalado no auditório do Gabinete do Prefeito. Matérias gráficos, como envelopes, adesivos, pastas e cartões, foram entregues ao público. Este, de fato, é o registro de um novo tempo, que caracteriza o sentimento do povo de Mauá. Traduz a esperança de um povo trabalhador em voltar a ser respeitado. E de ter orgulho de onde vive. Vamos traduzir isso também no dia a dia, com muito trabalho e ações que resultem na satisfação dos moradores”, explicou o prefeito.

A marca é composta pela letra M, a inicial de Mauá, que em sua essência, traduzido do tupi-guarani, significa elevado. E este é o objetivo da gestão: fazer Mauá ascender ao protagonismo na região do Grande ABC e no Estado de São Paulo.

Além disso, caracteriza a imagem de uma pessoa com os braços erguidos, que faz lembrar do gesto de agradecimento e devoção, como também remete à sensação de receptividade de quem quer dar e receber um abraço. Essência de um governo voltado ao povo.

As cores estão ancoradas nas mesmas do brasão municipal e da bandeira de Mauá. Os tons azuis representam a serenidade que o novo governo imprimirá em suas ações. Já as cores em tons amarelo e vermelho representam a riqueza e o calor de seu povo, que com muito trabalho faz de Mauá uma das cidades responsáveis pelo crescimento de São Paulo.

“Trouxemos o coração da cidade nesta nova logomarca”, sintetizou o secretário municipal de Comunicação Social, Márcio de Souza. A pasta foi a responsável pela criação, desenvolvimento e finalização da marca.

Oposição diz que nova marca e ato são irregulares

O vereador Marcelo Oliveira (PT) disse que está preparando um requerimento de pedido de informações para apresentar na primeira sessão legislativa do mandato, no próximo dia 7. O parlamentar avalia também se é possível uma ação judicial. “O prefeito não pode usar essa nova marca, até porque não está utilizando-se do brasão da cidade como determina a lei”, destacou o petista.