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Festival de inverno de Paranapiacaba começa dia 21

Em 2018, o Festival de Inverno de Paranapiacaba chega à 18ª edição. O evento acontecerá nos fins de semana de 21, 22, 28 e 29 de julho, das 10h às 22h, e contará com diversas atrações entre apresentações musicais, de dança, teatro, literatura e exposições, entre outras. As atividades serão realizadas em vários espaços da parte baixa da vila, como a Praça do Antigo Mercado, o Clube União Lyra-Serrano, o Galpão das Oficinas e a Rua Direita, onde será montado um dos palcos.

Estão programadas 168 intervenções, com cerca de 450 artistas envolvidos. Como nas edições anteriores, uma parceria com o SESC garantirá uma programação especial, com série de oficinas de artes visuais, espetáculos de circo, além de dança, literatura, teatro e muita música da melhor qualidade. Esta programação será no Clube União Lyra-Serrano, com ingressos gratuitos distribuídos antes de cada atração. Nesta edição haverá mais atrações de rua em relação ao ano passado.

Durante anúncio da programação do Festival, nesta quarta-feira (11), o prefeito Paulo Serra falou sobre o desafio de destacar a vila como atração principal do evento. “O FIP já é uma marca nossa. Em 2017 realizamos um festival com o maior número de público da história, com um novo modelo, artistas do ABC e de outras cidades, com uma estrutura melhor e mais barata, mas que fez com que a vila se tornasse a maior atração do Festival”, afirmou o prefeito.

A edição deste ano contará com novidades que trarão mais comodidade ao público. Será disponibilizado um número maior de ônibus e vans para o traslado do estacionamento até o Festival e também será instalado wi-fi gratuito na vila. Além disso, a partir do primeiro dia do FIP, os visitantes poderão baixar o app de Paranapiacaba que estará disponível para sistemas Android e iOS. O aplicativo contará com toda a programação e orientações aos usuários que estiverem na região.

“Em relação à programação teremos mais ocupação nos espaços, nas ruas, no mesmo conceito de evitar o uso de grandes estruturas, uma diversidade maior de categorias, este ano terá mais artes cênicas que o ano passado, mágicos, circo, entre outras atividades”, afirmou a secretária de Cultura, Simone Zárate.

Duas linhas intermunicipais gerenciadas pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) atendem a região. A vila estará bloqueada para o acesso de carros, portanto quem for de veículo próprio poderá utilizar estacionamento que será disponibilizado por uma empresa que fica próximo à vila. O valor do estacionamento será de R$ 45, incluso o traslado.

A entrada para o evento é gratuita. Haverá ponto de arrecadação de doações para o Banco de Alimentos, para quem puder levar 1 kg de alimento não-perecível, que será destinado a entidades assistenciais da cidade. A expectativa de público para este ano é ultrapassar os 80 mil visitantes de 2017.

Domingo (10), tem bike-protesto contra Porto Seco em Paranapiacaba

Ciclistas denominados Massa Crítica, organizam para este domingo (10), um ato contra a instalação de um Porto Seco na região de Paranapiacaba. A concentração está marcada para às 09 horas no trecho de Rio Grande da Serra. Clique aqui e acompanhe a página do movimento, no Facebook.

Abaixo a íntegra do manifesto dos ativista do movimento Massa Crítica.

Estamos organizando um evento ciclístico em defesa de Paranapiacaba. A ideia é fazer um bike-protesto no dia 10 de junho, contra o “Porto Seco” que querem construir lá.

Para quem não sabe, uma empresa está com planos de erguer um centro logístico no alto da serra. A estimativa é que devastem uma área do tamanho de 90 campos de futebol, levando centenas de caminhões por dia para aquela região.

Sabemos que muitos ciclistas de toda grande São Paulo costumam pedalar em Paranapiacaba e pensando nisso, estamos mobilizando geral para que participem desta pedalada em defesa de Paranapiacaba e da Mata Atlântica.

A Massa Crítica partirá do trevo de Rio grande da Serra com destino a parte alta da vila.

SOS PARANAPIACABA – PORTO SECO, NÃO!

DIGA NÃO AO CENTRO LOGÍSTICO CAMPO GRANDE!

Santuário da Mata Atlântica, a Vila Histórica de Paranapiacaba, localizada no município de Santo André, na Região Metropolitana de São Paulo, pede SOCORRO!!!

A área afetada faz limites ou influência direta à três Unidades de Conservação públicas, uma delas entre as mais antigas do Brasil: a Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba, a outra, o Parque Estadual da Serra do Mar, que pode ser considerada uma “máquina natural paulista de produção de água” e outros serviços ecossitêmicos: sequestro de Carbono, redução de calor, prevenção de enchentes, e outra o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba. Todas abrigam incríveis espécies de fauna e flora, dentre elas mais de 23 espécies em algum grau de ameaça de extinção.

Essas Unidades de Conservação são Zonas Núcleo da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo e da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, reconhecidas pelo Programa MaB Unesco.

O projeto, para a implantação do Centro Logístico Campo Grande, empreendimento desenvolvido pela Fazenda Campo Grande, já se encontra iniciado (em ritmo acelerado) e precisa ser SUSPENSO IMEDIATAMENTE!

Trata-se de um projeto de negativo impacto social, ambiental, econômico e cultural, impactando áreas de grande potencial turístico e outras formas desenvolvimento sustentável como criação de abelhas nativas, sistemas agroflorestais, observação de aves, pesquisa e educação, etc, pretende ocupar 91 hectares (equivalente a 91 campos de futebol) desmatando áreas de florestas em estágio inicial e médio de sucessão, ocupando várzeas e campos antrópicos, estes últimos apesar de terem sido impactados no passado, ainda prestam serviços à fauna e sociedade e podem ter usos menos impactantes.

Estudos realizados na área, apontam mais de 20 espécies (peixes, serpentes, anfíbios e mamíferos) ameaçadas de extinção, um número ainda maior (48 aves) é composto por espécies altamente sensíveis à alterações e degradações ambientais. O próprio EIA-RIMA aponta que estudos foram feitos nos períodos frios, portanto feitos nas estações primavera e verão apontariam resultados mais ricos.

Não foram considerados no EIA-RIMA os morcegos, as aranhas e opiliões (possivelmente sensíveis às alterações ambientais), as minhocas e os insetos, enquanto a região tem uma espécie de borboleta (Actinote zikani) criticamente em perigo. Todos exercem papéis fundamentais no ecossistema.

O tráfego de potentes e pesados caminhões, que irá afogar e destruir estradas dos municípios ao redor, Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires, aumentará também o número de acidentes com outros veículos (como ocorriam inclusive vítimas fatais anos atrás), poluição atmosférica e congestionamentos. Irá estimular a também a construção de um viaduto, pode aumentar a violência local, já que poderá estimular roubo de cargas em rodovias.

Outro fato é a ocupação irregular que acontecerá no local ou imediações após a implantação deste projeto, pois devido à grande circulação de caminhões, logo aparecerão… Borracharias, bares, casas noturnas, etc, e com isso o aumento do tráfico de drogas e drogadição, prostituição, crimes ambientais, entre outros.

A falsa promessa de geração de emprego, renda e aumento da massa salarial, está dada com o objetivo de dividir a população local, porém sabemos que esses tais empregos não irão beneficiar os moradores da vila de Paranapiacaba, pois a promessa de renda-fixa afasta-os da cultura de desenvolvimento sustentável, são empregos de salários mínimos e com grande flutuação, pois os galpões serão alugados, portanto empresas logísticas podem montar e desmontar galpões conforme as crises ou demandas do mercado, contratando e demitindo os trabalhadores, reduzindo perspectivas de futuro.

A obra gerará impacto à beleza do local, com entornos tombados pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo), Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), são décadas de trabalhos de tombamento e aprimoramento do turismo sustentável, mais de 100 anos de conservação da biodiversidade na Reserva Biológica do Alto da Serra, 40 anos de conservação do Parque Estadual da Serra do Mar ameaçados.

Lembrem-se dos “acidentes” ambientais e sociais que tem ocorrido, no passado eles foram aprovados com o discurso de sustentáveis.

Não vamos deixar a nossa vila morrer!

Ciclistas organizam protesto contra Porto Seco em Paranapiacaba. A concentração será no trevo de Rio Grande da Serra.

Grupos de ciclistas do ABC e da capital paulista estão se articulando para promover um grande protesto contra a construção de um centro logístico (“Porto Seco”) na região de Campo Grande, em Paranapiacaba, no município de Santo André.

A manifestação é mais uma iniciativa do movimento SOS Paranapiacaba em conjunto com a “Bicicletada ABC”, que existe desde 2008.

O evento chamado de “Massa Crítica Extraordinária: SOS Paranapiacaba”, está marcado para acontecer no dia 10 de junho, a partir das 09 horas da manhã, com concentração no trevo de Rio Grande da Serra, de onde partirão rumo a parte alta da vila.

A expectativa dos organizadores do protesto é mobilizar centenas de ciclistas que já frequentam a região da vila andreense e que são contra o “Porto Seco”. Os ciclistas também afirmam que se sentem ameaçados com a possível “invasão” de milhares de caminhões naquele trecho rodoviário.

Segundo uma carta do movimento divulgada: “A rodovia SP 122 é caminho utilizado por mais de 90% dos visitantes. Ali circulam pedestres, atletas, ciclistas, ônibus de linha, veículos particulares de famílias a passeio; mas que, com o Porto Seco, passará a receber veículos pesados, 68 caminhões a cada hora, 24 horas por dia. Dar novos usos inesperados, sem planejamento pela municipalidade, implicará em conflitos e possíveis danos para o tráfego da SP 122, onde caminhões pesados dividirão espaço com pedestres, atletas, ciclistas, famílias em veículos pequenos e ônibus de linha, oferecendo grandes riscos de acidentes fatais. Fato esse já comprovado, quando um empreendimento irregular operou por um período, permitindo que caminhões-cegonha circulassem pela SP 122, o que gerou acidentes com vítimas fatais”.

O primeiro protesto do movimento SOS Paranapiacaba foi realizado do último dia 22 de abril na estação Campo Grande, na entrada da parte baixa da Vila e reuniu centenas de moradores, ambientalistas, pesquisadores, profissionais liberais, estudantes etc. para dar um abraço simbólico na Vila e dizer não a empresa que pretende devastas enorme área na serra do mar para instalar centro logístico na região. Depois do abraço, o movimento SOS Paranapiacaba visitou a área ameaçada de devastação, os campos, córregos, rios, e por fim, terminou o ato lendo a “Carta de Paranapiacaba” em frente ao mercado da vila.

A Massa Crítica: Um carro a menos

Segundo a Wikipedia “a Massa Crítica (do inglês Critical Mass) ou Bicicletada é um evento que ocorre tradicionalmente na última sexta-feira do mês em muitas cidades pelo mundo, onde ciclistas, skatistas, patinadores e outras pessoas com veículos movidos à propulsão humana, ocupam seu espaço nas ruas. Os principais objetivos são divulgar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso deste veículo e tornar mais ecológicos e sustentáveis os sistemas de transporte de pessoas, principalmente no meio urbano.

Não existem líderes ou estatutos, o que leva a variações de postura e comportamento de acordo com os participantes de cada localidade ou evento. As Massas Críticas são passeios auto-organizados e independentes – geralmente apenas o local de encontro, o dia e o horário são definidos. Em algumas cidades, o trajeto, o ponto de chegada e as atividades ao longo do percurso são decididos somente quando o evento já está ocorrendo. Claramente existe um caráter de protesto nesses eventos: os participantes demonstram, se reunindo em público, as vantagens de usar a bicicleta como meio de transporte nas cidades e também alertam para as mudanças necessárias no espaço urbano para melhor acomodar os ciclistas.

Muitas Massas Críticas têm se tornado cada vez mais criativas, como a Massa Crítica da cidade de São Paulo: já há alguns anos, é visível e crescente a tendência de utilizar bom humor e ações mais duradouras para conquistar os motoristas em vez de confrontá-los, mostrando que a bicicleta é um meio de transporte viável, rápido, saudável e prazeroso, além de passar a mensagem de que os ciclistas têm direito a seu espaço nas ruas. Essa nova postura tem mais receptividade com os motorizados e se torna mais interessante à mídia não especializada, resultando em uma exposição maior do movimento e principalmente da ideia da bicicleta como meio de transporte. Em setembro de 2006, a Bicicletada paulistana promoveu, junto com outros movimentos e entidades, várias atividades relacionadas ao Dia Mundial Sem Carros, como o Desafio Intermodal e a Vaga Viva. As iniciativas se repetiram no ano seguinte e continuaram acontecendo nos anos subsequentes.

O maior mote da Massa Crítica é “um carro a menos”, usado principalmente para tentar obter um maior respeito dos veículos motorizados que trafegam nas ruas saturadas das grandes cidades.”

10ª Feira de Oratórios e Presépios de Paranapiacaba será nos dias 9 e 10 de dezembro.

Atividade terá feira de artesanatos natalinos no Antigo Mercado e atrações culturais

A Vila de Paranapiacaba recebe nos próximos dias 9 e 10 de dezembro a 10ª edição da Feira de Oratórios e Presépios. Nos dois dias, das 10h às 17h, o público poderá conferir a feira de produtos natalinos no Antigo Mercado, além de série de atrações do Encontro de Culturas Populares em diversos espaços da vila ferroviária de Santo André.

O evento, organizado pelo Coletivo FOPP, composto por artistas e moradores da Vila e do Grande ABCDMR, tem como principal objetivo o intercâmbio e a apresentação e comercialização de seus trabalhos.

Além feira no Antigo Mercado, a programação deste ano terá entre outras atrações, Luiz Carcará – Benditos e Folias, e Leandro Amadeus e Banda. A FOPP é uma ação do projeto Santo André Múltiplos Tons.

Paranapiacaba recebe inscrições para Feira de Artes e Antiguidades.

A Feira de Artes e Antiguidades de Paranapiacaba está com inscrições abertas para expositores interessados em participar da atividade. Para se inscrever, basta enviar uma mensagem para o endereço eletrônico turismo@santoandre.sp.gov.br, e informar o nome completo, telefone para contato e dados do produto a ser exposto, além de duas fotos do mesmo. As inscrições gratuitas podem ser feitas até 31 de março somente pelo e-mail.

Segundo os organizadores, podem se inscrever antiquaristas, artistas plásticos, artesãos, restauradores de móveis e equipamentos, vendedores de livros e discos de vinil, entre outros produtos. Não podem participar produtos 100% industrializados ou itens de revenda, como cosméticos, bijuterias, peças religiosas, decorativas, utilitários e brinquedos. Para participar da feira o expositor tem de participar de no mínimo algum dos processos de produção da peça.

A Feira de Artes e Antiguidades de Paranapiacaba é realizada sempre no segundo domingo de cada mês, das 10h às 17h, no Clube União Lyra-Serrano, na parte baixa da Vila.

Paranapiacaba vai receber corrida Lobo Run Adventure.

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A Lobo Adventure Run 45K Revezamento consiste em uma prova de trail running em que os atletas passarão por trilhas e estradas de terra da região de PARANAPIACABA/SANTO ANDRÉ, podendo ser disputada nas categorias solo (46 KM), duplas (23KM cada) ou quarteto (11 a 12KM aproximadamente para cada corredor).

O projeto Lobo Adventure visa oferecer aos alunos da assessoria e aos adeptos do Trail Run, treinamento específico (técnico, teórico e prático) para o aperfeiçoamento destes atletas. Para tanto, mensalmente se realizam os treinos de corrida pelas estradas de terra, trilhas e montanhas da região.

A missão do projeto do Lobo Adventure é possibilitar a prática esportiva da corrida em contato aproximado com a natureza, não visando apenas o desenvolvimento esportivo físico e técnico, mas principalmente para despertar a consciência de preservação ambiental, através deste contato.

A Lobo Run Adventure trata-se de parte deste projeto, um evento corporativo oferecido aos alunos, colaboradores, e praticantes da modalidade ligados à Lobo Assessoria Esportiva.

A prova entra em sua terceira edição buscando se fixar no calendário da modalidade com a participação de atletas de referência e também amadores, amantes do trail running.

Descrição técnica:

Data: 03 de Dezembro de 2016,

Horários:

– Largada às 08:00 horas

– Premiação a partir das 13:00

Local da largada:

Bar do Flávio – Estrada do Rio Claro, 1 – Campo Grande/Paranapiacaba – Santo André/SP

Taxa de inscrição:

R$ 95 (primeiro lote)

Percurso: 46,5 KM (solo ou revezamento em duplas ou quarteto) com passagens por estradas de terra, trilhas e single tracks, conforme descrição nas imagens dos trechos.

Distâncias do revezamento:

Trecho 1 – 12 KM

Trecho 2 -11 KM

Trecho 3 – 12 KM

Trecho 4 – 11 KM

Categorias: Solo, duplas e quarteto;

Premiação: Serão premiados os TRÊS primeiros colocados nas categorias SOLO (Masculino e feminino), DUPLAS (Masculino, Feminino e Misto) e QUARTETO (Masculino, Feminino e Misto)

Postos de Controle: No ponto de largada e no final de cada trecho haverão postos de controle de passagem dos atletas e trocas do revezamento, além de hidratação e primeiros socorros.

Postos de Hidratação: Somente nos postos de controle.

16º Festival de Inverno de Paranapiacaba será nos dias 30 e 31/07, e 6 e 7/8 de agosto.

82644d3aca4f75c859b178d381b099c3_LO tradicional Festival de Inverno de Paranapiacaba chega à 16ª edição. Neste ano a ocupação cultural da vila será realizada nos dias 30 e 31 de julho, e 6 e 7 de agosto. A programação contará com atrações musicais da região como Flávio Bala, Gó do Trombone, além de apresentações de Edvaldo Santana e da Orquestra Sinfônica de Santo André, entre outros. Estão previstas ainda exibição de filmes, exposições e a feira de artes e antiguidades. O público terá a oportunidade de conferir também alguns dos espaços locais restaurados. Confira abaixo a programação.

Como nas últimas edições, neste ano uma das preocupações do evento será destacar o patrimônio local. A vila ferroviária de Santo André é considerada patrimônio histórico em nível federal, estadual e municipal. Por conta disso, foi selecionada como uma dos locais para receber recursos do PAC Cidades Históricas para restauros.

O secretário de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba, Ricardo Di Giorgio, lembra que, por conta dos restauros, alguns espaços não serão utilizados, como a área próxima à Garagem das Locomotivas e o Galpão das oficinas.

Estrutura – Neste ano os shows acontecerão no Clube União Lyra-Serrano e no palco do Mercado. A programação, nos sábados, será das 11h às 20h, e aos domingos das 11h às 19h. O estacionamento funcionará numa área da rodovia próxima à Vila. De lá, haverá transporte regular de ônibus de ida e volta. Quem preferir poderá ir de ônibus, que sai do Terminal Tersa, ou da estação de Rio Grande da Serra da CPTM. O serviço de alimentação funcionará nos estabelecimentos da vila e com prestadores de serviço. Haverá reforço no esquema de segurança e de atendimento de saúde.