Arquivos de Tag: Pensar Ribeirão

Vereador Anselmo Martins ironiza e diz que buracos diminuíram no governo Kiko.

“Se no governo do ex-prefeito Saulo Benevides tínhamos 100 buracos, hoje no governo Kiko temos 50! Os buracos cresceram tanto que se uniram a outros”, vereador Anselmo Martins.

Do auto de sua sobriedade contumaz, o vereador Anselmo Martins (PR), durante sessão da Câmara de Vereadores nesta quinta-feira (26), em tom ácido ironizou a gestão do prefeito Kiko Teixeira (PSB) referindo-se a manutenção das vias de Ribeirão Pires, cravando assim uma curiosa e bem humorada interpretação sobre serviços públicos na cidade.

Respondendo a questionamento feito pelo “Caso de Política”, Martins justificou que o governo frusta imensamente as expectativas populares não realizando serviços básicos como recapeamento, tapa buraco e capinação.

“Tá tudo parado na cidade! Aqui desta Casa de Leis, diversos requerimentos e indicações são encaminhados e nada é atendido”, disparou o edil.

Justiça julga improcedente a denúncia de Renato Foresto.

_DSC9020

O juiz de Direito, Walter de Oliveira Junior em decisão proferida julgou improcedente a denúncia crime feita pelo vereador Renato Foresto que acusou João Vitor Dias de tê-lo denegrido em sua honra, lhe atribuindo a pecha de corrupto, divulgando foto montagem na sua rede social Facebook, em página de discussão visitada por mais de 13.500 pessoas.

No Processo Digital nº: 1001818-85.2015.8.26.0505 o magistrado proferiu:

“…Há que se atentar, outrossim, que outras pessoas cadastradas na “Comunidade Virtual” do facebook “Pensar Ribeirão Pires” também fizeram menção à conduta do querelante… CRÍTICAS CONTRA ADMINISTRADOR PÚBLICO. AUSÊNCIA DO ELEMENTO SUBJETIVO A ENSEJAR CRIMES CONTRA A HONRA. CRÍTICAS ÁCIDAS MAS DESPIDAS DE DOLO NÃO GERAM DIREITO A INDENIZAÇÃO OU PROCEDIMENTO PENAL. RECURSO IMPRÓVIDO. TJSP – APELAÇÃO

Ante o exposto, julgo IMPROCEDENTE a ação penal e o faço para ABSOLVER o querelado João Victor Dias das imputações contidas na queixa-crime, o que faço com fundamento no art. 386, III, do Código de Processo Penal”.

Da decisão cabe recurso.

Veja abaixo a íntegra da decisão