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Dória e Bolsonaro tem popularidade alimentada pelo ódio à política.

Doria e Bolsonaro: nunca a política esteve em simbiose tão profunda com o marketing

Não sei se todos os leitores assistiram à série Black Mirror. Àqueles que não, recomendo, pelo que diz sobre as formas de dominação política na era das redes sociais. Há nela um episódio especialmente ilustrativo, chamado Momento Waldo.

Waldo foi uma criação virtual, feita para um programa de humor, que atacava os políticos num misto de agressividade e ironia. Levava seu público ao delírio com pegadinhas que encurralavam os “convidados”, destruindo qualquer margem para uma resposta racional.

Pesquisas mostraram a força do “fenômeno Waldo”. Tornou-se candidato – ele mesmo uma criatura virtual – com um discurso fácil de desmoralização da política e do debate. O fenômeno ganhou o mundo, passando por cima de seu criador e de qualquer escrúpulo.

Nunca a política esteve em simbiose tão profunda com o marketing e o espetáculo. Cada gesto é medido de acordo com sinais de audiência, grupos de pesquisa qualitativa e potencial de viralização nas redes.

Essa estereotipação da política foi responsável por acelerar o descrédito dos sistemas de representação “democrática” em todo o mundo. Vivemos uma crise de representatividade em escala global. Só num contexto como este é possível compreender como um bufão, apresentador de reality show, pôde tornar-se presidente dos Estados Unidos.

Trump e Waldo são o mesmo fenômeno. Na esteira da antipolítica, Trump ganhou as eleições, diferenciando-se dos candidatos com “discurso ensaiado”, do “politicamente correto”. Esta lógica desafiou os marqueteiros tradicionais: quanto mais disparates dizia, mais crescia nas pesquisas.

Ao misturar um discurso de senso comum com boas doses de machismo e xenofobia, construiu sua campanha vitoriosa. É evidente que não foi apenas isso. Trump soube mexer com ressentimentos profundos dos norte-americanos, mas sobretudo mostrou que a agressividade e a intolerância podem ser um trunfo para diferenciar-se do político bom moço, padronizado.

Ou seja, a antipolítica não é em si libertadora. Pode ser a porta de entrada do fenômeno Waldo. No Brasil, Waldo pode ser Jair Bolsonaro, ou João Doria, ou qualquer outro que venha a aparecer. A mesma lógica do espetáculo que acentuou a crise de legitimidade da política oferece sua saída trágica para ela.

Por outro lado, esta crise é expressão de frustrações reais e justificadas com as formas de representação. No caso brasileiro, temos um sistema político em pandarecos, incapaz de responder às demandas da maioria da sociedade.

A Nova República, inaugurada com a Constituição de 1988, faliu. Desmoronou por ter se demonstrado incapaz de promover democracia social, bloqueando o necessário enfrentamento aos escandalosos privilégios da casa-grande. E faliu também por ver expostas em praça pública suas entranhas, as engrenagens de funcionamento para a construção de maiorias políticas.

Waldo, de Black Mirror, a criação virtual feita para um programa de humor

O regime político da Nova República ainda vigora, é verdade. Aliás, mediante um governo que expressa da maneira mais acentuada as razões de seu fracasso. Não tem mais, porém, a capacidade de promover a coesão da sociedade. Perdeu hegemonia. Numa situação de transição como esta, há o risco de uma “solução Waldo”, mas também se abre a possibilidade de saídas mais interessantes.

A construção de uma alternativa de radicalização democrática, que ouse colocar o enfrentamento aos privilégios da elite econômica e política e, ao mesmo tempo, construa novas formas de participação, pode ser capaz de canalizar a rejeição à política para caminhos efetivamente libertadores.

Foi neste registro, por exemplo, que o Podemos floresceu como alternativa na Espanha diante do mesmo cenário de crise de representação, ali materializada no movimento dos Indignados.

Nesta encruzilhada, a esquerda brasileira tem duas opções. Pode combater a desmoralização da política, defendendo os valores do regime, reivindicando apenas a retomada da normalidade. Se o fizer, como esquerda da ordem, perde capacidade de dialogar com o sentimento difuso de rejeição à política, deixando que essa corrente de insatisfação deságue toda na direita.

Ou pode reinventar-se, trazendo ao horizonte um programa ousado de enfrentamento a privilégios e uma proposta de radicalização democrática como saída à crise da Nova República. Só assim poderá ser capaz de canalizar parte da onda antipolítica.

Não se fala aqui apenas da próxima eleição. Trata-se da disputa do projeto de País para as próximas décadas. Ou a esquerda se reinventa ou talvez tenha de assistir à solução Waldo cativar a maioria da sociedade brasileira.

Piadas correntes que devem ser gozadas com risos sinistros de filme de terror!

Primeira: “apenas” uma mala de dinheiro não é a prova da culpa de alguém.

Segunda: Eduardo Cunha precisa de Justiça. Portanto, uma redução de pena de 10 meses.

Terceira: negar a absolvição de alguém que já morreu para condená-lo, talvez, ao inferno.

Quarta: se não está dando pra ganhar a presidência na base do voto majoritário, quem sabe transformar o próximo presidente numa rainha da Inglaterra, que só mandaria nos criados domésticos do Palácio da Alvorada?

Quinta:  Polícia Federal prende quatro carros clonados com adesivos da corporação e os ocupantes com distintivos e coletes balísticos identificados. Existe tanta PF correndo pra lá e prá cá que já criaram até os sucedâneos.

O Brasil é um país tão engraçado, mas tão engraçado, que as gargalhadas vem sempre acompanhadas de tremores e suores frios.

Parece piada, mas TRE de São Paulo aprova o registro do Partido Nacional Corinthiano.

Em sessão realizada em 17 de maio de 2016, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) aprovou o registro do órgão estadual do Partido Nacional Corinthiano (PNC). Também foram aprovados os registros dos órgãos municipais de São Paulo (capital) e Ubatuba. O registro do órgão em São Paulo é uma das etapas que o partido deve cumprir para obter o registro em âmbito nacional. As informações foram divulgadas no site do TRE de São Paulo (ver aqui).

Conforme o julgamento, o partido cumpriu os requisitos exigidos na legislação eleitoral em relação à documentação necessária. Entre outras exigências, o PNC comprovou, até o momento, o apoiamento de 24.710 eleitores no Estado.

No caso, o apoiamento mínimo seria de 21.262 eleitores, ou seja, 0,1% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados no último pleito. O PCN já dispõe inclusive de portal na internet (ver aqui) e seu presidente nacional é Juan Antonio Moreno Grangeiro. Na página é possível conferir as suas principais lideranças e propostas defendidas.

Em Ribeirão Pires – a exemplos dos diversos municípios do país – o Diário da Justiça Eletrônico publicado nesta terça-feira (12), estampa em suas páginas uma lista de apoiamento.

Um país com 100 partidos?

Enquanto a Câmara discute a chamada reforma política, é pertinente lembrar que há 35 partidos registrados no Brasil e outros 64 partidos em formação, aguardando análise do TSE.

Há propostas de partido para piratas, servidores, esportes, pequeno e micro empresário e animais.

Veja a lista:

PDC – PARTIDO DEMOCRATA CRISTAO

IDE – IGUALDADE

PRC – PARTIDO REPUBLICANO CRISTÃO

PCS – PARTIDO CARISMÁTICO SOCIAL

UDC DO B – UNIÃO DA DEMOCRACIA CRISTÃ DO BRASIL

PB – PARTIDO BRASILEIRO

MANANCIAL – PARTIDO MANANCIAL NACIONAL

PHN – PARTIDO HUMANITÁRIO NACIONAL

PSPC – PARTIDO DA SEGURANÇA PÚBLICA E CIDADANIA

MB – PARTIDO MUDA BRASIL

PNTB – PARTIDO NACIONAL TRABALHISTA BRASILEIRO

PDSP – PARTIDO DEMOCRÁTICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS

PDL – PARTIDO DEMOCRACIA LIBERAL

TRIBUNA – TRIBUNA POPULAR

IGUAIS – IGUAIS

PISC – PARTIDO DA INTEGRAÇÃO SOCIAL E CIDADANIA

PMP – PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO POPULAR

PSN – PARTIDO DA SOLIDARIEDADE NACIONAL

PATRI – PATRIOTAS

RNV – RENOVAR

PCD – PARTIDO CONSCIÊNCIA DEMOCRÁTICA

PE – PARTIDO DO ESPORTE

FB – FORÇA BRASIL

PRUAB – PARTIDO DA REFORMA URBANA E AGRÁRIA DO BRASIL

NOS – NOVA ORDEM SOCIAL

PNS – PARTIDO NACIONAL DA SAÚDE

PPLE – PARTIDO POPULAR DE LIBERDADE DE EXPRESSÃO AFRO-BRASILEIRA

RDP – REAL DEMOCRACIA PARLAMENTAR

PSPB – PARTIDO DOS SERVIDORES PÚBLICOS E DOS TRABALHADORES DA INICIATIVA PRIVADA DO BRASIL

PLC – PARTIDO LIBERAL CRISTÃO

PAT – PARTIDO ALTERNATIVO DO TRABALHADOR

PUMA – PARTIDO UNIVERSAL DO MEIO AMBIENTE

PAIS – PARTIDO PELA ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO SOCIAL

INOVABRASIL – PARTIDO DO PEQUENO E MICRO EMPRESÁRIO BRASILEIRO

PNC – PARTIDO NACIONAL CORINTHIANO

PMBR – PARTIDO MILITAR BRASILEIRO

PSPP – PARTIDO DO SERVIDOR PÚBLICO E PRIVADO

UDN – UNIÃO DEMOCRÁTICA NACIONAL

ARENA – ALIANÇA RENOVADORA NACIONAL

UDN – UNIÃO PARA A DEFESA NACIONAL

PCI – PARTIDO DA CIDADANIA

PDECO – PARTIDO DOS DEFENSORES DA ECOLOGIA

PRD – PARTIDO REFORMISTA DEMOCRÁTICO

PED – PARTIDO DA EVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA

PRONA – PARTIDO DE REESTRUTURAÇÃO DA ORDEM NACIONAL

PRONA – PARTIDO DA REEDIFICAÇÃO DA ORDEM NACIONAL

PACO – PARTIDO CONSERVADOR

PHD – PARTIDO HUMANISTA DEMOCRÁTICO

PGT DO B – PARTIDO GERAL DOS TRABALHADORES DO BRASIL

MCC – MOVIMENTO CIDADÃO COMUM

PIRATAS – PARTIDO PIRATA DO BRASIL

ANIMAIS – PARTIDO POLÍTICO ANIMAIS

UP – UNIDADE POPULAR

PPC – PARTIDO PROGRESSISTA CRISTÃO

PEC – PARTIDO ECOLÓGICO CRISTÃO

PF – PARTIDO FEDERALISTA

PFB – PARTIDO DA FAMÍLIA BRASILEIRA

PST – PARTIDO SOCIAL TRABALHISTA

PRCB – PARTIDO REPUBLICANO CRISTÃO BRASILEIRO

RAIZ – MOVIMENTO CIDADANISTA

PNI – PARTIDO NACIONAL INDÍGENA

PDS – PARTIDO DA DEFESA SOCIAL

PODE – PARTIDO DE ORGANIZAÇÃO DEMOCRÁTICA DOS ESTUDANTES

LIGA – LIGA DEMOCRÁTICA LIBERAL

Política e Solidariedade: Em quem votar?

Vivemos momentos difíceis e de grande sofrimento para a maioria de nossa população. A crise que atravessamos distribui seu peso de forma dramática entre a população mais fragilizada pelo desemprego e por necessidades básicas não atendidas.

A consciência de cada cristão deve recordar-se do que disse o Papa João Paulo II: “Sob toda propriedade privada pesa uma hipoteca social”. Há um dever de solidariedade que deve sobrepor-se à posse dos bens materiais que são dons de Deus. A Doutrina Social da Igreja propõe a solidariedade como uma luz na escuridão do egoísmo no qual nos movemos no sistema econômico que rege a economia. A solidariedade recorda que não há dever sem direito, nem direito sem dever. A solidariedade é saber, diante da noite, não ficar acusando as trevas, mas acender uma luz.

Existem muitas formas de solidariedade cristã, uma delas é a participação dos leigos e leigas na política. Política aqui entendida como o modo pacífico de trabalhar pelo bem comum. A verdadeira política não é um jogo de interesses e poder para dominar e enriquecer. “A política, do ponto de vista ético, é o conjunto de ações pelas quais os homens buscam uma forma de convivência entre indivíduos, grupos, nações que ofereçam condições para a realização do bem comum… é o exercício do poder e o esforço por conquistá-lo, a fim de que seja exercido na perspectiva do serviço” (Mensagem da CNBB para as eleições municipais de 2016).

Como a política tem influência decisiva em tudo que se faz na sociedade, inclusive no arroz e feijão que se põe à mesa, gostaria de alertar os cristãos católicos, e pessoas de boa vontade, que sonham com a justiça e a paz para todos, a respeito das próximas eleições que serão decisivas. Dirijo-me especialmente às nossas inúmeras comunidades que certamente contarão com pessoas dispostas a se candidatar nas próximas eleições. A pergunta inevitável é feita por todos: quais são os candidatos que merecem nosso voto?

Coloco as seguintes considerações para votar bem:

  1. Candidatos católicos, que tem vida ativa e participante em nossas comunidades;
  2. Que não sejam oportunistas, mas desejam trabalhar para o bem comum;
  3. Que nossas celebrações não sejam lugares de apresentar as propostas políticas dos candidatos. Os padres podem abrir espaço para os candidatos católicos exporem suas propostas, mas não nos momentos de celebração litúrgica;
  4. Que os candidatos apresentem propostas concretas e inteligentes para melhorar a vida do povo, e não promessas;
  5. Os candidatos e candidatas que se dispuserem a prestar este serviço ao bem comum, lembrem-se que, não são candidatos da Igreja Católica, mas são leigos que a partir de sua fé vivida na Igreja, querem a partir desta fé prestar um serviço à sociedade;
  6. Que os candidatos católicos não sejam discriminados nas comunidades. Vamos olhar para eles como irmãos que estão se dispondo a uma missão exigente: A política é uma forma exigente de exercício da caridade, dizia Paulo VI;
  7. Que os candidatos se comprometam a viver a vida na política como uma missão em favor dos irmãos, em especial dos mais necessitados, se comprometendo a combater a corrupção que é hoje no Brasil uma das causas do sofrimento da população;
  8. Que todas as comunidades rezem pelos irmãos e irmãs que se dispuserem à missão da militância política, para que não percam a fé, mas que possam dar testemunho de solidariedade.

Deus nos ilumine e abençoe para votar bem, com consciência e responsabilidade.

Dom Pedro Carlos Cipollini – Bispo Diocesano de Santo André

Bispo de Santo André, Dom Pedro Carlos Cipolini fala sobre Fé e política.

Dom Pedro Carlos Cipollini

Nosso país vive uma crise. As dificuldades são preocupantes, porém os momentos de crise são momentos de crescimento, se soubermos aproveitá-los.

Não podemos nos deixar levar pelo pessimismo. Ele é a atitude de quem devendo escolher entre dois males, um maior e outro menor, escolhe os dois.

Nas eleições que se aproximam é necessário reagir e usar o meio pacífico de mudar a sociedade que é o voto. É preciso preparar-se para votar e votar bem, escolhendo os candidatos e votando com consciência. Após as eleições, fiscalizando os que ganharam, verificar se estão cumprindo as promessas. As promessas em geral são esquecidas pelos que ganham as eleições, mas não pelo povo. O que falta é cobrar pelo seu cumprimento.

A cidadania não se esgota no direito-dever de votar, mas se dá também no acompanhamento do mandato dos eleitos.

Escreveu o Padre Júlio Maria, intelectual brasileiro: “Todo o mal do Brasil é que a política é uma profissão; mas os políticos não são profissionais”. Aqui está o motivo da dificuldade na qual estamos atolados. Nossa crise é mais que tudo uma crise política, devido à incompetência e corrupção na política.

Nós cristãos católicos, a partir de nossa fé, sonhamos e nos comprometemos com um país próspero, democrático, sem corrupção, socialmente igualitário, economicamente justo, ecologicamente sustentável, sem violência, discriminação, mentiras e com oportunidades iguais para todos. Somente com a participação cidadã de todos é possível a realização desse sonho. Esta participação democrática começa no município.

Se quisermos transformar o Brasil, comecemos por transformar os municípios. As próximas eleições são um dos caminhos para atingirmos esta meta. A Igreja Católica não tem partidos nem candidatos próprios, respeitamos a consciência de cada um para escolher. A democracia começa por aí. Mas lembramos que os cristãos leigos e leigas, não podem abdicar da participação na política, devem trabalhar pelo bem comum, na perspectiva do Reino de Deus que é vida plena para todos (Jó 10, 10).

O Papa Francisco disse; “Para os cristãos, é uma obrigação envolver-se na política. Nós, cristãos, não podemos fazer como Pilatos: lavar as mãos. Não podemos!

Devemos nos envolver na política, pois a política é uma forma mais alta de caridade, porque busca o bem comum.

E os leigos cristãos devem trabalhar na política. Você, então me dirá: Mas não é fácil, pois a política está muito suja. E, então, eu pergunto: A política está suja por que? Não será porque os cristãos se envolveram na política sem o espírito do Evangelho? Faço-lhe outra pergunta: É fácil dizer que a culpa é de outro, mas eu o que estou fazendo?” (Audiência no Vaticano em 7.6.2013).

O cristão na política deve agir a partir da fé em Deus que o leva a trabalhar pelo bem comum, não pelos interesses pessoais ou de grupos.

Dom Pedro Carlos Cipollini – Bispo da Diocese de Santo André

Câmara de Vereadores volta do recesso parlamentar nesta terça-feira (02).

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A Câmara Municipal de Vereadores de Ribeirão Pires retorna às suas atividades nesta terça-feira (02) após o recesso legislativo que acontece todo ano neste período.

A primeira sessão ordinária acontecerá a partir das 14hs, com importes matérias que deveram ser apreciadas e votadas pelos edis.

Na “Ordem do Dia”, estão listados 9 itens, entre os destaques estão:

  • O Projeto de Lei de iniciativa do Poder Executivo n° 023/16 que autoriza o Poder Executivo a celebrar convênio para administração do Convênio Médico pelo Sindicato dos Servidores Municipais da Prefeitura, Câmara e Autarquias, Estatutários e CLTs na Estância Turística de Ribeirão Pires (SINDSERV).

  • Projeto de Lei n° 022/16, de autoria do Executivo Municipal, que altera dispositivos da Lei n° 5.701, de 21 de maio de  2013, da Lei no 4.217, de 17 de dezembro de 1998 que dispõe sobre o “Plano de Cargos, Salários e Carreiras” da Prefeitura da Estância Turística de Ribeirão Pires.

A Câmara Municipal de Ribeirão Pires fica na Rua João Domingues de Oliveira, 12 / Rua Virgílio Golla, 40 – Centro de Ribeirão Pires.

Janela para troca de partidos começa a vigorar no dia 18.

Os eleitores de todo o país poderão ver a partir do próximo dia 18 de março um intenso troca-troca partidário por parte de parlamentares. Com a promulgação da  Emenda Constitucional 91, fica pavimentada a via para que os candidatos às eleições deste ano, que exercem mandatos de deputados ou vereadores mudem de legenda.

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TER-SP) entende que a Emenda 91 não se aplica a desfiliações passadas. A janela partidária vale para os candidatos às eleições deste ano que exercem hoje mandatos de deputados ou vereadores. Estes podem trocar as legendas sem qualquer prejuízo no cargo. A medida não afeta senadores nem autoridades que ocupam cargo no Executivo, que já são livres para trocar de partido.

A janela para mudança de partido sem que os parlamentares percam o mandato é um dos pontos da emenda constitucional que trata da minirreforma política. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados, mas ainda precisa do aval de senadores sobre pontos que tratam, por exemplo, do fim de reeleição para presidente, governador e prefeito. As propostas ainda estão sendo analisadas pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Casa.