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Setores do PSDB criticam reformas e defendem rompimento com Temer.

Mesmo com o PSDB integrando a base do governo Michel Temer e apoiando suas reformas, uma ala interna do partido, chamada ‘Esquerda Para Valer’, é contrária às propostas e defende o rompimento da legenda com o Planalto. O movimento tem entre suas lideranças o ex-governador paulista Alberto Goldman.

A ala tucana publicou um texto na noite desta segunda-feira 1º, quando se encerrou um congresso de líderes, que aponta que as reformas de Temer “aprofundam o abismo da desigualdade social e a agenda política nacional parece atender prioritariamente aos interesses das elites financeiras do país”.

“É necessário que o PSDB retome sua postura histórica através de compromisso com um novo projeto de desenvolvimento nacional que promova o crescimento, amplie direitos e reduza as desigualdades”, diz o texto. “Mais do que nunca é necessário retornarmos às nossas origens. Nosso contexto atual não permite que o PSDB se furte ao diálogo com o Brasil e com a nossa militância”, aponta ainda o movimento.

Na avaliação do ‘Esquerda Para Valer’, “o governo Temer não cumpriu e não demonstra interesse em cumprir a carta apresentada pelo PSDB ‘Princípios e valores para um novo Brasil’ como condição inegociável para a adesão ao governo federal”. Leia abaixo a íntegra do manifesto:

Congresso de Líderes do Movimento Esquerda Pra Valer – 2017
29 de abril – 1° de maio

Carta de Mairiporã

Mairiporã, 1º de Maio de 2017

O “Movimento EPV – Esquerda Pra Valer”, criado em 2004, tem como objetivo defender os fundamentos social-democráticos do PSDB e aplicá-lo à nossa realidade contemporânea.

Como tendência partidária, reconhecemos o papel fundamental do Estado como um instrumento de justiça social e a proposta da social democracia como o caminho mais curto para a transformação positiva da sociedade.

O Brasil vive um tempo de retrocessos sociais. As reformas propostas aprofundam o abismo da desigualdade social e a agenda política nacional parece atender prioritariamente aos interesses das elites financeiras do país. A sociedade brasileira se polariza, abrindo espaço para o ódio. Mais uma vez, a parte mais pobre da sociedade pode pagar o preço amargo do descaminho político que nos encontramos.

Enfrentamos uma grave crise institucional e um processo político de destituição presidencial entremeado pelo discurso de retomada do crescimento e contra a corrupção – mas que na prática, não conseguiu se reconciliar nem atender os anseios do povo brasileiro. O novo “velho” governo manteve a estrutura fisiológica e clientelista do período lulopetista e se tornou cada vez mais associado ao interesse escuso das elites, apresentando suas reformas como o único caminho viável para o Brasil.

É necessário que o PSDB retome sua postura histórica através de compromisso com um novo projeto de desenvolvimento nacional que promova o crescimento, amplie direitos e reduza as desigualdades. Em tempo, o caminho para a democracia plena passa prioritariamente por uma ampla reforma política e pelo Parlamentarismo.

Mais do que nunca é necessário retornarmos às nossas origens. Nosso contexto atual não permite que o PSDB se furte ao diálogo com o Brasil e com a nossa militância. Como tendência partidária, reconhecemos a relevância pedagógica do debate e da contrastação das ideias como parte necessária de nosso cotidiano.

Nosso congresso se encerra nesse 1º de maio – dia simbólico à causa operária mundial. Essa data torna fundamental relembrar com a clareza necessária que estar ao lado dos trabalhadores é um de nossos principais postulados partidários.

A proposta da reforma trabalhista, construída sem a necessária discussão democrática, é fundamentada na redução de direitos e na precarização das condições de vida dos trabalhadores, portanto inconsistente com o relevante histórico de contribuição do PSDB nesta causa.

O manifesto ao povo brasileiro, texto de princípios e objetivos que levaram a fundação do PSDB nos esclarece. O partido deve apoiar as justas reivindicações dos trabalhadores, assegurada a livre negociação com sindicatos autônomos e os meios próprios de luta dos assalariados, inclusive a greve, sem interferência do Estado.

Essa mesma premissa é explicada muitas outras vezes por nossas lideranças históricas. O presidente Fernando Henrique Cardoso nos ensina que ser socialdemocrata é antes de tudo ter compromisso com os trabalhadores.

Consideramos ainda que as alterações propostas da seguridade social e o congelamento dos gastos públicos devem passar necessariamente pela via do diálogo com a sociedade. Embora temas urgentes para a política nacional, a forma como foi apresentada pelo governo amplia a desigualdade, desconsidera o impacto social e não representa os anseios da população.

O PSDB deve reassumir seu protagonismo e a responsabilidade na construção de um Brasil mais justo. Para isso, não podemos coadunar com ações que amplifiquem privilégios e aumentem o abismo da desigualdade. Uma postura crítica ao governo federal é necessária e será interpretada como um ato de solidariedade ao povo brasileiro.

Vale ressaltar que o governo Temer, não cumpriu e não demonstra interesse em cumprir a carta apresentada pelo PSDB “Princípios e valores para um novo Brasil” como condição inegociável para a adesão ao governo federal. Temas essenciais ao nosso partido e especificamente relacionados, como o combate irrestrito à corrupção e a reforma política imediata foram substituídos por uma agenda política sem transparência e de subtração de direitos.

Como reflexão interna, a discrepância entre nossas premissas ideológicas e o posicionamento de algumas lideranças partidárias aponta a necessidade de uma revisão normativa que deve ser realizada e aprovada em um novo congresso partidário.

A ausência do debate impede a discussão sobre quem somos e onde queremos chegar. Somente a democracia interna permitirá esclarecer a linha condutora de nossa atuação política, historicamente pautada no compromisso com o Brasil.

Vale ressaltar, que o PSDB sempre manteve seus posicionamentos em consonância com os direitos humanos, com os princípios da ética e alinhados aos interesses da nação. Em momentos de luta, acreditamos que nossa reinvenção e sobrevivência passam pela revisitação destes mesmos princípios fundamentais. A luta é – e sempre será – nosso grande instrumento de transformação.

Câmara discute a destruição das Leis Trabalhistas.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, abriu nesta tarde a ordem do dia da Casa para discutir e votar o projeto de lei (PL 6787/2016), que trata da reforma trabalhista; a matéria é a única que consta na pauta do plenário hoje; se aprovada, a matéria acaba, na prática, com a CLT, conquista histórica dos trabalhadores. Assista ao vivo pelo canal do Youtube.

CNBB combaterá reformas de Temer na Igreja.

Os bispos do Brasil estão decididos a agir contra a perda de direito dos cidadãos brasileiros. Para a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), reformas como a trabalhista e a previdenciária, nos moldes propostos pelo governo do presidente Michel Temer (PDMB), podem até atender aos apelos do mercado, mas deixam de fora interesses básicos do cidadão –justamente o maior afetado por elas, e o que menos ou nada foi chamado a participar dessa discussão.

O grupo, que se reuniu com representantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e de outras centrais sindicais no debate por uma agenda de mobilização contra as reformas, pretende abordar o assunto também nas missas.

As informações são de reportagem de Janaina Garcia no UOL.

“No último dia 23, a confederação divulgou uma nota em que criticou duramente a reforma previdenciária ao afirmar, por exemplo, que a proposta defendida pelo governo “escolhe o caminho da exclusão social”.

‘Por que não discutir abertamente com a sociedade temas como esses, mas sem se preocupar em sinalizar apenas para o mercado, e sim, preocupado com o cidadão? Não é possível, a partir de um gabinete, determinar o que um cidadão pode ou não”, afirma o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, 66.

Arcebispo auxiliar de Brasília e desde 2001 secretário-geral da entidade, Steiner falou ao UOL sobre como a representação máxima dos bispos, de um país ainda de maioria católica, pretende atuar em relação às medidas defendidas por Temer, seja em posicionamentos oficiais –além de nota do mês passado, o assunto deve entrar na pauta da Assembleia Geral anual da CNBB, no final deste mês –, seja em ações práticas nas comunidades eclesiásticas –como, por exemplo, a abordagem crítica das reformas em missas.

‘Não é uma posição político-partidária, mas política, no sentido da polis, do cuidado de todas as pessoas. É importante que se debata e que se converse sobre isso. E faremos’, afirmou.

Temer mente e diz que Estados e municípios terão que se adequar à reforma da Previdência.

Se não promoverem mudanças nas regras da aposentadorias de seus servidores no prazo de seis após a promulgação da reforma da Previdência, serão obrigados a se adequar à emenda constitucional aprovada pelo Congresso

Se Estados e municípios não promoverem mudanças nas regras para concessão de aposentadorias a seus servidores no prazo de seis após a promulgação da reforma da Previdência, serão obrigados a se adequar à emenda constitucional aprovada pelo Congresso Nacional. Esse prazo será incluído no texto da reforma como emenda que será apresentada pelo governo federal.

O relator da comissão especial que analisa a reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), afirmou que a negociação respeita o pacto federativo. “Os governos estaduais e municipais terão de regulamentar a previdência dos servidores no prazo de seis meses. Caso contrário, terão de seguir as regras federais”, afirmou.

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, afirmou que a proposta partiu dos deputados federais, para “oferecer mais responsabilidade fiscal e para que os próprios governadores possam ter condições de argumentação junto às Assembleias Legislativas”.

Temer mentiu!

O presidente Temer havia anunciado na semana, após reunião com parlamentares no Planalto, a exclusão dos servidores estaduais e municipais da reforma que tramita no Congresso. Os parlamentares argumentaram nos bastidores que teriam dificuldade em aprovar medidas amargas para os servidores estaduais. A tarefa caberá aos deputados estaduais. A decisão provocou críticas porque eliminaria a isonomia entre integrantes de uma mesma categoria nos estados e no serviço público federal.

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, argumenta que a solução é viável juridicamente. “Fica para os Estados e municípios a decisão de adotar ou não um regime diferente daquele da União”.

Temer já pode ser cassado. Odebrechet delata R$ 21 milhões ao TSE.

O Tribunal Superior Eleitoral já tem elementos suficientes para tirar Michel Temer da presidência da República.

Isso porque, em depoimento ao ministro Herman Benjamin, o ex-diretor da empreiteira, Alexandrino Alencar, disse que a chapa Dilma-Temer recebeu R$ 21 milhões em espécie, na disputa presidencial de 2014.

O dinheiro teria sido usado para comprar o apoio de partidos políticos como PRB, Pros, PCdoB e PDT.

Em entrevista publicada nesta quinta-feira, Benjamin sinalizou que votará pela cassação de Temer, uma vez que a chapa não pode ser dividida.

Se esse cenário se confirmar, o Brasil poderá ter eleições indiretas em 2017 ou diretas, caso seja aprovada alguma emenda constitucional com esse propósito.

Leia, abaixo, trecho da reportagem de Letícia Casado, Bela Megale e Camila Mattoso:

Em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandrino Alencar, ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, afirmou que operacionalizou a entrega em espécie de R$ 21 milhões de caixa dois para três partidos aliados da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer em 2014.

A maioria dos recursos foi entregue em hotéis e flats em São Paulo, segundo ele. Os partidos beneficiados foram, de acordo com o depoimento, PRB, Pros e PC do B. Ao todo, contou o delator, cada um recebeu R$ 7 milhões. Ele menciona ainda mais R$ 4 milhões para o PDT, mas disse que outra pessoa da Odebrecht cuidou desta parte.

Pelo PRB, o interlocutor, relatou o delator, foi o atual ministro de Indústria e Comércio, Marcos Pereira. “Pelo PROS, o meu interlocutor foi o presidente do PROS, Eurípedes Junior; pelo PCdoB, foi o senhor chamado Fábio (…), que é de Goiás aqui; e pelo PRB, o atual Ministro Marcos Pereira, que era presidente do PRB”, disse.

O jornalista Lauro Jardim também publicou mais detalhes a respeito:

A delação de Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht, relata em detalhes como a empreiteira participou da compra de tempo na TV para a campanha de Dilma Rousseff em 2014.

Alexandrino contou aos procuradores em sua delação já homologada que, a pedido de Edinho Silva, então tesoureiro da campanha, deu a três partidos um total de RS$ 21 milhões (R$ 7 milhões para cada um) no caixa dois.

Um partido de esquerda (PCdoB), um de direita (Pros) e outro do alto (ou do céu, o PRB, o apêndice partidário da Igreja Universal).

Ou seja, o PT tercerizou a um executivo da Odebrecht a compra de tempo de TV de partidos que se tornaram aliados.

Com o PRB, dono de 1m1s de tempo na TV por dia, foram três reuniões na própria sede da Odebrecht, em São Paulo. Todas elas com o presidente do partido e atual ministro da Indústria e Comércio, Marcos Pereira.

Também na Odebrecht reuniu-se com o representante do PCdoB, Fábio Tokarski, que em 2014 foi candidato a deputado federal pela legenda, mas foi barrado pela Lei da Ficha Limpa. O PCdoB tinha direito a 1m12s por dia no horário gratuito — tempo vendido para a chapa PT/PMDB, segundo Alexandrino.

E, finalmente, com Euripedes Júnior, dono do Pros e de 45 segundos por dia de tempo na TV e no rádio, o encontro para acertar o caixa dois foi num hotel em frente ao aeroporto de Congonhas (SP). 247

TSE: relator envia a ministros relatório de ação contra chapa Dilma-Temer.

O ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), enviou ontem (22) aos demais ministros da Corte relatório parcial sobre o processo em que investiga o eventual abuso de poder político e econômico pela chapa Dilma-Temer na eleição de 2014.

No relatório, composto por 1.032 páginas, foram inseridos trechos de cada um dos 58 depoimentos colhidos por Benjamin desde agosto de 2016. “Destaco que o texto ora apresentado possui caráter estritamente descritivo e objetivo”, disse o ministro no despacho pelo qual encaminhou o documento a seus pares.

Foram investigados por Benjamin desvios na contratação de gráficas e o recebimento de recursos não declarados durante a campanha. O ministro investigou também repasses possivelmente ilegais feitos pela empreiteira Odebrecht, cujos indícios foram revelados pela Operação Lava Jato.

Neste mês, Benjamin colheu o depoimento de ex-executivos da companhia, inclusive de Marcelo Odebrecht, ex-presidente-executivo do grupo, que segundo informações vazadas pela imprensa disse ter feito repasses milionários à campanha.

A entrega do relatório parcial é uma das últimas etapas antes de o ministro apresentar seu voto final no caso, o que deve ocorrer no início de abril. Com o documento em mãos, os demais ministros do TSE passam, pela primeira vez, a se instruir sobre o processo e também preparar seus votos.

A fase de instrução do processo relatado por Benjamin foi encerrada na última terça-feira (21), quando o ministro ordenou que defesa e acusação apresentassem suas alegações finais no caso. O prazo se encerra amanhã (23). Após receber as manifestações, o magistrado deve apresentar o relatório final.

Quando foi determinado o encerramento da fase de instrução, na qual são produzidas as provas, o processo já acumulava 26 volumes e mais de 7,5 mil páginas.

Cassação e inelegibilidade

Em dezembro de 2014, as contas da campanha de Dilma Rousseff e de Michel Temer foram aprovadas por unanimidade pelo TSE, mas com ressalvas.

No entanto, o processo foi reaberto porque o PSDB questionou a aprovação, por entender que há irregularidades nas prestações de contas apresentadas da chapa, que teria recebido recursos do esquema de corrupção investigado na Lava Jato.

Em caso de condenação, o processo pode resultar na inelegibilidade de Dilma Rousseff e de Michel Temer, que pode ainda ser afastado da Presidência da República.

A campanha de Dilma Rousseff nega qualquer irregularidade e sustenta que todo o processo de contratação das empresas e de distribuição dos produtos foi documentado e monitorado.

No início do mês, a defesa do presidente Michel Temer sustentou no TSE que a campanha eleitoral do PMDB não tem relação com os pagamentos suspeitos. De acordo com os advogados, não se tem conhecimento de qualquer irregularidade no pagamento dos serviços.

De acordo com a jurisprudência do TSE, a prestação contábil da presidenta e do vice-presidente é julgada em conjunto. da EBC

Deputados aprovam projeto de terceirização, enterram a CLT e destroem de vez o INSS.

Deputados aprovaram, nesta quarta-feira (22), o substitutivo do Senado ao projeto de lei (PL 4302/98) que regulamenta a terceirização e o trabalho temporário no Brasil. O texto foi enviado ao Congresso pelo Executivo e permite o uso do sistema em todas as atividades de uma empresa. Diante da obstrução feita por parlamentares da oposição, o plenário da Câmara votou, por duas vezes, pedidos de retirada de pauta. Ambos foram rejeitados pela maioria. Parte dos congressistas avaliou que as mudanças geram insegurança ao trabalhador. A sessão que aprovou o teor do PL que tramitava no Congresso há 19 anos durou mais de nove horas. Ao final da discussão, 231 deputados votaram a favor do texto, 188 contra e 8 abstenções.

Pouco antes da votação, membros da oposição fizeram manifestação contrária à proposta. Eles levantaram diversos patos infláveis afirmando que, em caso de aprovação do texto, “a população que vai pagar o pato”. Neste momento, pessoas que acompanhavam a discussão da galeria também reagiram e gritaram: “Não, não, não! Não à terceirização”.

De acordo com matéria assinada pelo jornalista Raphael Di Cunto no site do jornal Valor Econômico, o projeto de terceirização aprovado pela Câmara não tem dispositivos para impedir a chamada “pejotização”, ou seja, a demissão de trabalhadores no regime CLT para contratação como pessoas jurídicas (PJ).

Isso pode detonar de vez a Previdência Social, como explica Laura Carvalho, economista e professora da FEA-USP: “Sustentar a Previdência passa necessariamente por manter altos níveis de emprego e formalização. A prioridade parece não ser nenhuma das duas coisas. Aprovaram agora o PL da terceirização: imaginem um mundo de trabalhadores contratados como Empreendedores Individuais, contribuindo apenas 5% sobre o salário mínimo para a Previdência. E o empregador, nada. Em meio a todo esse debate, um PL que pode reduzir a base de arrecadação do sistema e elevar o tal rombo na Previdência no curto prazo. Interessante”.

Como cada deputado votou na proposta que amplia a terceirização

Polêmica, proposta aprovada esta noite (22) pela Câmara regulamenta a terceirização e o trabalho temporário no país. O texto foi aprovado, sob protesto da oposição, por 231 votos a 188. Foram registradas 8 abstenções. Entre outras coisas, o projeto de lei (PL 4302/98) permite a terceirização até da atividade-fim de uma empresa. Ou seja, uma escola poderá terceirizar não apenas o serviço de limpeza, mas a contratação de seus professores, por exemplo. Ainda falta a análise de destaques que podem alterar pontualmente a proposição apoiada pelo governo.

Veja como cada deputado votou:

Deputado                         Partido Voto

Roraima (RR)

Abel Mesquita Jr.            DEM      Sim

Edio Lopes                        PR          Sim

Hiran Gonçalves              PP          Sim

Jhonatan de Jesus          PRB        Sim

Maria Helena                  PSB        Sim

Remídio Monai               PR          Sim

Shéridan                           PSDB     Sim

Total Roraima: 7

 

Amapá (AP)

André Abdon                    PP          Sim

Janete Capiberibe           PSB        Não

Jozi Araújo                       PTN       Sim

Marcos Reategui             PSD        Sim

Professora Marcivania  PCdoB  Não

Total Amapá: 5

 

Pará (PA)

Arnaldo Jordy                   PPS        Não

Beto Faro                           PT           Não

Beto Salame                      PP          Não

Edmilson Rodrigues       PSOL     Não

Francisco Chapadinha   PTN       Sim

Hélio Leite                        DEM      Sim

Joaquim Passarinho       PSD        Sim

José Priante                      PMDB   Sim

Josué Bengtson               PTB        Sim

Júlia Marinho                  PSC        Sim

Lúcio Vale                         PR          Sim

Nilson Pinto                     PSDB     Sim

Simone Morgado            PMDB   Não

Wladimir Costa                 SD          Sim

Zé Geraldo                         PT           Não

Total Pará: 15

 

Amazonas (AM)

Alfredo Nascimento        PR          Não

Arthur Virgílio Bisneto   PSDB     Não

Átila Lins                           PSD        Sim

Conceição Sampaio         PP          Não

Hissa Abrahão                  PDT        Não

Pauderney Avelino         DEM      Sim

Sabino Castelo Branco  PTB        Sim

Silas Câmara                    PRB        Sim

Total Amazonas: 8

 

Rondônia (RO)

Expedito Netto                 PSD        Não

Lindomar Garçon            PRB        Sim

Marcos Rogério                DEM      Não

Mariana Carvalho            PSDB     Não

Marinha Raupp                PMDB   Sim

Nilton Capixaba               PTB        Sim

Total Rondônia: 6

 

Acre (AC)

Alan Rick                             PRB        Não

Angelim                               PT           Não

César Messias                   PSB        Sim

Flaviano Melo                   PMDB   Sim

Jéssica Sales                      PMDB   Não

Leo de Brito                       PT           Não

Moisés Diniz                      PCdoB  Não

Rocha                                  PSDB     Não

Total Acre: 8

 

Tocantins (TO)

Carlos Henrique Gaguim              PTN       Sim

César Halum                                      PRB        Sim

Irajá Abreu                                        PSD        Sim

Josi Nunes                                         PMDB   Não

Lázaro Botelho                                PP          Sim

Profª Dorinha Seabra Rezende DEM      Não

Vicentinho Júnior                            PR          Sim

Total Tocantins: 7

 

Maranhão (MA)

Aluisio Mendes                                               PTN       Sim

Cleber Verde                                    PRB        Sim

Eliziane Gama                                  PPS        Não

Hildo Rocha                                       PMDB   Sim

João Marcelo Souza                       PMDB   Sim

José Reinaldo                                   PSB        Sim

Julião Amin Castro                          PDT        Não

Junior Marreca                                PEN       Sim

Juscelino Filho                                 DEM      Sim

Pedro Fernandes                            PTB        Sim

Rubens Pereira Júnior                   PCdoB  Não

Victor Mendes                                PSD        Sim

Waldir Maranhão                            PP          Não

Weverton Rocha                             PDT        Não

Zé Carlos                                            PT           Não

Total Maranhão: 15

 

Ceará (CE)

Adail Carneiro                                  PP          Sim

André Figueiredo                            PDT        Não

Aníbal Gomes                                  PMDB   Sim

Cabo Sabino                                     PR          Não

Chico Lopes                                      PCdoB  Não

Domingos Neto                                              PSD        Sim

Genecias Noronha                         SD          Sim

Gorete Pereira                                PR          Sim

José Airton Cirilo                             PT           Não

José Guimarães                                               PT           Não

Leônidas Cristino                             PDT        Não

Luizianne Lins                                   PT           Não

Moses Rodrigues                            PMDB   Não

Odorico Monteiro                           PROS     Não

Paulo Henrique Lustosa                               PP          Sim

Ronaldo Martins                              PRB        Não

Vaidon Oliveira                                DEM      Sim

Total Ceará: 17

 

Piauí (PI)

Assis Carvalho                                  PT           Não

Átila Lira                                             PSB        Sim

Iracema Portella                              PP          Sim

Júlio Cesar                                         PSD        Sim

Maia Filho                                          PP          Sim

Paes Landim                                     PTB        Sim

Rodrigo Martins                               PSB        Sim

Silas Freire                                         PR          Sim

Total Piauí: 8

 

Rio Grande do Norte (RN)

Antônio Jácome                              PTN       Abstenção

Fábio Faria                                         PSD        Sim

Felipe Maia                                       DEM      Sim

Rafael Motta                                    PSB        Não

Rogério Marinho                             PSDB     Sim

Walter Alves                                     PMDB   Não

Zenaide Maia                                   PR          Não

Total Rio Grande do Norte: 7

 

Paraíba (PB)

Aguinaldo Ribeiro                           PP          Sim

André Amaral                                  PMDB   Sim

Benjamin Maranhão                      SD          Sim

Damião Feliciano                             PDT        Não

Luiz Couto                                         PT           Não

Pedro Cunha Lima                          PSDB     Sim

Rômulo Gouveia                             PSD        Sim

Veneziano Vital do Rêgo             PMDB   Não

Wilson Filho                                      PTB        Não

Total Paraíba: 9

 

Pernambuco (PE)

André de Paula                                PSD        Sim

Augusto Coutinho                          SD          Sim

Betinho Gomes                                              PSDB     Não

Carlos Eduardo Cadoca                 PDT        Sim

Creuza Pereira                                 PSB        Não

Daniel Coelho                                  PSDB     Não

Danilo Cabral                                    PSB        Não

Eduardo da Fonte                           PP          Sim

Fernando Monteiro                       PP          Sim

Guilherme Coelho                          PSDB     Sim

Jarbas Vasconcelos                        PMDB   Sim

Jorge Côrte Real                              PTB        Sim

Luciana Santos                                 PCdoB  Não

Marinaldo Rosendo                       PSB        Sim

Pastor Eurico                                    PHS        Sim

Ricardo Teobaldo                            PTN       Sim

Severino Ninho                                               PSB        Não

Silvio Costa                                        PTdoB   Não

Wolney Queiroz                              PDT        Não

Zeca Cavalcanti                                PTB        Sim

Total Pernambuco: 20

 

Alagoas (AL)

Arthur Lira                                         PP          Sim

Cícero Almeida                                PMDB   Sim

Givaldo Carimbão                           PHS        Não

Nivaldo Albuquerque                    PRP        Sim

Paulão                                                 PT           Não

Pedro Vilela                                      PSDB     Não

Rosinha da Adefal                           PTdoB   Sim

Total Alagoas: 7

 

Sergipe (SE)

Adelson Barreto                              PR          Não

Andre Moura                                   PSC        Sim

Fábio Mitidieri                                 PSD        Não

Fabio Reis                                          PMDB   Não

João Daniel                                       PT           Não

Jony Marcos                                     PRB        Não

Laercio Oliveira                                SD          Sim

Total Sergipe: 7

 

Bahia (BA)

Afonso Florence                              PT           Não

Alice Portugal                                   PCdoB  Não

Arthur Oliveira Maia                      PPS        Sim

Bacelar                                                PTN       Não

Benito Gama                                    PTB        Sim

Cacá Leão                                          PP          Sim

Caetano                                             PT           Não

Claudio Cajado                                DEM      Sim

Daniel Almeida                                PCdoB  Não

Davidson Magalhães                     PCdoB  Não

Elmar Nascimento                          DEM      Sim

Félix Mendonça Júnior                 PDT        Não

Irmão Lazaro                                    PSC        Não

João Carlos Bacelar                         PR          Sim

João Gualberto                                PSDB     Sim

José Carlos Aleluia                          DEM      Sim

José Carlos Araújo                          PR          Sim

José Nunes                                       PSD        Sim

José Rocha                                        PR          Sim

Jutahy Junior                                    PSDB     Sim

Márcio Marinho                               PRB        Sim

Mário Negromonte Jr.                  PP          Sim

Nelson Pellegrino                           PT           Não

Paulo Azi                                            DEM      Sim

Paulo Magalhães                             PSD        Sim

Pr. Luciano Braga                             PRB        Abstenção

Roberto Britto                                 PP          Sim

Robinson Almeida                          PT           Não

Ronaldo Carletto                             PP          Sim

Sérgio Brito                                       PSD        Sim

Uldurico Junior                                PV          Não

Valmir Assunção                              PT           Não

Waldenor Pereira                           PT           Não

Total Bahia: 33

 

Minas Gerais (MG)

Adelmo Carneiro Leão                  PT           Não

Ademir Camilo                                 PTN       Não

Bilac Pinto                                          PR          Sim

Caio Narcio                                        PSDB     Sim

Carlos Melles                                   DEM      Sim

Dâmina Pereira                                PSL         Não

Delegado Edson Moreira             PR          Sim

Diego Andrade                                PSD        Sim

Dimas Fabiano                                 PP          Sim

Domingos Sávio                               PSDB     Sim

Eduardo Barbosa                             PSDB     Sim

Eros Biondini                                    PROS     Não

Fábio Ramalho                                 PMDB   Sim

Franklin Lima                                    PP          Sim

George Hilton                                  PSB        Não

Jô Moraes                                         PCdoB  Não

Júlio Delgado                                    PSB        Não

Leonardo Monteiro                       PT           Não

Leonardo Quintão                          PMDB   Sim

Lincoln Portela                                 PRB        Não

Luis Tibé                                             PTdoB   Sim

Luiz Fernando Faria                        PP          Sim

Marcelo Álvaro Antônio               PR          Sim

Marcos Montes                                              PSD        Sim

Marcus Pestana                               PSDB     Sim

Margarida Salomão                        PT           Não

Mário Heringer                                PDT        Não

Mauro Lopes                                    PMDB   Sim

Misael Varella                                  DEM      Abstenção

Padre João                                        PT           Não

Patrus Ananias                                PT           Não

Paulo Abi-Ackel                                              PSDB     Sim

Raquel Muniz                                   PSD        Sim

Reginaldo Lopes                              PT           Não

Renato Andrade                              PP          Sim

Renzo Braz                                        PP          Sim

Rodrigo de Castro                           PSDB     Sim

Rodrigo Pacheco                             PMDB   Sim

Saraiva Felipe                                   PMDB   Sim

Stefano Aguiar                                PSD        Não

Subtenente Gonzaga                    PDT        Não

Tenente Lúcio                                  PSB        Sim

Toninho Pinheiro                            PP          Sim

Weliton Prado                                 PMB      Não

Zé Silva                                                SD          Não

Total Minas Gerais: 45

 

Espírito Santo (ES)

Carlos Manato                                 SD          Sim

Dr. Jorge Silva                                  PHS        Não

Evair Vieira de Melo                       PV          Não

Givaldo Vieira                                  PT           Não

Helder Salomão                               PT           Não

Lelo Coimbra                                    PMDB   Sim

Marcus Vicente                                              PP          Sim

Sergio Vidigal                                   PDT        Não

Total Espírito Santo: 8

 

Rio de Janeiro (RJ)

Alessandro Molon                          REDE     Não

Alexandre Valle                                               PR          Não

Arolde de Oliveira                           PSC        Sim

Aureo                                                  SD          Não

Benedita da Silva                             PT           Não

Cabo Daciolo                                    PTdoB   Não

Celso Jacob                                       PMDB   Abstenção

Celso Pansera                                  PMDB   Não

Chico Alencar                                   PSOL     Não

Chico D Angelo                                PT           Não

Deley                                                   PTB        Não

Ezequiel Teixeira                             PTN       Sim

Felipe Bornier                                  PROS     Sim

Francisco Floriano                           DEM      Não

Glauber Braga                                  PSOL     Não

Jair Bolsonaro                                  PSC        Abstenção

Jandira Feghali                                 PCdoB  Não

Jean Wyllys                                       PSOL     Não

Julio Lopes                                        PP          Sim

Laura Carneiro                                 PMDB   Sim

Luiz Carlos Ramos                           PTN       Não

Luiz Sérgio                                         PT           Não

Marcelo Delaroli                              PR          Não

Marcelo Matos                                PHS        Não

Marco Antônio Cabral                   PMDB   Sim

Marcos Soares                                 DEM      Abstenção

Miro Teixeira                                    REDE     Não

Otavio Leite                                      PSDB     Sim

Paulo Feijó                                        PR          Sim

Pedro Paulo                                      PMDB   Sim

Roberto Sales                                  PRB        Sim

Rodrigo Maia                                    DEM      Art. 17

Sergio Zveiter                                  PMDB   Sim

Simão Sessim                                   PP          Sim

Soraya Santos                                  PMDB   Sim

Wadih Damous                                PT           Não

Walney Rocha                                  PEN       Sim

Wilson Beserra                                PMDB   Sim

Zé Augusto Nalin                             PMDB   Sim

Total Rio de Janeiro: 39

 

São Paulo (SP)

Adérmis Marini                                PSDB     Sim

Alex Manente                                 PPS        Não

Alexandre Leite                                              DEM      Sim

Ana Perugini                                     PT           Não

Andres Sanchez                                              PT           Não

Antonio Bulhões                             PRB        Sim

Antonio Carlos Mendes Thame                PV          Sim

Arlindo Chinaglia                             PT           Não

Arnaldo Faria de Sá                        PTB        Não

Beto Mansur                                    PRB        Sim

Bruna Furlan                                     PSDB     Sim

Capitão Augusto                              PR          Sim

Carlos Zarattini                                PT           Não

Celso Russomanno                         PRB        Sim

Dr. Sinval Malheiros                       PTN       Sim

Eduardo Bolsonaro                         PSC        Sim

Eduardo Cury                                   PSDB     Sim

Eli Corrêa Filho                                 DEM      Não

Evandro Gussi                                  PV          Sim

Fausto Pinato                                   PP          Sim

Flavinho                                              PSB        Não

Guilherme Mussi                            PP          Sim

Herculano Passos                            PSD        Sim

Ivan Valente                                     PSOL     Não

Izaque Silva                                       PSDB     Não

Jorge Tadeu Mudalen                   DEM      Sim

Lobbe Neto                                      PSDB     Não

Luiz Lauro Filho                                PSB        Sim

Luiza Erundina                                 PSOL     Não

Major Olimpio                                 SD          Sim

Mara Gabrilli                                     PSDB     Não

Marcelo Aguiar                                DEM      Não

Marcelo Squassoni                         PRB        Sim

Marcio Alvino                                   PR          Sim

Miguel Haddad                                PSDB     Sim

Miguel Lombardi                             PR          Sim

Missionário José Olimpio             DEM      Não

Nelson Marquezelli                        PTB        Sim

Nilto Tatto                                         PT           Não

Orlando Silva                                    PCdoB  Não

Paulo Freire                                      PR          Não

Paulo Pereira da Silva                    SD          Não

Paulo Teixeira                                  PT           Não

Pollyana Gama                                PPS        Não

Pr. Marco Feliciano                         PSC        Abstenção

Renata Abreu                                  PTN       Sim

Ricardo Izar                                       PP          Sim

Ricardo Tripoli                                  PSDB     Sim

Roberto Alves                                  PRB        Sim

Roberto de Lucena                         PV          Não

Sérgio Reis                                        PRB        Sim

Silvio Torres                                      PSDB     Sim

Tiririca                                                  PR          Não

Valmir Prascidelli                             PT           Não

Vanderlei Macris                             PSDB     Sim

Vicente Candido                              PT           Não

Vicentinho                                        PT           Não

Vinicius Carvalho                             PRB        Sim

Vitor Lippi                                          PSDB     Sim

Total São Paulo: 59

 

Mato Grosso (MT)

Adilton Sachetti                               PSB        Sim

Carlos Bezerra                                 PMDB   Sim

Ezequiel Fonseca                            PP          Sim

Nilson Leitão                                    PSDB     Sim

Professor Victório Galli                 PSC        Sim

Ságuas Moraes                                PT           Não

Valtenir Pereira                                              PMDB   Sim

Total Mato Grosso: 7

 

Distrito Federal (DF)

Alberto Fraga                                   DEM      Sim

Augusto Carvalho                           SD          Não

Izalci Lucas                                         PSDB     Sim

Laerte Bessa                                     PR          Sim

Rogério Rosso                                  PSD        Não

Ronaldo Fonseca                             PROS     Não

Rôney Nemer                                  PP          Não

Total Distrito Federal: 7

 

Goiás (GO)

Alexandre Baldy                              PTN       Sim

Célio Silveira                                     PSDB     Não

Daniel Vilela                                      PMDB   Sim

Delegado Waldir                              PR          Não

Fábio Sousa                                      PSDB     Sim

Flávia Morais                                    PDT        Não

Giuseppe Vecci                                               PSDB     Sim

Heuler Cruvinel                                               PSD        Não

João Campos                                    PRB        Sim

Lucas Vergilio                                   SD          Não

Magda Mofatto                                               PR          Sim

Marcos Abrão                                  PPS        Sim

Rubens Otoni                                   PT           Não

Thiago Peixoto                                PSD        Sim

Total Goiás: 14

 

Mato Grosso do Sul (MS)

Dagoberto Nogueira                      PDT        Não

Elizeu Dionizio                                  PSDB     Sim

Geraldo Resende                            PSDB     Sim

Mandetta                                          DEM      Não

Tereza Cristina                                 PSB        Sim

Vander Loubet                                PT           Não

Zeca do PT                                         PT           Não

Total Mato Grosso do Sul: 7

 

Paraná (PR)

Alex Canziani                                    PTB        Sim

Alfredo Kaefer                                PSL         Sim

Aliel Machado                                  REDE     Não

Assis do Couto                                 PDT        Não

Christiane de Souza Yared          PR          Não

Dilceu Sperafico                               PP          Sim

Edmar Arruda                                  PSD        Sim

Enio Verri                                           PT           Não

Evandro Roman                               PSD        Sim

Hermes Parcianello                        PMDB   Não

Leandre                                              PV          Não

Leopoldo Meyer                             PSB        Sim

Luciano Ducci                                   PSB        Sim

Luiz Carlos Hauly                              PSDB     Sim

Luiz Nishimori                                  PR          Sim

Nelson Meurer                                 PP          Sim

Nelson Padovani                             PSDB     Sim

Osmar Bertoldi                                 DEM      Sim

Reinhold Stephanes                      PSD        Sim

Rubens Bueno                                  PPS        Sim

Sandro Alex                                       PSD        Sim

Sergio Souza                                      PMDB   Sim

Toninho Wandscheer                    PROS     Sim

Zeca Dirceu                                        PT           Não

Total Paraná: 24

 

Santa Catarina (SC)

Carmen Zanotto                              PPS        Não

Celso Maldaner                                               PMDB   Sim

Cesar Souza                                       PSD        Abstenção

Décio Lima                                          PT           Não

Esperidião Amin                              PP          Não

Geovania de Sá                                                PSDB     Não

João Paulo Kleinübing                   PSD        Sim

João Rodrigues                                 PSD        Não

Jorge Boeira                                      PP          Não

Marco Tebaldi                                   PSDB     Sim

Pedro Uczai                                       PT           Não

Rogério Peninha                              PMDB   Sim

Valdir Colatto                                    PMDB   Sim

Total Santa Catarina: 13

 

Rio Grande do Sul (RS)

Afonso Hamm                                  PP          Não

Afonso Motta                                   PDT        Não

Alceu Moreira                                   PMDB   Sim

Assis Melo                                          PCdoB  Não

Bohn Gass                                          PT           Não

Cajar Nardes                                     PR          Sim

Carlos Gomes                                   PRB        Sim

Danrlei de Deus                               PSD        Sim

Darcísio Perondi                              PMDB   Sim

Henrique Fontana                          PT           Não

Jerônimo Goergen                         PP          Sim

João Derly                                          REDE     Não

Jones Martins                                   PMDB   Sim

José Fogaça                                       PMDB   Não

Jose Stédile                                       PSB        Não

Luis Carlos Heinze                           PP          Sim

Marco Maia                                       PT           Não

Marcon                                                               PT           Não

Maria do Rosário                             PT           Não

Mauro Pereira                                  PMDB   Sim

Paulo Pimenta                                  PT           Não

Pepe Vargas                                      PT           Não

Pompeo de Mattos                        PDT        Não

Renato Molling                                 PP          Sim

Sérgio Moraes                                  PTB        Não

Yeda Crusius                                      PSDB     Sim

Total Rio Grande do Sul: 26

CPI da Previdência é protocolada no senado.

com informações da assessoria de comunicação do senador Paulo Paim, Agência Câmara e TV Senado

Acompanhado de parlamentares e líderes sociais, sindicais e populares, o senador Paulo Paim protocolou nesta terça-feira, 21, na Secretaria-Geral da Mesa do Senado Federal o pedido de criação da CPI da Previdência. Ele conseguiu 55 assinaturas. O objetivo da comissão de inquérito é esclarecer as receitas e as despesas, os desvios, desonerações, desvinculações e sonegações no setor.

— Quero mostrar que não há déficit, basta cobrar daqueles que não estão pagando. E se for o caso, cadeia para quem está roubando dinheiro dos aposentados e dos trabalhadores. O Brasil tem o direito de saber o que está dentro dessa verdadeira caixa-preta — afirma.

Com duração de 120 dias, a CPI tem poderes de investigação próprios de autoridades judiciais. A comissão pode convocar pessoas para depor, ouvir testemunhas, requisitar documentos e determinar diligências, entre outras medidas. Paim disse esperar que os trabalhos tenham início até a metade do mês de abril.

A proposta que está tramitando na Câmara dos Deputados eleva o tempo de contribuição de 15 anos para, pelo menos, 25 anos, com necessidade de 49 anos de contribuição para se aposentar com 100% do benefício. A idade mínima passa a ser 65 anos.

Na Câmara, a oposição também começou a coletar assinaturas para abrir a CPI onde 171 assinaturas necessárias e no requerimento de instalação, é solicitado a investigação da contabilidade da Previdência Social e o esclarecimento das receitas e despesas do sistema.

Pretende-se com isso apurar todos os desvios de recursos, sejam anistias, desonerações, desvinculações, sonegação ou qualquer outro meio que propicie a retirada de fontes da Previdência, focando não somente nos valores, mas também nos beneficiários desses desvios.

Clique na seta e veja o que diz a reforma da Previdência no infográfico da Agência Câmara

Brasil perde 1,3 milhão de vagas de emprego formal em 2016, diz Caged.

O país perdeu 462.366 vagas de emprego formal em dezembro de 2016, uma variação negativa de 1,19% em relação ao mês de novembro do mesmo ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (20) pelo Ministério do Trabalho. No acumulado de 2016, foram eliminados 1.321.994 postos de trabalho no Brasil, diminuindo o estoque de vagas formais em 3,33%.

Foram registradas 869.439 admissões e 1.331.805 desligamentos no período. O resultado mantém a tendência de mais demissões que contratações no mercado de trabalho brasileiro. A queda no estoque de emprego nas cinco regiões foi 22,4% menor que a observada no mesmo período de 2015.

A série histórica do Caged mostra que entre 2002 e 2016 ocorreram resultados negativos no estoque de vagas formais apenas em 2015 e 2016. A maior geração de empregos no período foi em 2010, quando 2.223.597 postos de trabalho foram criados. Os anos seguintes apresentaram resultados positivos, mas decrescentes.

De acordo com os dados, os oito setores de atividade econômica avaliados sofreram queda no nível de emprego. O setor de Serviços teve a maior redução do estoque de vagas em termos absolutos, com 157,6 mil postos a menos. O setor Indústria de Transformação perdeu 130,6 mil vagas. A maior queda percentual foi na Construção Civil, com 82,5 mil postos de trabalho fechados, o que representa um encolhimento de 3,47% do setor. O segundo maior recuo foi na Agricultura, com 48,2 mil vagas a menos.

Salários

O Caged informou também que o salário médio de admissão em 2016 caiu 1,09% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de R$ 1.389,19, em 2015, para R$ 1.374,12, em 2016.

O relatório aponta que os salários dos homens caiu mais que o de mulheres no período. O salário deles caiu em média 2,43% em 2016, enquanto o delas caiu 0,99%. Com a redução dos salários masculinos, a média de salarial das mulheres passou a representar 89,24% do que eles recebem.

Brasil precisa investir R$ 225 bi a mais para cumprir Plano Nacional de Educação.

O Brasil precisa investir R$ 225 bilhões a mais para atingir a meta prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) de destinar pelo menos o equivalente a 10% do Produto de Interno Bruto (PIB) à educação até 2024. O valor está em relatório divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) de monitoramento das metas do PNE.

O PNE é uma lei federal, sancionada em 2014, que prevê metas para melhorar a educação brasileira em dez anos. As metas vão desde a educação infantil à pós-graduação, passando pelo investimento, melhorias em infraestrutura e pela valorização do professor.

A meta 20 trata do financiamento e estabelece, além da meta final, uma meta intermediária de investir, até 2019, pelo menos 7% do PIB em educação. Para atingir esse patamar, o Inep aponta que será necessário o investimento de cerca de R$ 54 bilhões adicionais aos R$ 344 bilhões já aportados atualmente no setor. Os cálculos são baseados nos dados de investimento de 2014.

De acordo com os últimos dados disponíveis, de 2014, o Brasil investe no total o equivalente a 6% do PIB, ou aproximadamente 344 bilhões. O valor vem crescendo nominalmente desde 2004. Em 2013, o investimento total foi de R$ 337,7 bilhões. Em termos de pontos percentuais, o investimento público total em educação apresentou evolução de 1,5 ponto percentual desde 2004.

PNE, Plano Nacional de Educação, Ministério da Educação, investimento

Elaborado pela Dired/Inep com base em dados fornecidos pela Deed/Inep

Já o investimento público direto, feito apenas em instituições públicas, apresentou menor evolução do percentual alcançado em relação ao PIB em termos absolutos, variando 1,2 pontos percentuais em 10 anos – com crescimento de 3,8%, em 2004, para 5,1% do PIB. De 2013 para 2014 houve uma retração de 5,1 para 5.

O investimento direto é aquele feito nas instituições públicas, descontados os valores despendidos pelos entes federados com aposentadorias e pensões, investimentos com bolsas de estudo, financiamento estudantil e despesas com juros, amortizações e encargos da dívida da área educacional.

Distribuição

Inep, Educação, Plano Nacional de Educação, PNE, investimento, Ministério da Educação

 

Do total do investimento equivalente a 6% do PIB, o Brasil investe a maior parte na educação básica, que vai da educação infantil ao ensino médio, o equivalente a 4,9% do PIB. A educação infantil recebe o equivalente a 0,7%; o ensino fundamental, 3,1%; e ensino médio, 1,1%. Já a educação superior concentra o equivalente a 1,2% do PIB.

Em relação à natureza da despesa, os gastos com pessoal ativo representam a maior parte do investimento, 46,2%. A porcentagem caiu desde 2004, quando representava 52,8%. Já o financiamento estudantil apresentou o maior crescimento em pontos percentuais. Em 2004, o gasto representava 0,8% do total, já em 2014, subiu para 4%.

Salário do professor

De acordo com o relatório divulgado pelo Inep, professores ganham em média 81,6% do salário médio de outros profissionais com escolaridade equivalente. Pelo PNE, até o sexto ano de vigência da lei (2020) o país deverá equiparar o rendimento médio dos professores ao dos demais profissionais.

O cálculo do Inep diverge de outros estudos. O levantamento feito pelo movimento Todos pela Educação mostra, por exemplo, que os professores ganham ainda menos em relação aos demais profissionais com escolaridade equivalente: 54,5%. Segundo o movimento, os baixos salários tornam a carreira pouco atraente aos melhores profissionais, o que vai na contramão de países que estão no topo dos rankings internacionais de educação.

“O aumento do indicador é devido, em grande parte, ao crescimento no salário médio de professores que, em 2004, era R$ 1.965,80 (em valores constantes de 2014) e, em 2014, passou para R$ 2.740,45, ganho real de 39,4% acima da inflação ao longo de dez anos. Já o salário médio de não professores saltou de R$ 3.316,65 (em valores constantes de 2014) para R$ 3.356,36, em 2014, ou seja, um aumento real de apenas 1,9%. A inflação apurada no período foi de 71,1%”, diz o relatório.

Monitoramento

Os dados estão no Relatório do 1º Ciclo de Monitoramento das Metas do PNE: Biênio 2014-2016. Este é o primeiro relatório que mede a evolução do cumprimento da lei pelo Brasil. Em 2015, o Inep divulgou um documento inicial que serve de base para o monitoramento.

Pelo PNE, o Inep tem a missão de, a cada dois anos, ao longo do período de vigência deste Plano, publicar estudos para aferir a evolução do cumprimento das metas, com informações organizadas por ente federado e consolidadas em âmbito nacional, tendo como referência os estudos e as pesquisas, sem prejuízo de outras fontes e informações relevantes.

O relatório desde ano é publicado com alguns meses de atraso, uma vez que, pela lei, deveria ter sido divulgado até o dia 25 de junho, quando o plano completou dois anos de vigência.

Pesquisa Vox Populi aponta rejeição a PEC 241 e a reforma da Previdência.

temer-assustado

Pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi aponta que a proposta de emenda à constituição que prevê o congelamento de gastos públicos por 20 anos, a PEC 241, apresentada pelo governo de Michel Temer, é rejeitada por 70% dos brasileiros. Apenas 19% concordam com e aprovação da medida, 6% são indiferentes e 5% não souberam ou não responderam.

Quanto à reforma da Previdência, a rejeição é ainda maior: 80% dos trabalhadores do campo e da cidade são contra a proposta que prevê idade mínima de 65 anos para se aposentar, com no mínimo 25 anos de contribuição. Outros 15% concordam com as mudanças no sistema previdenciário, 4% nem concordam nem discordam e 2% não sabem, não têm opinião ou não responderam.

Ainda de acordo com a pesquisa, Temer é mal avaliado por 74% dos brasileiros – para 40%, o desempenho dele é regular, e para 34% é negativo. Só 11% consideram o governo de maneira positiva e 15% não sabem ou não responderam. A pesquisa foi realizada com 2 mil pessoas entre os dias 9 e 13 de outubro.

Senador vai ao TSE por cassação de Dilma e Temer.

randolfe Rodrigues

Após o escândalo da gravação onde o ministro Romero Jucá fala de articulação golpista para retirar a presidente eleita, Dilma Rousseff, o senador Randolfe Rodrigues (AP), líder da Rede no Senado, vai ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira 24 cobrar uma decisão sobre os processos de cassação da chapa Dilma-Temer das eleições de 2014.

Randolfe tem uma audiência marcada com o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, às 17h30. A ação de impugnação de mandato eletivo, proposta em novembro de 2014 e paralisada desde então, prevê a anulação dos votos dados à chapa Dilma-Temer.

Na avaliação do senador, o impedimento da chapa abriria espaço para a convocação de novas eleições presidenciais já em outubro deste ano, pauta defendida pela Rede. “Nem Dilma, nem Temer. A solução é uma nova eleição”, ressalta Randolfe.

Temer e Renan selam acordo para deixar o governo Dilma.

renan e temer

O vice-presidente Michel Temer e o presidente do Senado, Renan Calheiros, fecharam posição sobre o desembarque do governo Dilma Rousseff. O PMDB vai oficializar a saída nesta terça-feira (29), por aclamação.

A tendência é que o partido aprove ainda o prazo até o dia 12 de abril para que os sete ministros da sigla deixem seus cargos. O mesmo valerá para outros peemedebistas empregados em cargos de confiança na administração federal.

Temer não presidirá a reunião que vai selar o desembarque. Os ministros peemedebistas também não irão à reunião.

O formato da convenção de amanhã foi fechado em reunião na residência oficial do Senado com a presença de outros senadores peemedebistas. Com o acordo, a tentativa do comando nacional do partido é evitar demonstrar a divisão do partido no encontro do diretório nacional da legenda.