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UFOB abre concurso público com nove vagas de professor efetivo.

A UFOB está com mais um concurso público aberto para contratação de professores efetivos. O edital com as regras do certame foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (16). Serão nove vagas para os campi de Barra (1), Barreiras (7) e Luís Eduardo Magalhães (1), com salários que podem chegar a R$ 9,5 mil, a depender da titulação e do regime de trabalho.

As inscrições custam R$ 150, R$ 180 e R$ 200 para os cargos de professor Auxiliar, Assistente e Adjunto, respectivamente, e devem ser feitas até o dia 15 de maio no site www.concursos.ufob.edu.br. Os candidatos participantes do Cadastro Único para programas sociais do Governo Federal podem solicitar isenção de pagamento da inscrição de 16 a 24 de abril.

Das vagas oferecidas, cinco são para médicos com titulação de residência ou especialização, com 20 horas semanais de trabalho. As demais são para mestres e doutor, em regime de 40 horas com Dedicação Exclusiva.

Mais informações podem ser acessadas no edital.

Temer corta verbas e Universidades Federais demitem terceirizados, cortam bolsas e paralisam obras.

Representantes de universidades e de trabalhadores do ensino superior afirmam que o impacto do corte de gastos imposto pelo Ministério da Educação (MEC) já muda a rotina de campi pelo pais, e que muitas instituições só têm dinheiro para custeio até setembro. Cortes em diferentes setores, demissões de terceirizados e busca por parcerias viraram estratégia para fugir das dívidas.

O “custeio” das universidades representa os gastos como contas de luz, água, manutenção e pagamento de funcionários terceirizados. Por lei, não são despesas obrigatórias para o governo e, por isso, estão sujeitas a cortes, caso haja contingenciamento. Também pode sofrer cortes a verba de despesas de “capital”, ou “expansão e reestruturação”, ou seja, as obras realizadas nos prédios das instituições.

Neste ano, o contingenciamento foi anunciado pelo governo federal em março, e atingiu R$ 3,6 bilhões de despesas diretas do Ministério da Educação (além de R$ 700 milhões em emendas parlamentares para a área de educação).

Em nota enviada ao G1, o MEC deu detalhes sobre como esse contingenciamento afetou as universidades e institutos federais considerando os gastos de funcionamento das instituições e de obras. Levando em conta o total previsto no orçamento de 2017 para essas duas despesas, o corte foi de 15% do orçamento para o custeio e de 40% da verba para as obras. A pasta explicou ainda que esse corte não é definitivo.
A situação fez com que as universidades e institutos apertassem ainda mais os gastos, já que o orçamento para essas duas despesas em 2017 já era entre 8,1% e 31,1% menor do que o de 2016.

As informações são de reportagem de Alessandra Modzeleski, Luiza Tenente e Vanessa Fajardo no G1.