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Vanessa Damo assume a Secretaria de Relações Institucionais de Mauá.

O prefeito Atila Jacomussi (PSB) deu posse, nesta terça-feira (17), a ex-deputada Vanessa Damo (MDB) como a nova Secretária de Relações Institucionais de Mauá. A cerimônia aconteceu na sede do Paço municipal e contou com a presença de diversas autoridades e políticos da região do ABC Paulista, entre eles o vereador de Ribeirão Pires Amigão D’orto (PTC).

Vanessa já era especulado para assumir um posto no governo Mauaense desde o final do ano passado e a decisão ocorreu após Atila consultar aliados mais próximos, a exemplo de seu pai, o vereador Admir Jacomussi e demais vereadores de sua bancada de sustentação no parlamento municipal.

Vereador de Ribeirão Pires, Amigão D’orto (PTC) acompanhou a posse de Vanessa Damo como Secretária de Relações Institucionais de Mauá

Vanessa Damo tem 36 anos, foi deputada estadual em São Paulo (a mais jovem da legislatura 2007-2010) e terceira secretária da mesa diretora da Assembleia Legislativa de São Paulo (2007-2009). Enquanto deputada, Vanessa era tida na região do ABC como a parlamentar que mais destinava emendas para a região.

Filha da atual Vice-Prefeita da cidade, Alaíde Damo e de Leonel Damo e do ex-prefeito de Mauá na gestão 2005-2008, é formada em Desenho Industrial pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo.

Antes de ser deputada, fora vereadora, eleita em 2004, aos 23 anos, com 6.020 votos (a mais votada da história de Mauá até então.

Como missão, a Secretaria de Relações Institucionais estabelece comunicação entre o município, a Câmara de Vereadores, organizações governamentais e não-governamentais e representantes da sociedade civil e deve amplia a capacidade de articulação, implementando políticas de fortalecimento das ações do Poder Executivo para a atender os interesses dos munícipes.

Vanessa Damo é afasta da superintendência do Ibama pela Justiça Federal.

O juiz federal Marco Aurélio de Mello Castrianni, da 1ª Vara Federal Cível de São Paulo, determinou nesta segunda-feira (17), o afastamento da ex-deputada estadual Vanessa Damo (PMDB) da superintendência do Ibama em São Paulo.

A medida acata uma ação popular movida pelo advogado Ricardo Amin Abrahão Nacle e endossada pelo Ministério Público Federal em São Paulo que questionava a nomeação de Vanessa pelo presidente Michel Temer em julho deste ano.

Na ação, o advogado aponta que, como teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral e foi condenada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, ficando inelegível até 2020, ela não está em “pleno gozo dos direitos políticos”. Diante disso, alega a ação, Vanessa não poderia ser indicada para um cargo comissionado na chefia do Ibama. Os argumentos foram endossados pela Procuradoria da República em São Paulo.

“Registre-se que a declaração de inelegibilidade de Vanessa Damo Orosco impede a nomeação para o exercício do cargo de Superintendente do Instituto Brasileiro do meio Ambiente de Recursos Naturais Renováveis porque, temporariamente, perdeu parte de seus direitos políticos; portanto, ausente um dos requisitos essenciais”, assinala o juiz na decisão do dia 14 e publicada nesta segunda-feira.

Desde que chegou ao cargo, Vanessa Damo foi alvo de críticas dos próprios servidores do órgão em São Paulo. Em setembro, a Associação dos Servidores de carreira do órgão em São Paulo (Asibama) apontou supostas irregularidades da deputada cassada e pediu sua exoneração em denúncia encaminhada à CGU, Procuradoria-Geral da República e à própria chefia do Ibama em Brasília.

Em 14 páginas, os servidores reúnem uma série de acusações que vão do uso de carro oficial do órgão para buscar e levar Vanessa para casa, até o aparelhamento político do órgão, não pagamento de contas de luz e água e, inclusive, “desconhecimento total” do funcionamento dos contratos na administração pública.

“A situação que está sendo imposta aos servidores do Ibama lotados no Estado de São Paulo está beirando o caos pela conduta e inassiduidade da sra. Vanessa Damo”, afirma o documento. Na ocasião, Vanessa divulgou uma nota rechaçando as acusações.

Vanessa Damo recebe cargo de comando no Governo Federal.

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A ex-deputada estadual Vanessa Damo (PMDB) foi escolhida pelo presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), para ser a nova superintendente do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis) em São Paulo.

Vanessa substituirá Murilo Reple Penteado Rocha, que estava no cargo desde 2013. De acordo com o Portal da Transparência do governo federal, a remuneração para este cargo é de R$ 17,5 mil. O salário que Vanessa recebia como deputada estadual era de R$ 25,3 mil.

O nome de Vanessa já aparece no site oficial do Ibama como nova superintendente do órgão no estado de São Paulo. O Ibama é subordinado ao Ministério do Meio Ambiente, que é comandado por Sarney Filho (PV).

Procurada pelo RD, a ex-parlamentar se pronunciou através de nota: “Fico muito honrada pelo convite do Presidente Michel Temer para assumir um cargo de grande relevância no Governo Federal. Tenho especialização técnica na área, pois possuo MBA Internacional em Gestão Ambiental e atuei como parlamentar com projetos de grande relevância na área do meio-ambiente. Pela primeira vez na minha vida pública, vou poder exercer um cargo executivo. Me sinto muito preparada e motivada para este novo desafio. Sei que vou dar o melhor de mim para desenvolver um grande trabalho frente ao IBAMA e honrar a escolha do presidente  Michel Temer, que mais uma vez, valoriza a região do Grande ABC com sua sensibilidade, respeito e espírito público”.

Nome de Vanessa já aparece como nova superintendente do Ibama no site do órgão

Sem mandato

Vanessa perdeu a cadeira de deputada estadual em maio deste ano, depois de ter sido cassada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Eleita em 2014 para o terceiro mandato na Assembleia Legislativa, foi declarada inelegível, ficando impedida de se candidatar a qualquer cargo público até 2020.

A condenação tem como origem a distribuição de um jornal apócrifo (sem autor identificado) durante a campanha de 2012. O material acusava Donisete Braga (PT), que foi adversário de Vanessa no segundo turno, de participação na morte do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel.

Em março, portanto antes mesmo de ser cassada, a ex-deputada desistiu de ser candidata a prefeita de Mauá e declarou apoio ao pré-candidato Átila Jacomussi (PSB). O marido de Vanessa e presidente do PMDB de Mauá, Júnior Orosco, será o vice de Jacomussi.

Deputada Vanessa Damo é citada em lista da Odebrecht.

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Uma planilha apreendida pela Polícia Federal na 23ª fase da Operação Lava Jato batizada de “Acarajé” revela que a deputada estadual Vanessa Damo (PMDB), supostamente recebeu R$ 500.000,00 da Construtora Odebrecht.

As planilhas são riquíssimas em detalhes, embora os nomes dos políticos e os valores relacionados não devam ser automaticamente ser considerados como prova de que houve dinheiro de caixa 2 da empreiteira para os citados. São indícios que serão esclarecidos no curso das investigações da Lava Jato.

Os documentos relacionam nomes da oposição e do governo: são mencionados, por exemplo, Aécio Neves (PSDB-MG), Romero Jucá (PMDB-RR), Humberto Costa (PT-PE) e Eduardo Campos (PSB), morto em 2014, entre vários outros.

Planilha-BJ-Odebrecht

Vanessa Damo que era pré-candidata a prefeita em Mauá desistiu de concorrer ao cargo e declarou apoio à pré-candidatura de Atila Jacomussi (PSB). A parlamentar aguarda julgamento de embargo apresentado ao Supremo Tribunal Eleitoral (TSE) contra condenação por abuso de poder econômico e distribuição de material apócrifo durante o segundo turno da eleição municipal de 2012.

Diante da pequena chance de ser absolvida, uma vez que assumiu o mandato por força de uma decisão monocrática do ministro do TSE Gilmar Mendes, Vanessa abdicou da disputa e indicou seu marido Júnior Orosco que é presidente do PMDB de Mauá. Para saber mais clique aqui