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As notícias curiosas e suas coincidência.

Ribeirão Pires tem sessão marcada por tapa e ofensas. Uma vergonha!

Uma cena das mais deprimentes e lamentáveis, com assistente agredindo o presidente da Câmara, falta de polidez por parte de vereadores, foi escrita em página triste sombria durante sessão realizada nesta quinta-feira (16) na Câmara de vereadores.

Sentindo-se ameaçado por um assistente, o presidente da Casa respondeu aos ataques que estavam sendo ditos por um assistente, – conhecido por cidadãos e pela polícia por sua conduta truculenta e agressiva –  afirmando que o mesmo era agressor de mulher.

O assistente saindo dos fundos do plenário – com o dedo em riste – seguiu rumo ao presidente e desferiu um tapa na face do edil que teve que ser contido por seus pares.

O que se via, era um descontrole total, com gritarias, mulheres gritando, xingamentos e ofensas pessoais que eram proferidos de todo lado.

A guarda municipal foi acionada e o agressor conduzido para a delegacia onde foi registrado Boletim de Ocorrência (B.O.) com vários vereadores como testemunhas.

No retorno dos trabalhos na Casa de Leis, onde seria votado o Projeto de Lei 01/2016, o mesmo assistente retornou para o interior da Câmara, sendo ordenado pelo presidente para que fosse retirado o mesmo das dependências da Casa Legislativa. O que foi feito pela GCM com o apoio de boa parte da população presente com o coro íííííííífora! íííííííífora!

Após o termino das votações, já com a sessão encerrada, o mesmo agressor do presidente Rubão, entrou em nova confusão. Só que desta vez, levou alguns socos na cara que o levaram ao chão.

Novamente o encrenqueiro foi conduzido ao DP, mas desta vez como vítima e com o olho roxo!

Veja abaixo o vídeo da agressão sofrida pelo presidente da Câmara de Vereadores de Ribeirão Pires.

A Câmara é local público onde adentrar autoridades, homens e mulheres de bem e profissionais de imprensa  para acompanhar sessão e debates importantes para os destinos da cidade. O ocorrido merece o nosso repúdio. Falta segurança! Luís Carlos Nunes

Campanha do Laço Branco reforça combate à violência contra a mulher no ABC.

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O movimento pelo fim da violência contra a mulher ganha neste ano mais visibilidade com a Campanha Regional do Laço Branco, lançada na sexta-feira (25) pelo Consórcio Intermunicipal Grande ABC. Desenvolvida nas sete cidades, a ação estimula o engajamento dos homens no combate à violência doméstica e à cultura machista. A versão regional da iniciativa internacional tem organização do Grupo Temático Gênero e Masculinidades, em parceria com o Fórum de Gênero e Masculinidades do Grande ABC.

Durante o lançamento da campanha, o diretor de Programas e Projetos do Consórcio, Hamilton Lacerda, classificou a iniciativa como a consolidação da atuação da entidade, por meio dos cursos de formação realizados, e do Fórum. “Este é um trabalho importante, estratégico e inédito, mas ainda pouco conhecido, envolvendo homens que têm como bandeira o combate à violência contra a mulher”, afirmou.

Membro do Grupo Temático Gênero e Masculinidades, Reginaldo Bombini defendeu a necessidade de políticas integradas para desconstrução do machismo, um dos objetivos do grupo criado neste ano. “A sociedade dissemina essa cultura machista e depois quer punir os filhos desse modelo hegemônico”, disse.

Representando o Fórum de Gênero e Masculinidades do Grande ABC, Vivian Navarro, destacou o estímulo ao debate como fundamental para o combate à violência doméstica. “A masculinidade imposta socialmente contribui para a violência e para a desumanização do homem. É importante trazer essa discussão como prevenção”.

A coordenadora do Grupo de Trabalho (GT) Gênero, Maria Socorro Pereira Miranda, classificou o lançamento da Campanha Regional do Laço Branco como um avanço e um marco histórico para o ABC. “Diante dos retrocessos e do aumento da violência contra a mulher que estamos vendo no dia a dia, este ato é uma vitória”.

O lançamento da ação contou ainda com a presença de Tereza Godinho, presidente do Conselho Gestor do Programa Casa Abrigo Regional, iniciativa mantida pelo Consórcio que atende mulheres vítimas de violência doméstica, e de Claudia Geovania Batista, da organização não governamental Promotoras Legais de Santo André (Proleg).

Violência de cada dia. por *Dom Pedro Cipollini.

Dom Pedro Carlos Cipollini

O que significa progresso econômico e científico diante da perda inútil de tantas vidas, vítimas da violência, na maioria das vezes impune?

Muitos até chegam à conclusão quase óbvia: ou acabamos com a violência ou ela acabará conosco. Mais do que nunca é necessário educar para a paz.

Na realidade, em geral, somos educados para a desconfiança, acusação e suspeita. Não conseguimos entender o que o outro diz, porque não o ouvimos. Não ouvindo, não há diálogo, em consequência não há entendimento, e assim estouram conflitos que colocam todos contra todos.

A miséria, tanto material como moral, a insegurança, o desamor, a decepção com a vida e consigo mesmo, estão na raiz da violência. A sociedade muitas vezes consegue propor somente o gozo e a posse de bens, isto como valores pelos quais lutar. Assim, a competição pela posse de bens materiais torna a busca do dinheiro o valor supremo. Indica-se, todos os meios são válidos para se conseguir o fim. Os jovens, principalmente, sentindo o vazio existencial e a falta de perspectivas do futuro vão atrás de dinheiro, fama, poder, sexo e drogas, pensando que aí está a felicidade. É quando a decepção torna as pessoas violentas.

O mito de que nós brasileiros somos um povo pacífico, não se sustenta. Morrem mais pessoas, vítimas da violência no Brasil do que no Oriente Médio, que é zona declarada de conflito. E não seria violento um país rico como o nosso, que precisa fazer campanha contra a fome? A fome é uma forma refinada de violência em um país exportador de alimento como o nosso. Os seres humanos desejam a paz. As pessoas tem um ideal de vida, mesmo que em nível inconsciente, de paz e harmonia. Os seres humanos compartilham valores básicos, universais, entre eles a paz. Poderíamos até dizer que, o instinto de sobrevivência em seres inteligentes, de forma privilegiada os humanos, exige a paz em primeiro lugar. A estratégia da guerra preventiva é própria de animais predadores que vivem da caça. Todas as religiões e sábios, de todos os tempos, atestam que o ser humano foi feito para viver em paz e pode fazê-lo.

Em tempos de violência somos mais do que nunca convidados a falar de paz. Falar de paz para podermos compreender o valor de se criar uma cultura de paz. A violência tem parentesco com o medo e não é remédio para nada, ela é o oposto da justiça.

Precisamos mobilizar todas as pessoas de boa vontade, para divulgarem a ideia de que a paz é necessária e é fruto da solidariedade que constrói uma sociedade mais justa e fraterna, onde a última palavra é a favor da vida para todos, não da supremacia do dinheiro e do lucro sobre as pessoas.

Assim que sejamos pessoas de paz. Que possamos debelar a violência que se manifesta, às vezes em nossos gestos, em uma frase talvez, e até mesmo no tom da voz. O cristianismo propõe à sociedade no Natal que se aproxima, este momento de reflexão sobre a paz, porque crê que a paz, é possível, e que esta vencerá no final. É muito maior o que nos une como cidadãos da humanidade do que o que nos desune. A paz é possível!

*Dom Pedro Cipollini – Bispo de Santo André

Ex-marido ciumento atira contra o atual de sua ex-esposa.

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Boletim de Ocorrência (B.O.) foi registrado a Delegacia de Ribeirão Pires com o ex-marido que atirou contra o atual marido de sua ex-esposa na madrugada desta quarta-feira (14). Motivado por ciúmes, o agressor se dirigiu a casa de sua ex-companheira sob a alegação de que precisavam ficar em paz solicitando para que conversassem. Segundo a vítima, ao chegar ao portão de sua residência foi ameaçado de morte caso não desistisse do relacionamento. Em seguida o ex-marido sacou de um revólver e disparou um tiro na direção da vítima que se protegeu com as mãos tendo sido alvejado de raspão no punho esquerdo correu e chegou a ouvir mais três disparos que não o atingiram. O atirador fugiu a pé por outra rua.

O casal disse que há outros boletins de ocorrência registrados contra o agressor e que pretendem processá-lo criminalmente. A ex-mulher do autor dos disparos informou que seu ex-marido vem causando diversos problemas por ciúme excessivo o que leva a brigas constantes por não aceitar o fim do relacionamento.

Ciúmes motiva agressões contra mulheres.

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Na delegacia de Ribeirão Pires duas mulheres registram Boletins de Ocorrências (B.O.) contra seus companheiros. No primeiro caso, uma jovem mulher de 28 anos, que alega conviver com o esposo há 12, disse que ambos estavam em um bar no Centro da cidade, quando ela encontrou uma amiga. Por razões de ciúmes, o valentão do marido passou a agredi-la com socos na cabeça e uma série de ofensas morais. Apesar das agressões, a vítima diz que não sofreu lesões mais graves. Em outro caso uma mulher foi agredida pelo marido após realizar uma visita a sua mãe em um bar de propriedade da família. A vítima foi socorrida por vizinhos que seguraram o agressor enquanto ele, bêbado, ameaçava matar sua esposa. Ambas as vítimas foram encaminhadas à delegacia e orientadas quanto ao processo de proteção pela Lei Maria da Penha.

Ribeirão Pires: Em ato, Mulheres cobram efetivação da Lei Maria da Penha.

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Sob o frio comum nesse inverno, aconteceu na manhã deste domingo (7), na Praça da Matriz, centro Alto, ato público que marcou o 10º aniversario da Lei Maria da Penha. O evento, organizado por mulheres de Ribeirão Pires, foi aberto ao público e contou também com homens contra a violência. A proposta foi de mobilizar e sugerir reflexões sobre as conquistas das mulheres, principalmente às vítimas de violência, durante esta primeira década de vigência da lei.

A violência contra as mulheres, também conhecida como violência de gênero, é um problema que atinge mulheres, crianças, famílias e toda a comunidade. É um problema que decorre de relações desiguais de poder entre mulheres e homens e se volta principalmente contra as mulheres simplesmente porque são mulheres.

Até recentemente, a violência contra as mulheres foi considerada corriqueira e natural, o que legitimava ainda mais o poder dos homens sobre as mulheres.

No Brasil, com a conquista da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), a Lei de enfrentamento da violência doméstica e familiar contra as mulheres era de se esperar que nenhuma mulher fosse assassinada ou mantida em situação de violência depois de denunciar o seu caso na polícia ou em outros serviços de atendimento e orientação. Hoje, que a lei completa seu 10º aniversário, com tristeza assistimos a falta de empenho das autoridades e do poder público para que haja a implementação de políticas públicas e serviços que acolham e atendam de forma integral e digna às mulheres.

As mulheres de Ribeirão Pires, presentes ao ato, são solidárias a todas aquelas que sofrem os mais diversos tipos de abusos, sejam morais ou físicos e  cobram implantação de Delegacia da Mulher 24 horas por dia bem como atendimento especializado as vítimas e aplicação rigorosa de Leis protetivas.

Em Ribeirão Pires, há visto crescimento no número de vítimas sendo inclusive fatais como caso de uma mulher recentemente executada com cinco tiros na porta de sua residência e também de um estudante de enfermagem morta por seu marido em conluio com sua amante.

Violência contra a mulher: diga não a esse absurdo!

Diva do posto

É possível observar no decorrer de nossa história, a posição do homem como líder familiar. Um exemplo claro é o do voto, o qual só era permitido aos homens, inicialmente, expondo a concepção de superioridade e autoridade do homem em relação a mulher. Por este motivo, alguns deles acabam abusando desta autoridade violentando suas parceiras, apenas por haver alguma diferença nos pontos de vista ou outras situações banais. Prática esta que deve ser repudiada em prol da dignidade e integridade física e moral da mulher.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, bem como a nossa Constituição deixam bem claro que o ser humano deve ter direito à vida, além da preservação de sua dignidade. No entanto, como visto anteriormente, nossa sociedade ainda tem como líder máximo no âmbito doméstico, o patriarca, que quer definir, por exemplo, como sua esposa deve se vestir, repreendendo-a se achar sua vestimenta muito curta, tendo a sensação de ter sua autoridade questionada se for contrariado, o que pode acabar muitas vezes em xingamentos, violência física e, por vezes, até no óbito da companheira, ferindo assim, sua dignidade como pessoa humana.

Nas ruas é evidente o aumento da violência em diversas modalidades. Em sua imensa maioria, as vítimas são mulheres. Vítimas estas que tem seus celulares roubados sofrendo muitas vezes agressões físicas e até estupros. Recentemente aqui em Ribeirão Pires, uma mulher foi covardemente agredida recebendo 5 tiros. Hospitalizada, veio a óbito nesta ultima quarta-feira (28). Sinto-me muito entristecida com o ocorrido, e lamentavelmente não vejo solução ao curto prazo.

Portanto, é necessário que se aumente a severidade concedida à Lei Maria da Penha, para que a violência seja ainda mais desencorajada. É importante também, a existência de campanhas expondo a situação desfavorável em que a mulher se encontra. E, para finalizar, é cabível aos órgãos de educação tratem do assunto e conscientizem seus alunos, que serão os futuros pais e maridos, mães e esposas da sociedade. Assim, poderemos construir uma sociedade em que não haja diferença de gênero, e a mulher tenha sua integridade física e moral respeitadas.

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Cultura do estupro deve ser combatida, diz bispo Dom Pedro.

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O quinto bispo da Diocese de Santo André, Dom Pedro Carlos Cipollini, completa neste mês de julho um ano à frente da sede episcopal da região e afirma que ficou impressionado com a fé dos católicos do ABC, e que está sendo um desafio gerir as 100 paróquias da diocese. O líder religioso também afirma que a cultura do estupro está enraizada na sociedade e deve ser combatida. “Essa questão é antiga no Brasil. Então isso é uma cultura que ficou dos 400 anos de escravidão. E precisa ser mudado isso, o machismo latino-americano é muito grande”, diz.

Dom Pedro acredita que a cultura do estupro é uma chaga na sociedade e que a Pastoral da Mulher vem ao encontro das mulheres que estão marginalizadas. “Nesse sentido a Diocese de Santo André é muito atuante. Eu fiquei muito admirado e estamos levando à frente”. Ele afirma que as pastorais vêm ao encontro de diversos problemas sociais, sendo que a Pastoral da Saúde colocou o Brasil em uma avaliação positiva no sentido de diminuir drasticamente a mortalidade infantil. “E o que isso tem a ver com o estupro? Tem muito a ver com a questão da mãe, da mulher, da promoção da mulher, promovendo a criança. Uma mãe que vê filhos morrendo de fome, ela se sente promovida?”, questionou o bispo.

Outro tema tratado pelo Bispo foi a questão do menor no Brasil. Há casos recentes de crianças que foram vítimas fatais em confrontos com a polícia. Sobre o tema, Dom Pedro defende que a questão do menor infrator não deve ser vista como pontual ou caso isolado, mas sim como uma junção de fatores. “Sem resolver o problema da Educação, por exemplo, como vamos resolver o problema destas crianças na rua e no crime? Troca-se de ministro da Educação constantemente, ao mesmo tempo em que se troca de planos, planejamento; e o gasto é enorme, a perda de recursos é enorme e as crianças continuam nas ruas”.

Ainda segundo o bispo, muitos dos problemas enfrentados pela sociedade brasileira são frutos de uma política que precisa de “renovação da mentalidade”, “conversão” e “mudança de enfoque”. Ele é enfático ao dizer que precisa existir na política uma cultura que priorize a pessoa humana “É o dinheiro, a economia, não a pessoa. Então se quiser tirar criança da rua, acabar com a miséria, tem que priorizar a pessoa humana, e não os cofres abarrotados. Porque não está tendo crise para os bancos. A crise é para os pobres que estão morrendo, com fome”, concluiu.

Bandidos continuam roubando em Ribeirão Pires.

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Os ladrões não entram em recesso! Prova disse são três registros de furto de veículos na delegacia da cidade somente nesta semana.

No dia 18, o proprietário do Gol ano 97, deixou o seu veículo na rua Padre Marcos Simoni Centro de Ribeirão Pires e ao retornar 3 horas após constatou que meliantes haviam subtraído o veículo.

No início da tarde desta terça-feira (19), o Ford Escort Hobby ano 94 foi roubado na rua Olímpia Cata Preta – Núcleo Colonial no período das 18:30 as 21:30hs.

No mesmo dia, no período da tarde uma mulher de 33 anos quando seguia pela rua Pedro Rípoli – Estância Paulista com seu Corsa Hatch 2012, seguindo para o serviço de seu marido, ao passar por uma lombada, reduziu a velocidade e foi surpreendida por 2 indivíduos, e sob ameaça de arma de fogo (pistola) foi forçada desembarcar do veículo. De posse do carro, os meliantes rumaram sentido avenida Francisco Monteiro.

Ladrões após roubarem, agridem mulher no centro de Ribeirão Pires.

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Dois homens assaltaram uma mulher na manhã do dia 24 de junho e subtraíram a sua bolsa com diversos pertences.

Segundo relatou a vítima de 19 anos através de Boletim de Ocorrência (B.O.), quando trafegava pela Rua Capitão José Galo, centro de Ribeirão, a mesma foi abordada pela dupla de assaltantes que ocupavam um veículo de cor prata e anunciaram o assalto. Ao negar entregar sua bolsa, foi puxada bruscamente por um dos meliantes e jogada ao chão, o que lhe causou escoriações pelo corpo. Ao subtraírem a bolsa que continha documentos pessoais, cartão de transporte coletivo, um aparelho celular, chaves e R$ 10 reais os gatunos fugiram para local incerto.

ROMU dá flagrante em jovem armado no centro de Ribeirão Pires.

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Por volta das 21:30hs deste domingo (03), a guarnição de serviço da ROMU, viatura 1007, foi acionada para averiguar uma ocorrência relacionada a uma briga (desinteligência) no interior de estabelecimento comercial na Avenida Miguel Prisco no centro de Ribeirão Pires.

Segundo informações policiais, Evandro Ferreira Lacerda de 35 anos iniciou discussão em razão de preferencia musical com Flávio Medina Batista, 29 anos, natural de São Caetano do Sul quando em determinado momento da discussão Flávio sacou da arma e agrediu Evandro com uma coronhada na face fugindo em seguida para a sua residência próxima ao local.

A viatura da ROMU seguiu em diligencia, chegando ao local da fuga com sirene e giroflex ligados onde Flávio tentou empreender fuga.

Rendido pelos GCM’s, foi encontrado sob a posse do mesmo um revolver calibre 32 sem numeração e sem munição.

Conduzido à delegacia, Flávio foi autuado em flagrante no artigo 16 (porte ilegal de arma) e artigo 21 (vias de fato) sendo recolhido a carceragem e posto a disposição do juiz competente.

Violência contra mulheres, isso precisa acabar! Por Diva do Posto.

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Desde os primórdios da vida humana na face da Terra sabemos do tratamento diferenciado dado à mulher em detrimento ao homem (quem não se lembra das ilustrações do livro de História mostrando o homem da caverna puxando os cabelos de sua mulher, como se ela fosse propriedade sua? Para quem não sabe, esta visão machista ainda existe em grande parte do mundo.

Hoje em dia torna-se comum presenciar nas manchetes e notícias de violência contra a mulher. A agressão e maus-tratos estão se transformando em uma situação muito séria contra a mulher. Os tipos de violência mais frequentes são: violência doméstica e familiar, onde seus próprios parceiros são os agressores desse tipo de tragédia, seja ela verbal, física, psicomoral e sexual, todas essas formas podem levar à morte.

A Lei Maria da Penha poderá acabar com o costumeiro e insuportável argumento de que “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher”,

A mulher tem direito ao respeito e a dignidade em nossa sociedade não pode mais calar diante de qualquer tipo de violência de qualquer natureza. No Brasil, apesar da nossa Constituição garantir direitos iguais entre homens e mulheres, a discriminação ainda existe. Em alguns casos, chega a ser vergonhoso o tratamento dado a mulher – parte da mídia teima em chamar “mulheres de sexo frágil ”.

Polícia investiga possível caso de pedofila com duas pré-adolescentes.

Um homem morador em Ribeirão Pires, de 65 anos, é alvo de investigação de abuso sexual de duas pré-adolescentes.

Segundo o Boletim de Ocorrência registrado no dia 29 de junho, o suposto pedófilo aliciava as meninas com 13 e 14 anos oferecendo quantias em dinheiro e em troca cobrava favores sexuais, tais como carícias e beijos. A informação, segundo consta foi feita pelas menores aos pais das mesmas.

As garotas por decisão judicial, são abrigadas em espaço de ressocialização e constantemente fugiam do abrigo para se encontrarem com o investigado de 65 anos em um estabelecimento comercial na região central de Ribeirão Pires.

A autoridade policial em lavratura de ocorrência, classificou com a “natureza de ‘estupro de vulnerável’, porém as investigações pertinentes revelaram a ocorrência ou não do delito.

Sob duas rodas, assaltos crescem em Ribeirão Pires.

Ladrões equipados de moto e munidos de arma de fogo estão causando medo e pânico na cidade.

A bom tempo que motoqueiros abordam pedestres e sob ameaça de revolver roubam os seus pertences.

Um jovem de 27 anos foi assaltado na noite da quinta-feira (30), foi assaltado por volta das 23:30hs por uma dupla armada na Vila São José ao ser abordado por motoqueiros que estavam em uma moto na cor preta e acabaram fugindo do local. No assalto os criminosos subtraíram uma mochila que continha um notebook, celular, documentos e cartões bancários.

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Em outro caso semelhante, uma mulher de 40 anos de idade, operadora de máquinas, foi assaltada no dia 29 de junho em seu celular sob a mira de arma de fogo quando ocupante de uma moto vermelha a enquadrou. Os larápios se evadiram não sendo possível identifica-los, pois os mesmo usavam capacete.

Em conversa com um policial militar que pediu preservação de sua identidade, “uma das possibilidades do crescimento dessa modalidade é de que quando o ladrão não obtém dinheiro vivo, aparelhos eletrônicos a exemplo de aparelhos celulares são de fácil comercialização no mercado negro e representam dinheiro rápido para muitas vezes se consumir drogas”.

Em acidente, moto entra embaixo de carro na Humberto de Campos.

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Um acidente entre um carro e uma moto congestionou a trânsito no início da noite desta terça (28), na avenida Humberto de Campos, altura do nº 1.261 no sentido bairro centro de Ribeirão Pires.

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Apesar do violento choque, onde o automóvel que chegou a subir na motocicleta praticamente destruindo a mesma, ninguém se feriu com gravidade, sendo que o motociclista com suspeita de traumas  e com visíveis escoriações, foi sorrido e passa bem.

Moradores do Parque das Fontes queixam-se de falta de segurança e de espaço de lazer.

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Moradores do Parque das Fontes, Ribeirão Pires reclamam da falta de atenção e atendimento por parte da prefeitura nos quesitos segurança pública e também pela demora em inaugurar o centro esportivo.

Moradores que solicitaram anonimato afirmam que por conta da falta de iluminação no futuro centro esportivo, localizado na rua Paraíba o local torna-se inseguro.

“Essa obra já tem mais de quatro anos e durante a noite nós percebemos movimentação estranha no local, o que nos causa grande insegurança. Muito raramente é vista por aqui uma viatura da Guarda Municipal e também da Polícia Militar. A noite aqui fica tudo escuro não sabemos a quem recorrer”, disse um dos moradores.

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Outra queixa apresentada refere-se a uma antiga promessa de instalação de uma academia ao ar livre no bairro.

“A prefeitura prometeu a bom tempo instalar uma academia ao ar livre. Solicitamos por diversas vezes que a mesma seja instalada aqui na praça José Achetta, mas querem instalar o equipamento esportivo em um local pouco adequado”, disseram.

Segundo ainda disseram os moradores do bairro, “a praça José Achetta vive cheia de mato e se não fossem os mesmos estaria abandonada por falta de manutenção da prefeitura”.

Observando o espaço (bem projetado e vistoso), pudemos constatar que falta muito pouco para a conclusão do serviço. Na casa (possível futura sede administrativa da unidade), falta a parte de eletrificação interna e ligação a rede. O que se deve perguntar é: Qual a razão pela demora em entrega do espaço para a população? Será que isso vai ficar para o espaço exato, culminante e junto de algum momento especial de ano de 2016? Luís Carlos Nunes