Vereador Amaury Dias tem importante Lei aprovada que trata sobre os Direitos das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista

O vereador Amaury Dias (PV) um dos mais consistentes parlamentares de Ribeirão Pires teve um importante Projeto de Lei (PL)aprovado durante a sessão legislativa desta quinta-feira (28).

Trata-se do PL nº 06/2019 que prevê a garantia dos direitos das Pessoas com transtorno do “Espectro Autista”.

“Autismo é uma desordem, na qual uma criança jovem não pode desenvolver relações sociais normais, se comporta de modo compulsivo e ritualista e, geralmente, não desenvolve a inteligência normal”, explicou o parlamentar.

O Projeto que chegou a ser protocolado na Casa de Leis e teve o seu adiamento a pedido do próprio vereador Amaury.

“O Espectro Autista é uma questão muito delicada e preferi estudar bastante o caso e consultar e levantar maiores informações com especialistas que acompanham os casos. Quero agradecer muito a Leonice Moura, Diretora Técnica da APRAESPI que nos ajudou a aperfeiçoar esse lindo projeto que abraça uma causa que merece muito respeito. Graças ao empenho e competência da Leo o projeto foi lapidado e hoje temos o projeto aprovado em primeira discussão”, falou.

Ainda na Tribuna, momentos antes da votação da matéria, Amaury Dias disse que lamentavelmente as políticas públicas ainda não contemplam a plenitude dos direitos dos Autistas uma vez que é necessário adaptações na educação, no sistema de saúde e na assistência social. Essa é uma pequena contribuição de nosso mandato para a garantia de direitos e também de certa forma para a conscientização das pessoas sobre como lidar com o Autismo e o que ele é”, enfatizou.

“Ainda que as causas do Autismo não sejam claras para a medicina , estatísticas apontam que os meninos são os principais atingidos. Acho importante também falar sobre a necessidade de aceitação e respeito as diferenças. Não há medicamentos específicos para o Autismo, mas alguns medicamentos podem ser receitados quando existem outras doenças associadas. Creio que seja fundamental ações de inclusão social para essas pessoas nos mais diversos ambientes para que não sejam reduzidas a simples condição de portador deste transtorno e tais ações devem reconhecer as pessoas com autismo como sujeitos de direitos, dotadas de potencialidades, vocações e personalidade própria”, concluiu.

Abaixo a integra da Proposta

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