Vereador Paixão pode estar sendo vítima de perseguição e racismo. Secretários negam.

Atendendo a convocação para prestarem esclarecimentos, compareceram na tarde desta quinta-feira (23), na Câmara de vereadores, o comandante da GCM, Adelson Lima o secretário de Segurança, Coronel Luiz Navarro e João Mancuso, secretário de Comunicação de Ribeirão Pires.

Conforme publicado aqui neste blog, (ver matéria clicando aqui), um vídeo foi postado nas redes sócias, onde um suposto pichador, com semblante assustado convencionava que o vereador Paixão (PPS) era financiador do ato de vandalismo ao mesmo tempo em que afirmava nunca ter tido contato pessoal com o referido edil.

Na primeira das inquisições, dirigindo-se ao comandante da guarda, o vereador Paixão quis saber a origem das imagens. O chefe da GCM após algumas contradições, acabou por confirmar que a gravação partiu de seu celular e que logo após dirigiu cópia ao titular da segurança do município. “…Fiz a gravação e passei pro coronel Navarro… Depois da instituição da ‘audiência de custódia’, produzir vídeos é praxe entre as forças de segurança até mesmo para se garantir a segurança dos policiais”, disse o comandante Adelson, entre outras questões. Ver vídeo abaixo.

Coronel o senhor é racista?

Já o Coronel Navarro, secretário de segurança municipal, ao ser interpelado pelo vereador Paixão sobre o motivo do mesmo ter ido no dia seguinte a delegacia de polícia para acrescer o seu nome no boletim de ocorrência disse: “atendi a pleito dos guardas que estavam indignados com a confecção do registro de ocorrência uma vez que o nome do acusado não constava no mesmo”, disse.

De maneira incisiva, o vereador Paixão disparou: “o senhor está faltando com a verdade e estava de posse do vídeo por volta das 15 horas e no ceio do Paço Municipal, diante de diversos secretários falou nós estamos enxugando gelo! Nós precisamos prender! O senhor não é racista não né? Porque o senhor falou pegamos o vídeo, o negão lá, o negão Paixão!”

Concluindo as oitivas, subiu à tribuna, João Mancuso, secretário de comunicação do governo Kiko.

“É o seguinte João, nós temos informações que esse vídeo foi parar na sua mão! E você é a pessoa que faz a maldade! Todos os vereadores, sem exceções sabem disse!”, disse Paixão

O secretário ao ser indagado acerca se o mesmo tem conhecimento da página onde foi divulgado o vídeo, Mancuso disse que não.

Paixão ainda apresentou denúncia de que Mancuso pode ter pago por placa publicitária com dimensões inferiores as previstas em licitação aprovada o que pode ter causado os cofres públicos prejuízo de aproximadamente 87% sobre o valor contratado.

“O senhor não questionou a diferença, não enviou e-mail para empresa? O senhor falou tem uma diferença aí, qualquer coisa o senhor manda uma gordurinha. O que seria essa gordurinha?”

O clima esquentou a pouco do presidente em exercício, Amigão D’orto (PTC), alertou ao secretário de que o mesmo havia sido convocado tão somente para responder a questionamentos.

Ver abaixo

A situação é das mais delicadas! Na melhor das impressões de ‘delação premiada” um jovem visivelmente assustado bomba nas redes sociais alegando financiamento a pichação ao mesmo tempo afirmando desconhecer o seu patrocinador. Num vídeo amador, o mesmo é inquirido e exposto sem advogado e fora da presença da autoridade policial competente. Ainda no menu aterrorizador um coronel aposentado da gloriosa policia militar faz gestão para a inclusão do vereador no registro policial e segundo relatado por Paixão, em meio a elite política do Paço faz fala de cunho possivelmente racista. No meio de todo esse excesso, eis que surge a gordurinha indigesta! O secretário responsável em propalar feitos e ações do executivo se descuida e pode ter causado prejuízo político ao prefeito e ao sagrado dinheirinho público. Caso se confirmem as alegações do presidente da CEI da Saúde (Paixão), o caso se configurará como “projeto mal pensado e frustrado”, digno do pseudônimo “molecagem”. Sendo assim, não restará ao mandatário Mor da Pérola, se não, iniciar uma forçosa reforma administrativa e servir em bandeja de pratas lustrosa os “miúdos” ocupados pelo “tico” e pelo “teco”. Vergonha! Se assim se confirmar! Luís Carlos Nunes

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