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Comissão do Senado aprova criação de “vale-creche” em municípios

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (2) um projeto que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação para autorizar municípios e o Distrito Federal a instituírem um “vale-creche” para as famílias de baixa renda que não conseguirem matricular crianças de até cinco anos em estabelecimentos de ensino públicos ou conveniados. De autoria do José Serra (PSDB-SP), a proposta ainda será analisada pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte e, em seguida, levada a votação em plenário.

Para 90%, Temer está no caminho errado, aponta pesquisa.

Uma nova pesquisa do Instituto Ipsos revela o grau de insatisfação da sociedade brasileira com Michel Temer

“Não adiantou liberar dinheiro do FGTS. Tampouco transpor o São Francisco. A popularidade de Michel Temer não aumentou em março. Pesquisa nacional Ipsos – divulgada aqui em primeira mão – mostra oscilação de 59% para 62% na taxa dos que acham o governo Temer ruim ou péssimo. Após passar por um vale em janeiro e fevereiro, o presidente voltou ao pico impopular que alcançara em dezembro. Mudar a pergunta não ajuda. Indagados se aprovam ou desaprovam a atuação de Temer, 78% ainda dizem desaprová-la”, conta o jornalista (leia aqui sua coluna). “As más notícias não param. Para 90%, o Brasil está no caminho errado. São 3 pontos a mais do que a taxa encontrada no mês passado. Mas não só: é a maior desde que Temer chegou ao poder.”

Golpe e Lava Jato destruíram o PSDB

O PSDB está hoje no fundo do poço. É o que mostra pesquisa Ipsos, divulgada nesta quinta-feira, que também apontou que o ‘Fora Temer’ é a única causa que unifica o Brasil (leia aqui).

De acordo com o levantamento, divulgado em primeira mão pelo jornalista José Roberto de Toledo (leia aqui), os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e José Serra (PSDB-SP), assim como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, estão entre os três políticos mais impopulares do Brasil.

Embora o PSDB ainda não tenha sido formalmente atingido pela Lava Jato, a descoberta de que seus principais nomes se beneficiaram dos esquemas da Odebrecht e de outras empreiteiras destruíram a imagem de seus três principais presidenciáveis.

Aécio, o “Mineirinho” que articulou o golpe que destruiu a democracia e jogou a imagem do Brasil na lama, é desaprovado por 74% dos brasileiros. Político mais delatado na Lava Jato, ele já foi citado por propinas em Furnas e na Cidade Administrativa, pelo recebimento de caixa dois nas eleições de 2014 e pelo pedido de R$ 50 milhões em Cingapura, que teria sido recebido por meio do amigo Alexandre Accioly (leia aqui).

José Serra, o “Careca”, foi acusado de receber R$ 23 milhões na Suíça e Geraldo Alckmin, o “Santo”, de receber recursos não declarados por meio do cunhado. Os dois devem ser também atingidos pelas delações de Adir Assad e Paulo Vieira de Souza, que prometem denunciar os esquemas de arrecadação no Rodoanel, maior obra tucana nas últimas décadas.

Dos tucanos, o menos pior, é João Doria, com 45% de desaprovação. O prefeito de São Paulo, no entanto, é aprovado por apenas 16% dos brasileiros, enquanto 39% dizem que não o conhecem suficientemente.

316 políticos de 25 partidos estão no listão da Odebrecht.

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Alckmin, Serra e Aécio estão no listão da Odebrecht. Se é caixa dois, propina ou doação legal, quem decidirá, por enquanto, é o Supremo Tribunal Federal.

Com o fechamento do acordo de delação premiada de 77 executivos da maior empreiteira do país, cresce a expectativa pela divulgação dos nomes que serão arrastados para o centro da Operação Lava Jato. O potencial explosivo da maior delação já feita no Brasil é certo.

Uma mostra dos danos que a colaboração pode causar já foi dada no começo do ano, quando a Polícia Federal apreendeu planilhas na casa de um ex-diretor da Odebrecht que listava valores atribuídos a pelo menos 316 políticos de 25 partidos.

O aprofundamento das investigações, com o acordo de delação da Odebrecht, vai permitir esclarecer caso a caso – pode tanto reparar injustiças como arruinar carreiras políticas.

Os repasses foram feitos nas campanhas municipais de 2012 e para a eleição de 2014. Porém, não se pode afirmar com certeza de que se tratam os números das planilhas: podem ser doação legal, caixa dois, ou propina.

Leia a matéria completa no Congresso em Foco.

Os inquisidores serão colegas de cela dos investigados em Curitiba?

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Agora chegou a hora de nós, comuns mortais, nos perguntarmos: se os inquisidores supremos da Pátria, como Aécio Neves (PSDB), Paulinho da Força (SD), Eduardo Cunha (PMDB), Celso Russomano (PRB) e José Serra (PSDB), só para citar alguns ilustres políticos que estão entre os clientes do propinoduto da Odebrecht, com que moral julgarão seus pares?

Com a mesma cara de pau com a qual aparecem na Rede Globo de Televisão? São 25 partidos envolvidos no escandalo: DEM, PCdoB, PCB, PDT, PMDB, PMN, PP, PPL, PPS, PR, PRB, PRP, PSB, PSC, PSD, PSDB, PSDC, PSOL, PT, PTdoB, PTB, PTC, PTC, PTN e PV. veja a lista completa clicando aqui

Não se trata de destituir Governo. O caso é de dissolução do Congresso Nacional – que se assemelha a covil – e se convocar eleição de assembleia  nacional constituinte. Longe de defesa pessoal e paixão, somente por justiça, a senhora Dilma Rousseff não consta de seu nome na lista. Luís Carlos Nunes